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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Petrobras contrata 7 sondas junto ao EAS por US$ 4,63 bi.

Por Marcelo Teixeira.
A Petrobras aprovou a contratação do estaleiro EAS, controlado por Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e a sul-coreana Samsung Heavy Industries, para a construção no Brasil de um lote de sete sondas de perfuração por US$ 4,637 bilhões, informou a companhia nesta sexta-feira.
Esse é o primeiro lote de sete sondas de um total de 28 unidades que a Petrobras vai contratar para seu programa de perfuração de longo prazo, que tem foco nas áreas do pré-sal.
No pacote fechado com o EAS (Estaleiro Atlântico Sul), cada sonda terá custo de US$ 662 milhões e a construção será realizada em Pernambuco.
O modelo deste contrato estipula que a Petrobras vai alugar (afretar) as sondas por intermédio de outra instituição, a Sete BR, que assumirá o contrato de construção das unidades com o EAS e as repassará para a petroleira.
A Sete BR é uma empresa constituída pelo Fundo de Investimentos em Participações (FIP Sondas), gerido pela Caixa Econômica Federal. O fundo detém 90 por cento da empresa e terá como quotistas investidores de mercado, incluindo fundos de pensão e bancos de investimentos brasileiros, disse o comunicado.
A Petrobras deterá 10% das ações da Sete BR.
O custo de locação de cada sonda ficará, segundo a estatal, entre US$ 430 mil e US$ 475 mil por dia. A Petrobras diz que a taxa está "em linha com as mais competitivas do mercado internacional".
A Petrobras também informou no comunicado que decidiu cancelar outra licitação para contratação de até duas sondas de perfuração, porque os preços apresentados "não se mostraram adequados para a companhia".
A empresa disse que um terceiro processo licitatório, destinado à contratação do afretamento de lotes de até quatro sondas de perfuração, ainda está em análise e deve ser concluído em aproximadamente um mês.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

PETROBRAS.

Petrobras compra 28 navios-sonda por R$ 50 bi.
Licitação recorde da estatal obriga a construção das embarcações no Brasil.
Carta-convite foi para nove empresas e consórcios; Petrobras já arrendou sondas no exterior no ano passado.
LEILA COIMBRA, PEDRO SOARES
Nove empresas e consórcios apresentaram ontem proposta para participar da maior licitação da Petrobras em curso: a contratação de navios-sonda para atender à demanda de produção do petróleo no pré-sal, projeto que demandará entre US$ 22 bilhões e US$ 28 bilhões.
Convertidos pelo dólar de ontem, os navios-sonda poderão custar mais de R$ 50 bilhões, mais de metade de todo o orçamento da Petrobras para este ano.
Entregaram os documentos exigidos pela licitação Andrade Gutierrez, Engevix, Jurong, Eisa, Keppel Fells, Atlântico Sul (sociedade entre Camargo Corrêa e Queiroz Galvão), a coreana STX e mais dois consórcios: o primeiro formado pela Alusa e Galvão Engenharia e o outro composto por Odebrecht, OAS e UTC Engenharia.
A licitação foi dividida em quatro lotes com sete navios cada um, totalizando 28 sondas. Cada uma poderá custar entre US$ 800 milhões e US$ 1 bilhão. A Petrobras não se manifestou sobre o assunto.
O processo teve início em outubro do ano passado, quando a Petrobras enviou cartas-convite às empresas fornecedoras, decidindo não fazer o projeto por meio de concorrência pública. A primeira sonda deverá ser entregue 48 meses depois da assinatura do contrato.
O edital obriga os candidatos a construir no Brasil.
Na primeira fase, a companhia quer construir 18 sondas de perfuração e exploração de petróleo e gás, necessárias para confirmar as descobertas do pré-sal e realizar a produção em fase de testes. Essas etapas são indispensáveis para avaliar a viabilidade comercial dos campos.
A meta mínima é chegar a 60% de produção de equipamentos e contratação de serviços no Brasil -percentual considerado ambicioso pela industria naval, que nunca construiu sondas no país.
Isso provocou atraso no processo de licitação, pois os próprios estaleiros solicitaram mais prazo para cotar e ajustar as especificações, já que muitas peças e equipamentos utilizados nos navios-sonda são importados.
Desde 2008, a Petrobras trabalha nessa licitação. A ideia da estatal é usar inicialmente três grandes estaleiros que já contam com estrutura para montar as sondas: Atlântico Sul (PE), Rio Grande (RS) e o antigo Ishibrás, no Rio, que será reativado e arrendado pela Petrobras.
De olho nessa encomenda bilionária, o grupo Engevix negocia a compra do Rio Grande -estaleiro hoje operado pela WTorre, mas cujo arrendamento foi feito pela Petrobras, que repassou a área à empreiteira.
Outros grupos se articulam também para criar novos estaleiros: o coreano STX no Ceará, em parceria com sócios brasileiros, e o Eisa (do empresário German Efromovich, dono da companhia aérea Avianca), em Alagoas.
No ano passado, a Petrobras contratou arrendamento de 12 sondas no exterior, que serão operadas no país por empresas brasileiras

quarta-feira, 12 de maio de 2010

A DEFESA

A gente não pode deixar de imaginar como estaria a Vale hoje nas mãos de Lula.
Privatiza-la foi um dos maiores crimes econômicos cometidos no Brasil.
Riquezas naturais não-renováveis jamais podem parar nas mãos de quem é movido pelo lucro rápido.
Sabemos como estes filmes terminam…
Algo preocupante a quarta frota, ronda como ave de rapina, no Atlântico Sul.
O BRASIL defenderá nosso petróleo?
Tem capacidade para isso?
A quarta frota foi reativada porque os ianques sabiam dos estudos sobre o pré-sal?
Que dizem as Forças Armadas?
Nossos piores inimigos: USA/uk, todo o congresso nacional, e a corrupção, que vai do menor nível ao mais alto.

terça-feira, 4 de maio de 2010

TRANSPETRO.

Indústria naval: Programa da Transpetro contrata 33 navios.
VALOR - Chico Santos.
A falta de competitividade crônica matou, na década de 1980, a indústria naval brasileira, que, sob política protecionista, chegou a ser a segunda do mundo em encomendas (1979). Para a cidade de Niterói, próxima do Rio de Janeiro, foi um rude golpe sobre o seu quase único setor industrial de porte. Lá estava, entre outros, o Estaleiro Mauá, fundado em 1946 por Irineu Evangelista de Souza (o barão de Mauá) com o nome de Fundição e Estaleiro Ponta d’Areia. O Mauá chegou a ter cerca de 10 mil empregados, entre próprios e de empreiteiros. Em 1995, o Mauá parou de fazer navios.
Hoje, Niterói vive um novo ciclo de prosperidade industrial, iniciado em 1999, impulsionado pela indústria do petróleo, especialmente de embarcações de apoio à exploração e produção no mar (offshore). E o Mauá também ficou com quatro navios do atual programa de renovação da frota da Transpetro, subsidiária da Petrobras.
O programa da Transpetro, resultado do aumento explosivo da carga a transportar, vem sendo responsável pelo ressurgimento, de forma desconcentrada, da grande indústria naval no Brasil, tendo contratado 33 navios de grande porte e licitado outros 13. Novos estaleiros surgiram, o maior deles em Pernambuco (Atlântico Sul).
O secretário de Indústria Naval de Niterói, Milton Cal, diz que 15 mil pessoas já trabalham diretamente nos estaleiros e em outras empresas do setor. A caótica Ilha da Conceição, mistura de favelas e ruas esburacadas, orlada de galpões industriais, concentra, segundo cálculos extraoficiais, 50% do Produto Interno Bruto (PIB) de Niterói.
Milton Cal, morador da Ilha, avalia que são cerca de 200 empresas industriais e de serviços, especialmente de reparos, entre elas a coreana STX (estaleiro), Superpesa, Subsea 7, Rolls-Royce e o próprio Mauá que, segundo o secretário, tem 4,5 mil pessoas trabalhando em suas instalações.
A Rolls-Royce escolheu Niterói para instalar sua base de serviços para a frota offshore de toda a América do Sul. Líder mundial em projetos de embarcações offshore e no fornecimento dos equipamentos mais sofisticados, como turbinas, propulsores e máquinas de leme, a empresa britânica inaugurou sua base em novembro do ano passado em um terreno de 13 mil metros quadrados.
Nesta primeira fase, a unidade tem escritórios e uma oficina para reparos e manutenção de equipamentos sofisticados fornecidos pela empresa. Ronaldo Melendez, diretor comercial da Rolls-Royce Marine Brasil, afirma que a empresa trocou o bairro industrial carioca de São Cristóvão por Niterói para ter acesso ao mar e, futuramente, um cais para receber as embarcações offshore diretamente em suas instalações. São cerca de cem empregados trabalhando na base nesta primeira fase.
Atenta ao esforço brasileiro para ampliar o índice de nacionalização das embarcações, a Rolls-Royce criou um grupo de trabalho para estudar as possibilidades de vir a produzir alguns dos seus equipamentos no Brasil, seja por meio de uma fábrica própria, seja em parceria com fabricante local.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

MARIPOSAS

“O governo é como a luz: sempre atrai as mariposas”. De autoria desconhecida, o clichê foi a solução encontrada pelo presidente nacional do PPS, Roberto Freire, para avaliar a difícil situação por que passa a oposição em Pernambuco, da qual faz parte. Outra frase feita, esta atribuída ao deputado federal Inocêncio Oliveira (PR-PE), também se mostra pertinente na mesma trama: “Terno branco, sapato de duas cores e oposição só é bonito nos outros”.
Composta por PSDB, DEM, PMDB e PPS, a oposição ao governador Eduardo Campos (PSB) vive hoje uma situação delicada, segundo admitem seus próprios caciques. Além da altíssima popularidade de Lula, grande aliado de Campos, os oposicionistas estão tendo que lidar com uma verdadeira sangria em sua base de sustentação, especialmente nos municípios do interior.
Com os investimentos estaduais chegando às suas cidades, prefeitos do PSDB vêm declarando abertamente que irão apoiar a reeleição de Campos, em detrimento da orientação do partido. O mesmo vinha ocorrendo com prefeitos do DEM que, após serem advertidos, deixaram de se manifestar publicamente, porém não mudaram de opinião quanto ao apoio ao governador.
Na vizinha Lagoa do Carro, a prefeita Judite Botafogo - PSDB – irmã de Manoel Botafogo – conta história semelhante. Os projetos de abastecimento de água, construção de casas populares e recapeamento do calçadão da cidade foram determinantes para a definição do apoio. A prefeita diz que também foi convidada a visitar o governador, porém o encontro acabou não ocorrendo e a conversa sobre o apoio à reeleição se deu “por telefone mesmo”.
PS:. Deve ser porisso que Roberto Freire vive “MARIPOSEANDO”, em São Paulo. 
Ninguém muda tanto de direção, sujando a própria biografia, se não tiver “BATIDO A CABEÇA” em algum lugar, e acordado sequelado…ou então sem ganhar muito dinheiro em troca…Roberto Freire é a maior decepção politica de todos os tempos, no Brasil. Não é nem a sombra do que ERA, em respeitabilidade e carisma.
Existe algo mais LÍCITO, e  HONESTO, que os prefeitos reconhecerem quem está levando obras para o bem de seus municípios, e cidadãos? Foram eleitos para defender os interresses dos munícipes. Freire quer fazer do LÍCITO, um inlícito.
Tomara que Campos passe o rodo, e CONTINUE CONSTRUINDO! Eu quero ver se o Zé (apagão) Serra consegue subir nele. Rola aí uma cristianização escrachada, ninguém falará mal de Lula e da sua candidata no nordeste, todos são lulistas desde criancinha. Bem feito para Serra. Quem mandou acreditar no Datafolha e no FHC. Ainda há tempo para o WO, mais vale o Palácio Bandeirantes no voo, do que a presidência perdida na mão.
Por essas e outras que não dou importância as pesquisas, com toda essa distância toda das eleições. Mais importante, é ver os palanques regionais que estão se armando, para as eleições presidenciais.
Convido todos, a fazerem um balanço dos palanque estaduais, nas eleições para presidente. A vaca da candidatura Serra está, até o pescoço, atolada no brejo. "Vão ver cenário igual do Oiapoque ao Chuí, num ele está brigado com Sarney, noutro está apoiado na Yeda, cruzes!!” fica parecendo aquele dentista quando agente tá morrendo de medo da agulhada da anestesia e o “sádico” diz: “vai doer bem poquin”.
Atlântico Sul tem o maior guindaste do mundo.
FORA PSDBobos DEMentes e PIg’SS!!!
QUERO LULA DE NOVO QUERO DILMA 2010 MEU POVO!!!
O BRASIL não passa na GLOBO – O BRASIL pode muito mais sem os PSDBobos”
FOTO: Geórgia Pinheiro