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domingo, 20 de novembro de 2011

CHEVRON ! ! ! FORA JÁ ! ! !

A criminosa omissão da Chevron é maior ainda.
Hoje, finalmente, a Folha se deu conta de que a Chevron omitiu informações essenciais dobre a causa do vazamento no campo de Frade.
Mas não é verdade que tenham sido cinco dias de criminoso silêncio.
Foram, pelo menos, dez.
Às datas:
Dia sete houve o “kick” – uma súbita elevação de pressão, com a subida de líquidos ou gás pela coluna de perfuração.
O equipamento de segurança – blowout preventer – segurou essa pressão, porque está especificado para suportar até 10 mil psi, uma medida de pressão que representa 700 quilogramas-força por centímetro quadrado.
Os operadores da Chevron-Texaco sabiam que a pressão que “subiu” por dentro do tubo foi igual à que subiu por fora dele, entre a parede externa do tudo e a parede rochosa do furo.
Como eles certamente fizeram o 2° grau, sabem aquela regrinha de que “os líquidos transmitem integralmente as pressões por eles recebidas” e, portanto, a coluna exterior ao poço, composta de água e lama, foi fortemente pressurizada e transmitiu ao solo esta pressão, até a base da primeira e única cimentação que recebera, a 567 metros de profundidade no solo.
Quando, dois dias depois, os técnicos da Petrobras localizaram os sinais de óleo sobre o mar e avisaram à empresa, era impossível não relacionar isso ao evento no poço.
A Chevron-Texaco sabia que o óleo vinha da coluna externa do poço e que esta só estava bloqueada pela cimentação a 567 metros do leito marinho e ficou muda.
Por que?
O poço estava a 2300 metros no solo marinho. Logo, havia um “túnel” de quase 1800 metros que foi submetido a pressão quando do “kick”.
Foi aí que se abriram as fissuras para que o óleo subisse à água, drenando pelo solo de sedimentos finos.
A cimentação aos 500 metros estava prevista do EIA apresentado pela Chevron.
A esta altura, segundo os planos seria feita a “perfuração da sapata do revestimento 13 3/8”, seguida da substituição do fluido (ou lama) de perfuração”. E, em seguida, a a execução do teste de absorção. Diz o documento, com meus grifos: “Este teste é efetuado logo após a perfuração da sapata para medir a resistência da formação abaixo da mesma, fornecendo o maior peso especifico de lama que pode ser utilizado durante a perfuração da seção, sem causar a ruptura da formação e a conseqüente perda de fluido para a mesma – perda de circulação.
Traduzindo: um vazamento pela rocha em torno da cavidade anular, o espaço entre o tubo metálico e a parede rochosa.
Quantas mudanças de diâmetro de perfuração e de revestimento tubular foram feitos? Deveriam ter recebido selamento por cimentação, impedindo a subida do petróleo ou do gás?
Se não receberam, qual foi a razão? Economia de custos operacionais?
Só no dia 13, mesmo sabendo desde o dia 9 que o vazamento se devia à perfuração e à elevação de pressão foi tomada a decisão de fechar o poço. Ou seja, de tampar o buraco de onde o óleo subia para a rocha e, daí, para o mar.
No dia 18, a petroleira chega ao cúmulo de soltar nota oficial dizendo: “A Chevron reitera que não houve qualquer vazamento da cabeça do poço.” Claro, sabiam que o vazamento era do poço, não na cabeça – contato com o solo marinho – mas algumas centenas de metros abaixo. É a meia-verdade dos hipócritas.
Nada é gratuito, tudo tem dinheiro – e muito – envolvido. Inclusive no silêncio de vários dias da Chevron.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

AGOSTO VERDE E AMARELO

Marcha estudantil em Brasília vai pressionar governo e Congresso.
União Nacional dos Estudantes (UNE) pretende levar 20 mil manifestantes à capital federal na quarta-feira (31) para reinvindicar que investimento em educação seja de 10% do PIB e de metade das riquezas do pré-sal. Ameaçada de morte, líder estudantil chilena Camila Vallejo participará do ato e também de uma audiência pública no Congresso Nacional. A manifestação encerrará um mês de mobilizações estudantis feitas em todo o país, naquilo que a UNE batizou de “agosto verde e amarelo”.
Depois de ser ocupada por “margaridas” e por sem-terras, a Esplanada dos Ministérios será, pela terceira semana seguida, palco de manifestações de movimentos sociais. Desta vez, são os estudantes que vão pressionar governo e Congresso, com uma marcha na próxima quarta-feira (31). A União Nacional dos Estudantes (UNE) tem duas bandeiras principais. Aumentar o investimento em educação para 10% do produto interno bruto (PIB). E destinar ao setor metade das riquezas do pré-sal.
Segundo a entidade, 20 mil estudantes estarão em Brasília participando da marcha. O ato encerrará um mês de mobilizações estudantis feitas em todo o país, naquilo que a UNE batizou de “agosto verde e amarelo”. “Foi neste mês de mais pressão dos movimentos sociais que a nossa pauta entrou mais no Planalto”, disse à Carta Maior o presidente da UNE, Daniel Iliescu.
As atividades terão início às 9 horas, em frente ao Banco Central (BC), onde os estudantes pretendem se unir a sindicalistas e camponeses, para protestar contra a alta taxa de juros. No fim da quarta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anuncia se mexe ou não nos juros.
Do Banco Central, os estudantes seguirão para o Palácio do Planalto, para tentar entregar a pauta de reivindicações nas mãos da presidenta Dilma Roussef. Por ora, não há uma agenda marcada da presidenta com a UNE. Mas, no início do dia, Dilma deve se reunir com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para discutir a situação do setor.
“Falta ousadia para o governo quando a discussão gira em torno dos 10% do PIB para a educação. Existe, claro, uma melhora no setor, mas ainda é tímida. Dessa forma, o Brasil desperdiça uma oportunidade única de investir na juventude e dar um salto significativo na educação”, afirma Iliescu.
PNE e Pré-sal.
Durante a jornada, a direção da UNE participará de uma audiência pública, no Congresso, convocada para discutir o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, foi construído a partir das propostas debatidas na Conferência Nacional de Educação, muitas delas propostas pelo movimento estudantil.
O novo PNE propõe que o setor público amplie os investimentos em educação dos atuais 4,8% do PIB para 7%, até 2020. Os estudantes, entretanto, reivindicam que o percentual atinja 10% até 2014. O pleito é ousado. No ano passado, o gasto federal com toda a área social foi de 15% do PIB, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Os 10% do PIB em educação também levam em conta dinheiro estadual e municipal.
Os estudantes vão cobrar ainda que a presidenta reveja o veto do ex-presidente Lula ao trecho da Lei do Pré-sal que estipulava a aplicação de 50% do fundo social na área da educação, conforme previa campanha lançada em 2009 pela UNE. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas vetada pelo poder executivo no final de 2010.
Solidariedade internacional.
Os manifestantes participarão ainda de audiência pública convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara em solidariedade aos estudantes chilenos, vítimas da truculência do governo daquele país. No último protesto promovido pelos chilenos em prol de melhorias na educação, na última quinta-feira (25/8), um estudante foi assassinado e outros ficaram feridos.
A líder estudantil Camila Vallejo, presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh), participará do ato, que encerra a Jornada Nacional de Lutas, tradicionalmente promovida pelos movimentos estudantis, sindicais e sociais, no mês de agosto. Camila tem recebido ameaças de morte.

domingo, 21 de agosto de 2011

OTAN FOI ALÉM . . .

A Otan foi muito além das medidas aprovadas pela ONU.
Isso será levado em conta pela China e Russia, além de outros países, inclusive o Brasil, daqui para frente, na hora de votar qualquer Moção ou Resolução na ONU. Há grandes bandos de mercenários entre os rebeldes da Líbia, pagos com dinheiro da Arabia Saudita, que também sustenta os rebeldes curdos na Síria.
Isso já está claro na Imprensa Internacional.
Existe um pessoal que já esteve no Iraque e Afeganistão e que foram recrutados para trabalhar na Líbia. Também existem os mercenários tradicionais, como os da Legião Estrangeira da França.
O fato é que a Líbia com o ditador Kadafi, ia muito bem economicamente e detinha o maior IDH da África, com o país cheio de obras e dando emprego para gente de todos os países vizinhos. O Dinar estava forte e seu lastro em ouro incomodava o Euro. Agora, sem Kadafi, a Líbia será um paraiso para a Al-Qaeda, que terá campo fértil para conseguir adeptos.
O terrorismo está agora no quintal da Europa.
Nada vai deixar a Líbia em tranquilidade.
Ficará sem governo, instável como Afeganistão, com tribos e muito terrorismo.
Obama falou do perigo do lobo solitário, um homem só, capaz de destruir um país com as novas tecnologias de guerra.
No Oriente Médio falta apenas cair do rei da Jordânia e a frente estará formada contra Israel novamente, em uma guerra sem precedentes e nuclear. É nítido que os países se preparam para isso, haja visto a corrida armamentística e as novas tecnologias de guerra. O Afeganistão foi campo de teste de novas tecnologias de guerra por 30 anos.
A Otan testa na Líbia uma nova forma de guerras sem homens em terra. O governo sírio enfrenta um exército de curdos armados e a imprensa ocidental diz que está havendo um massacre de civis.
Falando em civis, os da Líbia estão fritos.
O país está destruído pela Otan e o Ocidente com suas empresas vai ganhar dinheiro reconstruíndo o país. O ouro, 160 toneladas, que estava em Trípoli, não se sabe onde está, e os 600 bilhões de dólares do país, que estavam em bancos, a maiorira europeus, estão a Deus dará no mercado financeiro, rendendo juros não se sabe para quem. Bem faz Chaves da Venezuela de tirar o ouro e os dólares da Europa e deixá-los no Brasil, Russia e China, conforme anunciou.
Essa guerra é o maior assalto do mercado financeiro da história moderna.
O Brasil, urgentemente, necessita de tecnologia de guerra para se defender.
Está claro que tentarão separar um pedaço da Amazônia e o pré-sal.
Os EUA sequer concordam com as 200 milhas e nem assinou qualquer convenção internacional reconhecendo esse direito de 200 milhas, já o tendo questionado publicamente. Não precisamos de energia nuclear, mas de armas nucleares sim, a título de persuasão. Raposa da Serra do Sol e Pré-sal são nossos calcanhares de aquiles.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O PRÉ-SAL E O ETANOL

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE.
A despeito da inquestionável competência da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal quanto à sustentabilidade.
De acordo com as últimas avaliações da Petrobras, a reserva total do pré-sal soma cerca de 13 bilhões de barris, o que corresponde a aproximadamente 1% das reservas restantes mundiais e que nada significaria para a humanidade quanto ao deslocamento do pico de produção.
Admitindo um tempo de vida de 80 anos para as reservas dos campos do pré-sal, calculamos que sua contribuição será, em média, de aproximadamente 20% acima da atual produção nacional.
Por outro lado, com o barril de petróleo a preços superiores a US$ 90, até as avaliações menos otimistas de custos de produção do barril de petróleo do pré-sal talvez justificassem o investimento.
Para a comparação de vantagens financeiras entre combustíveis são essenciais duas variáveis: os custos de produção da unidade de energia e os custos de investimento por unidade de energia por dia.
Pois bem, dentro dos limites tecnológicos atuais, o melhor que se pode esperar para o pré-sal é um custo de produção de pelo menos o dobro daquele da produção de etanol. Quanto aos custos de investimento, tudo parece indicar que a situação é ainda pior para o pré-sal.
Um terceiro fator a ser considerado é o risco financeiro.
Em primeiro lugar, há a questão de um mercado cujos governos encontram sucessivos sofismas para retardar a penetração do etanol brasileiro. Por outro lado, os riscos de produção do etanol são ínfimos em comparação com os do petróleo do pré-sal, cuja tecnologia de extração ainda não está desenvolvida.
Consideremos agora a questão da sustentabilidade e, sob esse aspecto, do aquecimento global. Enquanto o petróleo é o problema, o etanol de cana-de-açúcar é a solução. Mas não é apenas sob esse importante ângulo de sustentabilidade que a imensa superioridade do etanol sobre o petróleo do pré-sal deve ser considerada.
Risco de vazamento a grandes profundidades e sob altas pressões são imprevisíveis. Portanto, a despeito da inquestionável competência técnica da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal sob qualquer aspecto de sustentabilidade.
Enquanto a produção de etanol é intensiva em mão de obra, a de petróleo o é em capital, o que é uma desvantagem para um país em desenvolvimento, em que o crescimento populacional exige a criação de empregos em vários níveis de especialização. Portanto, também sob o ponto de vista social, o etanol é preferível ao petróleo do pré-sal.
Com apenas 8% dos 200 milhões de hectares de pastagem, seria possível substituir por etanol 5% da gasolina consumida no planeta. Ou seja, a opção pelo etanol nessa medida, bastante conservadora, proporcionaria uma produção de combustível líquido entre três e quatro vezes maior que todo o petróleo do pré-sal até hoje confirmado, e não apenas por 60 ou 80 anos, mas indefinidamente.
Se tudo o que foi dito aqui é verdade, ou pelo menos verossímil, então como se explica a opção pelo pré-sal? Ou é um grande equívoco ou é uma revelação. A imensa intuição do presidente Lula deve ter percebido que o Brasil, nesse estado juvenil de desenvolvimento em que se encontra, precisa de um projeto nacional, pioneiro. Precisa de seu "homem na Lua".
Enquanto o etanol seria só um pouco mais da mesmice prosaica do século passado, o pré-sal, com seus imensos desafios tecnológicos e financeiros, seria a bandeira do desenvolvimentismo ousado, para não dizer agressivo, que deveria propelir o país no século 21. O Brasil chegaria, assim, mais fundo, aonde nenhum outro país teria ousado ir.

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, 79, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial da Folha

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

CIDADES SUBMERSAS DO PRÉ-SAL

"... Petrobras se prepara para uma revolução tecnológica na exploração e produção de petróleo em grandes profundidades, na camada pré-sal. No leito marinho, a mais de 2 mil metros da superfície, serão criadas "cidades submersas", habitadas por máquinas, equipamentos gigantescos e robôs encarregados de vistoriar os sistemas de produção para extrair milhões de barris de petróleo. Com a instalação dos principais equipamentos, que hoje funcionam em plataformas flutuantes, elas se tornarão menores, mais leves e mais baratas..."(Valor, 28/12)(Carta Maior; Quinta-feira, 28/12/2010)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Lula: “Manchete (de O Globo) é vergonhosa”
Lula prefere investir na riqueza do pré-sal ao contrário do que O Globo sugere.
Desde cedo a manchete de O Globo de hoje estava me incomodando. Mas outros assuntos surgiram ao longo do dia e acabei não a comentando. Só que o presidente Lula foi mais rápido ao classificá-la de vergonhosa, o melhor adjetivo possível. Ao estampar sua principal manchete em duas linhas, escrevendo “Europa reduz exploração de petróleo; Brasil acelera”, o jornal explorou um antagonismo vergonhoso jornalisticamente e patrioticamente.
O jornal afirmou que o Brasil está na “contramão do mundo” ao iniciar a exploração no pré-sal enquanto Europa e Estados Unidos reduzem a produção em águas profundas por conta do acidente da BP no Golfo do México. O que o Globo sugere? Que o Brasil abandone uma riqueza do tamanho do pré-sal como se EUA e Europa não tivessem corrido todos os riscos possíveis para explorá-lo em todos os cantos do mundo? Que os brasileiros fiquem sem todas as possibilidades que o pré-sal oferece em nome de um falso discurso ambiental? Que o país siga o pensamento do vice-Índio, que se declarou contrário à retirada de petróleo abaixo da camada de sal? O que quer verdadeiramente o jornal com este discurso? Entregar a riqueza brasileira?
Honesto seria o jornal chamar atenção para as questões de segurança que envolvem a atividade e ver como o país responde a elas. Ao escrever que “enquanto o mundo aperta o cerco às petroleiras, o Brasil inicia hoje oficialmente a produção de petróleo no pré-sal”, O Globo transmite uma idéia de irresponsabilidade do governo brasileiro, como se nenhuma medida de segurança existisse.
A exploração de petróleo é uma atividade de risco. Acidentes sempre aconteceram e o importante é reduzir cada vez mais o espaço para outros episódios como o da BP, principalmente com a participação do Estado na regulamentação. O que aconteceu no Golfo do México foi em grande parte irresponsabilidade da BP e não um acidente puro e simples. O Brasil deve debater as questões de segurança em torno das atividades no pré-sal mas jamais abdicar delas.
Como observou um dos especialistas ouvidos pelo Globo, provavelmente em nome de um equilíbrio de posições anulado pela manchete manipuladora, a produção de petróleo na Europa é descendente, ao contrário do que ocorre no Brasil. “Portanto, o Brasil não pode entrar nessa onda”, disse de forma corajosa e comprometida com o país Edmar de Almeida, do Instituto de Economia da UFRJ, indo contra a corrente levantada pelo jornal.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

7 POÇO - TUPI

A perfuração do sétimo poço na área de Tupi confirmou o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos. O novo poço, denominado 3-BRSA-821-RJS (3-RJS-674) e informalmente conhecido como Tupi Alto, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em profundidade de 2.111 metros, a cerca de 275 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a 12 km a nordeste do poço descobridor Tupi – 1-RJS-628 (1-BRSA-369).
O poço 3-RJS-674, perfurado em posição estrutural mais elevada que os demais na área de Tupi, comprovou, por intermédio de amostragens de petróleo em teste a cabo, a descoberta de óleo com densidade ainda mais leve (cerca de 30oAPI) do que a média dos óleos verificada nos outros poços de Tupi (cerca de 28oAPI).
As informações obtidas no poço e nos demais já perfurados na área reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi.
O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e aos investimentos previstos no Plano de Avaliação aprovado pela ANP, no qual consta a perfuração de outros poços até a declaração de comercialidade, prevista para dezembro de 2010.