quinta-feira, 31 de maio de 2012

Descrédito na CPMI
Alguém ainda acredita nessa CPMI? Uma bagunça geral, desmoralizante. Réus se negando a responder as indagações, bate boca entre membros da comissão, uma farra geral. Políticos querendo aparecer mais que outros, é um verdadeiro "puxa pra lá puxa prá cá". 
Blindagem de alguns, convocação de outros. 
Enfim, essa CPMI criada e em andamento não irá levar a lugar algum. Notoriamente quem não deve se dar bem nisso tudo e ficar como "boi de piranha" poderá ser somente o Senador Demóstenes Torres. A solução seria o Sr Cachoeira "abrir" logo o jogo e apontar publicamente todos os que se beneficiaram de seus atos. Para o Brasil seria uma beleza e o povo ainda espera que reste alguma consciência de Cachoeira, que reflita e liberte o país de mais esse escândalo.
Greves. . . 
Hoje se anuncia greve de médicos na Bahia, há dois meses os professores estaduais estão em greve, a policia militar já fez a dela, fico imaginando qual a categoria que se manisfestará em greve. 
Acho que lá ,o pessoal do DEM, PSDB ou PPS estão comandando os sindicatos dessas categorias para infernizar o governo petista mas como é petista contra petista ninguem fala nada nem a imprensa marrom, a imprensa golpista está na hora de dizer alguma coisa.

DESPEDIDO ?!?

QUEM ?!

CALCINHA . . .


PSOL representa contra Mendes

O PSOL entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, que acusa o ex-presidente Lula de tentar manipular a corte. Em documento, a sigla considera que a “conduta” de Mendes “gera uma nuvem que deve ser dissipada, para manter e preservar a imagem do Supremo”. No último sábado (26), a reportagem da revista Veja informou que Lula havia sugerido a Mendes que adiasse o julgamento do mensalão que, segundo a corte, será realizado durante o segundo semestre deste ano. O magistrado também declarou que Lula insinuou que sabia de suas supostas relações com uma máfia do jogo ilegal que está sendo investigada pelo Congresso e que ganharia projeção na CPMI de Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários. Por sua vez, Lula reagiu com "indignação" e rejeitou a acusação, mas confirmou a reunião com Mendes e assegurou que no encontro também esteve presente o ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, que também desmentiu o magistrado.

CASA DA MÃE JOANA


Só neste time ridículo pra estas coisas acontecerem mesmo… time pequeno, pequeno…

PSDB se irrita com data de depoimento.
Líderes do PSDB acusaram nesta quarta (31) o presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), de ter dado uma "bola nas costas" do partido ao marcar depoimento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), para o dia 12 de junho. Os tucanos querem que Perillo fale à CPI na próxima terça-feira, mas a data acabou definida pelo presidente da comissão. O senador Álvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado, disse que o senador marcou o depoimento à revelia dos líderes dos partidos. Segundo Dias, Vital do Rêgo afirmou que negociou a data com os líderes tucanos, mas tanto o senador quando o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) negam que tenham sido procurados pelo peemedebista. "Nós não fomos informados de nada. Fiquei decepcionado com a atitude do presidente hoje. Não há como aceitar bola nas costas. Qual a razão deste adiamento?", questionou Dias. Líder do PSDB na Câmara, Araújo confirmou que não houve acordo com os líderes e prometeu insistir com o presidente da CPI para que Perillo seja convocado a depor na terça-feira.

É POR Aí ?!


O caso Gilmar x Lula e a isenção do magistrado.
EDITORIAL do Jornal do Brasil.
É sabido e ressabido que o primeiro requisito de um juiz é a imparcialidade. Para isto é óbvio que ele precisa estar distante dos interesses em causa e até mesmo dos protagonistas da situação conflituosa, na medida em que disto possa resultar um comprometimento prévio de sua isenção.
Recentemente houve um episódio de grande repercussão política envolvendo um ministro de Supremo Tribunal Federal que acusou o ex- presidente da República de tentar interferir nos destinos do julgamento do chamado “mensalão”. Os termos da acusação foram desmentidos não só pelo acusado como por um ex-ministro, que fora apontado como presente na ocasião e em cujo escritório teria se realizado o mencionado encontro. Segundo o acusador fôra-lhe oferecida uma troca: retardar o julgamento em apreço em troca de blindá-lo na aludida CPI.
É claro que aí há muitas coisas graves e ademais passíveis de comprometer a presença do ministro no citado futuro julgamento, por torná- lo suspeito de perda de isenção no caso. De fato aí há, pela palavra do próprio acusador, um risco de que ele estivesse incurso em algo que o colocaria em posição incômoda, ensejando uma moeda de troca para que fosse poupado; a saber: uma interferência supostamente benéfica aos presumidos mensaleiros, algo de interesse de quem pretendia cooptá-lo. É certo que ele disse que não teria nada a temer, salvo se fosse algo artificialmente criado com este mesmo fim e que resolveu-se a divulgar o que divulgou por arrecear-se de que isto pudesse acontecer. Ou seja: estaria dessarte se blindando contra um evento desta natureza.
Vale notar que tal manobra que resultou agressiva em relação a um ex- Presidente - e, à esta altura, suposto ex-amigo - terminou por colocar o acusador em posição ingrata, inclusive em relação a outro amigo: aquele em cujo escritório foi realizado o encontro e que ao invés de confirmar sua versão, a contrariou frontalmente.
Entre os ministros cooptáveis, segundo a denúncia, estariam dois outros que também disseram jamais terem sido procurados com tal fim. Um ex-ministro apontado como instrumento da futura cooptação de um deles afirmou que jamais se prestaria a tal papel.
Em suma: foi estabelecida uma celeuma na qual o noticiário da Veja, à medida que o tempo passa e que novos eventuais protagonistas são ouvidos, vai perdendo nitidez e clareza.
Mas, de tudo isto resta que, se o ministro acusador sentir-se em condições de participar do julgamento, não se julgando impedido de dele participar, será inevitável que os jurisdicionados, ao menos os da área jurídica, se perguntem em face de manifestações dele: Quem está se pronunciando é alguém agastado com o Presidente Lula e desejoso de tirar desforra da ameaça que diz ter sofrido, ou é o juiz isento, frio e imparcial, que só deseja a aplicação do Direito ao caso concreto, imune a qualquer sentimento pessoal que possa influenciá-lo ?

terça-feira, 29 de maio de 2012

RECEITA DE GAMBA?

Fuzile o fusile do fucile!

EUA Vs. BRASIL

PRESIDENTE

OH !!! DUVIDA

MILHÕES DE AMIGOS

Momento único. . .
O STF tem a grande oportunidade de confirmar ao Brasil a razão de sua existência: cancelar o recesso de julho e fazer uma pauta extraordinária para julgar o processo do mensalão. 
Assim, os anseios de uma sociedade seriam atendidos e os demais processos não restariam prejudicados, com julgamento nas pautas normais, a partir de agosto.

DE VOLTA PARA O FUTURO


HULK ESMAGA. . .
Quando Mano Menezes disse a um repórter da Globorinthias que ia manter a base, eu me perguntei, mas que BASE?!!…Somente se for Jerffeson; Neymar e mais nove.
O Cara já testou, tentou e já usou mais de cinqüenta jogadores.
O treinador que estava à frente do XV de Novembro de Campo Bom, depois o Grêmio, ai veio pro time da Globorinthias e depois meneger da amarelinha está deslumbrado, esnobe, ignorante sem convicção alguma. É uma pena, pois, era uma grande promessa se mantivesse a grandeza de ser humildade.
Mas realmente estes equívocos indigestos (…CONTRARIANDO Zagallo...).
Nenhum antiácido resolve.
Comparem a escalação de Brasil VS. Dinamarca; Brasil Vs. USA; Brasil Vs. México e por último contra a Argentina olhem e comparem a formação.
Nunca fui fã do DUNGA, mas desde sua primeira convocação ele manteve uma base de pelos 17 jogadores com algumas mudanças...
Foi um ótimo treinador perdendo uma partida.
Mas, bateu de frente com a TODA PODEROSA GLOBO e aí todos já sabem.
Volta Dunga (...) volta logo.
Randolfe Rodrigues: 'CPI deu um passo para frente, mas dois para trás'.
O deputado Randolfe Rodrigues (PSOL) afirmou nesta terça-feira (29), que a CPI que investiga os negócios ilegais do contraventor Carlinhos Cachoeira “deu um passo adiante, mas dois passos para trás”. Ele elogiou os votos favoráveis à quebra de sigilo da Delta, mas criticou a falta de coragem dos colegas para convocação dos governadores Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF). "O que salvou a sessão foi a quebra de sigilo da Delta", disse.

José Roberto Torero.
A seleção brasileira e a aula de OSPB.
1975. Uma classe de quinta série. A professora Dona Elza abre seu livro de OSPB. Sem muito entusiasmo, ela lê um capítulo que explica que os símbolos do Brasil são quatro: o hino, a bandeira, o brasão e o selo nacional. Foi então que um dos meninos levantou a mão e perguntou: - E a seleção, professora? 

A PRETENSÃO DE PAUTAR AS URNAS DE 2012 - Qualquer brasileiro tem o direito de dizer que considera inconveniente atropelar o processo eleitoral de 2012 com o julgamento do chamado mensalão. Não se pode subtrair de um líder político como Lula, que combateu a ditadura, liderou greves históricas, disputou, perdeu e ganhou eleições presidenciais, tendo sido conduzido duas vezes ao cargo máximo da Nação, a prerrogativa de externar idêntico ponto de vista. Mais que um direito, mais que uma avaliação com a qual muitos democratas concordam, é um dever de Lula contribuir para a ordenação da agenda política nacional. Outra coisa é se o ex-presente acertou em participar de um encontro a três, sendo os outros dois quem são, Gilmar Mendes e Nelson Jobim. A resposta a essa questão pertinente não avaliza a indisfarçável sofreguidão dos que querem pautar a democracia brasileira, impondo como prioridade fazer o julgamento do chamado 'mensalão' incidir na campanha  de 2012.

segunda-feira, 28 de maio de 2012


Mendes, o mendaz e o que 'Veja' oculta

Lula, Nelson Jobim e Gilmar Mendes se encontraram no escritório do segundo no dia 26 de abril. Dos três, um deles, Gilmar Mendes, narra um diálogo em um ambiente (a cozinha do escritório) que os outros dois negam.Lula, em nota divulgada nesta 2ª feira, desmente e desabafa: ' Meu sentimento é de indignaçao'. Jobim também o faz enfaticamente: não houve conversa na cozinha e não ocorreu o tal diálogo, declarou o ex-ministro da Justiça FHC e ex-presidente do STF entre 2004 e 2006,um personagem reconhecidamente insuspeito de simpatias petistas. Um dado temporal pouco ou nada contemplado na repercussão midiática do evento: a 'revelação' do falso diálogo só vem a público um mês depois do ocorrido; coincidentemente, quando a CPI do Cachoeira avança --aos trancos e barrancos, é certo--, no acesso e divulgação das escutas telefônicas da PF que ampliam os círculos envolvidos no intercurso entre o crime organizado, mídia e expoentes conservadorismo golpista brasileiro. A revista VEJA que narrou o falso diálogo um mês depois de ocorrido estranhamente não ouviu Jobim antes de publicar a matéria. Uma testemunha importante, única, o amigável Jobim não foi ouvido pela experiente matilha da principal corneta da direita do país que poderia assim encorpar o 'escândalo' de forma imbatível... Não foi puvido ou não quis se comprometer com a operação, razao pela qual Gilmar lhe ofereceu a porta de saída da cozinha (recusada por Jobim) na qual, alega, teria ocorrido o famigerado diálogo?A revista também não explica a razão pela qual Gilmar Mendes só se indignou a ponto de buscar o ombro confidente dos amigos de Policarpo Jr 30 dias depois do ocorrido que tanto o escandalizou. O dispositivo midiático demotucano passa ao largo dessas miunças.Prefere repercutir o 'escandaloso' comportamento de Lula. Usa a condicional 'se de fato ocorreu' no miolo do texto, mas ordena as manchetes e comentários seletos como se a reportagem de VEJA fosse verdadeira. Repete assim o comportamento da manada conservadora observado em 2008 quando a mesma VEJA e o mesmo Gilmar Mendes, denunciaram um suposto grampo telefônico de conversas travadas entre o então presidente do STF e o demo Demóstenes Torres. O 'escândalo' levou Gilmar a acusar o governo Lula de instaurar um "estado policial no Brasil'. Mostrou-se igualmente indignado então. A exemplo de agofa, o dispositivo midiático demotucano também endossou o destampatório sem um grama de evidência objetiva.A pressão derrubou Paulo Lacerda, então chefe da ABIN. O grampo, comprovou-se depois, era falso. Uma peça desse jogo xadrez vai depor no Conselho de Ética nesta 3ª feira: Demóstenes Torres é parte da verdade escondida no cipoal de mentiras, interesses políticos e pecuniários que a novilíngua midiática tenta minimizar; se possível vitimizar.Parte da mesma verdade é a viagem a Berlim em abril de 2011 feita por ambos: o senador e o personagem togado. As particularidades que envolvem a ida e a volta dos dois, sobretudo a volta em 25-04 (LEIA reportagem exclusiva de Carta Maior, nesta pág) , podem explicar o suor frio do desesespero excretado nas páginas da corneta do conservadorismo golpista brasileiro
Escutas telefônicas indicam que o contraventor Carlinhos Cachoeira providenciou um jatinho King Air para dar uma carona ao senador Demóstenes Torres e a "Gilmar", no retorno de uma viagem da Alemanha ao Brasil. Em uma ligação no dia 23 de abril de 2011, um ex-vereador do PSDB pede autorização para buscar o "Professor" Demóstenes em um jatinho, que está com o "Gilmar". Na degravação, a PF questiona entre parênteses (“Mendes?”). O ministro do STF foi a Europa neste período para participar de um congresso internacional de Direito.
Por Carlos Chagas.
Para Nostradamus e para os Maias, em tempo e geografia tão  diferentes, o mundo acabará dia 22 de dezembro próximo. Erraram. O mundo já acabou no fim de semana que passou. Aqui no Brasil, foi tudo pelos ares. Não sobrou nada.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, acaba de acusar o ex-presidente  Lula de tentar suborna-lo, propondo que se  o julgamento do mensalão fosse adiado, ele poderia blindar  políticos e  empresários na CPI do  Cachoeira. Na mesma conversa, realizada no escritório  de advocacia do ex-ministro Nelson Jobim,  o ex-presidente da República, para justificar a blindagem,  teria  insinuado que Gilmar Mendes  viajou  para Berlim a fim de encontrar-se com o senador Demóstenes Torres com passagens e estadia pagas pelo  bicheiro Carlos Cachoeira. 
Gilmar confirmou à “Folha de S. Paulo”  suas declarações dadas à revista  “Veja”.  O Lula não quis se pronunciar. E Nelson Jobim,  sobre  o encontro, disse não ter sentido pressão por parte do Lula.
Quer dizer, misturou tudo. Mais do que barro no ventilador, tempestades  de cocô varrem o país de Norte a Sul. Por que estaria o Lula tão interessado em protelar o julgamento dos 38 mensaleiros na mais alta corte nacional de justiça? Por que acentuou que o julgamento seria inconveniente? Apenas para não prejudicar o PT e seus candidatos nas eleições municipais de outubro, esperando até a prescrição da maioria dos crimes de que são acusados os réus? Ou estaria ávido de evitar a condenação de   José Dirceu, o “chefe da quadrilha”? Mas por que? Ninguém esquece que durante o processo de sua cassação o ex-chefe da Casa Civil declarou que o Lula não desconhecia  nada do que se passava em seu gabinete.
Dessa vez não dá para esconder  a sujeira debaixo do tapete. Ela é  o tapete,  os móveis, a sala,  a casa, o quarteirão, o bairro, a cidade, o estado e o país.
Gilmar  Mendes começou a falar, outros terão que falar também, importando  menos os motivos ou a singularidade de que todos os caminhos passam pelo Cachoeira. Que chegassem a José Dirceu, admitia-se, mas ao  Lula? 
Seria o Supremo Tribunal Federal suscetível de pressões, como o seu presidente, Ayres Brito,  acaba de dizer que não é?  Em nome de que, na conversa com Gilmar, o Lula teria achado possível influenciar a ministra Carmem Lúcia e o próprio Ayres Brito? Por que um encontro em Berlim com Demóstenes Torres?
E a CPI que investiga o bicheiro? Seria composta por um aglomerado de  fantoches capazes de livrar a cara de políticos e empresários através da manipulação de cordéis distantes do prédio do Congresso?
Fica impossível  botar a culpa na imprensa  pelo fim  do mundo. E pelo inevitável quadro de horror que começa a ser revelado.                                 
E A DILMA, COMO FICA? 
Nessa história surrealista da conversa entre o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes, uma indagação não pode deixar de ser  feita: e a presidente Dilma, como fica? 
Claro que solidária com o antecessor, em todas as situações, mas estaria confortável diante de  mais essa intromissão do Lula em assuntos   de seu governo? Afinal, o primeiro-companheiro teria tentado interferir nas prerrogativas do Judiciário, a começar pela marcação de  data de seus julgamentos. Outra iniciativa  igualmente indevida do ex-presidente veio no reverso da medalha: dispôs-se a blindar políticos e empresários nos trabalhos da CPI do Cachoeira,  ou seja, intrometendo-se na alçada exclusiva do  Legislativo. A chefe do Executivo vem mantendo  o delicado equilíbrio entre os poderes da União, coisa que seu mentor e conselheiro quis abagunçar.  Mesmo como  líder  inconteste do PT, que tenta salvar  do  naufrágio, o Lula agiu como condômino principal do governo, o que não terá agradado a sucessora.
NEM TANTO, SENHOR MINISTRO...
Extrapolou o presidente do Supremo, Ayres Brito, ao dizer que a mais alta corte nacional de justiça está vacinada e não aceita “faca no pescoço”. Mais ou menos, porque o passado está cheio de exemplos em sentido contrário.
O então presidente Floriano Peixoto mandou prender alguns deputados, apesar de a Constituição  proibir. Rui Barbosa impetrou habeas-corpus em favor deles, junto ao Supremo. Um ministro, assustado, indagou do marechal o que aconteceria se o Supremo concedesse a medida e  veio a resposta: “E quem dará habeas-corpus ao Supremo?” Por via das dúvidas a corte  não se pronunciou e os deputados foram mandados para o interior da Amazônia...
Café Filho, presidente da Republica, teria sido acometido de um pequeno enfarte. Licenciou-se, diziam seus adversários apenas  para estimular o golpe que seu substituto daria nas instituições, impedindo a posse do sucessor eleito, Juscelino Kubitschek.  O general Lott acabou com  a brincadeira, garantindo os direitos do futuro presidente. Café Filho ficou bom de repente e anunciou que voltaria. Bem que o ministro da Guerra tentou dissuadi-lo com palavras, mas, não conseguindo, botou de novo a tropa  na rua e Café Filho em prisão domiciliar. Logo ele impetrou mandado de segurança junto ao Supremo para garantir-lhe o direito de reassumir. Olhando os tanques estacionados na Avenida Rio Branco, os ministros escusaram-se de apreciar o recurso, alegando  motivos de força maior.
Só para ficarmos num terceiro momento de nossa crônica política: os militares tomaram o poder, depondo o governo constitucional de João Goulart, e baixaram o primeiro Ato Institucional, estabelecendo que suas determinações estariam à margem  de apreciação judicial. Rasgaram incontáveis vezes a Constituição e as leis, cassaram mandatos aos montes, impuseram eleições indiretas, criaram os senadores biônicos, puseram o Congresso em recesso e dissolveram os partidos políticos. O Supremo apenas assistiu os diversos capítulos daquela novela de horror, sem se pronunciar. Era ou não a faca no pescoço? 

Lucro das montadoras incomoda Dilma.

Ela não enxerga a sangria que o Governo Federal comete contra quem compra um automóvel e paga só de impostos 30.4%. 
Para ela é mais importante examinar a "caixa preta" das montadoras para verificar quanto elas estão levando de lucro sobre cada automóvel. 
Se estiverem exorbitando nos lucros que sejam exemplarmente penalizadas por exploração descabida, mas não venha Dilma Rousseff dizer que seus impostos não são extorsivos. 
Se quer proteger o consumidor baixe essa sangria desmesurada para 10% ou 12%, aí estará zelando pelo povo que a elegeu, do contrário deixe de demagogia barata. Outra coisa, os impostos cobrados sobre energia elétrica, água e telefone, principalmente este último, não são impostos, são assalto á mão armada.

Cargo e cidadania . . .

Quem ocupa um cargo não pode se considerar acima da Lei, ou dono dele. 
Ele está no cargo, ele não é o cargo. 
Existe uma grande confusão cultural em nosso país. 
Ele é um cidadão ocupando um cargo.
Em uma sociedade evoluída quando um cidadão ocupando um cargo comete ato contra as leis e valores, ele é destituído do cargo e punido como qualquer cidadão. 
No Brasil, face a nossa cultura e diante a nossa ignorância é doutor para cá, doutor pra lá, enfim, o cidadão leva o cargo consigo até o túmulo.
Há se tivéssemos justiça! Educação, não acredito mais.

Comissão de juristas decide por descriminalizar uso individual de drogas.
A comissão de juristas responsável pelo anteprojeto do novo Código Penal definiu nesta segunda-feira (28) que a proposta vai descriminalizar o uso individual de drogas. De acordo com o texto aprovado, o Poder Executivo deverá regulamentar a quantidade de substância que uma pessoa poderá portar e manter sem que se considere tráfico. O anteprojeto ainda passará pela análise do Congresso depois da conclusão dos trabalhos da comissão.

Romário se desvicunla de CBFv, faz acusação e promete investigar.
O ex-jogador e atual deputado federal Romário desabafou em seu Facebook nesta segunda-feira contra a Confederação Brasileira de Futevôlei (CBFv). Contrariado com atitudes da entidade, ele prometeu até conduzir investigações que possam provar irregularidades nos negócios do grupo.
O ex-atleta acusou a CBFv de fazer negócios em seu nome sem autorização, anunciou sua desvinculação da entidade e afirmou que fará investigações para descobrir se a confederação realiza transações ilícitas. Apesar da renúncia. Romário ainda prometeu continuar na luta em prol do esporte.
Confira abaixo, na íntegra, nota oficial divulgada por Romário em seu Facebook:
Por Deputado Federal Romário, segunda, 28 de Maio de 2012, às 20:33.
Boa noite, galera!
Como todos sabem isso aqui é um espaço democrático e vou aproveitá-lo para que as pessoas tomem conhecimento de todas as coisas que eu faço e estou envolvido. Tanto como político, como ex-jogador de futebol e como ídolo.
Há alguns meses, recebi o convite do presidente da confederação brasileira de futevôlei (CBFv), Ibrahim Arantes, e da presidenta da federação internacional de futevôlei, Nicinha Araújo, para ser presidente de honra e embaixador do futevôlei. Como amante do esporte, aceitei os convites com muita honra e orgulho, e fiquei muito feliz em ter ocupado, até hoje, essas funções.
Em fevereiro, um evento foi realizado para que os convites fossem oficializados. Neste evento, estiveram presentes várias personalidades, não só do futevôlei, mas atletas que também gostam do esporte como o Bernard Rajzman, presidente da Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Brasileiro, que representou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman; Ricardo Gomide, representante do ministro do esporte Aldo Rebelo; presidentes de federações; entre outros.
Eu acreditei que realmente a partir daquele momento as coisas poderiam tomar um novo rumo em relação a esse esporte que é amado no Brasil e no mundo. Acreditei que eu poderia dar mais credibilidade ao futevôlei e ajudar na organização.
Mas as palavras colocadas, pelos presidentes que me convidaram, o vento levou. De lá para cá não fui comunicado, nenhuma vez, através de telefone, email, ou fax sobre nada dessas duas entidades. Inclusive, o que é mais triste (provarei isso futuramente), estão fazendo negócios usando o meu nome. Ainda não posso afirmar que são negócios ilícitos, mas irei investigar.
Sei também que, infelizmente, a confederação e a federação citadas, têm problemas que devem ser urgentemente esclarecidos. Está chegando em minhas mãos um dossiê sobre essas instituições e como um deputado sério que gosta das coisas corretas, vou pedir para as pessoas competentes, os juristas, examinarem se existe algum tipo de irregularidade nessas instituições. Começaremos a fiscalizar todos os atos feitos nos últimos anos dessas entidades. Não posso dizer que encontraremos irregularidades, pois como falei, ainda não tenho provas suficientes. Mas se encontrar serei o primeiro a anunciar.
Por esses motivos, gostaria de através das minhas redes sociais, dizer que estou me desvinculando dos dois convites que recebi e aceitei. O de presidente de honra da confederação brasileira de futevôlei e o de embaixador mundial da federação internacional do futevôlei.
Quero deixar bem claro que a minha luta pelo futevôlei continua. Continuarei jogando com os amigos e com um sentimento maior ainda em relação a esse esporte. E digo mais, levaremos o futevôlei às olimpíadas de 2020. 
Se não for através dessas instituições citadas, será de alguma outra maneira.
Um abraço, galera! Valeu!

UMA OPERAÇÃO LUCRATIVA


Santander-Brasil: uma operação lucrativa.
Jornal do Brasil,
Em 2001 ocorreu a privatização do Banco Banespa - tendo como vendedor o Banco Santander da Espanha, que na aquisição fez um lance vencedor com um ágio equivalente a R$ 7,4 bilhões. Isto lhe permitiu um benefício fiscal equivalente nos exercícios de 2002 e 2004, e por  consequência uma diminuição sobre o Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro líquido de R$ 3,95 bilhões.
A operação proporcionou ao banco uma rentabilidade equivalente a três vezes o montante do valor da aquisição. Ou seja, a rentabilidade, o resultado e a lucratividade do negócio nos seus primeiros anos foram alavancados pelo benefício fiscal, ocorrendo um fenômeno estranho na integralidade do valor pago pelo banco espanhol na aquisição do Banespa.
Foram ressarcidas ao investidor pelo fisco, de 2002 a 2011, as operações do banco espanhol, que proporcionaram uma geração de lucros equivalentes a oito vezes o valor da aquisição, além de um retorno de 350% líquidos sobre o investimento inicial. Somente na atividade de seguros, as remessas para a matriz provenientes dos resultados da rentabilidade do negócio - associado com as alienações de operações no Brasil - foram equivalentes a um Banespa de 2001.
Sem dúvida um grande negócio! Ocorre que, no momento em que o Brasil, por determinação de política governamental, implanta uma política agressiva de diminuição da taxa básica de juros e um grande esforço para a queda do custo dos empréstimos, o spread bancário. O Santander Brasil se prepara para tomar as caravelas de volta à sua base espanhola, alienado o controle acionário de suas operações tão rentáveis em terras brasileiras. A justificativa é ditada na necessidade urgente de reforço de caixa e liquidez da matriz espanhola. 

Os senhores da guerra.

O STF está se equiparando à cidadania comum que de há muito está no limbo provocado pelos interesses de alguns maus patriotas politiqueiros, que só pensam em provocar o caos no País, dentro do conceito de “quanto pior, melhor”. Conversas de três pessoas entre quatro paredes, de repente são reveladas em teor, data e íntegra, pela revista Veja e outros poucos privilegiados da informação. 
Até a presidência da CPMI deve explicações ao Supremo, pelas publicações de conteúdo de diálogos telefônicos, taxativamente proibidos na liberação do material ao Parlamento. Como Cachoeira teve seus esquemas entre gregos e troianos, mostrando ser bom comandante na guerra, certos setores da imprensa se valem da opinião pública para submeter os Poderes da República, sobrepondo-se a eles, descaradamente, através do medo de ser a próxima vítima.

O ENCONTRO


EDITORIAL - Jornal do Brasil.
Hábito criado em mais de um século, a busca da verdade volta a inspirar o Jornal do Brasil no nebuloso episódio revelado no último fim de semana sobre uma indevida, mas ainda suposta, “tentativa de chantagem do ex-Presidente Lula contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal”. O resumo da questão indica:
No escritório de seu ex-ministro, Nelson Jobim, Lula teria oferecido a Gilmar um tratamento suave nas investigações promovidas pela CPI do contraventor Carlos Cachoeira.
Em troca, o ex-mandatário do país pedira a Gilmar a postergação do julgamento do Mensalão.
Neste não elucidado toma-lá-dá-cá, se realmente existiu, há perguntas que lançam mais luz sobre as trevas do que as respostas simples extraídas da precipitação daqueles com propósitos políticos ilegítimos.
Intriga o JB, bem como aos que manejam um raciocínio minimamente lógico, alguns aspectos do encontro de Lula com Gilmar. Instigado pela falta de sentido das nuances narradas, o JB indaga:
- Lula e Gilmar nunca mantiveram relação mais próxima. Ao contrário. O ministro do Supremo se disse vítima, em passado recente, de um grampo de uma conversa sua com o senador Demóstenes Torres. A República tremeu com a revelação. Tempos depois, uma minuciosa investigação da Polícia Federal apontava que não havia qualquer escuta no gabinete de Gilmar. Criava-se a ficcional figura do grampo sem áudio. Diante disso, seria Lula, mesmo no exercício de um ato infame, ingênuo a ponto de pressionar um ministro que lhe causara tão graves problemas?
- O que Lula poderia ter ofertado a Gilmar no escritório de Jobim? Pelo sabido até o momento, o ministro não é alvo da CPI do megacontraventor Carlinhos Cachoeira. Pela comissão de inquérito do Senado e Câmara a sociedade conhece outros suspeitos, entre deputados, empresários e governadores, destacando-se a figura do oposicionista de Marconi Perillo, o tucano de mais vistosa plumagem do Brasil Central. O que o Presidente Lula poderia fazer hoje sem mandato diferente do que não fez com o mandato?
Lula tem a seu favor o testemunho de Jobim, que afirma categoricamente: o ex-presidente estava em seu escritório cumprindo uma agenda social e o tema mensalão jamais foi discutido. E mais: Lula e Gilmar em nenhum momento teriam ficado a sós, distantes dos olhares e ouvidos do anfitrião.
As versões de Gilmar e Jobim são antagônicas do princípio ao fim. O tempo, e talvez um breve tempo, jogará uma delas por terra. Não há como o chantagista, se chantageou, e o chantageado, se chantageado foi, saírem ilesos. Só existe chantagem quando existe o que chantagear. Os dois entrarão para a história por portas distintas: um pela frente, outro pelos fundos.
Práticas de chantagem e outras artimanhas condenáveis são sempre estarrecedoras. Ferem a ordem, humilham a sociedade e desmoralizam o organismo institucional. O Brasil não suporta a mexicanização de suas instituições se prevalecer Carlinhos Cachoeira entre políticos brasileiros.
O processo do mensalão seguirá seu curso. Punirá culpados se houver ou absolverá inocentes previamente julgados e condenados pela oposição e suas vozes influentes fora dos limites do Congresso.
À CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira, claudicante até agora, exige-se o fim da blindagem dos aliados A ou B, uma investigação rigorosa, a recuperação de bilhões de reais desaparecidos no desvão da corrupção e a emersão dos nomes de todos os culpados, sem exceção, não importando o cargo e a posição que ostentem na República. Cachoeira e Demóstenes são, até o momento, apenas (sem que isso lhes subtraia a alta hierarquia criminosa) o abre-alas deste cordão de malfeitores.

LASANHA DE TACACÁ

Tacacá servido de uma forma diferente, mas com o mesmo sabor delicioso e amazônico. Esse prato está concorrendo no Brasil Sabor Amazonas.
Alemã Gourmet
Alemã Gourmet
Ingredientes:
½ L de Tucupi
½ Maço de Jambú
300g de Camarão
150g de Goma
300g de Massa para lasanha
1 colher (sopa) Amido de milho
½ Cebola picada em cubos
2 colheres de Azeite
Sal à gosto
Modo de Preparo: 
Em uma panela colocar o azeite e cebola, dourando. 
No refogamento, acrescente logo após o tucupi e deixe em fogo brando durante 5 minutos. Acrescente meio maço de jambú para cozinhar junto com a goma e amido de milho. Logo pegue a massa e coloque na tigela – no lugar do molho branco, coloque o tucupi, montando uma camada de massa e uma camada com os ingredientes do tacacá. Finalizando, colocar jambú e queijo mussarela e levar ao forno para gratinar por 10 minutos.

domingo, 27 de maio de 2012

Galo e Fogão 100%; Timão 0%; Peixe só empata sem gols e São Paulo ganha para os paulistas.
Boas vitórias de Atlético e Botafogo, contra adversários que não são fáceis de se enfrentar, o atual campeão brasileiro e o Coritiba que é forte quando joga em casa.

SECA-SECA E SECA VERDE


Jornal do Brasil
19 de maio, Natal, Rio Grande do Norte. Cedo, ligo a televisão, notícias do semiárido: seca, seca e seca. Caminhões abastecem as comunidades com água, o drama de sempre, animais magros, meses sem chuva, dor e tristeza. Abro a janela, vejo o belo mar da Ponta Negra em frente e... está chovendo. O pessoal do Centro João Paulo II diz que não chovia fazia semanas: “Eu trouxe chuva do Sul. Vamos ver se ela também vai para o sertão.”
Mística na reunião da Coordenação Nordeste da Rede de Educação Cidadã (Recid) na varanda, em frente ao mar. Molho as mãos com os pingos de água que caem da calha do telhado, e passo com carinho no rosto dos educadoras/es: sinal de chegada e de esperança. A pergunta: que significa a chuva na vida de cada um? Falo que sou filho de agricultor, para quem a chuva é sempre bem-vinda, é uma bênção. Educadoras/es contam que, felizmente, apesar da seca, não se veem mais os históricos saques em cidades, o povo faminto buscando comida, ou a debandada geral para o Sul. Programas como o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos, as medidas de emergência anunciadas há semanas pela presidenta Dilma na Bahia dão outro quadro à histórica realidade social de fome e miséria do semiárido. 
Entro na internet, abro a edição da Folha do Mate, de Venâncio Aires, minha terra, Rio Grande do Sul. A manchete Seca ‘verde’ é sentida no interior de Venâncio. Na foto, um açude de pouca água barrenta, bois e vacas na sua beira e a explicação: “O verde que ostenta a paisagem do interior de Venâncio Aires mascara a realidade da falta de água potável para consumo humano. A situação vem perdurando desde outubro de 2011 e, desde então, a prefeitura vem socorrendo as famílias rurais com cargas de água para dessedentação humana. A estiagem também vem diminuindo o volume de água armazenada para o consumo de animais e secando os arroios e córregos. E, para piorar a situação, as previsões não são muito otimistas, pois apontam pouca chuva para os próximos dias”. 
23 de maio, Palácio do Planalto, plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea). A Articulação no SemiÁrido Brasileiro (ASA), que reúne centenas de entidades e organizações, diz em documento: “O semiárido brasileiro neste momento está mergulhado em uma das secas mais cruéis e devastadoras dos últimos 30 anos. Da chegada dos portugueses aos dias atuais, já se somam 72 grandes secas com características similares. Mais de 500 municípios encontram-se em estado de emergência. As plantas cultivadas no entorno das casas, quintais produtivos, estão morrendo, os rebanhos dizimados e as reservas de semente, organizadas em casas e bancos comunitários ou familiares, correm o risco de desaparecer frente à necessidade de alimentação da população. Desde o ano passado não chove o suficiente para acumular água nas cisternas para consumo da família e da produção”. 
A ASA louva as políticas e programas dos governos Lula e Dilma que “dão sua parte para garantia mínima da dignidade das pessoas”: Bolsa Família, construção das cisternas para captação de água, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o crédito à agricultura familiar e os processos de assistência técnica, o Seguro Safra, entre outros. Mas não é suficiente. São necessárias mais ações emergenciais e o "cuidado cidadão", ações estruturantes, no campo da captação de água e de acesso à terra, da assistência técnica e crédito, da comercialização, venda de produtos e bancos de sementes. “O semiárido não precisa de bondade. Precisa de justiça, solidariedade e de que os direitos de seus filhos e filhas sejam respeitados. O que o semiárido quer é a continuidade e aprofundamento da política de convivência com o semiárido e que seja cada vez mais afastada e erradicada a política de combate à seca". 
As mudanças climáticas, os acidentes naturais não previstos acontecem em todos os lugares e em escala mundial. A Rio+20 e a Cúpula dos Povos acontecerão mês que vem no Rio de Janeiro. Hora de (re)pensar os modelos de desenvolvimento, hora de abraçar uma sociedade do Bem Viver.  
Choveu todo fim de semana em que estive em Natal. Chove no Nordeste e no Sul em 24 de maio, quando escrevo este artigo. É a esperança, nascendo sempre de novo nos olhos do povo trabalhador. É a bênção, para quem luta pela vida. 

BRIGANDO PARA NUM CAIR


NEM ASSISTÊNCIA TÉCNICA DA JEITO.
O menguitinho ruma célere ao seu destino, a segundona (da qual tem escapado sempre à sorrélpia).
Afinal, time que adora tirar uma ondinha de ser uma marca no nosso futebol, como já tem uma segundona no carioca de 1933 (só não disputou na categoria de acesso por não haver a mesma, mas ficou em último neste ano), vai começar a completar a coroa. Quando cair para a terceirona, recebe a sua tríplice vergonhosa. 
Timeco sem lastro. Roubou o bi-brasileiro duas vezes (na semi e na final), roubou o Santos em 83, tomou WO do Sport em 87, aliciou jogadores do Botafogo em 92 e em 2009. (...) este não foi roubado: FOI AJUDADO.
A sua Libertadores é uma vergonha que só não ganha destaque, por ser uma conquista da Rede Globo.
Só armações (… 0  só maracutaias.

GASTOS PÚBLICOS




Ministérios usam de artifícios para não cumprir Lei de Acesso à Informação.

Dez dias após a Lei de Acesso à Informação entrar em vigor, alguns ministérios têm negado informações, em especial de áreas sensíveis e que envolvam indícios de irregularidades nas pastas. Dos 189 pedidos feitos pelo estado, apenas 24 foram respondidos. Cinco foram negados. Parte das respostas está incompleta e três estão em grau de recurso. A resistência no Executivo provocou manifestações da CGU. E-mail encaminhado pela diretora de Prevenção da Corrupção, Vânia Vieira, aos Serviços de Informações ao Cidadão (SICs) de órgãos e entidades federais indica que algumas pastas estavam usando artifícios e jogos de palavras para não responder aos pedidos. "Não devemos confundir pedidos genéricos com pedidos complexos, extensos ou que exijam grande volume de informações ou levantamento e organização das informações"censurou a representante do órgão de controle interno.

Rebelião nordestina.

O PSB briga com o PT no Nordeste, segundo advertiu o governador pernambucano Eduardo Campos ao amigo Lula. Dilma teve larga maioria de votos em 210, mas não quer se meter nas brigas paroquiais para definir candidatos a prefeito. Os petistas querem tudo.