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sexta-feira, 15 de julho de 2011

O FUTURO DA NOTÍCIA

Por Sérgio Malbergier, da Folha de São Paulo.
Fazer jornalismo básico, convenhamos, não é tão difícil assim. Atenha-se às seis informações básicas (o quê, quem, onde, quando, como, por quê), e você relata fatos com precisão. O segredo, a força do jornalismo como o conhecíamos, era mais a sua capacidade de levar as histórias ao grande público do que propriamente relatar as histórias.
A web mudou tudo.
Agora os atores das histórias, públicas e privadas, criam seus próprios canais de comunicação privados ou de massa via sites, blogs, Twitter, Facebook, Google+, Orkut, tumblr...
Esses atores (pessoas, empresas, entidades, governos) não só criam seus canais para informar seus públicos como se sentem compelidos a contar as suas próprias histórias no cada vez mais extenso, intenso e interativo teatro de operações da guerra da informação na era da comunicação.
Hoje, se você não contar a sua história, ela será contada por outros.
Muita gente passa mais tempo no Facebook do que lendo seu jornal. A mídia internacional está impedida de noticiar a revolta popular contra a ditadura Assad na Síria, mas os militantes colocam dezenas de vídeos, fotos e relatos dos sangrentos combates diariamente nas mídias sociais. O primeiro relato do ataque americano ao esconderijo de Osama bin Laden no Paquistão foi de um consultor de computação paquistanês pelo seu twitter. Barack Obama outro dia deu sua primeira entrevista pelo twitter.
O fundador do jornal de esquerda espanhol "El País", Juan Luis Cebrián, disse à Folha em entrevista na última segunda-feira que os grandes concorrentes dos jornais de papel são os agregadores de notícias e as mídias sociais.
"Os diários já não dão notícias. Todo mundo já sabe as notícias quando vai ler os jornais. Os jornais explicam, fazem análises, debatem. O competidor da Folha não é o 'Estado de S. Paulo', é o Google, o Facebook, estes são nossos competidores reais. E não queremos admitir porque não sabemos como competir com eles", disse Cebrián na entrevista a Raul Juste Lores e Sylvia Colombo.
Cebrián cai numa cilada.com ao colocar os gigantes da web como os grandes competidores dos jornais. Empresas como Google, Facebook e outras que estão vindo e ainda virão são capazes de atrair bilhões de dólares dos investidores rapidamente mesmo sem modelo de negócios muito definido. Com esse dinheiro em caixa, estão investindo nos maiores talentos e tecnologias e criando novas formas de comunicação a um ritmo assustador.
E, o principal, as pessoas estão adorando. Compartilhar notícias com amigos é uma compulsão humana. Gostamos de contar (nossas) histórias. E as mídias sociais são plataformas criadas para isso.
Colocamos mais de 100 milhões de fotos no Facebook todo dia. Em épocas como o Réveillon o número é muito maior. Qual noticiário e imagens você prefere ver no dia 1º de janeiro? As notícias e fotos dos seus amigos bêbados espalhados pelo mundo comemorando a passagem do ano ou a foto anual dos fogos de Copacabana estampada nos jornais?
Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, está convicto de que o consumo de mídia, das notícias aos filmes aos games, irá migrar cada vez mais para plataformas sociais porque são coisas que gostamos de compartilhar com os outros.
Ao contrário do que diz o fundador do "El País", os jornais devem investir pesado, como as empresas de internet estão fazendo, para descobrir como usar a força da web e das mídias sociais nos seus negócios. Vê-las como parceiras faz muito mais sentido do que vê-las como competidoras e inimigas.
A revista "Economist" traz em sua última edição um dossiê sobre o futuro da notícia no qual compila todas as transformações em andamento na forma como consumimos notícias no mundo pós-web.
A revista nota que as notícias antes dos jornais de massa circulavam por tavernas e casa de café. E que agora, com a internet, estão de alguma forma voltando para esse espírito coloquial e de troca direta de ideias.
A "Economist" nota também que esse novo ambiente de comunicação total e acessível favorece a mídia radicalmente opinativa, que prospera, e cita como exemplo a própria "Economist" e os canais de notícias americano Fox News e pan-árabe Al-Jazeera.
Estamos vivendo um declínio do jornalismo "neutro", "imparcial", que na verdade vigorou apenas em algumas praças por certo período de tempo, e mesmo assim foi sempre muito questionado, e caminhando para um jornalismo com mais opinião, com mais lado.
"A transparência é a nova neutralidade", diz David Weinberger, um comentarista de tecnologia. As pessoas estarão mais inclinadas a confiar na notícia que você produz quanto mais elas souberem sobre você.
Num balanço final, a "Economist" vê essa profusão de informações e transformações como uma benção ao consumidor de notícias.
"Embora a transformação [do noticiário] traga preocupações, existe muito a celebrar nesse ambiente barulhento, diversificado, vocal, argumentativo e estridentemente vivo do 'news business' na era da internet", conclui a revista em seu editorial.
Sobre isso, não tenho a menor dúvida. Quem viveu na pré-história pré-web sabe como era difícil se informar. E esse novo acesso à informação é, entre tantas transformações, a que mais nos mudará.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

 
                                                           

Doodle 4 Google.

  • …Toda criança terá uma escola
  • …Vamos plantar mais árvores que prédios
  • …Os políticos serão super-heróis.
Você já reparou que em diversos eventos o Google costuma brincar com o seu logo? Chamamos esse logo especial de "Doodle". O Google então decidiu abrir esta brincadeira para estudantes de 6 a 15 anos e permitir que seus desenhos apareçam no lugar do logo.
Recebemos muitos desenhos interessantes e criativos durante o concurso e escolhemos 36 destes como semifinalistas da competição. Pedimos ao público para votar no Doodle favorito em cada categoria e assim foram escolhidos os 3 finalistas. Nosso Jurados escolheram então o vencedor nacional do concurso.
Parabéns a Maria Luiza Carneiro de Faria, vencedora do concurso e aos finalistas Larissa Fernandes de Souza e Rafael Okino dos Santos por seu destaque na competição. O Doodle vencedor será exibido no dia 16 de Fevereiro de 2011 na página inicial do Google Brasil.
Conheça abaixo o Doodle vencedor e os 2 finalistas do concurso Doodle4Google:
Vencedora.
Maria Luiza Carneiro de Faria - Colégio Santo Inácio.
                           

Finalistas.

Larissa Fernandes de Souza - Fundação Bradesco.
                                  
Rafael Okino dos Santos - E.E. Plínio Negrão
                               
Doodle 4 Google.
doodle for sesame street
doodle for holidays
doodle for popeye

A História dos doodles.

Ao longo do tempo, os doodles da página inicial do Google, que são oferecidos para usuários do mundo inteiro, deixaram a pesquisa mais divertida. Quando os doodles foram criados, ninguém esperava que eles se tornariam tão populares ou tão abrangentes para a experiência de pesquisa com o Google. Hoje em dia, muitas pessoas aguardam ansiosamente o lançamento de cada novo doodle e alguns até os colecionam!
Os doodles consistem em mudanças no visual do logotipo do Google para celebrar feriados, aniversários e as vidas de cientistas e artistas famosos. Seja o primeiro dia da primavera, o aniversário de Albert Einstein ou os cinquenta anos da descoberta do DNA, a equipe do doodle sempre encontra um jeito de celebrar esses eventos únicos com arte.
Divertir-se com o logotipo corporativo e redesenhá-lo de tempos em tempos é impensável em muitas empresas – mas, no Google, isso faz parte da marca. Ainda que o doodle seja antes de tudo uma maneira divertida da empresa reconhecer eventos e pessoas notáveis, ele também evidencia a personalidade criativa e inovadora da própria companhia.
Como surgiu a ideia para os doodles?
Em 1999, o conceito de doodle se originou quando Larry e Sergey, os fundadores do Google, brincaram com o logotipo corporativo para marcar a sua presença no festival Burning Man, no deserto de Nevada. Um desenho simples de uma pessoa foi colocado atrás da segunda letra “o” da palavra Google. O logotipo modificado era uma forma bem-humorada de dizer aos usuários que os fundadores haviam “saído do escritório”. Ainda que o primeiro doodle tenha sido bastante simples, a ideia de decorar o logotipo da empresa para celebrar eventos importantes foi muito bem recebida por nossos usuários.
Um ano depois, em 2000, Larry e Sergey pediram ao atual webmaster, Dennis Hwang, que era um estagiário na época, para criar um doodle para o Dia da Queda da Bastilha. Felizes com o resultado, os fundadores nomearam Dennis doodler-chefe do Google. Assim, os doodles se tornaram um acontecimento regular na página inicial do Google. No início, os doodles celebravam os feriados mais conhecidos. Hoje em dia, os doodles marcam uma grande variedade de eventos e aniversários, das Olimpíadas à chegada da sonda Rover em Marte.
Com o passar do tempo, a demanda pelos doodles cresceu nos Estados Unidos e no resto do mundo. A criação dos doodles agora é responsabilidade de uma equipe de designers talentosos. Para esta equipe, criar os doodles se tornou um trabalho que, além de dar mais graça à página inicial do Google, alegra o dia de milhões de usuários do Google no mundo inteiro.
Quantos doodles o Google já criou até hoje?
A equipe de doodles já criou mais de 300 doodles para o site www.google.com, nos Estados Unidos, e mais de 700 para o resto do mundo.
Quem escolhe quais doodles serão criados e como se decide quais eventos terão doodles?
Um grupo de Googlers se reúne regularmente para decidir que eventos e feriados terão doodles. As ideias para os doodles em si vêm de várias fontes, como os Googlers e o próprio público. O processo de seleção do doodle é feito para que eventos e aniversários interessantes – e que reflitam o amor por inovação e a personalidade do Google – sejam celebrados. Sabemos que a lista de doodles não é exaustiva, mas tentamos selecionar os doodles mais criativos e inovadores.
Por que o Google não cria doodles para determinados feriados?
Gostamos de celebrar feriados aqui no Google e sentimos muito se ignoramos algum que tivesse um significado especial para você. Como você pode imaginar, é difícil para nós escolher quais eventos celebrar em nosso site. Temos uma longa lista de feriados que gostaríamos de celebrar no futuro. Precisamos ter um equilíbrio entre um calendário rotativo e a consistência da página inicial do Google. Alguns feriados que ainda não celebramos entrarão na lista de doodles nos próximos anos. Nós estamos atentos para perceber quando um doodle não é a maneira mais apropriada para celebrar determinados eventos, especialmente aqueles de natureza um pouco mais séria.
Quem cria os doodles?
Há uma equipe de designers por trás dos doodles que você vê no site www.google.com.
Onde posso ver todos os doodles do Google criados ao longo de todos esses anos?
Todos os doodles podem ser vistos no endereço www.google.com/logos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Google negocia aquisição da produtora de vídeo.
DA REUTERS, EM NOVA YORK.
O YouTube, do Google, está negociando a aquisição da produtora de vídeo Next New Networks, em um esforço para melhorar a qualidade dos vídeos disponíveis no site e elevar sua receita publicitária, de acordo com uma pessoa que conhece as negociações.
A Next New Networks é uma empresa de capital fechado mais conhecida como a produtora de comédias online tais como "Barely Political", cujo vídeo "I've Got a Crush on Obama" foi grande sucesso em 2008, ganhando cobertura em programas de TV aberta famosos como "Saturday Night Live".
Mas ao que se sabe o interesse do YouTube é pelo serviço de desenvolvimento de vídeo e parceria da Next New dirigido a produtoras menores, com o objetivo de ajudar a melhorar a qualidade do conteúdo no YouTube, o site de vídeo dominante na Web. A empresa poderia considerar a possibilidade de fechar o estúdio da Next New e investir mais no desenvolvimento de vídeos de parceiros para exibição no YouTube, disse a fonte.
As duas empresas se recusaram a comentar.
Desde que foi fundada, em 2007, a Next New levantou cerca de US$ 27 milhões em capital, junto a investidores como Spark Capital, Goldman Sachs, Saban Capital Group e Fuse Capital. Em dezembro, ela levantou 1,2 milhão de dólares por meio de títulos de dívida.
O objetivo para o YouTube seria atrair mais espectadores aos seus vídeos, que, na disputa sempre mutável do conteúdo na Web, agora precisam oferecer valores de produção superiores a fim de concorrer com as ofertas profissionais de sites como Hulu e Netflix, bem como com os sites oficiais de empresas de mídia como a CBS e ABC, da Disney.
O gigante das buscas deve pagar "dezenas de milhões de dólares" pela empresa e o acordo pode ser anunciado na semana que vem, reportou o "Wall Street Journal" na quinta-feira.
O Google enfrenta crescente pressão dos investidores, preocupados por o YouTube não estar contribuindo para os resultados financeiros da empresa apesar do domínio que exerce sobre o setor de vídeo on-line.

sábado, 13 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

GOOGLE E O 115 ANOS DO RAIO - X

O Google está a celebrar os 115 anos da invenção do raio X com um logótipo novo.
Os Doodles, como são conhecidas estes logos alterados, são a maneira do motor de busca assinalar efemérides.
Os raio X foram descobertos em 1895, por um físico alemão chamado Wilhelm Roentgen .
Roentgen descobriu os raios por acaso e chamou-lhes X precisamente por desconhecer a sua origem. Antes de experimentar usar o raio num humano, o físico usou os raios em objectos inanimados. E quando chegou a vez de perceber o que faria a uma pessoa, Roentgen pediu… à sua esposa que expusesse a sua mão. Só mais tarde os cientistas descobriram que a exposição prolongada e desprotegida a estes raios pode provocar lesões graves.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

INTERNET EXPLORER

A interface pesada deu espaço para o navegador mais minimalista entre os existentes. No novo IE 9, o destaque são os sites, não o browser.
Na imagem, uma comparação lado-a-lado de desempenho entre IE9 e o Chrome, da Google, que leva uma surra constrangedora.
Esta mais que provodo que bons artistas copiam e os grandes roubam, pegou a interface do G.Chrome e deu o toque de genio dele. Muda, muda, muda... Continua a mesma bomba de sempre. Instável, travando a toa, sujeito a ataques mais do que os outros navegadores, ao invés de melhorar pioram!! o msn 2010 e lixo! tanta bugiganga pra nada. eu só quero acessar meus sites com rapidez e não ver bolinhas e peixinhos. Pago pra ver isso funcionar.

domingo, 30 de maio de 2010

FACEBOOK É O MAIS ACESSADO.

Facebook é o site mais visitado no mundo, diz Google.
Rede social tem mais page views do que os 99 maiores sites da internet juntos. Orkut está em 45º no ranking.
Claudia Tozetto, iG São Paulo
O Google divulgou hoje, pela primeira vez, uma lista dos sites mais visitados em todo o mundo. Com base nos acessos de abril, o Facebook foi o grande vencedor. Apesar dos problemas que enfrenta por causa da privacidade dos usuários, o site lidera o Top 1000 sites, com 570 bilhões de page views e 540 milhões de usuários únicos por mês. O ranking não inclui alguns sites do próprio Google, como a página de busca.
O levantamento confirma uma tendência apontada por relatório da Hitwise. Ele indicava, em março, que o Facebook havia superado o Google em acessos nos Estados Unidos.
Em segundo lugar da lista divulgada hoje pelo Google está o Yahoo!, com 490 milhões de usuários únicos e, em terceiro, a página inicial do Windows Live (que inclui o Hotmail e o Skydrive), com 370 milhões. O Twitter só aparece em 18º lugar, com 96 milhões de visitantes, e o Orkut está em 45º, com 45 milhões.
O total de page views do Facebook equivale a oito vezes o número do Yahoo!. Além disso, é maior que os page views dos 99 sites maiores sites juntos. Wikipedia, em 4º lugar, e Mozilla, em 10º lugar, são os únicos sites entre os 10 mais acessados que não exibem publicidade.
Entre os blogs, o Blogger (Blogspot) é o mais acessado, com 230 milhões de visitantes por mês. Entre os buscadores, sem contar a página inicial do Google, o Bing é o mais acessado, com 110 milhões de usuários únicos mensais.
Os dados da pesquisa são levantados com base na plataforma DoubleClick Ad Planner. Trata-se de um sistema de publicidade que rastreia acessos por meio de códigos embutidos em banners e links patrocinados. O Ad Planner também leva em conta outros dados, como informações enviadas pela barra de ferramentas do Google, dados do Google Analytics fornecidos por alguns websites e dados de outras emrpesas de métricas. A lista completa está disponível no site do Google aki.