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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Torço pelo vôlei feminino desde dos anos 80, vi a seleção campeã olímpica, mas resiste um sentimento de desconfiança, afinal passei a década de 90 toda com um time que, por exemplo, venceu tudo, inclusive de cubanas e russas e perdeu na semifinal. Sei, os tempos mudaram, a seleção, o próprio esporte, mas é uma adrenalina que guardo para o último ponto do último set da final, onde certamente estaremos domingo… Japão mesmo com a torcida e apesar de ser da escola asiática não chega ao volume de jogo da China de 2004.
Fico assustado com parte de nossos torcedores quando colocam melhor e pior em relação a jogadores, acredito mais em fases e peculiaridades, por isso estou adorando o desenvolvimento das duas levantadoras, que acho boas, não excepcionais, mas boas, o que no mundo a maioria é para se chegar a uma seleção.
A atuação das meninas foi quase ‘ótima’.
A recepção ainda está instável, mas a defesa não tem pra ninguém. O que Jaqueline & Cia defenderam neste jogo, meu Deus… Já no ataque, quando colocam bolas quase impossíveis no chão, deixam a desejar nos ataques mais ‘fáceis’ e param no bloqueio adversário.
Algumas tiveram falhas absurdas, claro, principalmente na recepção, mas depois que o time pegou o ritmo do jogo, não parou mais. A Fabi realmente não está numa fase muito boa, porque tomar 3 aces seguidos da Bown é complicado… mas é assim mesmo. Elas erraram o quanto podiam e se classificaram invictas. Agora, na semifinal contra as japonesas, elas vão ter que se concentrar ao máximo, e não cometer mais esses erros se quiserem ser campeãs.
Acho que Japão Vs Brasil será um jogo muito bom e que vai exigir das brasileiras muita paciência também, mas o jogo entre EUA Vs Rússia vai ser melhor ainda, não tenho dúvidas!
Tenho notado uma condescendencia dos juízes em relação a alguns levantamentos de algumas jogadoras? sei não, ficam parecendo dois toques, como geralmente é contra o Brasil posso estar sendo bairrista.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Instável, Brasil perde para o Japão na estreia na fase final do Grand Prix
"Nós não jogamos o nosso jogo hoje e tivemos muitos altos e baixos. Japão se aproveitou da situação e nos venceu", disse o técnico Zé Roberto Guimarães
Aretha Martins, iG São Paulo
A seleção brasileira feminina estreou com derrota na fase final do Grand Prix. Nesta madrugada, o time comandado por José Roberto Guimarães perdeu para o Japão por 3 sets a 2 (13/25, 25/23, 18/25, 25/22 e 15/13) em partida disputada em Ningbo, na China. O Brasil, que busca o nono título na competição, terceiro consecutivo, marcou um ponto com a derrota. O Japão ficou com dois pontos na tabela.
Esse foi o segundo confronto entre Brasil e Japão no Grand Prix. Na primeira rodada da fase classificatória, em São Carlos, a seleção venceu com facilidade por 3 sets a 0. A situação parecia que iria se repetir nesta madrugada depois de um primeiro set quase perfeito e 25 a 13 no placar. Entretanto, as japonesas se recuperaram, com grande volume de jogo, e conseguiram a virada no tie-break.
"Nós nunca havíamos derrotado o Brasil antes, então todos estamos felizes com essa vitória", comemorou a capitã japonesa Erika Araki. Já o técnico Masayoshi Manabe destacou o fundo de quadra da sua equipe. "Nós jogamos muito bem, principalmente na defesa", disse o comandante.
Do lado brasileiro, reconhecimento. Segundo a capitã Fabiana, a seleção nacional começou bem, mas as nipônicas conseguiram impor velocidade e controlaram a partida. "O primeiro set não foi uma surpresa para nós. É sempre assim. Mas elas nunca desistem", elogiou o técnico Zé Roberto, que também criticou o seu time. "Nós não jogamos o nosso jogo hoje e tivemos muitos altos e baixos. Japão se aproveitou da situação e nos venceu", analisou.

sábado, 21 de agosto de 2010

Brasileiras vencem e vão às finais do Grand Prix.
Seleção de vôlei busca seu 9º título no torneio.
O Brasil derrotou Porto Rico, ontem, em Taiwan, por 3 sets a 0 (25/18, 25/13 e 25/20) e garantiu vaga na fase final do Grand Prix, que será de 25 a 29 deste mês, na China.
"Fiquei satisfeito com a atuação da equipe. Sacamos bem e fomos eficientes na relação bloqueio/defesa", afirmou o técnico José Roberto Guimarães. "Continuo mexendo no time para dar ritmo a todas. Isso será muito importante para a fase final."
O destaque e maior pontuadora da equipe brasileira foi a ponta Paula Pequeno, que teve atuações apagadas nos primeiros jogos da competição. "Aos poucos vou ficando mais à vontade em quadra. As oportunidades que o Zé Roberto vem me dando são importantes para uma evolução gradativa."
Apesar da vitória e da classificação, outra ponta, Jaqueline, detectou algumas falhas. "Ainda vacilamos em alguns momentos, principalmente nos contra-ataques. Vamos continuar melhorando", disse ela, que obteve sua 99ª vitória com o Brasil.
Nesta madrugada, a seleção brasileira, atual campeã olímpica e que busca seu nono título no Gran Prix, enfrentaria Taiwan. Amanhã, às 3h30, encerra a participação na primeira fase da competição, contra a Polônia.
"As polonesas estão fazendo uma boa campanha e brigam pela liderança. A equipe tem bom volume de jogo, um bloqueio alto e consistente", declarou Zé Roberto.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

VOLLEBALL É ENEACAMPEÃO

AiG Esporte - Mundo do Vôlei, por Aretha Martins.
Foto: Reuters
Brasil fatura 9º título e supremacia na Liga Mundial
A seleção brasileira masculina conquistou mais um título da Liga Mundial com a vitória por 3 sets a 1 (25/22, 25/22, 16/25 e 25/23) sobre a Rússia na final deste domingo. Com mais esse ouro, o Brasil é supremo no torneio, deixando Itália para trás e sendo o único país eneacampeão. Somos campeões mais uma vez!
Théo, boa surpresa da final.
O time brasileiro não estava bem nas finais, teve altos e baixos em todas as partidas, mas deixou isso para trás para a decisão. Começou com Marlon, que conquistou a posição de levantador titular, e Théo, substituto de Leandro Vissotto, vetado pela comissão depois de ter torcido o tornozelo na semifinal.
Para o bem do Brasil, os “novatos” foram uma surpresa para a Rússia, e o time impôs velocidade no ataque e mostrou eficiência em todos os fundamentos. Foram dois belos sets e também alguns altos e baixos, mas o time se recuperou. E quem diria que um saque flutuante faria toda a diferença na final contra os gigantes e fortes russos? Pois foi assim que o Brasil fechou e ficou com mais um título.
Foto: EFE
Ataque do melhor jogador da Liga.
Mais uma vez a seleção foi um belo conjunto. Todos juntos fizeram o time eneacampeão: jogadores em quadra e o técnico Bernardinho. O único que destoou do elenco em toda a competição, como disse diversas vezes por aqui, teve seu merecido prêmio. Murilo, o cara do Brasil e sempre no auge, foi o melhor jogador da Liga Mundial. E para coroar os novatos, Mario Jr foi o melhor líbero.
Os brasileiros podem não ter sido impecáveis ao longo do torneio, mas usaram a inteligência para se adaptar aos jogos, desde o primeiro contra a Bulgária até hoje, vendo que o caminho era aliviar o braço e acreditar no nosso bloqueio. E também tiveram força no peito para, até na Argentina, cantar o hino nacional até o final e fazer a cerimônia de premiação esperar. Isso é Brasil!
Brasil é eneacampeão da Liga Mundial.
Saiba como foi o jogo set a set:
Primeiro set.
Bernardinho cumpriu a palavra e começou o jogo com o time que terminou a vitória contra Cuba, com Marlon e Théo como titulares. Em quadra, o Brasil se mostrou solto, jogando com passe na mão, usando ...