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segunda-feira, 2 de abril de 2012

EM SÉRIE


Demóstenes Torres, vá, mas antes abra o bocão e leve uma meia dúzia de 50 com voce!!! A essa altura tem cabra suando mais do que tampa de cuscuzeira!!!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

SAÚDE PÚBLICA

O problema da saúde está apenas (re)começando.
Atentem para a divisão das verbas destinadas ao saúde pública.
A parte do leão fica com o governo federal, estados e municipios devidem as sobras, cabendo, por tabela, a maior responsabilidade aos municipios - não importa o seu tamanho, número de habitantes e sua expressão econômica.
O importante que o governo Central mantém os senhores prefeitos no cabresto, vivendo com o chapeú perambulando por Brasilia.
Imagino milhares de municipios completamente desasistidos por uma rede de hospitais, rede de esgotos e água encanada.
De um componente os senhores prefeitos estão munidos: de ambulâncias para levarem os pacientes para os centros maiores.

domingo, 16 de janeiro de 2011

UM AUMENTO DIGNO ! ! !

Salários dos deputados, senadores e governantes - 100 mil reais (fora os ameaços); salário do Ronaldinho Gaúcho - Um milhão e quinhentos; salário do trabalhador brasileiro 540 reais... (mínimo) se não é para rir, choremos!!!!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O TRABALHADOR COMO PEÇA DESCARTÁVEL

Por Carlos Chagas
O que significa o trabalhador, para o PMDB? Um zero à esquerda. Um lixo. Uma peça  descartável.
Raras vezes se viu desfaçatez igual, na fisiológica luta do partido por espaços no governo Dilma Rousseff. Por conta de haver perdido os ministérios da Saúde e das Comunicações e os respectivos penduricalhos, mais os Correios, o PMDB ameaça votar contra o projeto que fixa o salário mínimo em 540 reais. Seus líderes falam da injustiça sofrida pelo  trabalhador, pois o reajuste situa-se abaixo da inflação do ano passado. Dizem-se prontos a aprovar 580 reais. Caso, no entanto, o PMDB venha  a ser contemplado com mais cargos, sentindo-se compensado, 540 reais bastam.
Na crônica do partido que um dia serviu de aríete para derrubar a ditadura, jamais seus dirigentes desceram tão baixo. Estivesse entre nós o dr. Ulysses e certamente pregaria a dissolução da legenda que ajudou a criar. Mandaria todos para as profundezas.
Mais vergonhoso nessa situação é o comportamento das bancadas, as novas e as velhas, que não tem participado da lambança dos comandantes. Porque nenhuma voz ouviu-se até hoje protestando diante da indignidade das negociações. Serão todos os deputados e senadores cultores do fisiologismo, também? Estarão à espera das migalhas desse banquete de horror, pretendendo tirar uma casquinha das nomeações?
O governo Dilma dispõe de teórica maioria no Congresso. A presidente da República apoiou e terá até participado da fixação do reajuste proposto ainda pelo presidente Lula. Mas o que dizer do Partido dos Trabalhadores? Seus parlamentares encontram-se  fechados em torno dos 540 reais. Votarão em uníssono pela meleca, felizes todos com os mais de 60% de aumento que se deram,  semanas atrás. O trabalhador que se dane, também para o PT.
Quanto ao PSDB e o DEM, sustentarão emenda propondo 580 reais. Serão os novos paladinos da justiça social? Nem pensar. O voto desses dois partidos exprimirá apenas a vontade de criar problemas para o governo. Em especial porque confiam na afirmação do ministro Guido Mantega, de que Dilma Rousseff vetará qualquer aumento, se porventura aprovado. Coisa que não acontecerá, é claro, dado o caráter de chantagem embutido na estratégia do PMDB.
Em suma, o trabalhador continua sendo peça descartável.