terça-feira, 20 de julho de 2010

CRONOGRAMA

EDUARDO OHATA.
O BNDES afastou a possibilidade de as eleições atrasarem os estádios de 2014. A lei proíbe convênios na época eleitoral, mas não impede que as cidades entrem com pedidos, que podem ser estudados no período. Só a contratação, etapa que antecede liberação de verba, não pode ocorrer a partir de 2 de setembro. Nesse caso, diz o Ministério do Esporte, as obras poderiam começar antes e a verba sairia em 2011.
Ponto de vista.
São-paulinos dizem que Juvenal Juvêncio saiu no lucro do evento de ontem no DF. Em sua leitura, foi bom sinal Lula ter falado, olhando para o cartola, que entrará firme na questão do estádio paulista.
Recado.
Ainda no Morumbi, lembram que a sinalização de Lula aconteceu na frente de Ricardo Teixeira.
Mea-culpa
Uma das poucas críticas oriundas do governo federal, cujo mérito é reconhecido por gente do comitê paulista de 2014, é a de que, em vez de simplesmente despacharem o projeto do Morumbi de R$ 260 mi para a Fifa, poderiam ter ligado antes para Ricardo Teixeira.
Porém a leitura é a de que isso faria pouca diferença. No comitê, a crença é a de que a gentileza não mudaria o cenário político.
Incógnito.
O ex-presidente palmeirense Mustafá Contursi diz que, em mais de dez obras de porte no clube, jamais pôs seu nome em nada. Rebate ironia de Luiz Gonzaga Belluzzo, que ofertou a homenagem ao participar de programa de TV.
Por resultado.
O contrato do treinador são-paulino Ricardo Gomes, válido até o final da Libertadores, passa por negociação. Se a equipe do Morumbi cair na competição continental, a ideia é dar um tempo para pensar.
Escolhido.
Já existe corrente no Morumbi que defende que, em caso de eliminação, Ricardo Gomes seja substituído por Leonardo. O ex-técnico do Milan é ex-atleta do São Paulo, com experiência internacional e com um bom momento na CBF.
Rédea solta. 
A oposição santista questiona a visita do vocalista Leo Santana, do Grupo Parangolé, ao CT do Santos às vésperas da derrota da equipe para o Fluminense. Aponta que essa espécie de tolerância acaba gerando intranquilidade no ambiente.
A consequência do clima liberal foram "brincadeiras sadias", dizem, com sarcasmo, oposicionistas. Robinho quebrou celular de Wesley ao atirá-lo contra a parede, e o volante se vingou do colega danificando o retrovisor de seu carro.

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