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quinta-feira, 8 de março de 2012

ELIANA CALMON

Liguei a TV só para assistir a entrevista da Ana Maria Braga com a corregedora Eliana Calmon. Ela não fez nenhuma torta, pelo menos em frente às câmeras, mas ganhou uma de chocolate. 
As respostas e esclarecimentos dados por essa respeitável senhora, nos dão a esperança de dias melhores. 
Pena é que a entrevista foi muito rápida, não pôde ou não quiseram prolongá-la. 
Assim que terminou, logo veio um assunto bobo, referente a essa novela horrível, ridícula dos últimos tempos, que é a tal da Fina Estampa. 
Bem que poderiam empregar todo o horário do programa exclusivamente ouvindo a ministra. Coisa ruim, já temos o suficiente.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A CONFERIR . . .


Felizmente, nesse caso, o STF prestou um bom serviço à sociedade sem a pirotecnia adotada no julgamento da competência investigativa do CNJ.
O que realmente me incomoda são as pessoas que votam em políticos filiados ao PP e congêneres, como elas exercem mal o seu direito de cidadão.
Políticos e partidos desse nível deveriam ser exterminados pelo voto cidadão, algo num horizonte muito distante quando falamos de Brasil.
Agora esse estatuto do torcedor é tão poderoso quanto o código de transito, que previa que bicicletas eriam que ter buzina, espelho e blá blá blá….. e pedestre seria multado se não atravessasse só na faixa (….) ou seja, o bonito no mundo das idéias, das fantasias… pra V. Excelências com suas togas ficarem filosofando (sic) … na prática, não mudará nada… ou então esse país não se chamaria Brasil… a  pergunta que fica é: com esta decisão do STF, como fica os jogos nas quarta-feiras as 22:00h, agora vai ser as 20:00h, pois a Ministra Rosa Weber afirmou “Compartilho da compreenção de que o Estatuto, na verdade, visa assegurar ao torcedor o exercício de sua paixão, com segurança. Isso implica, imputar, responsabilidades ao organizadores de eventos esportivos”, pois os dirigentes dos Clubes VENDERAM, OS JOGOS PARA A TV, ELA IMPÕE O HORÁRIO (lê-se  família Marinho), quem tem razão nessa o torcedor ou a TV.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

MOVIMENTAÇÕES ATÍPICAS


Por que ter medo?
O Presidente do TJ-SP esta provocando uma verdadeira guerra em seu Tribunal, mandou verificar todas as denuncias da Ministra Eliana Calmon, os investigadores vão ter que usar uma máscara contra mal-cheiros, luvas protetoras e roupas especiais, como numa necrópsia de pessoa contaminada, parabéns Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, que isto sirva de exemplo para os outros Presidentes de Tribunais em todo o Brasil. O CNJ apenas está cumprindo o que detemina a nossa constituição federal, os ministros do STF estão com medo? Por que? Por que?!

CHAMA ATENÇÃO

COLUNA DO CLÁUDIO HUMBERTO.
TRT diz não saber nome de servidor que movimentou R$ 282,9 milhões em 2002.
O vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, desembargador Carlos Alberto Araújo Drummond, disse nesta segunda-feira, em coletiva, que não tem qualquer informação sobre o servidor que movimentou R$ 282,9 milhões em 2002, de acordo com relatório elaborado pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) a pedido da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça. Drummond disse que enviou ofício à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça pedindo informações sobre o relatório do Coaf. Segundo ele, para descobrir quem é o servidor, seria preciso quebrar o seu sigilo, o que não será feito. O presidente da OAB-RJ Wadih Damous, exigiu que o TRT do Rio revelasse o nome do juiz ou do servidor apontado pelo Coaf. No ofício, o advogado disse que "chama a atenção" que a movimentação tenha acontecido em 2002, quando um incêndio criminoso queimou 11 mil processos no tribunal. A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra 1) defendeu a apuração minuciosa das denúncias.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CNJ

Coluna do Claúdio Humberto.
Licitação pulou de R$ 5 milhões para R$ 68 milhões.
Órgão de controle externo do Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça pode inclusive investigar denúncias contra magistrados, mas, e quem fiscaliza o próprio CNJ? A resposta a esta pergunta será decisiva na apuração da curiosa concorrência aberta e concluída no prazo recorde de nove dias, e cujos valores, estimados em R$ 5 milhões, saltaram depois para impressionantes R$ 68,6 milhões.
O CNJ nega direcionamento da licitação, que seria lastreada em pareceres técnicos.
Projeto base
A área de Informática fez o projeto de expansão da base de dados do CNJ, mas prevaleceu a proposta 14 vezes mais cara de uma empresa.

sábado, 24 de dezembro de 2011

DAMA DE TITÂNIO . . .

A Dama de Titânio, Eliana Calmon declarou... que 45% dos juízes paulistas sonegaram informações sobre rendimentos aos órgãos controladores. Em Mato Grosso do Sul nenhum magistrado entregou sua declaração de rendas atualizada. Ou seja, quem deveria dar o bom exemplo comete o crime de sonegação de informações por se acharem acima das leis. Quando o CNJ investiga é tolhido por irresponsabilidade e conivência dos senhores do STF que concedem liminares para os criminosos.
Disse ainda a Dama de Titânio que menos de 500 pessoas estão sob investigação pela corregedoria do CNJ e não 270 mil como os mentirosos da AJUFE declararam ao STF. Desses investigados pelo menos 150 'mãos leves' são de São Paulo.
O que não se entende é por que Peluso e Lewandowski não conseguem dormir direito por causa das investigações da Corregedoria.

VÁ EM FRENTE . . .

Sra. Eliana Calmon . . .
Essa senhora Eliana Calmon transmite confiança e consegue em pouco tempo fazer-se digna do respeito e da admiração dos brasileiros. Até a recente informação de que recebera pagamento de auxílio-moradia soa vazia, uma vez que o benefício teve caráter geral e não configura vantagem ou privilégio individual.
Não concordo com esse pagamento, mas não vejo nela a culpa por sua ocorrência. Portanto, é válida a pregação de alguns amigos que pretendem vê-la na disputa por cargos de mando nesse país. Neste primeiro momento sou entusiasta da idéia e pretendo propagá-la.
O Brasil precisa de pessoas capazes de dizer o que pensam e de colocar seriedade em seus atos.
Vá em frente, ministra!
Vamos ajudá-la a fazer a poda do joio que se alastra e se apossa do poder.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Ministra Eliana Calmon teve a coragem de dizer ao STF o que está entalado na garganta de milhões de brasileiros: chega de corrupção, inclusive no Judiciário! Limitar a atuação do CNJ é, de fato, instituir a impunidade no Judiciário! 
Cesar Peluso faria um favor à nação se pedisse aposentadoria e deixasse o CNJ trabalhar.
Ontem, ao assistir ao JN fiquei enjoado e com vontade vomitar ao olhar a cara de paisagem do presidente do STF, sentir um imenso nojo da figura. 
Como é que pode e com que conhecimento de causa esse senhor tenta desqualificar/desmerecer o trabalho da Corregedora, Ministra Calmon. 
Ora, pela posição que ela ocupa, fica claro que ela sabe do que está falando, contrário disso, seria uma irresponsabilidade, coisa que não acredito nesse particular. 
Tá difícil viver neste país.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

QUADRILHA

Supremo Tribunal Federal julga e condena o Conselho Nacional de Justiça.
Por Adriana Vandoni.
No mesmo dia em que o CNJ aplicou a pena máxima ao Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Medina, aposentado compulsoriamente acusado de vender sentenças para liberar máquinas de caça-níqueis apreendidas pela Polícia do Rio, o STF concedeu liminares reintegrando à magistratura de Mato Grosso, sete dos dez magistrados aposentados em fevereiro pelo CNJ, acusados de desvirem R$ 1,5 milhão que teriam sido destinados para a Loja Maçônica Grande Oriente do Estado.
Em julgamento estava muito mais que as acusações, atos e denúncias feitas contra os dez magistrados. Estava a própria instituição CNJ.
Em fevereiro, quando os magistrados foram aposentados, o relator Ives Gandra, visivelmente espantado, afirmou que os métodos usados pelo grupo dos 10, foram tão imorais que “superam até as teses sustentadas por Machiavel”. Outro conselheiro foi claro ao resumir o caso: “havia uma quadrilha instalada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso”. Outro disse que essa “quadrilha” utilizava “critérios draconianos”.
De segunda-feira para terça (3), o ministro Celso de Mello, do STF, deferiu liminares reintegrando à magistratura o desembargador José Ferreira Leite, e os juízes Marcelo Barros, Marco Aurélio Reis Ferreira, Irênio Lima Fernandes, Antônio Horácio da Silva Neto, Graciema Caravellas e Juanita Clait Duarte. Todos aposentados compulsoriamente no dia 23 de fevereiro por unanimidade, em sessão plenária no CNJ.
Mais que reintegrá-los à magistratura mato-grossense, o ministro Celso de Melo desmoralizou o Conselho Nacional de Justiça e está impondo à população de Mato Grosso a dúvida e instabilidade jurídica, está condenando o cidadão a julgamentos sob suspeita.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

JUSTIÇA II

Juízes com viés administrativo.

Responsáveis por julgar os milhões de processos que atolam a Justiça brasileira, os juízes carregam nas costas outras atribuições tão importantes quanto a de decidir disputas que atingem diretamente a vida das pessoas: eles também têm que administrar as comarcas e os tribunais. Levantamentos recentes mostram, porém, que os magistrados não estão preparados para exercer essa atividade. O desafio de capacitar os juízes virou questão de Estado e está incluído como uma das metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para 2010.
Uma pesquisa realizada no ano passado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) mostra que 99% dos juízes não conhecem o orçamento destinado à comarca onde trabalham. O dado é preocupante, segundo o juiz maranhense Gervásio dos Santos, coordenador da campanha Gestão Democrática do Judiciário, encabeçada pela AMB. Para ele, é fundamental que esse quadro seja revertido em um curto prazo. “O juiz, enquanto titular de uma vara, também é um gestor. Se ele tiver noção de gestão, poderá otimizar custos e tempo, distribuir melhor a tarefa entre funcionários. Tudo isso pode produzir ao fim um resultado positivo para a Justiça e para a sociedade”, disse.

sábado, 24 de abril de 2010

VOTO DO PRESO.

Dois desafios.
O ministro Cezar Peluso, que assume com o STF a presidência do CNJ, vai herdar do ministro Gilmar Mendes dois desafios. O primeiro colocar em prática, junto com o TSE, o projeto de viabilizar o voto dos presos provisórios que já estão em presídios. Além de dar suporte por conhecer a situação das prisões, a missão de permitir que os presos votem, que é do tribunal eleitoral, o CNJ terá também de concluir o relatório sobre as 100 instituições que mais recorrem à Justiça.
A ideia de Gilmar Mendes à frente do conselho era mostrar que a Justiça é lenta também porque é muito assoberbada de trabalho. A proposta de fazer a lista foi anunciada em março e a expectativa era de que ela ficasse pronta em um mês.