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sábado, 9 de junho de 2012
quinta-feira, 30 de junho de 2011
BANDA LARGA POPULAR . . .
Banda larga popular não garante nem 40% da velocidade contratada.
Governo e operadoras firmam acordo de internet de 1 mega a R$ 35.
Segundo o ministro das Comunicações, o documento será assinado hoje à tarde pelas operadoras e será publicado em edição extra do Diário Oficial da União
Karla Mendes, da Agência Estado.Depois de muita queda de braço, as empresas de telefonia assinarão hoje um termo de compromisso para que os brasileiros tenham internet de 1 mega a R$ 35 no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse à Agência Estado que o documento será assinado hoje à tarde pelas operadoras e será publicado em edição extra do Diário Oficial da União.
Para chegar a um consenso, a presidente Dilma Rousseff concordou em retirar do documento a obrigação de as empresas garantirem no mínimo 40% de velocidade contratada, mas exigiu da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a aprovação, até 31 de outubro, dos regulamentos que garantirão maiores velocidades aos usuários de telefonia fixa e móvel. “Ela abriu mão dessa exigência, mas deixou claro que vai pegar no pé na questão da qualidade. Tanto que a data para que a Anatel aprove e publique os regulamentos constará no decreto”, afirmou Bernardo.
Conforme antecipou ontem a Agência Estado, a reunião entre governo e empresas foi interrompida na noite da última terça-feira, por determinação da presidente, para a inclusão de parâmetros de qualidade e velocidade da banda larga. Dilma queria que as operadoras assumissem a obrigação de garantir no mínimo 40% da velocidade contratada e 70% de velocidade média até 2014.
As empresas se surpreenderam com as metas de qualidade, que superam até os padrões internacionais e argumentaram que não teriam condições de avaliar o impacto financeiro nas propostas em um prazo tão exíguo. Mas só depois de o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, ter sido convocado ontem à noite e assumir o compromisso de acelerar a votação dos regulamentos de qualidade da banda larga é que Dilma abriu mão dessa exigência.
Hoje, no caso da banda larga móvel, as operadoras só garantem 10% da velocidade contratada. Com as novas normas, esse porcentual subirá para o mínimo de 30% nos horários de pico e 50% nos horários de menor tráfego. Um ano depois, esses índices subirão para 50% e 70%, respectivamente.
O governo não abriu mão de aplicação de sanções caso as operadoras descumpram as metas do PNBL. As penalidades vão de antecipação de metas a multas. “As multas têm os mesmos valores aplicados pela Anatel, mas o trâmite de aplicação das penalidades será diferente”, explicou Bernardo.
O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse à Agência Estado que está “otimista” na assinatura do acordo com o governo hoje. “Há uma boa probabilidade. Estamos otimistas”, disse. O executivo afirmou, no entanto, que ainda precisam ser feitos alguns ajustes. A Oi tem posição semelhante. “A intenção de todo mundo é fechar. Mas há algumas questões em aberto para serem pactuadas ainda”, afirmou uma fonte da empresa.
A pressa do governo para publicar o termo de adesão ao PNBL é porque hoje vence o prazo de vigências das antigas metas de universalização das concessionárias de telefonia fixa. Como as empresas estavam resistentes em aderir ao PNBL, o governo fez uma negociação cruzada, ao retirar algumas metas em troca da adesão ao programa do governo.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Bancos, Petrobras e cerveja são marcas mais valiosas do país.
Pesquisa da consultoria Interbrand aponta Itaú, Bradesco e Banco do Brasil (setor financeiro) bem como a Petrobras (petróleo e gás) e a Skol (bebidas) como as marcas mais valiosas do país neste ano.
As cinco primeiro marcas desse ranking repetem as mesmas colocações do ano anterior.
Para avaliar "a força" das marcas, a consultoria leva em conta dez fatores: autenticidade, clareza, comprometimento, proteção, capacidade de resposta, consistência, diferenciação, relevância, presença e entendimento.
Veja abaixo a lista das 25 marcas mais valiosas do país, e suas estimativas de valor (em R$ milhões).
1 - Itaú - 24.296
2 - Bradesco - 13.633
3 - Petrobras - 11.608
4 - Banco do Brasil - 11.309
5 - Skol - 7.277
6 - Natura - 5.666
7 - Brahma - 4.351
8 - Vale - 2.656
9 - Antarctica - 2.013
10 - Vivo - 1.700
11- Lojas Renner - 835
12 - Lojas Americanas - 703
13 - Embratel - 619
14 - Cielo - 604
15 - Cyrela - 587
16 - Caixa Econômica Federal - 563
17 - Oi - 514
18 - Banrisul - 501
19 - Extra - 496
20 - Casas Bahia - 447
21 - Braskem - 422
22 - Pão de Açúcar - 389
23 - Net - 323
24 - Ponto Frio - 232
25 - Hering - 209
Fonte: Interbrand.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
CONCESSIONÁRIAS DISPUTAM SERVIÇOS
Durante esse tempo (principalmente a OIiii) programa seus telefones para não serem acessados por ninguém e nem divulga qualquer nota pela imprensa alertando para seus problemas.
Já a CERON, bem, essa é que não avisa nada mesmo. A desculpa das duas: rompimento de cabo de fibra ótica/mucura nas linhas de transmissão. O problema ocorre também no Acre, quase ao mesmo tempo.
E haja super-bond (devem ser concertados com esse tipo de cola) para os cabos de fibra ótica. Já quanto as mucuras, se não morrerem de choque, estarão cobertas pelos ambientalistas radicais.
Presidenta Dilma Rousseff neles, incluindo ANATEL e ANEEL que na defesa da coletividade são omissas.
terça-feira, 11 de maio de 2010
BANDA LARGA.
Oi que ser o novo “Leão”. Simples assim.
É coisa de bandido. É violação constitucional.
Leiam os editoriais dos jornais e vejam que é na mão de gente desta estirpe que se quer entregar a comunicação via internet.
E uma notícia destas fica escondida pela grande imprensa…
TIJOLAÇO - Blog do Brizola Neto.
Graças ao comentário da Maria Zilda acabei de lei a matéria do site do IDGNow! com a entrevista do Cezar Alvarez, assessor da presidência da República dizendo que a Oi, para entregar uma conexão de banda-larga, queria exigir a declaração de Imposto de Renda de quem quisesse o serviço por R$ 35.
Os caras enlouqueceram? Querem ser a Receita Federal? Internet a R$ 35 ainda é caríssima para os padrões brasileiros e nem assim? E ainda vendendo o telefone “casado”?
Vou transcrever o texto do IDG, porque fico até com medo de vc acharem que estou “pegando pesado”:
O governo não concordou com a proposta de inserir a Oi no plano de banda larga porque a operadora quis vincular a prestação do serviço de internet rápida a 35 reais apenas a cidadãos de baixa renda. A afirmação é de Cezar Alvarez, do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República e coordenador do Plano Nacional de Banda Larga (PNLB), lançado nesta semana.
“É uma loucura achar que vamos pedir negativa de imposto de renda para saber se a pessoa tem renda baixa suficiente para comprar um plano de 35 reais”, disse Alvarez em entrevista à Agência Brasil. Outra questão que atrapalhou as negociações foi a intenção da operadora de associar o plano à infraestrutura existente, ou seja, ao seu telefone fixo.
Num país sério os dirigentes da Oi que fizeram esta proposta estariam, agora, num tribunal. É coisa de bandido. É violação constitucional.
Leiam os editoriais dos jornais e vejam que é na mão de gente desta estirpe que se quer entregar a comunicação via internet.
E uma notícia destas fica escondida pela grande imprensa…
TIJOLAÇO - Blog do Brizola Neto.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
BANDA LARGA.
Brasil paga dez vezes mais por banda larga do que países desenvolvidos.
Brasil paga dez vezes mais por acesso à conexão banda larga do que países desenvolvidos, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em Brasília.
Enquanto na renda mensal dos brasileiros o gasto médio com banda larga no Brasil custava, proporcionalmente, 4,58% da renda mensal per capita de 2009, nos países desenvolvidos a mesma relação gravitava em torno de 0,5% --quase dez vezes menor, segundo os dados apresentados. Na Rússia, o índice caía para menos da metade no período, ou 1,68%.
De acordo com o Ipea, continua lendo aki
POR;Folha de São Paulo - Marina Lang.
A burocracia e a alta carga tributária dificultam a entrada de empresas concorrentes no mercado brasileiro. Pequenas e médias empresas também não tem como concorrer com as gigantes da telecomunicação. Resultado, existem uma ou outra provedora de internet via rádio, com preços semelhantes à das grandes, mas com velocidade 10 vezes melhores.
Não concordo com a entrada do governo no mercado de internet banda larga, mas como isso é praticamente certo, concordando ou não, o que ele deveria fazer então é vender o acesso mais barato para pequenos provedores, que se responsabilizariam pela distribuição de última milha. Pelo menos geraria mais empregos nesse setor de prestação de serviços, dando aos pequenos a possibilidade de prestarem um serviço de melhor qualidade à preços competitivos.
Ridículo é fazer um investimento gigantesco para ativar uma rede de fibra ótica pra depois ainda ter que pagar pra uma Oi da vida gerenciar...
terça-feira, 13 de abril de 2010
Concorrência? Nada, com as teles só na pressão….
Acaba de ser revelada a razão pela qual o governo não bateu ontem o martelo no Plano Nacional de Banda Larga. É que as teles sentiram a pressão e agora estão começando a dizer que é possível chegar aos preços previstos pelo Governo com a criação da rede pública de internet. Hoje, a Oi apresentou aos Ministros Paulo Bernardo, do Planejamento, e Erenice Guerra, da Casa Civil, um plano para entregar a conexão de banda larga – a velocidade não foi informada - entre R$15 e R $ 35. Se a velocidade não for ridícula, começou-se a chegar em um preço justo.
É curioso que, por meses a fio, as teles diziam que esse preço não podia ser praticado, porque havia carga tributária alta e custos pesados para gerar capacidade de acesso.Hoje, o plano de banda larga sem fio (se é que se pode chamar de banda larga uma conexão que promete 300 kbps e entrega 10% disso) custa R$ 69. Como não se supõe que a Oi esteja fazendo caridade, o plano é a prova de que os custos podem cair, no mínimo, à metade.
Não existe livre concorrência num mercado oligopolizado. Os preços só vão baixar se houver pressão do poder público. E pressão é tudo que a Anatel não faz com as teles.
Livre concorrência, com as teles, é só na pressão.
EM TEMPO:O Lula não pode e nem deve fazer um acordo com as teles sobre a banda larga. Se estas empresas mercernárias não tinham nenhum interesse em desenvolver a banda larga, não vai ser agora que essas mercenárias vão levar a banda larga a todos os lugares, com qualidade de banda larga (isto é mais de um Mbps) e com um preço justo.
Já está na hora de se fazer algo para fechar as agências como a Anatel, a Aneel e outras que não cumprem as suas obrigações e que ficam só defendendo os interesses das concessionárias mercenárias.
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