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sexta-feira, 29 de março de 2013

PRIVATARIA TUCANA

Essa foi a grande obra do PSDB para o País, A PRIVATARIA TUCANA ! ! !
Crimes de lesa-pátria aquelas privatizações. Patrimônio brasileiro dado. Não podia permanecer impune. Os mesmos canalhas privatizadores são os primeiros a querer o Estado, o dinheiro do Estado para as suas empresinhas.
Uma das muitas coisas que não suporto é FHC fala ou escreve. Ele transpira cinismo por todos os seus poros. FHC e seus asseclas se tornaram milionários colocando o Brasil à venda. Venderam o patrimônio nacional à revelia do povo brasileiro.
Por isto, foram escorraçados do poder. Mais aí, já era tarde demais.
O FHC estava querendo que o Brasil fizesse umas “escandilices” atrás das moitas. Graças ao povo brasileiro que elegeu Lula em 2002 não deu tempo dos tucanos perpretarem mais essa patifaria. Esses tucanos gostam de praticar “escandêlos” atrás das moitas ou bebendo vinhos de 10 mil reais as garrafas. Mas tudo limpo, com luvas, camisinhas, como eles mesmos dizem são muito higiênicos. Higienópolis que o diga.
Agora, em 2014, querem retornar para completar o serviço. Petrobras e o Pré-sal, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e os Correios são as jóias da coroa.
Será que o povo brasileiro vai deixar se enganar mais uma vez?
O voto tal qual o chicote do Cristo estalou no lombo do vendilhão em tempo. Continuam na porta do templo, mas não retornarão, e sim de lá darão o salto direto para a lata de lixo da historia, ou irão de lá para a caldeira do Mefisto que dá no mesmo.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Banco do Brasil volta a reduzir juros de empréstimos.
O GLOBO
Taxa do cheque especial caiu até 52%, para clientes com pacote especial.
Por Lino Rodrigues, O Globo
O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira nova redução de juros de empréstimos para pessoas físicas, a terceira em menos de 30 dias. As principais reduções...

domingo, 8 de abril de 2012

OBAMA NÃO VIRÁ EM NOSSO SOCORRO


Por Carlos Chagas.
Viajando  hoje para Washington, a presidente Dilma manterá demorado encontro, amanhã, com o presidente Obama. Seis ministros, uma governadora e uma senadora a acompanham. Na bagagem vai a recente determinação ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal para a redução dos  juros, ao que parece acompanhada da mesma iniciativa por bancos  privados. Mesmo assim, continuaremos com as mais altas taxas do planeta, responsáveis pela invasão diária de milhões de dólares especulativos que assolam nossa economia, vindos de grupos variados,  americanos,  europeus, asiáticos e até brasileiros. Porque virou moda, entre predadores tupiniquins, enviar grandes quantias para o exterior e, de lá, repatria-los como investimento estrangeiro, beneficiando-se da alta taxa de juros e saindo outra vez, para reiniciar a ciranda.  A especulação rende mais do que operar uma siderúrgica ou vender produtos primários para a China.
Essa farra de dólares, que não cria um emprego  nem forja um parafuso,  não conseguiu ser interrompida pelo governo Lula e permanece impávida no governo Dilma, apesar de seus estrilos. Esperar que Obama nos ajude é sonho de noite de verão. A economia americana vale-se da operação para minorar suas agruras.
Da Europa, nem  se fala. 
Quanto a nós, o assunto deveria ser entregue à Policia Federal.
HISTÓRIAS DE FLORES DA CUNHA.
O general Flores da Cunha assumiu o governo do Rio Grande do Sul, com a partida de Getúlio Vargas para assumir a presidência  da República,  em 1930. As irmãs do governador iniciaram intensa campanha pela nomeação do   Pedruca, seu primo, para alguma função. Só que o Pedruca era um malandrão, jamais trabalhara, carente de capacidade para exercer qualquer função. Depois de meses sob tiroteio, Flores da Cunha não agüentou mais. Chamou seu chefe de gabinete e  determinou  que lavrasse ato nomeando o felizardo parente para pianista do Palácio Piratini. O auxiliar espantou-se: “General, o palácio não tem piano”. Resposta: “Não importa, o Pedruca também não sabe tocar...”
O governador gostava de pôquer e todas as noites chefiava poderosa mesa no Grande Hotel, cercado de empresários.  Em volta dos jogadores, postavam-se sabujos e curiosos, os célebres “perus” de todas as mãos, que Flores da Cunha abominava. Certa feita, recebeu um four de ases de mão, quer dizer, bastaria pedir uma carta para disfarçar. Em vez disso, pediu três cartas, jogando fora dois ases. O cidadão imediatamente atrás dele não aguentou, começou a   passar mal, com caretas e expressões de incredulidade, quando o general, voltando-se, disse apenas: “Sofre, “peru” desavergonhado!”
No fim da vida, deputado federal, Flores da Cunha era vice-presidente da Câmara e assumiu a presidência, no auge da crise que levara o presidente Carlos Luz a ocupar  a presidência da República e  tentar o golpe para impedir a posse do presidente eleito, Juscelino Kubitschek.  Mesmo integrando a bancada da UDN, golpista, o general formou ao lado do ministro da Guerra, Henrique Lott, que afastou Carlos Luz para garantir a posse de JK. O problema estava na UDN, que obstruía os trabalhos e não deixava  a Câmara  dar a solução natural e democrática.  
Destacava-se o deputado Aliomar Baleeiro, especialista em regimento interno, constitucionalista e partidário do golpe, protelando  a votação. Quando pela décima vez ele  pediu a palavra, Flores da Cunha atropelou todas as normas parlamentares e definiu: “Cale a boca, baiano pernóstico! Nós vamos votar agora, de qualquer maneira. Se quiser resolver no braço, pode vir!”   Ficou garantida a posse de JK.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bancos, Petrobras e cerveja são marcas mais valiosas do país.
Pesquisa da consultoria Interbrand aponta Itaú, Bradesco e Banco do Brasil (setor financeiro) bem como a Petrobras (petróleo e gás) e a Skol (bebidas) como as marcas mais valiosas do país neste ano.
As cinco primeiro marcas desse ranking repetem as mesmas colocações do ano anterior.
Para avaliar "a força" das marcas, a consultoria leva em conta dez fatores: autenticidade, clareza, comprometimento, proteção, capacidade de resposta, consistência, diferenciação, relevância, presença e entendimento.
Veja abaixo a lista das 25 marcas mais valiosas do país, e suas estimativas de valor (em R$ milhões).
1 - Itaú - 24.296
2 - Bradesco - 13.633
3 - Petrobras - 11.608
4 - Banco do Brasil - 11.309
5 - Skol - 7.277
6 - Natura - 5.666
7 - Brahma - 4.351
8 - Vale - 2.656
9 - Antarctica - 2.013
10 - Vivo - 1.700
11- Lojas Renner - 835
12 - Lojas Americanas - 703
13 - Embratel - 619
14 - Cielo - 604
15 - Cyrela - 587
16 - Caixa Econômica Federal - 563
17 - Oi - 514
18 - Banrisul - 501
19 - Extra - 496
20 - Casas Bahia - 447
21 - Braskem - 422
22 - Pão de Açúcar - 389
23 - Net - 323
24 - Ponto Frio - 232
25 - Hering - 209
Fonte: Interbrand.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CARTÃO ELO VOCÊ VAI TER UM.

Finalmente vai acabar o oligopólio Visa-Mastercard.
A notícia que há muito tempo estávamos esperando: o Banco do Brasil vai lançar uma bandeira nacional de cartões de crédito, em sociedade com o Bradesco, o outro grande peso-pesado do mercado financeiro sem operação própria no setor, uma vez que o Itaú comprou a bandeira Hypercard, de expressão ainda pequena.
Não era mais possível que este gigantesco – e crescente – mercado ficasse na mão de duas empresas que lucram fortunas cobrando pesadas taxas dos comerciantes e enormes juros dos clientes.
“Só no terceiro trimestre do ano, o lucro líquido chegou a R$ 333 milhões. Crescimento, em relação a 2008 – e antes da crise – de 18%. Se extrapolarmos este resultado para o ano, estamos falando de R$  1,4 bilhão por ano. O volume de operações e o número de transações – tanto em cartões de crédito quanto de débito – disparou. Como a rede Visanet é ainda maior, não é exagero falar em lucros de ambas perto (ou acima) de R$ 4 bilhões por ano"
Isso é compatível com o lucro de um grande banco, de primeira linha. Mas estas são duas instituições estrangeiras, que trabalham essencialmente com a intermediação de dinheiro brasileiro, sem qualquer aporte de recursos significativo.
O maior índice de rentabilidade hoje, no país, é das empresas que operam no setor de cartões, credenciando estabelecimentos e capturando as transações. O lucro sobre o patrimônio líquido atingiu 42,7%. A Redecard, por exemplo, que está nesse setor, ampliou em 38% o lucro líquido no primeiro semestre ante igual período de 2008, é é sobre esse crescimento que vem o novo salto, agora. A Visa teve, no segundo trimestre, uma expansão de 48% (!!!!) no lucro.
A ideia da parceria deveria ser com a Caixa, mas não conheço com tanta profundidade as condições de operação deste mercado para deixar de reconhecer que a sociedade com o Bradesco pode dar à nova bandeira o impacto necessário a uma entrada pesada no mercado.
 Não é um capricho ou uma idéia “estatista”. É que o setor de meios de pagamento eletrônicos, que virtualmente vão substituir a circulação de papel-moeda, está crescendo numa velocidade incrível, submetido ao duopólio Visa-Mastercard.