Mostrando postagens com marcador BBC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BBC. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

CHEGOU A HORA

A caça a estudantes brasileiros está aberta.
As universidades americanas, segundo a BBC Brasil, de hoje, enviarão ao Brasil no fim deste mês a maior missão jamais vista, para arrebanharem o maior contingente possível de estudantes brasileiros para formarem seus corpos discentes.
Com o financiamento público patrocinado pelo Governo Federal, as universidades estrangeiras estão eufóricas. Em maio esteve aqui uma missão de universidades canadenses, nesta semana foi a vez da prestigiosa Universidade de Oxford, Inglaterra, que enviou seu mais alto escalão a São Paulo para anunciar novas bolsas de estudos financiadas pelo governo federal brasileiro. 
Enquanto isso, nossas universidades são sucateadas e esculhambadas com as famigeradas cotas raciais criadas por energúmenos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A MESMICE DE SEMPRE

Por um Natal sem neve na TV.
Quem mantém as TVs comerciais são os anunciantes. Mas, apesar disso, as emissoras poderiam ter um pouco mais de criatividade. Não há Natal na TV brasileira sem a milésima reprise do filme “Esqueceram de mim”, com neve em quase todas as cenas ou sem o indefectível “especial”, sempre com o mesmo cantor.
Por Laurindo Lalo Leal Filho, da Carta Maior.
O final de ano na TV é sempre previsível. A propaganda cresce e os programas se repetem. São filmes com muita neve, os mesmos musicais e as infalíveis resenhas jornalísticas.
A televisão no Brasil não dita apenas hábitos, costumes e valores mas também o ritmo de vida da maioria da população. Nos dias úteis com seus horários para “donas de casa”, crianças e adultos e nos fins de semana, com uma programação diferenciada, supostamente mais adaptada ao lazer.
Mas não fica ai. A TV organiza também as comemorações das efemérides ao longo do ano, das quais o ponto alto é o Natal. Com muita antecedência saltam da tela canções da época e muita propaganda, criando clima para o “espírito natalino”.
As crianças são o alvo principal da publicidade. Se já são bombardeadas com apelos de compra o ano todo, no Natal a pressão cresce.
Apresentadoras joviais e alegres conquistam a confiança dos pequenos telespectadores com seus dotes artísticos para, em seguida, atraí-los para as compras, no mais das vezes, desnecessárias. Da classe média para cima é comum ver crianças com brinquedos pouco ou nada usados, comprados apenas como resposta aos apelos publicitários.
Mas a TV não está só nas casas de quem pode comprar. Hoje ela é um bem universalizado no Brasil, advindo dai a sensação de exclusão sofrida por crianças cujas famílias estão impossibilitadas de satisfazer seus desejos. Esse desconforto resulta da crença de que o consumo é um valor em si, substituto da cidadania. Só é cidadão quem consome.
“O que singulariza a grande corporação da mídia é que ela realiza limpidamente a metamorfose da mercadoria em ideologia, do mercado em democracia, do consumismo em cidadania” diz o professor Octávio Ianni no “Príncipe Eletrônico”, artigo que se tornou referência para a discussão do papel político da comunicação nas sociedade modernas.
No Natal a metamorfose atinge o auge e segue até a virada do ano. As mercadorias ganham vida na TV e estão à disposição para satisfazer todos os nossos desejos, o mercado oferece democraticamente a todos os mesmos produtos e ao consumi-los exerceríamos nossos direitos de cidadãos. São falácias muito bem embaladas em luz, cores e sons sedutores.
As regras do jogo são essas. Quem mantém as TVs comerciais são os anunciantes. Mas, apesar disso, as emissoras poderiam ter um pouco mais de criatividade. Não há Natal na TV brasileira sem a milésima reprise do filme “Esqueceram de mim”, com neve em quase todas as cenas ou sem o indefectível “especial”, sempre com o mesmo cantor.
Dessa mesmice nem o jornalismo escapa. As chamadas resenhas de final de ano não são mais do que colagens em forma de “clips”, usadas mais para reviver sustos já sofridos pelo telespectador do que para informar. Em determinado ano, que pode ser qualquer um, o apresentador famoso abria a resenha na principal rede de TV exclamando: “um ano de arrepiar em todo o planeta. Incêndios, terremotos, furacões”. E dá-lhe imagens espetaculares que, de notícia, pouco tem.
Podia ser diferente? Claro que sim. Poderíamos ter na TV um Natal mais brasileiro e um final de ano criativo (com a publicidade mais controlada). Realizadores não faltam, o que faltam são oportunidades para mostrarem seus trabalhos. Mais de 200 deles apresentaram pilotos de programas no Festival Internacional de Televisão, realizado em novembro no Rio. Não haveria ai gente capaz de tirar a televisão da rotina desta época?
Criatividade é o que não falta na produção audiovisual brasileira. Precisamos é de ousadia para mostrá-la ao público oferecendo bens culturais capazes de enriquecê-lo espiritualmente. Ou como dizia um diretor da BBC, a melhor TV do mundo: “temos a obrigação de despertar o público para idéias e gostos culturais menos familiares, ampliando mentes e horizontes, e talvez desafiando suposições existentes acerca da vida, da moralidade e da sociedade. A televisão pode, também, elevar a qualidade de vida do telespectador, em vez de meramente puxá-lo para o rotineiro”.
Belo desafio, não? Feliz Natal.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

OS BONS NEGÓCIOS . . .

** da série, a primeira vítima da guerra é a verdade: I) jornalistas de dois veículos diferentes, BBC e France Press, asseguram  que entrevistavam  Saif al Islam, um  dos filhos  de Kadafi, enquanto rebeldes anunciavam ao  mundo que ele estaria preso.
** II) ainda na 2º feira à noite, Reuters divulgava foto de Saif al Islam sendo saudado por populares nas ruas de Trípoli naquele instante.
 ** rebeldes haviam confirmado a sua prisão 24 horas antes.
** III) a história dos acontecimentos desses dias em Trípoli ainda está por ser contada:  Mustafá Abdel Yalil, presidente do Conselho Nacional de Transição, órgão máximo dos rebeldes, ameaçou demitir-se se não cessarem atrocidades e execuções de civis pelas forças que invadiram Trípoli precedidas dos bombardeios da OTAN.
 **  Sarkozy, que  lidera o ataque da OTAN, ao lado de Cameron, planeja reunião em Paris para discutir a agenda da 'reconstrução'.
** 20 bilhões de euros em depósitos líbios congelados em bancos ingleses e alemães seriam liberados por Londres e Bonn para esse fim.
** empresas francesas, inglesas e alemãs devem ter expressiva participação nesse processo.
**Bolsas européias antecipam bons negócios com o fim do regime líbio.
** pregões são puxados por ações de petróleo e gás.
** Líbia já produziu 2 bilhões barril por dia.
" O regime de Kadafi está acabado e o futuro da Líbia pertence ao povo"
(Barack Obama, nesta 2º feira, horas depois de a TV Al Arabyan informar que OTAN ainda realizaria pesados bombardeios em Trípoli ao final  do jejum de Ramadan; objetivo é eliminar núcleos de resistência para o avanço das forças rebeldes;  em apenas 24 hs de luta pelo poder em Trípoli morreram 1.700 pessoas).

- (Carta Maior; 3º feira, 23/08/ 2011)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

JUROS . . .

Peso de juros sobre dívida brasileira é o maior entre países do G20
DA BBC BRASIL.
A proporção do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro gasta com pagamento de juros da dívida pública federal vem caindo nos últimos anos, mas ainda é a maior entre as 20 maiores economias do mundo e também supera a de países europeus afetados pela crise da dívida, à exceção da Grécia.
Segundo dados da EIU (Economist Intelligence Unit) sobre 25 países mais a União Europeia, compilados a pedido da BBC Brasil, o serviço da dívida brasileira consumiu 5,1% do PIB do país no ano passado, proporção inferior apenas aos 5,47% do PIB gastos pela Grécia país que na semana passada teve aprovado um segundo pacote bilionário de resgate para garantir o pagamento de suas dívidas.
Outros países europeus afetados pela crise das dívidas têm uma proporção bem menor de gastos com juros. Portugal gastou no ano passado 3,04% de seu PIB com pagamento de juros de sua dívida, a Espanha, gastou 1,6%, a Irlanda, 3,2% e a Itália teve 4,53% de seu PIB consumido com o serviço de sua dívida.
Apesar de ter a segunda maior proporção de gastos com o serviço da dívida, o Brasil é apenas o 13º da lista quando considerada a proporção do endividamento total em relação ao PIB.
Segundo os dados da EIU, a dívida total brasileira correspondia a 59% do PIB do país ao final do ano passado, proporção bastante inferior a países como Japão (199%), Grécia (143%), Itália (119%), Irlanda (95,7%) e Portugal (93%).
"A alta proporção do PIB gasta com juros pode ser vista como um fator de vulnerabilidade da economia brasileira, mas nas atuais condições não são consideradas como um grande problema", avalia Irene Mia, diretora regional para América Latina e Caribe da EIU, braço de pesquisas da revista "Economist".
"O Brasil está crescendo solidamente, tem um bom superávit primário e vem recebendo um grande fluxo de divisas por meio de investimentos estrangeiros diretos. Tudo isso ajuda a compensar a vulnerabilidade de pagar juros tão altos", avalia.
QUEDA.
A proporção do PIB brasileiro gasta com o serviço da dívida vem caindo nos últimos anos --depois de chegar a 8,54% em 2003, caiu para 5,1% no ano passado e, segundo as projeções da EIU, deve ficar em 4,9% neste ano e em 4,3% em 2015.
Nesse período, segundo a organização, o total da dívida brasileira deve cair dos atuais 59% do PIB para 53,7% do PIB em 2015.
As projeções indicam que em 2015, após a reestruturação de sua dívida, a Grécia terá uma dívida equivalente a 76,1% do PIB e deverá gastar apenas 2,2% de seu PIB com o serviço de sua dívida, após um pico de 7,3% em 2012.
Outros países europeus, porém, devem verificar um grande aumento na proporção do PIB gasto com juros. A Itália deve chegar a 2015 gastando 6,1% de seu PIB com juros, Portugal deve gastar 6% e o Reino Unido, que em 2010 gastou 2,95%, deve chegar a 4,6% em 2015.
O principal fator que eleva a proporção do PIB brasileiro gasta com o serviço da dívida é a alta taxa de juros básicos, já que a maior parte da dívida brasileira atual foi tomada no mercado interno.
A dívida externa, tomada em moeda estrangeira e a juros praticados no mercado de crédito internacional, representa menos de 5% do total da dívida pública brasileira, segundo os dados do Banco Central.
EUA E JAPÃO.
Os dados compilados pela EIU mostram que o peso da dívida brasileira é muito maior para a economia do país do que as dívidas do Japão, país com a maior dívida relativa ao PIB do mundo, e que os Estados Unidos, que têm a maior dívida nominal.
O Japão, cuja dívida total já ultrapassa os 200% de seu PIB, gastou em 2010 apenas 1,43% de seu PIB com o serviço dessa dívida. Essa proporção deverá ser ainda menor em 2011, com uma projeção de gasto de 0,8% do PIB com os juros da dívida.
No caso dos Estados Unidos, que se veem envoltos na polêmica discussão sobre o aumento do limite para o endividamento do país, dos atuais US$ 14,3 trilhões, esse valor deverá representar neste ano 68,3% do PIB do país, e os gastos com juros deverão consumir 1,4% da produção anual de riquezas americana.

domingo, 22 de maio de 2011

GANGSTERS

TV: Havelange e Ricardo Teixeira devolvem suborno após acordo.
Acho que houve algum engano. A obra no início gera um desespero. Mas, depois que prepara os alicerces, a coisa vai fluindo e pega velocidade de .... Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Fifa teria em seu poder documentos que comprovam atos de corrupção de Teixeira (foto) e Havelange - Foto: Ricardo Matsukawa/Terra.
Os brasileiros João Havelange, ex-presidente da Fifa, e Ricardo Teixeira, atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), estariam envolvidos em casos de corrupção, segundo afirmou neste domingo a rede de televisão britânica BBC.
De acordo com o canal, ambos tiveram que devolver subornos que teriam recebido de uma empresa de marketing esportivo após terem chegado a um acordo com a justiça.
A Fifa teria em seu poder documentos que comprovam que tanto Teixeira como Havelange receberam subornos da empresa International Sports and Leisure (ISL).
Após uma investigação realizada por um tribunal da Suíça, no ano passado, ambas as partes teriam chegado a um acordo e o dinheiro foi devolvido para a empresa, informou a BBC, que divulgará mais detalhes sobre o caso no programa de investigação Panorama.
A televisão britânica também disse possuir provas de que Jack Warner, vice-presidente da Fifa, teria vendido ilegalmente ingressos para a Copa do Mundo de 2006 através de um intermediário.
AFP

quinta-feira, 19 de maio de 2011

TÁI ISSO EU QUERO VÊ

Obama muda tom e diz que Estado palestino deve ter fronteiras de 1967.

FotoPRESIDENTE DOS EUA, BARACK OBAMA
Mudando o tom em relação a pronunciamentos anteriores, o presidente americano, Barack Obama, disse nesta quinta (19) que um futuro Estado palestino deve ser baseado nas fronteiras existentes antes do conflito de 1967 – reivindicação feita pelos palestinos e rejeitada por Israel. “Os Estados Unidos acreditam que as negociações devem resultar em dois Estados, com fronteiras palestinas permanentes com Israel, Jordânia e Egito e fronteiras israelenses permanentes com a Palestina”, afirmou. “As fronteiras entre Israel e Palestina devem ser baseadas no traçado de 1967, com trocas acordadas mutuamente, para que fronteiras seguras e reconhecidas sejam estabelecidas para ambos os lados”, disse. Segundo analistas, as declarações marcam uma mudança na política dos Estados Unidos, que até então costumavam afirmar apenas que “os palestinos desejam” um Estado com as fronteiras de 1967, e agora parecem manifestar apoio a essa reivindicação.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Dilma se junta a outras 17 líderes na lista de mulheres no poder.
BBC Brasil
Ao assumir a Presidência do Brasil, em janeiro, Dilma Rousseff vai entrar para um restrito clube de líderes globais que tem, atualmente, 17 mulheres.
Ainda que cada uma dessas presidentes ou primeiras-ministras tenha chegado ao poder em circunstâncias distintas, especialistas ouvidas pela BBC Brasil traçaram paralelos entre elas. Também comentaram as dificuldades que as mulheres enfrentam no poder pelo mero fato de serem ainda poucas no panorama mundial.
Veja trajetória de Dilma Rousseff
Veja mulheres que ocuparam cargos de liderança na política mundial
Leia a biografia de Dilma Rousseff
Segundo dados compilados pela entidade americana 50-50 by 2020, que defende a representação igualitária dos gêneros no poder, as 17 mulheres --Dilma ainda não incluída-- estão à frente de 16 países do mundo (a Finlândia tem uma presidente e uma primeira-ministra), de um total de 192 nações representadas na ONU.
"Fora dos países escandinavos, onde cerca de metade dos gabinetes já é formada por mulheres, há relativamente poucas delas em cargos eletivos", diz Wendy Stokes, autora de Women in Contemporary Politics.
Dessas 17 citadas, aliás, uma não foi eleita: Roza Otunbayeva assumiu o comando do Quirguistão após um golpe de Estado que depôs o presidente. Outras não são necessariamente as principais mandantes de seu país caso da Índia, onde Manmohan Singh ocupa o cargo mais importante, o de primeiro-ministro, e a presidente Pratibha Patil tem um posto cerimonial.
Força militar.
Segundo Charlotte Bunch, do Center for Women's Global Leadership, da universidade americana Rutgers, "as mulheres ainda vivem o desafio de mostrar que são fortes o suficiente em questões-chave, como o comando militar, em especial em países onde isso é particularmente relevante".
Para Bunch, isso é uma possível explicação para o fato de os Estados Unidos ainda não terem tido uma mulher na Presidência.
Mas são exceções significativas a Alemanha --comandada pela chanceler (primeira-ministra) Angela Merkel, que mandou tropas para a Guerra do Afeganistão-- e o Chile, até poucos meses atrás presidido por Michelle Bachelet, que antes fora ministra da Defesa.
"Margaret Thatcher (primeira-ministra britânica entre 1979 e 1990) e Indira Gandhi (primeira-ministra indiana entre 1966 e 1977 e 1980 e 1984) quase tinham que dizer 'sou um homem' (para obter respeito). Hoje, as mulheres começam a serem vistas como portadoras de ideias novas."
Mas Bunch observa que há outra maneira de encarar essa possível noção de fraqueza militar feminina.
Para a estudiosa, o mundo atual espera líderes mulheres que "sejam capazes de mostrar que podem usar a força, mas somente como último recurso". Em geral, diz Bunch, elas têm sido eleitas para "colocar ênfase na paz, para unir (o país) quando tudo desmorona".
Esse foi o caso da liberiana Ellen Johnson Sirleaf, eleita em 2005 para comandar um país devastado após uma ditadura e uma sangrenta guerra civil.
Sirleaf, a primeira presidente mulher eleita na África, restaurou a credibilidade da Libéria perante a comunidade internacional e é citada pelas especialistas ouvidas pela BBC Brasil como um exemplo a ser seguido por Dilma.
"Ela foi decisiva para reconstruir seu país após a guerra", diz Yvonne Galligan, do Center for Advancement for Women in Politics, da Queen's University, em Belfast. "Assim como Bachelet, virou um símbolo de unidade para seu povo."
Estereótipos.
Segundo as analistas, não é um estereótipo afirmar que as mulheres no poder dão atenção a temas diferentes - em geral sociais - em comparação com seus pares masculinos.
Em seu livro, Stokes cita levantamentos feitos no Poder Legislativo americano que indicam que as representantes, independentemente de sua filiação partidária, tendem a apoiar mais agendas liberais.
Na Índia, parlamentares mulheres costumavam apoiar mais fortemente políticas de educação, saúde, higiene e controle de bebidas alcoólicas.
Ao mesmo tempo, elas não escapam de serem julgadas, sob os olhos da opinião pública, por outro estereótipo: o da vaidade.
"Na vida pública, as mulheres não têm como vencer quando o assunto é aparência", opina Galligan. "Elas costumam ser criticadas tanto se cuidam demasiado de sua imagem como se têm uma aparência ruim."
"Em geral, ninguém comenta se um político homem está gastando muito com maquiagem. E, para aparecer em público, eles também usam muita maquiagem", acrescenta.
Patronos políticos.
Na lista de poderosas, Dilma estará acompanhada de líderes de países do G20 --as 20 maiores economias do mundo-- como Merkel, a presidente argentina, Cristina Kirchner, e a primeira premiê da história da Austrália, Julia Gillard.
Também estão na lista diversas líderes asiáticas, algumas delas, seguindo uma tradição oriental, oriundas de famílias importantes que as alçaram à política.
No Ocidente, essa tradição familiar não é tão forte. Mas, enquanto Cristina ascendeu na política na esteira da carreira de seu marido e antecessor, Néstor Kirchner, Dilma se tornou candidata após a bênção de Luiz Inácio Lula da Silva, que esforçou-se para transferir sua popularidade à ex-ministra.
Galligan, no entanto, relativiza a importância do patronato no caso brasileiro: "Dilma foi promovida por Lula, mas ela construiu sua própria carreira política", diz.
E, independentemente disso, ou de Dilma personificar ou não a mulher brasileira, as analistas veem sua chegada ao poder como mais um fator para despertar a atenção mundial para o Brasil.
"Em geral, é algo visto como progressista", avalia Stokes. "A eleição de uma mulher é tida como um marco positivo de democratização."

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A VERDADE NUA É CRUA .

Do Conversa Afiada:A entrevista de FHC para o Hard Talk.
FHC se esborracha na BBC (ele só faz sucesso no PiG)
O PiG não divulgou aqui no Brasil, pois ele se complicou nas resposta.
FHC não precisava mais se expor assim. Essa competição suicida com Lula, o inconformismo com a boa fase do país, extravasaram as fronteiras do país. Esse sentimento menor depõe não apenas contra ele, mas contra o próprio Brasil.
VIDEO IMPERDIVEL

A imprensa não precisa gostar deste ou daquele, mas apenas fazer o que dela se espera. Ou seja, jornalismo; no caso desta entrevista, até primário.
E olha que esse espaço só foi conseguido pelo fato da BBC fazer parte de uma espécie de PIA (Partido da Imprensa Americanizada), ou seja, tem um certo alinhamento com o nosso PIG.
E mesmo assim, FHC esqueceu-se de que mesmo com certo viés, a imprensa internacional ainda tem compromissos com o jornalismo que, por aqui, inexistem. Só isso pode justificar sua frase inicial de que o brasileiro está desanima,  a que brasileiro ele se referia? Ao tucano que lê a Veja?
Diversas coisas negativas - Primeiro ele dizer que existe um pessimismo generalizado no pais, quando isso é obviamente uma inverdade, depois ele tem que colocar que é um pessimismo das pessoas “anormais” (já que as pessoas “normais” estão otimistas), ou seja, demonstra claramente sua convicção na estratificação social em que algumas pessoas são instrisicamente melhores que outras, pelo menos em matéria de opinião. O reporter desnuda impiedosamente FHC, que questionado e acuado por perguntas objetivas e incisivas mostra o lado descobrindo o orgulho ferido, o ressentimento pessoal e uma mal disfarçada inveja, é quando o reporter chega a mencionar o engavetador geral da republica a situação chega a ficar constrangedora, improvavel nas respostas referentes a corrupção no seu governo, gagueja não convence e sai mastigado e digerido.