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terça-feira, 19 de agosto de 2014

ESQUECERAM DE MIM

Já trabalhei em instituto de pesquisas. 
Você tem de seguir um método, há uma mostragem, há verificação de dados e consistência. Os dados são testados, entrevistadores suspeitos são afastados do trabalho, há muita lisura no processo, pois do mesmo jeito há muita cobrança e todos os partidos ficam em cima dos institutos, o que faz com que seja muito difícil adulterar dados. Pesquisas feitas pelos próprios partidos seriam um desastre, se eu sou militante vou sempre querer puxar a brasa para o meu candidato. 
E institutos ganham dinheiro pela eficácia em apontar vencedores.

domingo, 9 de outubro de 2011

ELEIÇÕES 2.014

'Estou pronto para  disputar com Lula ou Dilma', diz Aécio
SENADOR AÉCIO NEVES Ao ser questionado sobre sua pré-candidatura a presidente em 2014, o senador Aécio Neves (MG) esclarece: "Se esta for a vontade do partido, eu estarei pronto para disputar com qualquer candidato do campo do PT, seja Lula ou Dilma. Serão eleições com perfis diferentes e eu não temo nenhuma das duas", afirmou. Porém, ele pondera que o debate das candidaturas deve ficar para "o amanhecer de 2013", pois "uma decisão correta no momento errado é uma decisão errada". Ele diz que a opção José Serra "terá de ser avaliada por seu capital eleitoral e experiência política" e cita também os governadores Geraldo Alckmin (SP), Marconi Perillo (GO) e Beto Richa (PR) como presidenciáveis. Ao comentar seu projeto para 2014 Aécio afirma: "O que eu disse aos companheiros do PSDB é que estarei à disposição do partido para cumprir meu papel, seja como candidato ou apoiador de um candidato que eventualmente tenha melhores condições de disputa do que eu".

domingo, 29 de maio de 2011

É MUITO BLA, BLA

O Aécim (xera-xera) é o candidato que todo adversário poderia pedir a Deus: Inconsistente, malandro, está envolvido com tudo de pior que a direita já fez no Brasil, ele é um FHC mais jovem, com tudo de pior da malandragem desse ¨sociólogo¨.
Enfim já temos candidato para adversário de Dilma para 2014, a imprensa escrita de Minas juntamente com a ordinária da Globo nacional vão começar a soltar factoides a partir de agora para construir a imagem de bom moço nos moldes de Collor.
A direita não tem salvação, essa direita que aí está não tem nenhuma salvação, outra direita tem que emergir.
Finalmente podemos livrar Minas Gerais desse politico ordinário chamado Aécio, finalmente, esse será o último, esse será fácil, muito fácil...

CONVENÇÃO TUCANA

PSDB sepulta serrismo; novo líder, Aécio aposta em artigo de FHC.
Convenção tucana elege comando simpático à candidatura Aécio-2014 e, contra a vontade de José Serra, acomoda derrotado em 2010 em cargo inoperante. Segundo aliado mineiro, Aécio adotará linha de 'artigo de FHC' que prega que oposição esqueça 'povão', busque 'nova classe média' e não abra mão do 'moralismo', explorado pela convenção no 'caso Palocci'. Escanteado, Serra apela para ser lembrado: 'contem comigo'.
A reportagem é de André Barrocal.
“Contem comigo para qualquer problema, para qualquer necessidade de presença, eu estarei lá. Sou um ativista político desde minha juventude. Estou nessa luta há muitas décadas e, se deus quiser, permanecerei nela durante muitas décadas ainda (….) Antes de ser um oficial da política, eu sou um soldado.” Com estas palavras - um apelo para não ser ignorado -, José Serra, ex-governador de São Paulo, terminou sua participação na convenção nacional que o PSDB realizou neste sábado (28/05) para eleger uma nova direção. Derrotado duas vezes ao tentar virar presidente da República, o discurso de Serra encerrou mais um fracasso.
A convenção destinava-se justamente a sepultar a hegemonia serrista e paulista no tucanato. Ao mesmo tempo, buscava evitar um racha no ninho, o que exigirá do PSDB tonificar uma instância partidária inoperante nos últimos tempos, o Conselho Político, em cuja direção, a contra-gosto e com muita resistência, Serra foi assentado.
Daqui para frente e de olho na sucessão da presidenta petista Dilma Rousseff em 2014, os tucanos entregam-se à liderança do senador Aécio Neves (MG), cuja missão será reiventar um partido e um ideário derrotados mais vezes do que Serra na luta pela Presidência da República.
“Não podemos ter dois comandos. Sairemos daqui com um comando só”, dizia, ao chegar à convenção, o líder da bancada adversária de Dilma na Câmara dos Deputados, Paulo Abi-Ackel (PSDB), aliado mineiro do senador mineiro. E qual será o discurso, a linha do partido daqui em diante, com Aécio à frente? “Ah, é o artigo do Fernando Henrique”, contou Abi-Ackel.
Linha FHC: classe média e moralismo.

O deputado referia-se a um texto polêmico publicado numa revista no início de abril, no qual ex-presidente esforça-se para salvar o PSDB e a oposição em geral da falta de rumos. Nele, FHC diz que “uma oposição que perde três disputas presidenciais não pode se acomodar

domingo, 19 de setembro de 2010

Pô! Não dá idéia! num dar mais idéia que os homi topam !!!! ou melhor tanto faz, já agonizam, miserávelmente, mais um dando sugestão do que a turma pode fazer para recuperar os 8 milhões de votos?
Sei que isso dá um bom filme e uma audiência ESTRONDOSA pro JN ... estamos no aguardo do que virá antes do dia 3 de outubro. Pois este enredo já foi de certa forma protagonizado com algumas semelhanças no desfecho por ocasião do sequestro do empresário Abilio Diniz, também às vesperas de eleições.
Portanto pior é que é isso mesmo, o país inteiro esperando as armações do PiG. A gente nem se dá conta do tamanho de todo esse absurdo. Quando paro para pensar que estamos armados, aguardando que a IMPRENSA lance seus torpedos contra o pleito eleitoral; me pergunto o porque de aceitarmos isso de forma tão tranquila. A gente ri, torce para eles se ferrarem, discute mas trata essa aberração como a coisa mais natural do mundo. As emissoras, prestam um SERVIÇO PÚBLICO e essa prestação não deveria envolver a derrubada ou construção de governos. Até quando isso? Mesmo que não consigam, isso é um afronta. Se as profecias se cumprirem, para o lugar dos maconheiros de Navarra virão os abutres da carcaça de Tancredo Neves. Se o velho já não era grande coisa, o que dizer dos que gravitam em torno de seu túmulo. Vai ser um tal de ei-ei-ei Aécio é nosso Rei, do Oiapoque ao Chuí. Talvez seja melhor ficarmos com a turma que passa o dia fumando baseado e armando barraco no prédio do que arriscar a irmãzinha do sujeito que não significa nada e já é vendido como grande estadista, muito embora, nem ele mesmo saiba o que isso signifique. Mais um Collor.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O EXEMPLO DE TANCREDO

Por Mauricio Dias.
Aécio Neves, ao tomar a decisão de abandonar o tucanato, espelha-se no avô. De caso pensado?
Não é por estar envolvido de corpo e alma na campanha para eleger seu substituto, Antonio Anastasia, ao governo de Minas Gerais, e muito menos por distração política, que Aécio Neves deixou de se manifestar sobre as recentes denúncias, encampadas por José Serra, para tentar desestabilizar Dilma Rousseff. É um silêncio significativo. Expressivo como um risco de giz. A metáfora, possível de ser imaginada, que separa o território de atuação da oposição mineira e da oposição paulista. Ambas adversárias do governo Lula. Só que a primeira é democrática e a segunda é golpista.
As duas convivem, no PSDB, por um tempo longo demais, considerando as divergências políticas que emergiram mais claramente quando os paulistas cortaram as asas de Aécio pretendente à candidatura à Presidência pelo partido. Foi a gota d’água para um tucano disposto a voar. José Serra, ainda governador, bloqueou as prévias internas que Aécio propunha e forçou o mineiro a abrir espaço para mais uma candidatura paulista. Aos 68 anos, Serra não tem mais tempo para esperar, porque, conforme anunciou no palanque que a revista Veja lhe ofereceu, preparou-se a vida inteira para ser presidente. E, tudo indica, fracassou.
Há duas semanas, em jantar no Rio de Janeiro, o ex-governador Aécio Neves empolgou-se ao falar da necessidade de reformas políticas no Brasil e, para sustentar os argumentos que desenvolvia junto a um grupo restrito de amigos, ele anunciou: “Eu vou sair do PSDB”, na casa de um empresário, em Copacabana, cercado de convidados importantes.
O cenário entre ele e os tucanos é de desgaste absoluto, embora no quadro da campanha presidencial cumpra, em Minas, segundo maior colégio eleitoral do País, o ritual da fidelidade ao candidato do PSDB. Ele arregaça as mangas por Serra, mas o esforço cessa no momento em que a solidariedade partidária pode pôr em risco o projeto que o ex-governador mineiro tem. Assim, a forte reação do eleitor mineiro excluiu a

sábado, 12 de junho de 2010

SERRA VÁ SE *$/ª§#¢¬.

 Ainda dá tempo de Serra desistir! atentai bem, para a razão do artigo, depois de contar uma história sobre o passado político de José Serra, não muito recomendado, com o claro objetivo de pintar o presidenciável como um homem diferente daquele das eleições passadas, a jornalista vem com a seguinte pérola:
"Talvez por isto, correligionários e aliados já identificassem em 2004 um Serra bem diferente, e hoje enxerguem nele um "candidato humanizado" pelas derrotas. Afinal, depois de ser o presidenciável do partido que forçara Lula a disputar dois turnos para chegar ao Palácio do Planalto, ele teve que pedir voto aos próprios companheiros."
Está dado o recado para se votar no José Serra, esse PIG num têm jeito.
'Você não está vendo que é minha última oportunidade?'
Durante encontro a sós numa madrugada de março, o então governador José Serra usou com Aécio Neves o argumento que mostra sua obstinação em buscar a Presidência da República.
Christiane Samarco - O Estado de São Paulo
Ele sonha com a Presidência da República desde menino e trabalha metódica e obstinadamente para chegar lá há exatos 12 anos, 2 meses e 12 dias, desde que assumiu o comando do Ministério da Saúde, em 1998. Mas quando tudo parecia resolvido, com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, já fora do páreo, no final de janeiro deste ano José Serra vacilou.
A indecisão assombrou os cinco políticos mais próximos do candidato, a quem ele mais ouve. Foi o mais ilustre membro deste quinteto – o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – quem deu o ultimato e acabou com a indefinição: "Serra, agora é tarde. Você não pode mais desistir".
O comando tucano estabelecera prazo até o Carnaval para que Serra desse uma demonstração pública que não deixasse dúvidas quanto à decisão de enfrentar o mito Lula e a máquina petista do governo. Serra ainda silenciou por quase uma semana. Voltou à cena, pedindo ao presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), e ao amigo deputado Jutahy Júnior (BA), que organizassem uma programação para ele participar dos carnavais de rua do Recife e de Salvador, na semana seguinte.
A pressão pela definição era tão grande, que até a reportagem de uma revista semanal britânica repercutiu no Brasil. A respeitada The Economist que circulou na primeira semana de fevereiro trazia um artigo afirmando que o governador José Serra esperava, "com paciência demais" pela Presidência. Disse ainda: "Serra precisa subir no banquinho e começar a cantar seus elogios agora. Do contrário será lembrado como o melhor presidente que o Brasil nunca teve."
Bem no clima do dito popular sobre o calendário do Brasil, no qual o ano só começa depois do carnaval, Serra assumiu mesmo os compromissos pré-eleitorais no embalo do Momo. "As dúvidas do Serra nunca ", diz o governador Alberto Goldman.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ELIANE CANTANHÊDE. - (kkkkkkk)

Foi uma cacetada.
O solene "não" de Aécio Neves para ser vice na chapa de José Serra pega a oposição de jeito e deixa o candidato na mão. A alternativa para vice era Aécio ou Aécio. Em não sendo ele, ocorrem automaticamente dois efeitos: os partidos da coligação tendem a se engalfinhar pela vaga, e qualquer um que seja escolhido será sempre o que foi porque Aécio não quis. Não chega a ser emocionante.
Há também a questão da oportunidade, pois a negativa de Aécio ocorre justamente quando Dilma Rousseff empata com Serra, deixando a oposição nervosa. Uma interpretação legítima é que Aécio fez os cálculos, olhou o horizonte e não apostou nas chances de vitória.
E há, por fim, um punhado de interrogações no rastro da decisão de Aécio: sem ser vice, até que ponto ele vai se envolver com a campanha além das formalidade e atrair votos para Serra? E como fica o poderoso eleitorado de Minas, segundo colégio eleitoral do país?
O passado condena Aécio, que é inequivocamente o principal líder político de Minas, sempre tem expressivas votações e já mostrou que é capaz de transferir montanhas de votos. Mas tem que querer. Há sérias dúvidas se realmente quis em 2002, quando Serra foi o candidato tucano, e em 2006, com Geraldo Alckmin concorrendo. Lula deu de lavada no Estado nas duas vezes.
Olhando para a frente, Serra tem três opções. Pela ordem: indicar um vice do PP, que engrossaria o tempo de TV; pinçar um do DEM no Nordeste; e, "se não tem tu, vai de tu mesmo" - a chapa puro-sangue.
Péssimo para Serra? Mas ainda pode piorar. Basta ele chegar à convenção de 12 de junho só, sem Aécio e sem vice nenhum.
As perspectivas de Aécio, porém, não são melhores: quatro anos num Senado às traças, para bater de frente com o candidato Lula em 2014, não é o melhor dos mundos. A não ser que, ao contrário de Serra para a vice, Aécio tenha um mirabolante plano B. A ver.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

SENADOR AÉCIO NEVES.

Aécio Neves anuncia pré-candidatura ao Senado.
Chupado do Portal Terra, Folha.
Reunido no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, Minas Gerais, nesta quinta-feira, o ex-governador Aécio Neves anunciou que é pré-candidato ao Senado. "A melhor forma de dar a vitória ao Antônio Anastasia é disputando o Senado. Não houve mudança de cenário", afirmou Aécio.
Quando questionado sobre qual seria o vice-presidente ideal para o pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, Aécio disse: "quem vai decidir sobre o vice é o Serra". Ao descartar mais uma vez a possibilidade de ser vice na chapa presidencial de José Serra (PSDB), o ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB) respondeu como sendo "piada" a acusação de "falta de patriotismo" feita por empresários de São Paulo ligados ao tucano paulista.
"Ninguém teve mais gesto de generosidade do que eu. Chega a ser uma piada", afirmou Aécio, referindo-se ao fato de ele ter, em dezembro passado, aberto mão da disputa pela candidatura à Presidência dentro do PSDB em favor de Serra.
Publicada hoje a reportagem da  Folha - Empresários apelam a "patriotismo" para que Aécio seja vice, além da cúpula tucana, empresários paulistas ligados a Serra enviariam recados ao ex-governador mineiro sobre a "importância" de ele aceitar o convite para formar chapa puro-sangue com Serra.
Alguns chegaram a dizer que seria "falta de patriotismo" de Aécio não sair candidato a vice, principalmente num momento em que a candidatura precisa de fôlego novo.
O ex-governador de Minas fez o anúncio ao lado do governador Anastasia e do ex-presidente Itamar Franco, que também é pré-candidato ao Senado.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

AECIO NEVES, VICE NUNCA.

TAMANHO REAL.
A decisão de Aécio Neves (PSDB-MG) de não ser o vice de José Serra (PSDB-SP) foi tomada "com base em análises, e não como vontade pessoal", diz pessoa da mais absoluta confiança do mineiro. Pesquisas do Vox Populi para o grupo do tucano mostram que só 4% dos que hoje votam em outros candidatos poderiam mudar para Serra caso Aécio fosse vice. Ou 0,4% do eleitorado do país.
DE IGUAL PARA IGUAL
As sondagens mostram que outros 14% podem mudar o voto (que hoje declaram em outros) caso Serra seja só apoiado por Aécio. "Nas pesquisas qualitativas, nosso eleitor diz preferir que ele esteja ao lado de Serra, como senador." E 40% declaram voto no tucano independentemente da decisão de Aécio.