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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

ETERNAMENTE PRINCESA

Homenagem para a nossa eterna princesa, a princesa do povo, de toda a nação mundial; Nossa eterna diva, sempre lembrada, admirada e amada Diana. O que ela fez para melhorar o mundo, suas contribuições, são exemplos de vida e serão sempre recordados por todos nós; sua morte, grande perda, desde 1999, nos enche de saudades e lembranças, o que ela significou para o mundo.  Uma grande mulher com um simples coração.
Ela venceu as barreiras dos prenconceitos, visitou pobres, crianças a beira da miséria em todo mundo e principalmente na África onde se com centra a maior parte de portadores de HIV sem sentir nojo.  Fez de um simples gesto sua história, que vai sempre está em nossas memórias, que passe anos e anos Lady Di e eterna.
Os lideres deste mundo deveria pegar a vida desta mulher como exemplo assim com certeza, teríamos um mundo melhor ... mas não é assim... Deus fez o mundo pra todos viverem com dignidade.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

PRINCESA DO POVO

Na madrugada do último dia de agosto de 1997 uma tragédia emocionou o mundo. Lady Diana Spencer, a Princesa de Gales, morria em um acidente automobilístico em Paris, enquanto fugia desesperadamente de paparazzi sedentos por ângulos escusos e inéditos do ícone global de beleza e elegância. O corpo da princesa loura, simpática e sorridente foi levado para a Grã-Bretanha poucas horas após sua morte, acompanhado de um abalado Príncipe Charles.
“As pessoas em todo o mundo a amavam”, declarou o primeiro-ministro Tony Blair com voz trêmula. A comoção popular deixou o túnel no qual aconteceu o acidente, repleto de flores de todos os tipos. Nos jardins do Palácio de Kensington, onde a princesa morava desde que se divorciou do herdeiro do trono britânico, a quantidade de flores era tão grande que precisou ser carregada em caminhões.
A morte ao lado do namorado egípicio Dodi Al-Fayed interrompeu uma sucessão de dramas e equívocos expostos cruelmente pela imprensa sensacionalista britânica que fez dela seu personagem favorito: mulher fascinante desabrochando após um infeliz casamento, “rainha dos corações” dos súditos britânicos e ao mesmo tempo vítima dos implacáveis rituais do imaginário coletivo. Elevada pela mídia à condição de mito vivo, acossada pela mesma mídia até a morte.