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segunda-feira, 2 de maio de 2011

SÃO PAULO INDY 300

Show de Sato e Simona na vitória de Power na SP Indy 300.

E a edição 2011 da São Paulo Indy 300 finalmente teve a quadriculada agitada. Quase 22 horas depois da primeira largada, Will Power venceu no molhado circuito do Anhembi. Depois de largar na pole-position, o australiano mostrou que é bom no molhado também. Adotou uma estratégia cautelosa e deu o bote na parte final da prova. Esta foi a segunda vitória de Power em 2011(a segunda em São Paulo), que assumiu a liderança da competição.
(Indy Car Website)
Depois do adiamento da etapa brasileira por causa da forte chuva que caiu na capital paulista no domingo, pilotos e equipes agitaram a manhã da fria segunda-feira em São Paulo. Como era previsto, a chuva voltou a cair na área do circuito. Porém, a água não teve a força de ontem e os competidores puderam fazer a relargada a partir da volta 14 – momento em que houve a suspensão na tarde do domingo.
A vitória de Power quase chega a ser óbvia por seu talento de guiar em circuito misto, de rua e, por que não, no molhado e pelo seu atual momento. Mas a sensação da caótica etapa brasileira foi Takuma Sato. O japonês da KV assumiu a ponta logo no início da corrida de hoje, deixando Power (que chegou a dar um ‘selinho’ no muro na volta anterior) para trás no final da reta.
 
(Indy Car Website)
O ex-F1 virava rápido e liderou boa parte da corrida; deve ter levado o bairro da Liberdade à loucura! Pena que Takuma foi traído por uma melhor estratégia da equipe e no finalzinho foi obrigado a fazer um pit e deixar a vitória da São Paulo Indy 300 no colo de Will Power.
Piloto da HVM, Simona de Silvestro andou muito bem no piso encharcado do Anhembi. Prejudicada por causa do acidente que se envolvem com Helio Castroneves e Danica Patrick na primeira volta de domingo, a suíça fez a melhor volta da prova e andou na segunda metade da corrida desta segunda-feira no mesmo tempo do então líder Sato. Tanto que ela tirou uma volta de desvantagem na pista, ao passar todo pelotão, inclusive o piloto nipônico, que ocupava a ponta no dado momento. Com tanta sede, Simona cravou a melhor volta do circuito e levou um troféu para casa pelo feito. Neste fim de semana, tive a oportunidade de conversar com Simona na garagem da HVM. Não tenho dúvida de que essa suíça vai dar muito trabalho na Indy num futuro bem próximo.
(Luca Bassani)
O pódio da etapa brasileira da F-Indy teve, ainda, o surpreendente Graham Rahal, que terminou em segundo, e Ryan Briscoe. Os brasileiros não foram bem: por causa dos acidentes de ontem, Helio Castroneves e Tony Kanaan concluíram a prova na 21° e 22° lugares, respectivamente. Vitor Meira foi o melhor, terminando na 17ª colocação. Já Bia Figueiredo e Raphael Matos abandonaram.
A confusão foi tanta na São Paulo Indy 300 que até as equipes se enrolaram: depois de rodar e danificar sua asa traseira, Ryan Hunter-Reay foi no pit fazer a troca da peça; o time colocou a asa de Mike Conway, com o número que o inglês usa no campeonato. Isso é que é improviso! Que coisa, heim?!
Sou 100% favorável a corridas internacional aqui no Brasil. Acho que temos condições de organizar provas deste porte, mas o que aconteceu em São Paulo precisa ser revisto. Por falar em dever de casa, o que era aquela área de escape no ‘S’ no final da reta? Na chuva, parecia que passaram sabão ali.
(Indy Car Website)

domingo, 1 de maio de 2011


Pilotos da SP Indy 300 homenageiam Senna

(Total Race/Bruno Vicaria)

Todos os cinco pilotos brasileiros lembraram o talento ímpar de Senna. Dentre as homenagens, Vitor Meira correrá no circuito de rua do Anhembi com uma nova pintura em seu capacete, como mostra a foto acima publicada no site Total Race, do amigo Bruno Vicaria.
Pouca gente lembra, mas na penúltima semana de 1992, Senna testou um Penske no misto de Firebird a convite de Emerson Fittipaldi. Na época, o bicampeão competia com o carro de Roger.

domingo, 5 de setembro de 2010

ACIDENTE NA FÓRMULA INDY

Piloto brasileiro Vitor Meira se choca em muro durante prova da Fórmula Indy, nos EUA - Foto: AFP
Cenas como essas são, ao mesmo tempo, assustadoras e espetaculares.
É acredito que se não tivesse a segurança nos carros de corrida evoluído tanto nos últimos anos, o índice de mortes nos esportes automobilísticos seria altíssimo, e o mais incrível como após acidentes como esses os pilotos saiam ilesos e ainda tenham coragem para embarcar nos cockpit de seus carros.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

É O FIM DA PICADA


É dez mil vezes pior do que a palhaçada ferrarista na Alemanha, Tiraram a vitória de Helio Castroneves, depois da bandeirada, por conta dessa relargada. Ele se defendeu de Will Power, seu companheiro de equipe, ninguém reclamou de nada, porque de nada havia para reclamar. Mas o diretor da corrida achou que Helinho fez algo irregular. Onde?
Roubalheira pura, burrice, coisa de quem não sabe porra nenhuma de corrida. A Penske recorreu. Coisa mais doida, porque recorre de uma punição dada a um piloto seu que teria prejudicado… o outro piloto da equipe!
Americanos são realmente esquisitos.
Espero que o Massa tenha visto e quem sabe aprendido alguma coisa com o Helinho! Que se deve pensar também nos fãs (não é meu caso, nunca gostei dele e mesmo assim me senti um palhaço!) e na competição.
Poderia aprender algo de honestidade com o Muricy também, que abriu mão de um grande salto na carreira para manter algo que ele tinha um acerto verbal, a CBF poderia bancar a multa, mas ele não quis por o dinheiro a frente do caráter!
A Penske recorrer em detrimento de um de seus pilotos (que tem mais chance de vencer o título) para favorecer outro não esquisito, apenas mostra que no automobilismo americano ainda existe lampejos de esportividade. Nunca fui fã de Nascar e depois que houve a divisão entre IRL e Cart, deixei de lado um pouco a Fórmula Indy, mas essa atitude da Penske me deixou satisfeito, pois pelo menos deixou de lado interesses comerciais em favor do esporte.

sábado, 24 de julho de 2010

HÉLIO CASTRONEVES 1ª FILA

Líder da Fórmula Indy, o australiano Will Power conseguiu a pole position no GP de Edmonton, no Canadá.
Companheiro de Will Power na Penske, piloto brasileiro Hélio Castroneves conseguiu o segundo lugar no Canadá. Fotos: AP
Grande Prêmio de Edmonton que será realizado neste domingo (25) às 19h00. A pole-position ficou com o líder do campeonato, o australiano Will Power da equipe Penske, que agora soma mais um ponto na tabela geral de classificação. Esta foi a sexta pole-position do piloto em onze treinos classificatórios disputados.
Ao lado de Power na primeira fila, o brasileiro Hélio Castroneves alinha seu carro na segunda colocação. Se a primeira fila é toda da Penske, a segunda, é da equipe Chip Ganassi, com Scott Dixon em terceiro e Dario Franchitti em quarto lugar. Ryan Briscoe não conseguiu o mesmo desempenho de seus companheiros na parte final do treino, e larga em quinto. A grande surpresa do dia foi o venezuelano Ernesto Viso da equipe KV Racing Technology, conseguindo pela primeira vez no ano chegar na última parte do treino classificatório.
A suíça Simona de Silvestro foi um dos destaques também nesta tarde em Edmonton. A piloto da HVM larga em sétimo lugar, seguido do norte-americano Ryan Hunter Reay em oitavo, do inglês Justin Wilson em nono e do brasileiro Raphael Matos em décimo.
Entre os demais pilotos brasileiros, Mario Moraes foi o 14º, Mario Romancini foi o 17ª e na penúltima fila do grid, Vitor Meira na 23ª colocação e Tony Kanaan em 24º lugar.

sábado, 29 de maio de 2010

BRASUCA LARGA NA POLE, RUMO A 4 VITORIA

Castro Neves tenta igualar "deuses" em Indianápolis.
Hélio Castro Neves, 35, já é o estrangeiro com maior número de vitórias na história das 500 Milhas de Indianápolis, o brasileiro pode dar um passo a mais e se colocar ao lado das lendas do oval mais famoso do mundo.
Caso vença pela quarta vez, o piloto da Penske alcançará A. J. Foyt, Al Unser e Rick Mears, que detêm o recorde da tradicional corrida.
"É uma honra estar nesta situação. Considero esses três pilotos os deuses de Indianápolis. Gostaria de me juntar a esses nomes que fizeram muito pelo automobilismo. Mas, ainda estou bem pequenininho, vou ser formiguinha na prova. Tenho 500 milhas pela frente", disse. Ao contrário dos tais "deuses", que venceram campeonatos importantes nos EUA, o piloto brasileiro concentra praticamente todos os momentos de brilho de sua carreira em Indianápolis.
Ele não é campeão de uma categoria desde os tempos de kart e até mesmo na Indy foi apenas vice em 2002 e 2008. Em compensação, acumula glórias em Indianápolis, como no ano passado, quando faturou a prova apenas 37 dias depois de ser absolvido pela Justiça americana de processos por fraudes fiscais.
Com Castro Neves na pole position e outros sete pilotos, o Brasil ocupa quase 25% do grid de 33 carros, um recorde para o país. Bia Figueiredo, que larga em 21º lugar, será a primeira brasileira na maior corrida do mundo.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

BIA FIGUEIREDO.

Com quatro voltas pelas 2,5 milhas do circuito oval do Indianapolis Motor Speedway em 2m40s5402, à velocidade média de 360,493 km/h (224,243 milhas por hora), Bia Figueiredo acaba de se tornar a primeira pilota brasileira a conquistar um lugar no cobiçado grid de largada da Indy 500, a 500 Milhas de Indianápolis.
Mais do que isso, ela é a melhor estreante do grid. Garantiu a inscrição de seu nome no troféu Fastest Rookie, concedido ao estreante mais rápido da classificação e acaba de ingressar no seleto universo dos que têm seus nomes gravados nos troféus que ficam no Hall of Fame Museum de Indianápolis.
Bia, como é conhecida no Brasil, também foi a mais rápida entre as cinco mulheres na classificação, e largará na corrida de 30 de maio na 21ª posição, conquistada em sua segunda tentativa no treino de classificação realizado hoje para definir as 24 primeiras posições do grid.
“Estou muito feliz. Trabalhamos para mudar algumas coisas mais no meu carro depois da minha primeira saída, e na segunda fui com tudo. Na última volta tive que dar uma tiradinha de pé, pois o carro escorregou de frente, e com isso perdi quatro posições. Mas o importante é que me classifiquei no Pole Day para disputar a corrida. Agradeço a todos os que me apoiaram - e particularmente aos meus patrocinadores - para mais essa conquista”, vibra.