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sábado, 30 de julho de 2011

COM TOM GLOBAL

Sorteio das eliminatórias da Copa de 2014 é marcada por "tom global".

Enaltação de Pelé, homenagens a atletas e ex-atletas, ode à música e a cultura brasileira e a presença apagada de Ricardo Teixeira. Assim pode se resumir a cerimônia de sorteio das chaves das eliminatórias da Copa do Mundo de 2014, realizada neste sábado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.
A primeira autoridade a discursar foi o presidente da Fifa (entidade internacional que organiza a Copa do Mundo), Joseph Blatter. 
O discurso seguinte foi da presidente da República, Dilma Rousseff, que fez questão de cumprimentar e citar mais de uma vez a importância de Pelé, nomeado por ela como embaixador brasileiro da Copa, para a organização do evento.
Já o presidente do COL (Comitê Organizador Local) e da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, mereceu da presidente apenas uma citação protocolar no início de seu discurso. 
O evento chegou ao fim após duas horas de cerimônia, 30 minutos a mais do que o esperado. O presidente do COL, Ricardo Teixeira, não discursou nem subiu ao palco.
A festa, organizada pela Geo Eventos, empresa das Organizações Globo, teve um "tom global" e ufanista do começo ao fim. Os apresentadores foram Tadeu Schmidt e Fernanda Lima, ambos quadros da TV Globo. Um texto do apresentador Pedro Bial, enaltecendo as belezas e qualidades das terras e do povo brasileiro, e a presença de cantores que habitualmente se exibem nos programas de auditório do canal televisivo completaram o cenário.

A MAIOR ATRAÇÃO DO SORTEIO

Pelé - e quem mais poderia ser ? – é a maior atração do sorteio de hoje na Marina da Glória. As eliminatórias da Copa do Mundo 2014 foram  iniciadas em 15 de junho e se estenderão até 19 de novembro de 2013. Serão dois anos e cinco meses de jogos.
Além do bloco único da America do Sul, serão disputadas por 53 seleções da Europa; 52 da África; 43 da Ásia; 35 da Concacaf e 11 da Oceania. Das 53 seleções da Europa, apenas 13 estarão na segunda Copa a ser disputada no Brasil.
Pelé só estará hoje na festa do sorteio das eliminatórias porque foi nomeado pelo Governo Federal como embaixador honorário do Brasil na Copa do Mundo. A presidenta Dilma Roussef corrigiu uma falha lamentável do Comitê Organizador do país.
O presidente da CBF, desafeto de Pelé, não o incluiu entre os convidados do sorteio, mas com a nomeação da presidenta da República não teve outra alternativa se não a de chamar o maior nome da história do futebol mundial de todos os tempos.
Desde que começou a carreira como campeão do mundo aos 17 anos em 1958, Pelé tornou-se o jogador-símbolo do futebol. Só ele ganhou, eleito por jornalistas estrangeiros, o título de Atleta do Século.
Nunca existiu na história do país nenhum outro que pudesse representar o Brasil com a mesma popularidade de Pelé. Felizmente, em tempo, o absurdo de não o incluir na solenidade de hoje do sorteio das eliminatórias da Copa de 2014 foi corrigido.
O título de embaixador honorário do Brasil na Copa do Mundo de 2014 foi um grande tapa com luvas de pelica que a presidenta Dilma Roussef deu no presidente da CBF. Que, aliás, não merecia outra coisa.

terça-feira, 26 de julho de 2011

PARA BOM ENTENDEDOR

Dilma Rousseff nomeou Pelé embaixador da Copa do Mundo no Brasil.
A presidenta o fez, não o COL.
Lembrando que:
O COL francês foi presidido por Michel Platini e o alemão por Franz Beckenbauer.
O governo brasileiro já pôs Henrique Meirelles para tomar conta da Olimpíada 2016. O recado é claro.
Que o rei Pelé, desta vez, não seja subserviente aos cartolas como foi em outras ocasiões.
No mínimo, ele já deveria estar cansado de ser traído.
“O que Pelé já fez pelo futebol brasileiro?” Perguntam alguns. “Não fez nada, dizem outros”.
Estes mesmos, provavelmente valorizam mais os estrangeiros do que a eles próprios. Entretanto, Pelé, já foi consagrado rei do futebol, do mundo esportivo, atleta do século, participa de inúmeros eventos do futebol mundial por aí afora. E nossos, mesmo sem ter vivido a época e provavelmente sem ter lido o suficiente sobre o jogador e o futebol, tem a cara de pau de concluir que PELÉ ERA. “SOMENTE UM JOGADOR BRILHANTE”, “ESSE REIZINHO DE ARAQUE”, e um monte de ”afirmações geniais”.
Todos os que reconhecem Pelé como o maior, pelo mundo afora, são estúpidos e burros. Só nós é que somos certos em nossas leituras. . .
O que Pelé fez pelo futebol brasileiro? Procurem que vocês vão achar. . .

sábado, 5 de março de 2011

OS 50 ANOS DO GOL DE PLACA


Hoje faz 50 anos que Pelé inspirou a criação da expressão gol de placa. Foi no sábado 5 de março de 1961, em jogo do Santos com o Fluminense, no Maracanã, pelo torneio Rio-São Paulo, que o Rei do futebol marcou o gol de placa.
Foi aos 40 minutos do primeiro tempo. O Santos já vencia (1 a 0), gol de Pepe, quando Pelé recebeu a bola do goleiro Laercio na entrada de sua própria área. Aí arrancou num pique sensacional. Os pontas Dorval e Pepe abriram espaço como se fossem receber a bola.
Pelé prosseguiu na arrancada. Coutinho, o grande parceiro das tabelinhas, também se deslocou e o espaço ficou ainda mais claro para o Rei, que driblou em linha reta Edmilson, Clóvis, Altair, Jair Marinho e Pinheiro. Na saída do goleiro Castilho, ele tocou a bola no canto esquerdo.
Foi no gol à direita da Tribuna de Honra. Pelé ainda só faria 20 anos em outubro, mas ganhou o presente com oito meses de antecedência: os torcedores do Fluminense se levantaram para homenageá-lo. Aplaudiram-no de pé, durante dois minutos! E todos os companheiros de time o abraçaram.
A Adeg – Administração dos Estádios da Guanabara -, hoje Suderj, mandou fazer uma placa de prata para colocar no Maracanã. Aí então nasceu a expressão gol de placa, graças ao gênio de Pelé, que, com muita propriedade, Waldir Amaral chamou de “o Deus de todos os estádios”.
Olten Ayres de Abreu, da Federação Paulista, foi o árbitro do jogo. Times:
Fluminense – Castilho, Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis (Paulo) e Altair; Edmilson e Paulinho; Telê (Augusto), Valdo, Jaburu e Escurinho. Santos - Laercio, Fiotti, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio (Nei); Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe.
Pelé marcou dois gols e Pepe fez o terceiro. O gol do Fluminense foi de Jaburu, atacante que era do Olaria e depois foi negociado pelo empresário José da Gama com o FC Porto, então tetracampeão de Portugal.
Altair, o lateral-esquerdo do Fluminense, resumiu: “O negão era foda”.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

DOIS REIS

Eles merecem - Vejam que demais a capa de “Manchete”  É de novembro de 1972.
Quem está mais à vontade? O Negão de piloto ou o Rato de boleiro?
Os dois empatam, estão super a vontade em seus trajes o Pelé ainda engana, mas o Rato nunca na vida deve ter jogado uma pelada era ainda o tempo do milagre brasileiro e mesmo sem nunca terem se envolvido em politica serviam de garotos propaganda para os milicos e a Manchete sempre fez um jornalismo “canja de galinha”, ou seja nada marcante, nada digno de nota, nada para se lembrar, mas também não fazia mal e não matava ninguém. Ainda prefiro esse jornalismo quase “Caras” do que o ódio visceral de uma Veja…
À propósito: aquele esgoto em forma de papel está em campanha para arrumar novos otá….errrr desculpe… novos assinantes pois até para mim me passaram e mail oferecendo mundos e fundos se eu me proposse a assinar aquela bosta….
A uma dica por quê não fazer essa foto de novo, 38 anos depois?
Reencontro dos Reis… Seria muito bacana não? Ainda mais em uma época de escassez de ídolos de verdade.
Outra coisa o Rato não era torcedor do Santos e foi OBRIGADO a usar essa roupinha ao invés da armadura do seu Corinthians do coração, essa foto esta descrita no livro do Rato onde ele relata que não queria vestir a camisa mas vestiu.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

UMA RARIDADE

Crônica de Nelson Rodrigues sopbre Pelé, datada de 25 de Março de 1.958, num Santos 5 x 3 América no Maraca, jogo era válido pelo TORNEIO RIO-SÃO PAULO. Tudo indica que é a primeira crônica de Nelson sobre Pelé.
Depois do jogo América x Santos, seria uma crime não fazer de Pelé o meu personagem da semana. Grande figura, que o meu confrade Albert Laurence chama de “o Domingos da Guia do ataque”. Examino a ficha de Pelé e tomo um susto: — dezessete anos! Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis. Uma delas é a de Pelé. Eu, com mais de quarenta, custo a crer que alguém possa ter dezessete anos, jamais. Pois bem: — verdadeiro garoto, o meu personagem anda em campo com uma dessas autoridades irresistíveis e fatais. Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: — Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.
O que nós chamamos de realeza é, acima de todo, um estado de alma. E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: — a de se sentir rei, da cabeça aos pés. Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento. E o meu personagem tem uma tal sensação de superioridade que não faz cerimônias. Já lhe perguntaram: — “Quem é o maior meia do mundo?”. Ele respondeu, com a ênfase das certeza eternas: — “Eu”. Insistiram: — “Qual é o maior ponta do mundo?”. E Pelé: — “Eu”. Em outro qualquer, esse desplante faria rir ou sorrir. Mas o fabuloso craque põe no que diz uma tal carga de convicção, que ninguém reage e todos passam a admitir que ele seja, realmente, o maior de todas as posições. Nas pontas, nas meias e no centro, há de ser o mesmo, isto é, o incomparável Pelé.
Vejam o que ele fez, outro dia, no já referido América x Santos. Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompéia. Sozinho, liquidou a partida, liquidou o América, monopolizou o placar. Ao meu lado, um americano doente estrebuchava: — “Vá jogar bem assim no diabo que o carregue!”. De certa feita, foi até desmoralizante. Ainda no primeiro tempo, ele recebe o couro no meio do campo. Outro qualquer teria despachado. Pelé, não. Olha para frente e o caminho até o gol está entupido de adversários. Mas o homem resolve fazer tudo sozinho. Dribla o primeiro e o segundo. Vem-lhe ao encalço, ferozmente, o terceiro, que Pelé corta sensacionalmente. Numa palavra: — sem passar a ninguém e sem ajuda de ninguém, ele promoveu a destruição minuciosa e sádica da defesa rubra. Até que chegou um momento em que não havia mais ninguém para driblar. Não existia uma defesa. Ou por outra: — a defesa estava indefesa. E, então, livre na área inimiga, Pelé achou que era demais driblar Pompéia e encaçapou de maneira genial e inapelável.
Ora, para fazer um gol assim não basta apenas o simples e puro futebol. É preciso algo mais, ou seja, essa plenitude de confiança, certeza, de otimismo, que faz de Pelé o craque imbatível. Quero crer que a sua maior virtude é, justamente, a imodéstia absoluta. Põe-se por cima de tudo e de todos. E acaba intimidando a própria bola, que vem aos seus pés com uma lambida docilidade de cadelinha. Hoje, até uma cambaxirra sabe que Pelé é imprescindível em qualquer escrete. Na Suécia, ele não tremerá de ninguém. Há de olhar os húngaros, os ingleses, os russos de alto a baixo. Não se inferiorizará diante de ninguém. E é dessa atitude viril e mesmo insolente que precisamos. Sim, amigos: — aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos adversários uns pernas-de-pau.

sábado, 23 de outubro de 2010

Os 70 anos do Rei do Futebol.
Pelé completa 70 anos em excepcional forma, e sua marca está cada vez mais forte.
Wilson Baldini Jr,O Estado de S. Paulo.
Os professores de Educação Física Laércio e Walter se preparam para mais uma aula com os alunos do Ensino Fundamental 1 do Colégio Madre Alix, em São Paulo. Antes da corrida inicial, uma pergunta para os garotos e meninas de até 6 anos de idade. "Quem conhece o Pelé?" A resposta das crianças é rápida e decidida, como era característica do maior jogador de futebol de todos os tempos: "Eu, eu, eu." Em 2007, na entrega do Prêmio de Melhor do Mundo da Fifa, em Zurique, Suíça, Kaká, Messi e Cristiano Ronaldo disputavam o 1.º lugar, mas quem chamou a atenção do seleto público foi Edson Arantes do Nascimento.
São dois exemplos da imortalidade de um personagem esportivo que se transformou na maior marca pessoal do esporte já existente, e que hoje completa 70 anos de vida. Sem chutar uma bola profissionalmente desde 1977, Pelé permanece com credibilidade, respeito e admiração por parte do público, o que o torna alvo predileto dos mais diversos tipos de produtos para os quais negocia quantias milionárias e assim liga sua imagem a comerciais para todos os tipos de mídias pelo mundo. Um estudo dos autores ingleses Des Dearlove e Stuart Crainer, especialistas em poder das grifes, diz que a marca Pelé poderia atingir US$ 1 bilhão, superando os astros Michael Jordan, Tiger Woods e Muhammad Ali.
Levantamento recente da revista Dinheiro, aponta que, para se explorar a marca Pelé nos próximos 20 anos, seriam necessários R$ 600 milhões, o que garantiria ao Rei do Futebol R$ 30 milhões anuais, o mesmo que Cristiano Ronaldo recebe para defender o Real Madrid. O salário do português é o maior do futebol. Ibrahimovic, do Milan, Messi, do Barcelona, Samuel Eto'o, da Internazionale, e Kaká, do Real Madrid, na ordem, ficam atrás do eterno camisa 10 do Santos e da seleção.
Mas o que faz Pelé ser diferente de outros grandes ídolos do futebol, que também já pararam e, com o tempo, perderam parte da aura que acumularam em suas carreiras? Muitos especialistas indicam que o maior "golaço" do Rei não foi nenhum dos 1.281, que estufaram as redes adversárias em duas décadas. Mas sim ter ido jogar nos Estados Unidos em 1975, defender o Cosmos, de Nova York. Além dos salários de US$ 4,5 milhões por ano (excepcionais para a época) e a divulgação de um esporte com pouco interesse na terra do Tio Sam, Pelé teve a oportunidade de conviver com grandes investidores dos EUA, que lhe abriram as portas para vantajosos contratos publicitários. Há tempos, Pelé sonha com a aposentadoria. Mas parece que essa disputa ele não vai vencer nunca.
O MELHOR DO MUNDO.
O meio esportivo debate, frequentemente, qual o melhor atleta de cada modalidade. No futebol, não é diferente. As discussões são eternas, e jamais haverá consenso. "Ninguém teve maior domínio de bola que Diego Maradona", apontam os argentinos. "O conhecimento tático de Johan Cruyff foi indiscutível", assinalam os holandeses. "Não existiu alguém que driblasse como Garrincha", apontam os botafoguenses. "Nenhum jogador teve a classe e categoria do francês Zinadine Zidane", reverenciam os franceses. "Zico foi o maior cobrador de faltas da história", anunciam os flamenguistas. Pois bem, cada grupo ressalta o que cada um de seus ídolos fez de melhor em sua carreira.
Nessa briga de opiniões, os brasileiros, principalmente os torcedores do Santos, se sentem à vontade para destacar que o futebol de Pelé foi inigualável. Isto porque o eterno camisa 10 conseguiu realizar todos os fundamentos sempre muito bem feitos. Sabia driblar curto, carregar a bola (sem olhar para ela) em uma velocidade quase sempre superior à de seus marcadores. Tocava a bola e finalizava a gol com a mesma precisão e potência com ambas as pernas. Tinha total controle sobre ela e seu passe, na maioria das vezes, deixava seus companheiros na cara do goleiro adversário. Como herança de seu pai, Dondinho, sabia cabecear de olhos abertos, para procurar o local mais longe do alcance dos goleiros. Tinha técnica para cobrar faltas e até se apresentava com totais condições para atuar no gol. Enfim, Pelé conseguiu reunir a habilidade para realizar todas as características que cada um dos gênios citados anteriormente conseguia fazer.
Este dom lhe proporcionou atingir marcas que se transformam a cada dia cada vez mais intransponíveis. Pelé não foi o único a atingir a marca de 500 gols. Chegou aos 1.281. O detalhe é que tal feito foi atingido aos 21 anos e dez meses, enquanto Romário só foi alcançar aos 31 anos e Bebeto, aos 35.
E mais. Em 1958, temporada em que completou 18 anos, apenas a sua segunda pelo time do Santos, Pelé anotou 58 gols só no Campeonato Paulista. Três anos depois, chegou à marca impressionante de 111 gols, com média de 1,48 gols/jogo.
Em 21 anos de carreira (1956 a 1977), Pelé somou 59 conquistas. Foram dez Campeonatos Paulistas, seis torneios nacionais (Taça Brasil ou Roberto Gomes Pedrosa). Campeão da Libertadores e do Mundial Interclubes em 1962/1963, o Santos só não venceu mais estas duas competições, porque não era dada muita atenção para estes torneios. A diretoria santista da época preferia levar a equipe para excursões no exterior, onde muito dinheiro era pago a cada apresentação de Pelé e Cia.
Além do talento e das conquistas, Pelé sempre soube valorizar suas aparições e cuidar de sua imagem. Sempre simpático, jamais se negou a dar um autógrafo para um fã ou responder a uma pergunta de um repórter. Vinculou seu nome a centenas de produtos, mas jamais se vendeu a bebidas alcoólicas ou cigarros.
Tal postura, sempre sorrindo, fez com que todos os presidentes dos Estados Unidos se encontrassem com o Rei de um esporte não muito apaixonado pelos norte-americanos. Os papas Paulo VI e João Paulo II o receberam no Vaticano. A rainha Elizabeth II chegou a quebrar o protocolo e fazer um pedido para que o maior craque de todos fosse atuar pelo seu time do coração, o Liverpool.
Por isso, pode-se discutir os melhores em cada fundamento do futebol, mas não há discussão quanto àquele que soube ser o melhor juntando-se todos eles.