Mostrando postagens com marcador SON. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SON. Mostrar todas as postagens
sábado, 21 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
EM SÉRIE
Demóstenes Torres, vá, mas antes abra o bocão e leve uma meia dúzia de 50 com voce!!! A essa altura tem cabra suando mais do que tampa de cuscuzeira!!!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
SAÚDE PÚBLICA
Atentem para a divisão das verbas destinadas ao saúde pública.
A parte do leão fica com o governo federal, estados e municipios devidem as sobras, cabendo, por tabela, a maior responsabilidade aos municipios - não importa o seu tamanho, número de habitantes e sua expressão econômica.
O importante que o governo Central mantém os senhores prefeitos no cabresto, vivendo com o chapeú perambulando por Brasilia.
O importante que o governo Central mantém os senhores prefeitos no cabresto, vivendo com o chapeú perambulando por Brasilia.
Imagino milhares de municipios completamente desasistidos por uma rede de hospitais, rede de esgotos e água encanada.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
UM AUMENTO DIGNO ! ! !
Salários dos deputados, senadores e governantes - 100 mil reais (fora os ameaços); salário do Ronaldinho Gaúcho - Um milhão e quinhentos; salário do trabalhador brasileiro 540 reais... (mínimo) se não é para rir, choremos!!!!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O TRABALHADOR COMO PEÇA DESCARTÁVEL
Por Carlos Chagas
O que significa o trabalhador, para o PMDB? Um zero à esquerda. Um lixo. Uma peça descartável.
Raras vezes se viu desfaçatez igual, na fisiológica luta do partido por espaços no governo Dilma Rousseff. Por conta de haver perdido os ministérios da Saúde e das Comunicações e os respectivos penduricalhos, mais os Correios, o PMDB ameaça votar contra o projeto que fixa o salário mínimo em 540 reais. Seus líderes falam da injustiça sofrida pelo trabalhador, pois o reajuste situa-se abaixo da inflação do ano passado. Dizem-se prontos a aprovar 580 reais. Caso, no entanto, o PMDB venha a ser contemplado com mais cargos, sentindo-se compensado, 540 reais bastam.
Na crônica do partido que um dia serviu de aríete para derrubar a ditadura, jamais seus dirigentes desceram tão baixo. Estivesse entre nós o dr. Ulysses e certamente pregaria a dissolução da legenda que ajudou a criar. Mandaria todos para as profundezas.
Mais vergonhoso nessa situação é o comportamento das bancadas, as novas e as velhas, que não tem participado da lambança dos comandantes. Porque nenhuma voz ouviu-se até hoje protestando diante da indignidade das negociações. Serão todos os deputados e senadores cultores do fisiologismo, também? Estarão à espera das migalhas desse banquete de horror, pretendendo tirar uma casquinha das nomeações?
O governo Dilma dispõe de teórica maioria no Congresso. A presidente da República apoiou e terá até participado da fixação do reajuste proposto ainda pelo presidente Lula. Mas o que dizer do Partido dos Trabalhadores? Seus parlamentares encontram-se fechados em torno dos 540 reais. Votarão em uníssono pela meleca, felizes todos com os mais de 60% de aumento que se deram, semanas atrás. O trabalhador que se dane, também para o PT.
Quanto ao PSDB e o DEM, sustentarão emenda propondo 580 reais. Serão os novos paladinos da justiça social? Nem pensar. O voto desses dois partidos exprimirá apenas a vontade de criar problemas para o governo. Em especial porque confiam na afirmação do ministro Guido Mantega, de que Dilma Rousseff vetará qualquer aumento, se porventura aprovado. Coisa que não acontecerá, é claro, dado o caráter de chantagem embutido na estratégia do PMDB.
Em suma, o trabalhador continua sendo peça descartável.
Raras vezes se viu desfaçatez igual, na fisiológica luta do partido por espaços no governo Dilma Rousseff. Por conta de haver perdido os ministérios da Saúde e das Comunicações e os respectivos penduricalhos, mais os Correios, o PMDB ameaça votar contra o projeto que fixa o salário mínimo em 540 reais. Seus líderes falam da injustiça sofrida pelo trabalhador, pois o reajuste situa-se abaixo da inflação do ano passado. Dizem-se prontos a aprovar 580 reais. Caso, no entanto, o PMDB venha a ser contemplado com mais cargos, sentindo-se compensado, 540 reais bastam.
Na crônica do partido que um dia serviu de aríete para derrubar a ditadura, jamais seus dirigentes desceram tão baixo. Estivesse entre nós o dr. Ulysses e certamente pregaria a dissolução da legenda que ajudou a criar. Mandaria todos para as profundezas.
Mais vergonhoso nessa situação é o comportamento das bancadas, as novas e as velhas, que não tem participado da lambança dos comandantes. Porque nenhuma voz ouviu-se até hoje protestando diante da indignidade das negociações. Serão todos os deputados e senadores cultores do fisiologismo, também? Estarão à espera das migalhas desse banquete de horror, pretendendo tirar uma casquinha das nomeações?
O governo Dilma dispõe de teórica maioria no Congresso. A presidente da República apoiou e terá até participado da fixação do reajuste proposto ainda pelo presidente Lula. Mas o que dizer do Partido dos Trabalhadores? Seus parlamentares encontram-se fechados em torno dos 540 reais. Votarão em uníssono pela meleca, felizes todos com os mais de 60% de aumento que se deram, semanas atrás. O trabalhador que se dane, também para o PT.
Quanto ao PSDB e o DEM, sustentarão emenda propondo 580 reais. Serão os novos paladinos da justiça social? Nem pensar. O voto desses dois partidos exprimirá apenas a vontade de criar problemas para o governo. Em especial porque confiam na afirmação do ministro Guido Mantega, de que Dilma Rousseff vetará qualquer aumento, se porventura aprovado. Coisa que não acontecerá, é claro, dado o caráter de chantagem embutido na estratégia do PMDB.
Em suma, o trabalhador continua sendo peça descartável.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)













