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segunda-feira, 11 de julho de 2011

DA COLUNA DO CLAÚDIO HUMBERTO.
Webjet deverá sumir, diz Constantino.
O presidente da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira Júnior, informou hoje, que a Webjet será absorvida por sua companhia e deverá desaparecer caso a transação de compra seja aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica e pela Agência Nacional de Aviação Civil. Segundo o empresário, demissões e aumento nas tarifas estão descartados e sua única intenção é renovar a frota da empresa adquirida. “Deverá se extinguir a marca Webjet, ficar com a marca Gol, e isso não implicaria aumento de custo por essa operação”, disse. De acordo com Constantino Júnior, o Cade ainda não foi oficialmente acionado, mas ainda há vigência no prazo de quinze dias do anúncio para que isso ocorra. A compra da Webjet foi confirmada pela Gol na última sexta.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Avião da Embraer faz pouso forçado em aeroporto da Bahia
Alguns passageiros entraram em estado de choque e precisaram ser atendidos por equipes do terminal

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MILITARIZAÇÃO NA AMAZÔNIA

Peru também vai de MI-35 russo.
O Ministério da Defesa do Peru confirmou a compra de 6 Mi-171Sh (helicópteros utilizados para transporte) e dois Mi-35P (de ataque, semelhantes aos AH-2 Sabre, da Base Aérea de Porto Velho) . o valor da transação chega perto dos US$250 mi e os aparelhos deverão ser entregues até 2011. O uso, segundo o Ministério é para ”combater o narcotráfico e o terrorismo na Amazônia peruana” . Desde 2007 o Peru vem modernizando a sua frota de 15 helicópteros MI-17, com a empresa russa Rosoboronexport, numa escalada sem precedentes de militarização da Amazônia.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Embraer fecha venda de US$ 5 bilhões com empresa britânica.
Portal Terra.
A fabricante brasileira de aviões Embraer anunciou nesta terça-feira o fechamento de um negócio de US$ 5 bilhões para venda de até 140 aeronaves para a britânica Flybe, que opera voos regionais na Grã-Bretanha, Irlanda e algumas cidades europeias.
A Flybe é uma das maiores operadoras de voos regionais de baixo custo na Grã-Bretanha, mas a empresa pretende expandir a sua operação na Europa. Para isso, a companhia quer comprar 140 aeronaves Embraer 175, com 88 assentos.
Nesta terça-feira, a empresa fechou a compra de 35 aeronaves por US$ 1,3 bilhões. As duas companhias também fecharam um acordo que pode culminar na venda de outras 105 aeronaves para a Flybe, no valor de US$ 3,7 bilhões.
A primeira das 35 aeronaves deverá ser entregue em setembro de 2011, e a última em março de 2017. Segundo o diretor da Flybe, Jim French, a empresa optou pelos jatos da Embraer porque pretende manter apenas aviões de duas fabricantes na sua frota. Além da Embraer, a Flybe compra aviões da canadense Bombardier.

F - 22

Boeing F-22 Raptor em ação durante apresentação em festival aéreo de Hampshire.
Foto: AFP

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A 380

Avião gigante - o A380 - foi recebido com jatos de água na inauguração de terminal no aeroporto internacional Indira Gandhi, na Índia.
Foto: AFP

segunda-feira, 5 de julho de 2010

DAVID NEELEMAN - NÃO A PRIVATIZAÇÃO

Azul em defesa da Infraero
A colunista Sonia Racy entrevistou David Neeleman, fundador da Azul - empresa que investiu US$ 200 milhões e, em dois anos e meio, transformou-se na quarta maior empresa aérea do país.
No momento em que se discute a reforma dos aeroportos brasileiros, principalmente com vistas a Copa de 2014, Neeleman se coloca totalmente contrário a privatização dos aeroportos e, lembra, que os principais aeroportos dos Estados Unidos são estatais.
- Existe uma discussão gigantesca sobre os aeroportos no Brasil. Qual é a sua opinião sobre a atual estrutura aeroportuária brasileira?
- Antes de começar com a Azul, estudei os aeroportos do Brasil e cheguei à conclusão de que o País não faz bom uso do que tem. Por causa dos outros aeroportos é que Congonhas está superlotado. Mas ainda há espaço ali para expandir, criar novos terminais e novos pátios. Quando se promove expansão em aeroportos nos EUA, a coisa é complicada. Aqui, não, porque tem espaço. O alargamento feito na Marginal Tietê é mil vezes mais difícil do que ampliar terminais aéreos.
- O que emperra o processo?
- Olha, não sou a favor de privatizar os aeroportos. Seria um processo muito demorado, com muitas brigas. A Infraero tem condições de fazer isso. Tem muita gente boa lá dentro. É só dar transparência ao processo e chamar pessoas de fora do Brasil para ajudar. Existem especialistas no mundo inteiro. Poderíamos ampliar o Conselho de Administração da Infraero, colocar profissionais experientes e competentes nesse tipo de coisa.
- O senhor defende então um novo modelo de gestão?
- Sim, temos que desburocratizar a Infraero. A Petrobrás, por exemplo, não segue a lei 8666, que engessa processos. Por que não fazer o mesmo com a Infraero, dando agilidade para a estatal? Acredito até que seja possível ter mais um terminal em Congonhas. Tudo pode ser feito em dois ou três anos. Você precisa montar uma planilha, chamar as empresas que operam este tipo de concessão e preparar a licitação.
- Você acha que a Infraero teria recursos para tanto?
- Ela pode lançar bonds no mercado. Para mim, é difícil ouvir que é difícil. É algo fácil e que já foi feito muitas vezes no mundo. A solução é simples, entende? Se não tivesse terreno, aí sim seria complicado. Temos um aeroporto em Vitória que já começou e parou faz cinco anos (sorri). Em Goiânia, é exatamente a mesma coisa.
- Mas não há urgência no andamento?
- Podemos fazer ações temporárias, como montar pátios e construir terminais provisórios. Não podemos é parar com o crescimento. O que falta em Guarulhos é pátio. Se você sabe onde o terminal novo vai ficar, podemos colocar um pátio em frente para ser utilizado provisoriamente. Aconteceu assim com o aeroporto