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terça-feira, 14 de agosto de 2012

OLÍMPIADAS


Nosso Brasil de tamanho continental e somente poucas medalhas nas olimpíadas. Parabéns aqueles atletas que conseguiram conquistar alguma, seja de bronze, prata ou de ouro mas é muito pouco para um país como o nosso. 
O que está faltando? 
Apoio do governo aos esportes em geral, assistencia aos atletas com menos condições financeiras, maior investimento no setor esportivo? 
Realmente nosso país merece muito mais medalhas apesar da luta diária dos nossos atletas em sobreviver dentro dos esportes olímpicos. 
É preciso, já visando as próximas Olimpíadas, uma melhor preparação, mais investimentos tanto do governo como da rede privada para incentivo e treinamento sério dos atletas. 
Que os figurões do governo e das entidades esportivas deixem de lado a impáfia e se dediquem mais aos atletas e sua preparação.

sábado, 16 de junho de 2012

RIO + 20

A “Rio+20” começa sob o risco de ser apenas um evento comemorativo da Eco-92, e com a chance de ser um marco para o “Mundo+50”.
Para o Rio de Janeiro ser uma cidade marcante, um divisor de águas na história mundial, como Bretton Woods, será necessário que a “Rio+20” seja, não apenas um evento comemorativo do passado, mas uma reunião que traga propostas alternativas capazes de reorientar os destinos da humanidade e construir um futuro diferente da continuação do passado.
Será preciso que os Chefes de Estado e de Governo afirmem que a civilização está doente, mostrem os riscos que enfrentamos e proponham caminhos para os próximos 50 anos, com a reorientação do atual modelo de desenvolvimento.
Devem deixar claro que a sinergia histórica entre a Democracia Política, o Crescimento Econômico, a Inovação Técnica e o Bem-Estar Social foi quebrada.
O progresso baseado no crescimento econômico está esgotado devido ao surgimento de alguns novos fatores na realidade sócio-político-econômica: os limites ecológicos, apresentando custos e riscos ao aumento da produção; a independência como o sistema financeiro funciona sem vínculos com o setor produtivo e sem controle de fronteiras; a mega-concentração de renda e de patrimônio em mãos de poucas pessoas do mundo; a revolução científica e tecnológica que começa a fazer desnecessário o emprego; o esgotamento da capacidade de financiamento público para o sistema de bem-estar social; o endividamento dos governos, mesmo em países desenvolvidos.
Soma-se a isso a legítima, mas impossível, exigência de grandes contingentes populacionais à voracidade do consumo.
Na definição de novos rumos para o mundo global em marcha, Chefes de Estado e de Governo devem levar em conta esses fatores que limitam o crescimento e oferecer alternativas socio-político-econômicas diferentes do progresso.