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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

QUEM LEVA

Isenção tem custo.
Romário lembra que a CBF é passível de investigação, apesar de ser entidade privada, porque goza de isenções fiscais do governo.

CBF S/A - Cássio, goleiro do Corinthians, tem direitos econômicos ligados a gente da CBF e deve ser vendido à Roma. “Quem leva?", questiona Romário.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

CURINTIA

Lá vem a CBF 'acudir' o 'Curintia', de novo.
Olhando para nosso gloriosos futebol e, mais precisamente para a corrupta CBF, o que leio todos os dias me deixa cada vez com menos vontade de assistir ou comparecer a um jogo de futebol. 
Como tudo gira em torno do "Curintia" as orquestrações, de tão grosseiras, dão asco. Pois o glorioso bandeirinha que validou o 3º gol do Santos, impedido é verdade, foi afastado, afinal errar ou "roubar" do "Curintia num podi". É uma vergonha, ah bom, não era o timão então o "arbitro" pode operar à vontade. 
Com times medíocres e um exército de pernas-de-pau e outro de botinudos o ópio deste povinho permissivo, covarde e omisso é uma piada, são raros os bons jogos.

domingo, 4 de março de 2012

QUE VENÇA O MELHOR . . .

O Campeão Brasileiro Corinthians visita o Campeão da Libertadores Santos, pela 12ª rodada do Paulistão/12, neste domingo, na Vila Belmiro. O clássico, turbinado por dois dos melhores elencos do Brasil chama a atenção nacional, e servirá como uma amostragem do que se pode esperar das duas equipes no campeonato regional, e, principalmente, na Libertadores.
O invicto Timão, em que pese a economia do seu ataque, lidera a Paulistão de forma invicta. O Santos vem subindo de produção, após ter sido já derrotado nos dois campeonatos que disputa. Seria uma ótima oportunidade para as equipes entrarem com times mistos, uma vez que terão compromissos na Libertadores, mas este é um tipo de duelo que nem torcedores, e nem, muito menos,  técnicos deixarão escapar para buscar auto-afirmação.
No aspecto desgaste, melhor para o Santos, que somente jogará na quinta-feira, contra o Internacional, na mesma Vila Belmiro; enquanto o Corinthians jogará contra o Nacional do Paraguai já na quarta-feira, no Pacaembu. Para o Timão, um teste de fogo contra o time de Ganso e Neymar, o qual não conseguiu derrotar na Vila Belmiro em 2011. Mas, como o Timão é sempre imprevisível, vale a pena conferir o jogaço contra o time que o Corinthians já derrotou por inesquecíveis 7X1
O Campeão Brasileiro Corinthians visita o Campeão da Libertadores Santos, pela 12ª rodada do Paulistão/12, neste domingo, na Vila Belmiro. O clássico, turbinado por dois dos melhores elencos do Brasil chama a atenção nacional, e servirá como uma amostragem do que se pode esperar das duas equipes no campeonato regional, e, principalmente, na Libertadores.
O invicto Timão, em que pese a economia do seu ataque, lidera a Paulistão de forma invicta. O Santos vem subindo de produção, após ter sido já derrotado nos dois campeonatos que disputa. Seria uma ótima oportunidade para as equipes entrarem com times mistos, uma vez que terão compromissos na Libertadores, mas este é um tipo de duelo que nem torcedores, e nem, muito menos,  técnicos deixarão escapar para buscar auto-afirmação.
No aspecto desgaste, melhor para o Santos, que somente jogará na quinta-feira, contra o Internacional, na mesma Vila Belmiro; enquanto o Corinthians jogará contra o Nacional do Paraguai já na quarta-feira, no Pacaembu. Para o Timão, um teste de fogo contra o time de Ganso e Neymar, o qual não conseguiu derrotar na Vila Belmiro em 2011. Mas, como o Timão é sempre imprevisível, vale a pena conferir o jogaço contra o time que o Corinthians já derrotou por inesquecíveis 7X1 brasileiro.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Corinthians último titulo brasileiro, deu escandalo de juiz!  depois do Flamengo, não há timinho pior que o tal do Timão … ve-se que poucos entende algo de futebol, e essa dai não é uma delas…

terça-feira, 26 de julho de 2011

É fantástico!…
Então, o CORINTHIANS tem um projeto para construir sua MECA e de sopetão é CONVOCADO para salvar a cidade de São Paulo que, pasmem, não tem um estádio que PRESTE. Como salvar?… “adequando a sua futura arena para que a cidade tenha a abertura da copa do mundo de 2014″. Elementar que se você tem um projeto para 48 mil expectadores, formatado como uma obra simples e enxuta, terá um custo. Se você é convocado para fazer um estádio para 68 mil lugares e com toda a pompa que exige a FIFA, este custo elevar-se-a num montante de mais do que o dobro.
Bacana então.
Cabe ao CORINTHIANS refazer todo o projeto, aumentar capacidade, lustrá-lo e PAGAR ESSA CONTA?… Ora essa. Só um inocente tolo imagina que poderá ser assim.
QUEM PAGA O EXCEDENTE É A CIDADE E O ESTADO DE SÃO PAULO, SIM!!! …
E quem é essa figura quase abstrata governamental?: “é o contribuinte”.
Não importa a cor da camisa.
Não importa se é o Aurélio (estatal) Miguel ou qualquer outro.
Quer a copa em sampa? . . .
ENTÃO TEM QUE PAGAR.
E tenho dito!

COM O DINHEIRO DO POVO

Carlos Alberto Sardenberg – O Estado de S.Paulo.
Mesmo que a abertura da Copa do Mundo de 2014 não aconteça no estádio do Corinthians, o time paulista já está no lucro. E que lucro! Uma arena novinha em folha, totalmente financiada com dinheiro público, parte emprestada, parte dada. Desde já, é o primeiro dono de um belo legado da Copa.
O Corinthians tinha um terreno em Itaquera – doado pela Prefeitura de São Paulo – e um projeto de estádio, para o qual teria de buscar financiamento privado, como, por exemplo, está fazendo o Palmeiras em seu novo Palestra Itália. Ao se tornar estádio da Copa e, possivelmente, do jogo inaugural, depois de arquitetada a desclassificação do Morumbi, o empreendimento corintiano habilitou-se aos financiamentos e incentivos especiais. Mesmo não sendo a sede da abertura, o dinheiro público será providenciado, pois a nova arena permanecerá como única alternativa de jogos em São Paulo.
Eis como ficou o pacote de R$ 820 milhões para a construção de um estádio de 48 mil lugares, com capacidade para ser ampliado para 68 mil: o BNDES emprestará R$ 400 milhões – isso, claro, não é dinheiro dado, pois o empréstimo terá de ser pago. Mas os juros são subsidiados e as condições gerais, melhores, por ser obra da Copa; e a Prefeitura de São Paulo concederá um benefício fiscal de R$ 420 milhões. Isso é praticamente dinheiro dado.
A propósito, cabe aqui uma retificação. Tratamos deste assunto em artigos anteriores, salientando, então, que incentivo fiscal não é doar dinheiro. Como isso ocorreria? O empreendimento será administrado por um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) e construído pela Odebrecht. O incentivo tradicional seria cancelar a cobrança dos impostos municipais (IPTU e ISS) sobre as atividades diretas ali, no canteiro de obras. Por exemplo: a subcontratação de pequenas construtoras não pagaria ISS.
Mas será mais do que isso. A Prefeitura emitirá uma espécie de títulos – Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento – e os entregará para o FII responsável pela construção da arena. Esse fundo poderá vender os certificados para empresas que tenham IPTU e ISS a pagar. Assim, contribuintes que pagariam seus impostos em dinheiro para a Prefeitura vão entregar certificados comprados do fundo.
Por que fariam isso? Porque obviamente vão adquirir os certificados com desconto no mercado financeiro. Assim, um certificado com valor de face de R$ 1 milhão pode sair por, digamos, R$ 900 mil. O fundo “corintiano” embolsa os R$ 900 mil, cash, e a outra empresa abate R$ 1 milhão de ISS e IPTU. A Prefeitura recebe os títulos e os cancela. E deixa de receber cash os R$ 420 milhões. Todo o dinheiro fica para o fundo aplicar no estádio. Sem precisar devolver nada.
Isso não cabe na expressão “dinheiro dado”?
Há, ainda, um problema aqui. Construtora e Corinthians dizem que o estádio sairá por R$ 820 milhões, a serem cobertos pelo financiamento do BNDES e pelos certificados da Prefeitura. Mas como estes serão vendidos com desconto, o fundo construtor receberá por eles algo em torno de R$ 375 milhões, supondo um deságio de 10%. Feitas as contas, faltarão uns R$ 45 milhões para os R$ 820 milhões orçados. De onde virá isso?
Além disso, se for confirmada como o palco do jogo de abertura (com a Seleção Brasileira), a arena corintiana vai receber mais investimento público. O governo paulista vai colocar algo entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões para instalar ali os 20 mil lugares provisórios e, assim, chegar aos 68 mil necessários para um “estádio abertura de Copa”. Como dizem diretores do Corinthians: o timão precisa de um estádio de 48 mil lugares; se a Prefeitura e o governo estadual querem a abertura, têm de pagar por isso.
O governador Alckmin sustenta que o investimento é para obter a abertura da Copa, evento que considera muito positivo para melhorar a imagem mundial de São Paulo. O prefeito Kassab bate na mesma tecla. Ambos acrescentam que o evento trará muita gente e muitos negócios para a cidade.
Será? Começa que essa conta é sempre muito duvidosa. Além disso, o caixa do governo é um só. O dinheiro que se gasta com Copa é subtraído de outras áreas e objetivos. Assim, cabe a questão: o que traz mais benefícios duradouros para o contribuinte-pagador, o evento Copa ou metrô, corredores de ônibus, escolas, hospitais, etc.?
Isso vale para todos os governos estaduais e prefeituras de cidades-sede. Todos colocam cada vez mais dinheiro na Copa.
Políticos e governantes fazem isso alegremente, tendo a certeza de que o povo quer a Copa e vai curti-la. Mas não pode ser assim, tão ligeiro. O certo seria ter colocado a questão claramente ao contribuinte. Assim: “Querem a Copa? O.k., mas é cara. Vai custar tantos bilhões de reais, a maior parte disso virá do governo, ou seja, do seu bolso. E esse dinheiro poderia ir para hospitais e escolas. Tudo bem?”.
Não houve debate. Só se pensou naquilo: ganhar a Copa no Maracanã. E muitos governantes garantiram que não colocariam dinheiro em estádios e obras que não fossem permanentes. Agora, estão invertendo as responsabilidades e os compromissos. E nos dizem: “Não queriam a Copa? Então vamos ter de gastar, e rápido, porque já está atrasado”.
Como se não fossem responsáveis por nada disso.
Todos os países gostam de fazer Copas e Olimpíadas. Alguns fizeram bem feito, outros foram muito mal. Estamos indo pelos maus exemplos. Mas quem sabe o debate ajude a salvar a Olimpíada.
E, para piorar tudo, a Seleção não joga bola. Já pensaram, gastar um dinheirão, gastar mal e ainda perder?

segunda-feira, 18 de julho de 2011

CNN comete gafe e chama Corinthians de pequeno clube de São Paulo.
Por Rafael Vergueiro.
Em um artigo publicado nesta segunda-feira sobre o crescimento da economia brasileira, o site da CNN cometeu uma gafe e classificou o Corinthians como clube pequeno do Brasil.
“Você irá se surpreender com quem está tentando contratar Tevez. Não são sheiks nem oligarcas, mas um pequeno clube de São Paulo, o Corinthians. Estão oferecendo US$ 55 milhões (cerca de R$ 86 mi) para contratar a estrela. E a quantia é somente para a compra”, diz o texto assinado por Fareed Zakaria (clique aqui e leia na íntegra, em inglês).
O deslize da CNN já causa polêmica. No próprio site, vários brasileiros comentam a matéria – os corintianos, indignados com a frase, e os adversários aproveitam para provocar o rival.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

CORINTHIANS, O ÚNICO

JUCA KFOURI
Quando ganha, quando perde e até nos triunfos dos rivais, o alvinegro mostra ser clube único.
ÚNICO INVICTO entre os paulistas neste Campeonato Brasileiro; único time a derrotar, e golear, o líder São Paulo até aqui; único a jamais ter feito a festa que os santistas fazem pela terceira vez, assim como os tricolores já fizeram outras três e os palmeirenses ao menos uma; este é o Corinthians, único também entre os grandes de São Paulo sem casa própria.
E foi no Pacaembu, na casa que virou sua sem sê-la, que o Timão se aproveitou dos desfalques são-paulinos e o venceu sem dificuldades depois que o tricolor ficou com dez em campo, ainda no primeiro tempo.
Os 5 a 0 foram a exata tradução da superioridade alvinegra, coroada com olé e uma infinidade de bolas entre as pernas.
Pois o Corinthians é tão grande, e aparentemente tão mais importante que os rivais, embora não possa concorrer com nenhum deles na relevância dos troféus conquistados, que impressiona como nenhum de seus adversários festeje coisa alguma sem fazer questão de lembrá-lo.
Se é ainda polêmica a tese freudiana sobre a inveja que a mulher teria do pênis, parece indiscutíveis os ciúmes que o tamanho da torcida corintiana desperta em seus concorrentes.
Porque não há outra explicação para as inúmeras agressões à nação corintiana em meio aos mais que justificados festejos praianos, assim como acontece quando a festa é alviverde ou tricolor – ou até mesmo rubro-negra e colorada (de norte a sul).
Se é raro que o Corinthians tenha uma direção que chame a atenção por suas qualidades, como na época dourada da “Democracia Corinthiana”, é frequente que se vejam apontados entre os defeitos do seu comando os mesmos que se apresentam nos demais clubes.
E se o Corinthians não é o único dos grandes paulistas a conhecer a segunda divisão, só ele ganhou o primeiro Mundial de Clubes da Fifa, apesar de também apenas ele ter o título contestado.
Quem sabe um dia o Corinthians seja visto como mais um, depois de ganhar sua Libertadores e inaugurar o seu estádio, sobre o qual, com razão, pairam as mesmas críticas que um dia recaíram sobre o Morumbi, justa ou injustamente.
Porque imaginar o Corinthians com torcida menor do que alguém em São Paulo é perda de tempo, o que deixa um único caminho aos rivais: o de se dar conta de que se nem festa são capazes de fazer sem lembrar a existência corintiana é porque importante mesmo é quem é sempre lembrado.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

TV Record abre fogo contra Ricardo Teixeira, CBF e Corinthians.
RICARDO FELTRIN
A TV Record declarou guerra aberta ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Depois de exibir ontem uma reportagem de nove minutos na qual acusava o "chefão do futebol brasileiro" de ter sido subornado com US$ 9,5 milhões (R$ 16 milhões), a emissora volta a atacar o cartola esta noite, na estreia a série "Cartolas: Jogo Sujo", no "Jornal da Record". Amanhã, a "vítima" da reportagem será o Corinthians, time parceiro da Globo e arquidesafeto da Record.
Segundo a Record, Teixeira fez um acordo para devolver a propina. A emissora diz que teve acesso a jornalistas que manusearam documentos secretos que incriminam o presidente da CBF. Procurado, Teixeira não quis se pronunciar.
Na noite de hoje, os repórteres do "Jornal da Record" vão apresentar novas supostas provas de corrupção contra Teixeira, inclusive detalhes sobre investigações que vêm sendo feitas na Suíça.
Amanhã o alvo será o Corinthians e sua ex-parceira MSI. A empresa de investimento e o time paulista trabalharam juntos entre 2004 e 2007.
Steffen Schmidt/Efe
Record exibe nesta segunda-feira matéria sobre Ricardo Teixeira
Record exibe nesta segunda-feira matéria sobre Ricardo Teixeira

Guerra de times começou na TV.
O bombardeio da Record à CBF vem sendo preparado pelo menos há dois meses, desde que a Globo, com apoio de CBF e Corinthians, conseguiu minar a licitação promovida pelo Clube dos 13 para escolher a emissora que teria exclusividade do Campeonato Brasileiro até 2014. O C13 foi obrigado a fazer a licitação por ordem do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) que, no ano passado, considerou que o modelo vigente até então beneficiava única e exclusivamente a Globo, eternizando-a no monopólio da transmissão do futebol brasileiro.
Ciente de que a única concorrente que tinha dinheiro suficiente para derrotá-la nesse leilão, a Globo passou a minar --sub-repticiamente-- a licitação do C13. Para isso, contou quase que imediatamente com apoio do Corinthians, que rejeitou a tutela do C13 e negociou os direitos de seus jogos diretamente com a Globo.
A atitude corintiana surpreendeu o C13 e a Record, que já se aproximara de times como o São Paulo e o Atlético-MG, e serviu de efeito dominó: um time após o outro passou a fechar acordo diretamente com a Globo. No dia da entrega dos envelopes ao C13, surgiu ainda uma outra "novidade": a jovem RedeTV! surgiria com uma proposta considerada "surreal", de mais de R$ 1,5 bilhão pelos direitos, o que fez com que a Record pulasse fora da licitação também.
Assustados com a possibilidade de terem suas transmissões confinadas à emissora quarta colocada em audiência, e temendo perder boa parte de suas receitas, times como Palmeiras, São Paulo e Flamengo, entre outros, correram assinar com a Globo, o que ampliou a ira da Record.
Procurada, a Record nega que a série que vai estrear hoje tenha sido motivada pela disputa pelos direitos de transmissão, e diz que se trata apenas de "puro jornalismo", dado o envolvimento de Ricardo Teixeira e outros cartolas em um escândalo internacional

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A UOL conseguiu acesso às atas das duas reuniões em que a diretoria do Corinthians apresentou o projeto do estádio de Itaquera ao seu Conselho de Orientação, o Cori. Luís Paulo Rosenberg confirma tudo aquilo que já foi relatado.
O discurso é forte.
O esquema é assustador.
Entre outras confirmações o diretor deixou claro que a ideia é passar os custos dos dutos para a Petrobras.
A pressão pelo dinheiro do povo vai aumentando.
Prepare o estômago e boa leitura.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

ONTEM, GORDO; HOJE, MITO

Quem diria hen, se rendendo a mero torcedor pacional. Quando o Sentenada caiu, não me lembro de vocês falarem que caiu pra um Boca, River ou Studiantes, caiu para o temido Tolima. Vexame maior vai ser se os outros times do grupo dele massacrá-lo na Libertadores, provando assim que ele era mais fraco que Asa de Arapiraca qdo tirou o Palmeiras da Copa do Brasil. Mas ainda lhe restam esperança, tão invictos no Paulistinha. Chora. . ., outra coisa, seu mundial 2000, até hoje é contestado.
Lembrando que o 13 é do Brasil e naturalmente teria tradição, pelo país que está. O País do Futebol – que Castigo!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

OBRIGADO, RONALDO !

No CT do Corinthians, Ronaldo 'Fenômeno' reuniu a imprensa para anunciar a sua prematura aposentadoria. Embora tenha começado a entrevista aparentemente calmo, o Fenômeno deixou a emoção correr em alguns momentos, principalmente quando abordou as dores que sentia e a descoberta de uma doença no seu metabolismo.
Ronaldo começou a coletiva explicando que o fim antecipado da carreira se devia a alguns motivos importantes. Ele revelou que a sequência de lesões que tem tido nos últimos dois anos e as dores que sente pesaram na decisão, que foi tomada na quinta-feira. ‘Refleti muito em casa e decidi que era hora. Já tinha dado o máximo. Quando tomei a decisão, parecia que estava na UTI em estado terminal’, revelou o craque sobre o momento crucial.
O ‘Fenômeno’ contou que todas as pessoas próximas a ele também sofreram e que ele sentia dores até para subir uma escada. Aliás, a parte física, mais do que as pressões externas, foi o fator determinante para o fim. O próprio jogador reconheceu e declarou ‘Perdi para o meu corpo’, pois além da série de contusões, uma revelação surgiu: o hipotireoidismo. Segundo Ronaldo, ele descobriu a doença há quatro anos, ainda no Millan, e afirma que ela foi a responsável pela sua dificuldade em perder peso e que não pode tratá-la para não ser pego no doping. Nesta hora, ele aproveitou para alfinetar os críticos: ‘Deve ter muita gente agora arrependida de ter feito chacota com meu peso’.
Ronaldo aproveitou também para agradecer a todos os seus patrocinadores e a todos os clubes pelos quais passou, do São Cristóvão ao Corinthians. Aliás, para o Timão, foram dedicadas as palavras mais carinhosas, principalmente em relação à torcida, que, de acordo com o craque, é a mais apaixonada e entregue a um time que ele já viu.
O agora ex-camisa 9 do Timão afirmou que irá continuar ligado ao clube da maneira que o presidente quiser, contou que fez questão de se despedir de todos os jogadores, agradecendo a cada um cada minuto e segundo que esteve com eles e ainda anunciou a criação da ‘Fundação Criando Fenômenos’.
Num momento de descontração, Ronaldo brincou, dizendo que já estava sentindo falta da concentração e elegeu os dois momentos mais importantes de sua carreira: ‘Em primeiro, a Copa de 2002, que foi o título mais importante e em segundo, foi ter conhecido esse bando de loucos’, em referência a torcida do Corinthians.
Em alguns momentos, Ronaldo aproveitou para deixar mensagens no Twitter e para brincar com dois dos seus filhos que estiveram presentes durante toda a entrevista. Ronaldo se despediu do futebol, mas seu legado de conquistas e de recuperações espetaculares permanecerá para sempre na história do esporte mundial.
'Refleti muito em casa e decidi que era a hora', revela o Fenômeno, visivelmente emocionado.
Ouça a despedida de Ronaldo na íntegra.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

OBESSÃO PELA LIBERTADORES

Por Antero Greco, no Viramundo
A maior ameaça ao Corinthians.
O corintiano está com o coração na mão, por causa do jogo com o Tolima, na noite desta quarta-feira. Com razão. Nem tanto por desconfiar da capacidade do time – não entusiasma como dois anos atrás, mas também não é um cardume de cabeças de bagre. A apreensão se deve ao peso que, no Parque São Jorge, se dá à Libertadores. É excessivo, fora de propósito.
A obsessão pelo torneio continental fez a desgraça do Corinthians em diversas ocasiões. Só pra lembrar algumas: duas vezes caiu diante do Palmeiras, duas também foram as trombadas que levou do River Plate. No ano passado, o sonho de conquista no centenário virou fumaça contra o Flamengo. Fora outras tentativas frustradas que a Fiel prefere apagar da memória.
Pressinto tensão idêntica no segundo confronto com os colombianos. Em circunstâncias normais, o Tolima estaria longe de tirar o sono alvinegro. Mas tirou. Como franco-atirador, deu sufoco no 0 a 0 da semana passada no Pacaembu. Como continua no lucro e não tem nada a perder em casa, volta a preocupar – Tite e jogadores reconhecem que a responsabilidade recai sobre o Corinthians, o mais forte, mais famoso e mais popular nesse duelo.
A ansiedade é inimigo mais devastador do que o Tolima. Portanto, maior obstáculo a ser superado. O segundo, que também se refere apenas ao Corinthians, é a fixação pela Libertadores, esse complexo de inferioridade em relação a Santos, São Paulo e Palmeiras, rivais paulistas que já botaram a mão na taça. Não é a ausência desse troféu que vai diminuir a importância do clube no futebol brasileiro.
O terceiro desafio está no futebol que o Corinthians apresentou até agora. Exceto no primeiro tempo do jogo com a Lusa (na abertura do Paulistão), as apresentações seguintes mostraram um time irregular, ainda sem fôlego e com baixo poder de fogo. No torneio paroquial, até que essas deficiências não farão muita diferença como se classificam oito para as quartas de final certamente haverá um lugar garantido.
As limitações técnicas podem emperrar a vida na Colômbia. Tite tratou de se coçar, ao tirar Bruno César, antes visto como cérebro do meio-campo e agora relegado à reserva. Paulinho entra para tornar o setor mais pegador. A ausência de Roberto Carlos também pode ser um baque. Apesar de tudo, não vejo um quadro para catástrofe. Dá para beliscar a vaga, pelo menos com empate de 1 a 1. Superado o medo, será necessário jogar muito, mais muito mais, na fase de grupos. Não poderá ter bola meio murcha.

domingo, 30 de janeiro de 2011

LIBERTADORES . . .

Lula chama de fiasco ... eu chamo de "muito bem feito"
Torcedor é como povo. Só aprova o time se faz gol, não se ilude com propaganda.
Infelizmente o povo vota e apoia como torcedor mais cobra resultados.
É muito mais fácil enganar o povo que o torcedor.
O time está pressionado, não é fácil carregar esse peso de nunca ter ganhado uma Libertadores. Acho que o sistema defensivo é o que mais caiu nos últimos jogos. Com o Mano o Timão jogava muito forte na marcação e sempre arranjava um gol com Ronaldo ou com o sempre poderoso meio de campo. Com a saída de Elias o time perdeu muito.
Muitos comentaristas caem na histórinha de que os times sul-americanos são muito inferiores aos brasileiros por não terem jogadores de tanta tecnica.
É um erro, na maioria das vezes, esses times são melhores taticamente que os brasileiros.
Sempre causam problemas, jogam como tivesse UM jogador acima da média, eles sempre se defendem bem e tocam bem a bola. Além do mais, uma das forças do Timão é a raça e determinação, coisa que esses times têm de sobra.
Acredito que o jogo de volta será mais fácil para o estilo de jogo do Corinthians, mas se o time tomar um gol, não sei se terá estrutura emocional para reverter a situação
.

O TORCEDOR

Lula chama de "fiasco" jogo do Corinthians contra o Tolima.
Ao lado dos mandatários do Corinthians, Andrés Sanchez, o do São Bernardo, Luiz Fernando Teixeira, e do prefeito da cidade, Luiz Marinho (PT), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou um desempenho melhor do Corinthians diante do Tolima, na quarta-feira, em Ibagué, na Colômbia, pela fase preliminar da Libertadores.
Para avançar à fase de grupos, a equipe paulista tem que vencer ou empatar com gols. Em novo 0 a 0, a decisão será por pênaltis.
Adriano Vizoni/Folhapress
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a camisa metade do São Bernardo e metade do Corinthians
Lula com a camisa dividida entre São Bernardo e Corinthians

"Sou corintiano há muito tempo e também torço para o São Bernardo. Hoje, estou torcendo para que haja um empate para que meu coração não perca. O São Bernardo é um time novo, está na Série A há pouco tempo (subiu este ano), e o Corinthians está se preparando para a Libertadores. Que nessa quarta-feira (o Corinthians) não repita o fiasco que foi no Pacaembu", disse o petista, vestido com uma camisa personalizada que recebeu do São Bernardo - símbolo do Corinthians no lado esquerdo e do clube do ABC do lado direito.
Entre as modificações estádio, refletores foram instalados, cabines e camarotes e houve a ampliação da capacidade de 13.400 para 15.800 pessoas. A presença do ex-presidente no estádio 1º de Maio é simbólica, já que nas décadas de 70 e 80 o local foi palco de comícios políticos liderados por Lula. No dia 13 de maio de 1979, cerca de 60 mil trabalhadores fizeram greve e assistiram a um discurso de Lula.
Adriano Vizoni/Folhapress
Lula no estádio 1º de Maio, em São Bernardo
Lula no estádio 1º de Maio, em São Bernardo

O ex-presidente disse ainda que não "sairá mais dos estádios".
"Agora, eu vou acompanhar mais o Corinthians. É uma emoção voltar ao estádio 1º de Maio, onde comecei minha carreira política para ver os meus dois times", disse o ex-presidente, que também torce para o São Bernardo, em entrevista para a Rádio Eldorado ESPN.
Lula aproveitou para brincar com o treinador da seleção brasileira, Mano Menezes: "Não vou dar o pontapé inicial, pois o Mano (Menezes) pode me convocar apenas por ele."

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

É bom o Corinthians abrir o olho desde já. Tem a pré-Libertadores…
Por Antero Greco
Não sou da turma dos alarmistas nem vejo desgraça em cada esquina. Mas é bom o Corinthians abrir o olho logo, como se dizia no meu velho e querido Bom Retiro. Bairro, aliás, onde nasceu o glorioso alvinegro 100 anos atrás. É só começo de temporada, porém os resultados não entusiasmam. Mais do que isso, o desempenho do time preocupa, sobretudo agora que se aproximam os duelos com o Deporte Tolima, pela pré-Libertadores.
O corintiano ficou com a pulga atrás da orelha, depois do empate por 1 a 1 com o Noroeste, no final da tarde deste domingo. Nem é pra menos. Assim como havia acontecido no meio da semana, diante do Bragantino (também 1 a 1), a equipe mostrou limitação na parte física (o fôlego acabou logo), vários jogadores continuam a carecer de melhor preparo e o equilíbrio do conjunto fica muito aquém do desejado. Por isso, velhos fantasmas voltam a assombrar.
O temor da Fiel não se limita ao Campeonato Paulista. Na verdade, o torneio estadual permite reação, até com várias derrapadas, porque o regulamento é muito generoso. Como se classificam oito para as quartas de final, o Corinthians só se complicará se tiver incompetência inédita. O que não será o caso. A questão é a competição sul-americana. O Tolima não é muito melhor do que um Noroeste, mas a pressão será infinitamente maior.
O Corinthians ensaiou apenas enquadrar o rival de Bauru, sobretudo no primeiro tempo, quando Jorge Henrique, Dentinho, Roberto Carlos, Moacir e Bruno César tinham gás para ir à frente. Enquanto essa turma estava bem de pulmões e pernas, deu para animar a torcida. E a vantagem, no gol de Dentinho, foi consequência do domínio.
No segundo, porém, o time desabou. Parecia ter colocado o pé no freio, como estratégia, mas faltou mesmo melhor preparo. Os jogadores que antes se destacaram diminuíram o ritmo, Ronaldo passou em branco mais uma vez e o Noroeste cresceu. Chegou ao empate por falha de Roberto Carlos (perdeu a bola no meio-campo) e, se apertasse mais um pouco, poderia ter provocado estrago maior. Por sorte, também é limitado e se contentou com o pontinho ganho.
Não está aceso o vermelho lá pelas bandas do Parque São Jorge – nem é o caso. Ainda. Mas está na hora de o time acordar, de preferência a partir de quarta-feira. Cochilos na Libertadores não serão permitidos.

domingo, 14 de novembro de 2010

VAQUINHA DA FIEL

JOSÉ GERALDO COUTO
E se o "bando de loucos" se cotizar pelo Brasil afora para financiar o estádio da Copa do Mundo-2014?
ESTAMOS DIANTE de uma situação absurda. A CBF, a Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado decidiram que o estádio que abrirá a Copa do Mundo de 2014 será o do Corinthians, o Itaquerão ou Fielzão, que nem começou a ser construído.
Não, não é esse o absurdo. O absurdo é que ninguém sabe de onde virão os R$ 250 milhões que faltam para custear a ampliação do futuro estádio, de 48 mil para 60 mil lugares, de modo a atender a exigência da Fifa. Pelo projeto original, a obra, a ser realizada pela construtora Odebrecht com ajuda do BNDES, custaria R$ 400 milhões.
Ou seja: a CBF, o prefeito de São Paulo e o governador do Estado deram aval a uma aposta no escuro, uma conta que não bate, um rombo a céu aberto, um convite ao desastre. Todos garantem que a verba faltante não sairá dos cofres públicos. Faltou dizer como se produzirá o milagre da multiplicação dos assentos ou dos reais.
Diante desse quadro insólito, dessa leviandade sem tamanho dos nossos dirigentes esportivos e políticos, resolvi sugerir uma solução, digamos, heterodoxa: por que não fazer uma vaquinha entre os torcedores do Corinthians para cobrir essa "pequena" diferença?
A ideia não é original. Pelo menos um antecedente célebre mostra a sua viabilidade.
Em meados dos anos 20, quando o Vasco da Gama era discriminado pelos outros clubes por aceitar atletas negros em seu elenco, inventou-se que o time não podia participar da liga carioca porque não dispunha de estádio próprio.
Mais do que depressa, a diretoria cruzmaltina empreendeu uma enorme campanha de arrecadação de fundos junto à comunidade luso-brasileira. Padeiros, sapateiros, comerciantes, operários, todos deram seu quinhão.
Resultado: em 1927 o Vasco inaugurou em São Januário o então maior estádio do Brasil (condição que só viria a perder em 1940, com a abertura do Pacaembu).
Uma pesquisa feita pelo Ibope para o jornal "Lance!" atestou que a torcida corintiana soma 25,8 milhões de adeptos em todo o país (só perde para a do Flamengo, com 33,2 milhões).
Se cada corintiano doar R$ 10, dará para completar o orçamento do Fielzão e ainda sobrarão uns trocados. "Trocados"? Com esses R$ 8 milhões poderiam ser impressos diplomas para os fiéis doadores. Delírio? Bem, para situações irracionais, respostas delirantes.
Afinal, não é um bando de loucos?