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quinta-feira, 29 de março de 2012
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
APOSENTADORIA
Os demotucanos e a direita neoliberal falam sempre nas "reformas" que o Brasil precisa. Dizem que FHC as começou e Lula não as completou.
Que "reformas" são essas? Por que a direita insiste tanto nelas?
São basicamente duas:
- reforma da previdência - trata-se de:
a) reduzir os benefícios dos aposentados e pensionistas;
b) dificultar a aposentadoria, ampliando o tempo exigido de trabalho;
c) aumentar a porcentagem que o trabalhador paga à previdência.
Tudo para eliminar o tal "rombo da previdência". O que não é falado é que os aposentados contribuíram para o progresso do Brasil e NADA justifica reduzir seus já acanhados proventos.
- reforma fiscal e tributária - trata-se de:
a) reduzir os impostos pagos pelas empresas;
b) reduzir, consequentemente, investimentos sociais (que são chamados de "gastos do governo");
c) reduzir o tamanho do Estado, principalmente nas áreas sociais.
Estas são as "reformas" que FHC começou e Lula, felizmente, interrompeu.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
FALTOU O BRASIL
PAULO VINICIUS COELHO - PRANCHETA DO PVC
A IMAGEM de Dunga irritado à beira do campo de Durban, no empate contra Portugal, bem poderia ser revista na derrota de Port Elizabeth. O Brasil não conseguiu fazer o que mais marcou seu estilo em quase cem anos de seleção: toque de bola.
Quando o jogo começou, forte, o Brasil respondeu. Dividiu, estremeceu, contra-atacou. E, num passe lindo de Felipe Melo, fez 1 a 0. Jogada de posse de bola.
O Brasil esteve 53% do tempo com a bola no pé no primeiro tempo. Mas do jeito errado, com passes trocados na defesa que rodavam de Lúcio para Juan, de Juan para Michel Bastos, para Felipe Melo. Quando a bola chegava a Kaká, Robinho, Daniel Alves e Luis Fabiano, o time apressava o ritmo. Queria velocidade.
O jogo não queria. Quando a Holanda articulou mais passes no campo ofensivo, era preciso trocar passes no ataque. Parar a bola, tirar a velocidade do jogo. Lembra do Ganso contra o Santo André? O Brasil não conseguiu fazer isso.
O Brasil do contra-ataque precisava do toque, da cadência, do drible. Não tinha.
A Holanda, sim. Sneijder, dono do jogo e do Mundial até agora, desapareceu no primeiro tempo, marcado por Gilberto Silva. Reapareceu buscando o jogo pelos lados, na segunda etapa.
Foi ele quem recebeu de Robben e fez o cruzamento que o ponta não conseguia fazer. O melhor goleiro do mundo e o melhor exemplo do que Bert van Marwijk, técnico holandês, chamou de "arrogância positiva" falhou. Ele e Felipe Melo.
O jogo exigia toque de bola. Dunga olhou para o banco e descobriu o óbvio: que os reservas não ofereciam a ele essa opção. Faltou mexer a cabeça negativamente, como fez contra Portugal. Após a eliminação, não adianta fazer isso olhando para o campo. Talvez olhando para o espelho.
A DOSE CERTA
O time de Dunga não era só contra-ataque. Gostava de jogar com a bola na maioria dos jogos. Ontem, não conseguiu. Como dito na convocação, faltou alguém no banco que mudasse o ritmo do jogo.
RIVAL DE MESSI
É a melhor Holanda da história -ao menos, a primeira a ir às semifinais só com vitórias. Sneijder é o melhor jogador da Copa e vai lutar com Messi pelo prêmio da Fifa.
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