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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ivo Cassol pede licença do Senado e será substituído pelo pai.
DA AGÊNCIA SENADO.
O senador Ivo Cassol (PP-RO) pediu licença do Senado e será substituído pelo pai, Reditário Cassol.
O plenário da Casa aprovou ontem dois pedidos de licença do senador. O primeiro, de 20 dias, será para tratamento da saúde. Ele também se licenciará por 106 dias para tratar de assuntos de interesse particular.
Reditário tem 75 anos e patrimônio declarado de R$ 9 milhões. Como o filho, é filiado ao PP.

terça-feira, 31 de maio de 2011

CARAJÁS, TAPAJÓS SERÁ QUE SAI . . .

Agência Senado.
Aprovado plebiscito para criação do estado de Tapajós.
O Plenário do Senado aprovou há pouco a realização de plebiscito para consultar a população do Pará a respeito da divisão do território do estado para a criação de outra unidade da federação, denominada Tapajós. O substitutivo ao PDS 19/99 prevê a criação de Tapajós a partir da desintegração de 27 municípios paraenses da parte oeste do Pará. A matéria seguirá para promulgação.
O plebiscito sobre a criação do estado de Tapajós deverá ser feito em até seis meses. Os paraenses deverão opinar, na mesma ocasião, a respeito da criação do estado de Carajás, originário da divisão da região sul e sudeste do território paraense. O plebiscito a respeito de Carajás foi aprovado no início do mês na Câmara.
QUER SABER MAIS AKI.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

REAJUSTE TERÁ IMPACTO DE $ 1,8 BI

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O reajuste de 61,8% no salário de deputados, senadores, ministros e presidente e vice-presidente da República, foi aprovado pelo Senado, e vai provocar um impacto de R$ 1,8 bilhão nas contas dos municípios na próxima legisatura, segundo informações da Confederação Nacional dos Municípios. A remuneração sobe de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil. O valor, é o teto do funcionalismo público. A senadora Marina Silva (PV) manifestou posição contrária ao aumento, lembrando a baixa média salarial do país e a necessidade de corte de gastos públicos. Os senadores Alvaro Dias (PSDB) e José Nery (PSOL) também criticaram o aumento. Alvaro Dias disse que o aumento só seria plausível se conjugado com os cortes de verbas de gabinete.