Mostrando postagens com marcador SBT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SBT. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

BOM MOÇO ?!?

É jovem (56 anos), viúvo, razoável pinta, arrumado, verbo solto, experimentado repórter de TV (no popularíssimo Aqui, Agora, do SBT). Já teve votações espetaculares como deputado federal, a primeira em 1994 (pelo PSDB). Depois de tucano experimentou ser corvo de Paulo Maluf, agora é uma águia macedista, alado seguidor do bispo Edir Macedo, imperador do PRB e da Igreja Universal do Reino de Deus.
Celso Russomanno lidera com folga há algumas semanas a disputa pela prefeitura paulistana onde enfrenta simultaneamente, e sem estresse, duas feras eleitorais – José Serra e Lula da Silva.
Opinionistas, politólogos, musas acadêmicas, pesquisólogos e especialistas em eleições acham que o fenômeno não se aguenta nas pernas, e talvez por isso sequer tentam interpretações mais originais para explicá-lo. Já se falou em desgaste da polarização PT-PSDB, em cara nova, neopopulismo, cacarequismo, nova classe média etc., etc. As acusações de corrupção, falsidade ideológica e outras tantas do Código Penal não colam em Russomanno.
Poucos analistas se animam a tocar na explicação fundamental: a formidável politização da religião. Não é a defesa do consumidor que dá robustez à candidatura de Russomanno. É o apoio da maior organização evangélica neopentecostal da América Latina – e talvez a maior do mundo.
Rumo ao passado.
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) é uma potência política, econômica, midiática. Edir Macedo, seu fundador, é incomparavelmente mais poderoso do que foi o reverendo coreano Sun Myung Moon, apóstolo da Igreja da Unificação, falecido há dias.
Mesmo que Mitt Romney seja eleito presidente dos EUA e convertido em líder de uma superpotência mundial, Edir Macedo continuará como papa de uma congregação global articulada pelo fanatismo e pelo fundamentalismo.
Colocar Russomanno no centro de uma guerra santa é temerário, mas talvez seja exatamente este o tríplice sonho de Edir Macedo – ser perseguido pela Santa Madre Igreja, desembaraçar-se de Lula e aniquilar a grande imprensa que tanto o incomoda. Isso explica a superficialidade das análises midiáticas sobre a arrancada de Celso Russomanno. Melhor fingir de avestruz, comer areia, do que enfrentar as manadas das seitas político-religiosas iluminadas por holofotes de neon.
Falar no poder da IURD significa trazer para a ribalta o poder recôndito do Opus Dei, hoje um dos polos do poder político brasileiro que a esquerda teima em ignorar e à direita não interessa badalar.Estamos viajando a galope em direção à Idade Média. Seu ícone, bem penteado e bem vestido, não precisa de novas mídias nem de redes sociais; sua força está contida numa mensagem de apenas 19 caracteres: votem em Russomanno.

terça-feira, 10 de abril de 2012

BARRIGADA SOLENE . . .

O jornalismo do SBT deu uma furada de bola ontem à noite, quando o apresentador do telejornal no horário nobre, falou com voz empostada que os Estados Unidos iriam instalar mais duas Embaixadas no Brasil. 
Falta de conhecimento geral ou de ignorância política do locutor ou do redator, visto que Embaixada, é só uma - geralmente na Capital do País do relacionamento diplomático. 
As representações em outras cidades ou estados, são destinadas ao intercâmbio comercial e administrativo, na emissão de vistos ou assistência aos seus patrícios fora de casa. 
Simplesmente são os conhecidos Consulados.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O HOMOSSEXUALISMO E O GOLPE DE 64

“Amor e Revolução” pode até ser uma tentativa bem intencionada, não duvido, mas inteiramente defasada entre a intenção e a realização. A novela prova à exaustão que, antes de esclarecer as novas gerações, é preciso antes de tudo que os autores entendam sobre aquilo que estão falando.
A ordem veio de cima, do patrão: “Mais amor e menos revolução”. O autor da novela entendeu o recado e tascou o primeiro beijo gay da telenovela brasileira. Com o baixo índice de audiência, quem sabe assim se poderiam ganhar uns pontinhos a mais com duas mulheres se beijando... E já se anuncia também o beijo gay masculino, cenas de sexo dentro de uma igreja, fantasmas e outras armadilhas de pegar incautos para animar essa novela que já nasceu debilitada.
Ultrapassada a casa dos trinta e tais capítulos exibidos, a telenovela “Amor e Revolução”, produzida e apresentada com grande divulgação pelo SBT, trouxe consigo a expectativa de resgatar em termos dramatúrgicos um período polêmico da história política contemporânea do país e que, segundo seus próprios criadores, seria uma novela realista, baseada em extensa pesquisa e investigação sobre os anos que antecederam e precederam ao golpe civil e militar de 1964.
Uma escolha sob vários pontos de vista acertada, até porque a telenovela brasileira tem uma enorme empatia com o público, independentemente da qualidade daquilo que apresenta. E o SBT, em particular, canal que costuma ou costumava privilegiar a importação de novelas de outros países, tinha agora a oportunidade de mostrar a sua efetiva intenção de mudança, de melhorar o seu repertório nacional no gênero.
O velho e surrado adágio popular diz, no entanto, que “de boas intenções o inferno está cheio”. “Amor e Revolução” confirma o adágio: é um desastre. E sob todos os aspectos. Texto medíocre, interpretação sofrível da maioria dos atores, direção mais do que convencional, cenários alguns deles inverossímeis (a mansão do general Lobo Guerra é apenas um exemplo) se somam e se confundem num apanhado de situações muitas delas também inverossímeis, onde a política e os complexos e conflituosos caminhos que a permeiam são reduzidos a uma retórica desprovida de qualquer sentido, repleta de lugares-comuns, sendo a ação dramática conduzida por cenas grotescas de um jogo de faz de conta, onde a tortura e até uma inesperada homossexualidade feminina ilustram, no limite da ambigüidade, a escolha do título. Confusão propositada, incompetência ou desconhecimento da matéria prima?
A tal pesquisa histórica, se existiu, não ajudou lá muita coisa, pois há uma ligeira confusão cronológica em situar guerrilheiros que propugnavam pela luta armada antes mesmo de se dar o golpe em março/abril de 1964. Mas isso não é lá tão relevante assim, dirão alguns. Afinal, trata-se de um folhetim e como todo folhetim televisivo, seus ingredientes se constituem de grande carga emotiva, mas na maioria das vezes toda ela ficcional.
Como todos sabem, a ficção é o ato de fingir, de dissimular, de criar fantasias, coisas imaginárias. Como, pois, não considerar relevante uma pesquisa histórica e a realidade dela extraída? Por acaso tortura, prisões ilegais, censura à imprensa, cassação de mandatos, mortes de oposicionistas, desaparecimentos, quebra da legalidade democrática, seqüestros, exílio, tudo isso seria parte de uma ficção que o país viveu naqueles anos? Em outras palavras: mostrar esses acontecimentos, ficcionando-os indevidamente ou por falta de conhecimento do que foi de fato a ditadura brasileira de 64, absolve os autores e produtores de um confronto mais direto e verossímil com aquela realidade?
Os personagens, vindo eles não se sabe muito bem de onde, aterrissaram nas cenas como paraquedistas e começaram a discutir sobre temas delicados, polêmicos, em alguns momentos como se estivessem todos na Escolinha do Professor Raimundo. Não há qualquer preocupação em se contextualizar o momento histórico, o antes, o durante e o depois do 1º de abril de 1964, a não ser com alguns poucos e surrados lugares

terça-feira, 29 de março de 2011

BOLSONARO E CLUBES MILITARES SÃO FACES DA MESMA MOEDA

Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania.
Os clubes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica divulgaram, na tarde da última segunda-feira, nota conjunta para lembrar os 47 anos do movimento ilegal que derrubou do poder o presidente João Goulart por meio de golpe de Estado e que deu início ao regime militar, que durou até 1985, portanto mais de 20 anos.
A nota em questão foi mais uma da série de atos iguais que esbofeteiam a nação periodicamente ao exaltarem o regime criminoso que afundou o país, matou, torturou e roubou desbragadamente sem que ninguém pudesse dizer uma vírgula. Leiam essa peça patética, abaixo, que, em seguida, sigo comentando:
Há quarenta e sete anos, nesta data, respondendo aos reclamos da opinião pública nacional, as Forças Armadas Brasileiras insurgiram-se contra um estado de coisas patrocinado e incentivado pelo Governo, no qual se identificava o inequívoco propósito de estabelecer no País um regime ditatorial comunista, atrelado a ideologias antagônicas ao modo de ser do brasileiro.
À baderna, espraiada por todo o território nacional, associavam-se autoridades governamentais entre as quais Comandantes Militares que procuravam conduzir seus subordinados à indisciplina e ao desrespeito aos mínimos padrões da hierarquia.
A história, registrada na imprensa escrita e falada da época, é implacável em relatar os fatos, todos inadmissíveis em um País democraticamente organizado, regido por Leis e entregue a Poderes escolhidos livremente pelo seu povo.
Por maiores que sejam alguns esforços para “criar” uma história diferente da real, os acontecimentos registrados na memória dos cidadãos de bem e transmitidos aos seus sucessores são indeléveis, até porque são mera repetição de acontecimentos similares registrado pela história em outros países.
Relembrá-los, sem ódio ou rancor, é, no mínimo, uma obrigação em honra daqueles que, sem visar qualquer benefício em favor próprio, expuseram suas carreiras militares e até mesmo suas próprias vidas em defesa da democracia que hoje desfrutamos.
Os Clubes Militares, parte integrante da reação demandada pelo povo brasileiro em 1964, homenageiam, nesta data os integrantes das Forças Armadas da época que, com sua pronta ação, impediram a tomada do poder e sua entrega a um regime ditatorial indesejado pela Nação Brasileira.
Novamente, um ato de insubordinação de militares contra um presidente apesar de que, nas democracias, presidentes são os comandantes-em-chefe das Forças Armadas. Os militares que divulgaram nota exaltando a ditadura militar deveriam ser presos por insubordinação, se a lei fosse cumprida em relação a esses que chantageiam a nação com ameaça de romperem de novo a ordem institucional se forem disciplinados.
A nota dos militares mente desbragadamente. Afirma que o golpe foi dado devido à vontade do povo, o que é uma mentira facilmente identificável porque, se o povo não apoiava mais o governo que elegera – do qual Jango Goulart era o representante –, bastava esperar a eleição seguinte.
A nota ainda diz que Jango pretendia instalar uma ditadura comunista. Outra mentira. Não havia nenhum exército sendo formado para isso. Não havia como enfrentar as Forças Armadas para romper a ordem constitucional. Só havia planos de uma reforma agrária ainda mais tímida do que a de hoje e a legítima ideologia de Jango.
Aliás, surgiu fortuitamente o melhor exemplo de quão energúmenos são esses fantasmas da ditadura que vivem assombrando o país: as declarações racistas, homofóbicas e criminosas que o deputado fascista Jair Bolsonaro, do PP fluminense, proferiu na TV no mesmo dia da nota insubordinada dos clubes militares, usando a imunidade parlamentar para delinqüir.
Entre outras barbaridades, Bolsonaro disse estas:
Que se “pegasse” um filho fumando maconha, o torturaria. E que nem lhe passa pela cabeça a hipótese de ter um filho gay porque deu aos seus filhos “uma boa educação”, dizendo-se um pai “presente”;
Questionado sobre cotas raciais, disse: “Eu não entraria em um avião pilotado por um cotista nem aceitaria ser operado por um médico cotista”;
Insultou a cantora Preta Gil, filha de Gilberto Gil, quando ela lhe perguntou o que faria se o filho se apaixonasse por uma negra. As palavras de Bolsonaro “Ô Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como, lamentavelmente, é o teu”.
A conclusão que se tira de tudo isso é a de que oficiais militares acham que podem cometer crime de racismo, insubordinarem-se contra a presidenta da República, enfim, violarem as leis e afrontarem a sociedade sob proteção de ameaças veladas que fazem de nova ruptura institucional. Essa é a leitura que salta aos olhos, nesses episódios.
Bolsonaro e a verborragia espúria desses clubes militares constituem o melhor símbolo do regime criminoso de 1964. Quando militares dizem que estão preocupados com a nova novela do SBT, que versará sobre a ditadura militar, porque a obra os difamaria, deveriam refletir que ninguém consegue difamá-los mais do que eles mesmos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O ADEUS DE RONALDO E DA REDE GLOBO

Comentário: Nem sempre o que se vê no horizonte é um oásis. Às vezes é simples miragem. Mas que a coisa está feia para a Corte, não há dúvida.
Pela primeira vez, a TV Globo admite abrir mão do Campeonato Brasileiro de Futebol. Uma reunião de cúpula na quarta-feira passada definiu a posição da Globo na mais importante concorrência entre as TVs neste ano: a que decidirá em março quem transmitirá os Brasileirões de 2012, 2013 e 2014.
Hoje, a emissora da família Marinho paga R$ 250 milhões por temporada pelos direitos de transmissão para a TV aberta — e cerca de 600 milhões, quando se incluem a TV por assinatura, pay-per-view, etc. O Clube dos 13 já disse às emissoras que pretende, no mínimo, dobrar essa quantia.
A Globo está fazendo contas realistas. A emissora vai procurar o Clube dos 13 nos próximos dias para dizer que, por esse valor, está fora da disputa. Avalia que a partir de determinado montante não há retorno financeiro.
Foi somente neste ano que o Clube dos 13 resolveu mudar regras que vigem há anos. Hoje, a emissora que detém os direitos (a Globo) pode sub-licenciar as partidas para quem quiser (a Band no caso específico). O Clube dos 13 resolveu acabar com isso: o sub-licenciamento terá que ser aprovado pelos clubes que, além disso, receberão ainda um percentual sobre esse repasse de direitos de transmissão.
De quebra, a venda dos direitos de transmissão do Brasileirão para a TV aberta será apenas para uma emissora. Havia uma possibilidade de se negociarem os jogos de quarta-feira e sábado para uma rede e os de quinta-feira e domingo para outra. Não há mais. Numa palavra, ou é Globo ou é Record. E quem ganhar a concorrência escolherá o horário em que os jogos ocorrerão.
Cade.
A maior derrota sofrida pela Globo ocorreu em maio passado. Numa reunião histórica em Brasília, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) propôs um acordo entre clubes e emissoras de TV que acabaria com o monopólio da Globo nas transmissões de futebol. Para encerrar um processo que tramita desde 1997, o Cade sugeriu a extinção de uma cláusula que dá preferência à Globo nas renovações de contratos.
O Cade é um órgão vinculado ao Ministério da Justiça que regula a concorrência econômica no país. Funciona como um tribunal. Suas decisões têm ser cumpridas pelas partes envolvidas. O processo, que está em análise pelo conselheiro Cesar Mattos, teve início há 13 anos. Nele, o Clube dos 13 e a Globo são acusados de prática de cartelização.
Tudo porque a cláusula que dá preferência à Globo funciona como uma ferramenta de monopólio para a emissora. Na prática, a Globo pode cobrir a proposta de uma outra rede TV, ficando sempre com os direitos de exibição do Brasileirão. Nunca outra rede consegue tirar os direitos dela.
Pelo acordo proposto agora pelo Cade, o processo seria encerrado e o Clube dos 13 e a Globo, inocentados. Mas teriam de abrir mão da cláusula de preferência, permitindo que a Record (ou o SBT ou a Band) dispute os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, ou parte deles. O atual contrato da Globo com o Clube dos 13 vence no final de 2011.
Racha.
Enquanto as emissoras se digladiam, o Clube dos 13 "rachou". Um documento em poder dos grandes clubes — uma espécie de "diagnóstico" da situação sob as novas regras das vendas dos direitos — mostra que há "racha" entre os dirigentes dos clubes e revela preocupação com o rumo do futebol na TV aberta nos próximos anos.
De um lado está o grupo que defende que a venda dos direitos do Brasileiro de 2012 e 2013 deverá ser feita à TV que fizer a maior proposta em termos financeiros. Esse grupo estaria mais alinhado com a Record, que, nos bastidores, fará oferta insuperável ao Clube dos 13. Especula-se que a Record possa oferecer de R$ 750 milhões a R$ 1 bilhão pelos direitos do Brasileiro 2012 e 2013. A emissora já tem a exclusividade sobre o próximo Pan-Americano e a próxima Olimpíada de 2012, em Londres.
Do outro lado estão clubes mais alinhados com a Globo (e Band), que acreditam que há um risco muito grande de se tirar o futebol da Globo pura e simplesmente. Para esse grupo, a troca poderia afetar negativamente não só a audiência dos jogos — mas também a publicidade em estádios e a venda de produtos ligados ao futebol. Segundo esse grupo, a Record não teria condições de, em um ano, obter os mesmos índices de audiência que a Globo no horário dos jogos.
Representantes das emissoras e dos clubes vêm se reunindo com frequência, no intuito de criar "parcerias" estratégicas. A Record estaria em contato com emissários da Rede TV!, Band e SBT, com intuitos "estratégicos" contra a Globo. Os times, por sua vez, estão divididos e não chegam a um acordo sobre qual a melhor e mais lucrativa fórmula ou proposta das TV’s para o futebol.

sábado, 12 de junho de 2010

MUDANDO DE CANAL

Raul Gil leva patrocinadores da Band para o SBT.
Raul Gil assinou ontem, finalmente, seu contrato com o SBT. Segundo a coluna apurou, o compromisso terá um ano de duração. Todos os patrocinadores de Raul Gil na Band migraram com ele para a emissora de Silvio Santos. A produção do apresentador está fazendo mistério sobre qual será o nome do programa.

terça-feira, 18 de maio de 2010

PARABÉNS - AO PÂNICO.

'Pânico' bate Globo explorando Gorete.
VIVIAN MASUTTI - Colunista do Agora.
A feiosa Gorete virou um trunfo para o "Pânico". No domingo, a moça que deseja passar por um embelezamento no quadro "Gorete Quer Ser Gisele", apresentado por Sabrina, rendeu a liderança à atração das 23h22 às 23h42, quando a Globo exibia o "SOS Emergência". Com média de 12 pontos, o "Pânico" bateu seu recorde em 2010 e ficou em segundo lugar durante toda a exibição. Para o próximo domingo, a produção promete uma exibição ao vivo e em 3D. Haverá um grande evento com convidados para divulgar a façanha. Será nesse dia que o quadro mostrará o resultado da transformação de Gorete. A expectativa é que a audiência suba ainda mais.
Malas.
Em poucos dias a produção do "Pânico na TV" decidirá quem irá para a Copa da África: Alfinete e Sabrina ou Silvio e Vesgo. Dependendo do orçamento, podem ir até os quatro.
Loiras.
Gente, o "Tudo É Possível" bateu o "Eliana" de novo no domingo, no confronto entre as atrações. O melhor desempenho do programa da Record ocorreu nos seus 15 minutos finais, dando 9,6 pontos contra 6 do SBT.
Loiras 2.
Já no confronto com o "Domingo Legal", Ana Hickmann ficou um ponto atrás de Celso Portiolli, marcando média de 5 pontos no Ibope.