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sexta-feira, 15 de junho de 2012

RIO + 20


As religiões, todas elas, Deus mesmo, é que sempre salvaram o mundo: continua tudo como antes. 
A vida é de Graça, nada custa, cae a chuva, brilha e aquece o sol, sopra o vento, roda a roda dos elementos, a verdadeira roda da economia: a máscara branca caiu.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Por Carlos Chagas.
Para Nostradamus e para os Maias, em tempo e geografia tão  diferentes, o mundo acabará dia 22 de dezembro próximo. Erraram. O mundo já acabou no fim de semana que passou. Aqui no Brasil, foi tudo pelos ares. Não sobrou nada.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, acaba de acusar o ex-presidente  Lula de tentar suborna-lo, propondo que se  o julgamento do mensalão fosse adiado, ele poderia blindar  políticos e  empresários na CPI do  Cachoeira. Na mesma conversa, realizada no escritório  de advocacia do ex-ministro Nelson Jobim,  o ex-presidente da República, para justificar a blindagem,  teria  insinuado que Gilmar Mendes  viajou  para Berlim a fim de encontrar-se com o senador Demóstenes Torres com passagens e estadia pagas pelo  bicheiro Carlos Cachoeira. 
Gilmar confirmou à “Folha de S. Paulo”  suas declarações dadas à revista  “Veja”.  O Lula não quis se pronunciar. E Nelson Jobim,  sobre  o encontro, disse não ter sentido pressão por parte do Lula.
Quer dizer, misturou tudo. Mais do que barro no ventilador, tempestades  de cocô varrem o país de Norte a Sul. Por que estaria o Lula tão interessado em protelar o julgamento dos 38 mensaleiros na mais alta corte nacional de justiça? Por que acentuou que o julgamento seria inconveniente? Apenas para não prejudicar o PT e seus candidatos nas eleições municipais de outubro, esperando até a prescrição da maioria dos crimes de que são acusados os réus? Ou estaria ávido de evitar a condenação de   José Dirceu, o “chefe da quadrilha”? Mas por que? Ninguém esquece que durante o processo de sua cassação o ex-chefe da Casa Civil declarou que o Lula não desconhecia  nada do que se passava em seu gabinete.
Dessa vez não dá para esconder  a sujeira debaixo do tapete. Ela é  o tapete,  os móveis, a sala,  a casa, o quarteirão, o bairro, a cidade, o estado e o país.
Gilmar  Mendes começou a falar, outros terão que falar também, importando  menos os motivos ou a singularidade de que todos os caminhos passam pelo Cachoeira. Que chegassem a José Dirceu, admitia-se, mas ao  Lula? 
Seria o Supremo Tribunal Federal suscetível de pressões, como o seu presidente, Ayres Brito,  acaba de dizer que não é?  Em nome de que, na conversa com Gilmar, o Lula teria achado possível influenciar a ministra Carmem Lúcia e o próprio Ayres Brito? Por que um encontro em Berlim com Demóstenes Torres?
E a CPI que investiga o bicheiro? Seria composta por um aglomerado de  fantoches capazes de livrar a cara de políticos e empresários através da manipulação de cordéis distantes do prédio do Congresso?
Fica impossível  botar a culpa na imprensa  pelo fim  do mundo. E pelo inevitável quadro de horror que começa a ser revelado.                                 
E A DILMA, COMO FICA? 
Nessa história surrealista da conversa entre o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes, uma indagação não pode deixar de ser  feita: e a presidente Dilma, como fica? 
Claro que solidária com o antecessor, em todas as situações, mas estaria confortável diante de  mais essa intromissão do Lula em assuntos   de seu governo? Afinal, o primeiro-companheiro teria tentado interferir nas prerrogativas do Judiciário, a começar pela marcação de  data de seus julgamentos. Outra iniciativa  igualmente indevida do ex-presidente veio no reverso da medalha: dispôs-se a blindar políticos e empresários nos trabalhos da CPI do Cachoeira,  ou seja, intrometendo-se na alçada exclusiva do  Legislativo. A chefe do Executivo vem mantendo  o delicado equilíbrio entre os poderes da União, coisa que seu mentor e conselheiro quis abagunçar.  Mesmo como  líder  inconteste do PT, que tenta salvar  do  naufrágio, o Lula agiu como condômino principal do governo, o que não terá agradado a sucessora.
NEM TANTO, SENHOR MINISTRO...
Extrapolou o presidente do Supremo, Ayres Brito, ao dizer que a mais alta corte nacional de justiça está vacinada e não aceita “faca no pescoço”. Mais ou menos, porque o passado está cheio de exemplos em sentido contrário.
O então presidente Floriano Peixoto mandou prender alguns deputados, apesar de a Constituição  proibir. Rui Barbosa impetrou habeas-corpus em favor deles, junto ao Supremo. Um ministro, assustado, indagou do marechal o que aconteceria se o Supremo concedesse a medida e  veio a resposta: “E quem dará habeas-corpus ao Supremo?” Por via das dúvidas a corte  não se pronunciou e os deputados foram mandados para o interior da Amazônia...
Café Filho, presidente da Republica, teria sido acometido de um pequeno enfarte. Licenciou-se, diziam seus adversários apenas  para estimular o golpe que seu substituto daria nas instituições, impedindo a posse do sucessor eleito, Juscelino Kubitschek.  O general Lott acabou com  a brincadeira, garantindo os direitos do futuro presidente. Café Filho ficou bom de repente e anunciou que voltaria. Bem que o ministro da Guerra tentou dissuadi-lo com palavras, mas, não conseguindo, botou de novo a tropa  na rua e Café Filho em prisão domiciliar. Logo ele impetrou mandado de segurança junto ao Supremo para garantir-lhe o direito de reassumir. Olhando os tanques estacionados na Avenida Rio Branco, os ministros escusaram-se de apreciar o recurso, alegando  motivos de força maior.
Só para ficarmos num terceiro momento de nossa crônica política: os militares tomaram o poder, depondo o governo constitucional de João Goulart, e baixaram o primeiro Ato Institucional, estabelecendo que suas determinações estariam à margem  de apreciação judicial. Rasgaram incontáveis vezes a Constituição e as leis, cassaram mandatos aos montes, impuseram eleições indiretas, criaram os senadores biônicos, puseram o Congresso em recesso e dissolveram os partidos políticos. O Supremo apenas assistiu os diversos capítulos daquela novela de horror, sem se pronunciar. Era ou não a faca no pescoço? 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

TÔ CHUTANDO

Dá-lhe Herrera! 
Impressionante o que a pasteurização alienante da redebobo faz, agredindo, sutilmente ou não, qualquer um que se recuse a andar com a boiada global. É preciso circular esta matéria, para ilustrar a forma perversa de “jornalismo” que fazem por lá.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

NEYMAR NO CONGRESSO. . .

Premonição do futuro?
O jogador Neymar teve um dia de tietagem e bajulação no Congresso Nacional, ontem, deixando-o mais que feliz por sentir o gostinho especial de adentrar na Casa que poderá abrigá-lo após pendurar as chuteiras, como tantos outros ex-heróis desportivos do passado. Feliz mesmo está o Rei Pelé, que conseguiu com muita luta convencer o deslumbrado pai do craque santista a permanecer no Brasil e no mesmo clube. 
Se tivesse ido para a Europa como estava disposto, Neymar estaria na cerca, desvalorizado, como tantos outros talentosos jovens brasileiros, vitimados pelo boicote e inveja de outros “colegas” de clube – e nem teria em campo Ganso, Dracena e outros “peixeiros” que o ajudaram a tornar-se o ídolo que é hoje.

segunda-feira, 26 de março de 2012

ISSO EH ÉTICA?!?

Faz bem a Rede Globo botar para fora a extrema corrupção vivenciada pelo país. Dá nojo ver pessoas corruptoras atuando nos melindres da política nacional e a roubar do erário público o dinheiro que seria destinado a saúde, a educação, a segurança, a moradia e aos transportes. 
Se esses fatos fossem na China esses "atores" que apareceram descaradamente na TV seriam fuzilados. 
Na maior cara de pau esses corruptores não tem pena nenhuma do povo brasileiro. 
Aquela loira gorda que apareceu com muita ironia e sarcasmo deu nojo. 
Assim está o Brasil atual, vivendo de corruptos e corruptores num crescimento bárbaro de ilícitos há quase 20 anos. 
Até quando vai isso? 
Até hoje ainda não julgaram os mensaleiros. 
Até quando irá a paciência popular? 

TORCIDAS UNIFORMIZADAS


As autoridades deveriam acabar com essas torcidas uniformizadas que só vão aos estádios para bagunçar marcam brigas pela internet, todas as vezes que jogam times rivais na cidade de São Paulo e em todo o Brasil acontece morte de torcedores, antigamente dava gosto você ir ao Estádio hoje nem pensar? 
Se eles brigam entre si imagine agora com a liberação da bebida para a Copa do Mundo em 2014 o que pode acontecer se o Brasil perder a Copa com foi em 1950.
E agora também nos desfiles de Carnaval como aconteceu esse ano

domingo, 29 de janeiro de 2012

CATANDO LIXO ?!?

PINHEIRINHO

Seria o caso das forças armadas alemãs de hoje homenagiar a SS e Gestapo pelo fim da PM, polícia tem que ser civil.
Mais claro e cristalina a abordagem, impossível.
Se àquela época tal visão era convergente com a dos vitoriosos e seus apoiadores - não esqueçamos de quem 3 dias depois da deposição de Goulart houve uma marcha em apoio aos golpistas calculada em mais de 1 milhão de pessoas (ou mais de 3 vezes a Passeata dos Cem mil de 1968).
Atribuir às elites conservadoras a culpa ou a estreiteza da análise da instituição policial, é apenas contribuir com a mistificação do passado.

domingo, 20 de novembro de 2011

Pinoquiadas, ongadas e ladroagens.
Pois é senhores, enquanto nós damos duro, os ladrões do erário vão comendo mole; enquanto isso, CGU, MPF, TCU, STF vão servindo só pra cabides de empregos, e os ladrões ricos são protegidos e não devolvem o dinheiro roubado.
Os Ongueiros vão bem obrigado!!!!
O "Carrapatão gordão Lupinóquio", não quer nem a pau largar a pança do governo; deve ser um dos "homens bombas", que deve ser contido, pra não explodir o governo! Como pode um governo virar refém de ministérios e políticos desonestos?
O Brasil precisa de um tratamento de choque para sair deste feitiço, de continuar "deitado em berço esplêndido" e os ladrões desgraçando o futuro dessa nação.