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sexta-feira, 4 de maio de 2012

QUERO ACREDITAR !!!

Alarde sobre gatilho.
A nova regra da poupança nada mais é do que um gatilho para que a mesma não tenha rendimento superior a Selic. 
Agora é necessário ter o entendimento que isto não tem nada de ousado, pode ser necessário. Ousado seria mexer no ganho dos grandes especuladores, no spread bancário, esclarecer a dívida pública interna e externa, transparecer ao cidadão aonde vai o dinheiro dos impostos. 
Quanto aos juros, quem sabe deixem que o mercado regule, e que somente quando necessário o BC intervenha. 
Coisa mais medíocre.

domingo, 2 de outubro de 2011

A importância dos bancos públicos.
Se o governo considera estratégico ter um algum controle sobre o comportamento das “livres forças de mercado” no ramo bancário, já passou da hora de reverter as formas de ação do BB e da CEF: taxas de juros menores, atendimento com a premissa da função pública e não da receita a qualquer custo, redução dos níveis de “spread” praticados, entre outras medidas.
Por Paulo Kliass, na Carta Maior.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bancos, Petrobras e cerveja são marcas mais valiosas do país.
Pesquisa da consultoria Interbrand aponta Itaú, Bradesco e Banco do Brasil (setor financeiro) bem como a Petrobras (petróleo e gás) e a Skol (bebidas) como as marcas mais valiosas do país neste ano.
As cinco primeiro marcas desse ranking repetem as mesmas colocações do ano anterior.
Para avaliar "a força" das marcas, a consultoria leva em conta dez fatores: autenticidade, clareza, comprometimento, proteção, capacidade de resposta, consistência, diferenciação, relevância, presença e entendimento.
Veja abaixo a lista das 25 marcas mais valiosas do país, e suas estimativas de valor (em R$ milhões).
1 - Itaú - 24.296
2 - Bradesco - 13.633
3 - Petrobras - 11.608
4 - Banco do Brasil - 11.309
5 - Skol - 7.277
6 - Natura - 5.666
7 - Brahma - 4.351
8 - Vale - 2.656
9 - Antarctica - 2.013
10 - Vivo - 1.700
11- Lojas Renner - 835
12 - Lojas Americanas - 703
13 - Embratel - 619
14 - Cielo - 604
15 - Cyrela - 587
16 - Caixa Econômica Federal - 563
17 - Oi - 514
18 - Banrisul - 501
19 - Extra - 496
20 - Casas Bahia - 447
21 - Braskem - 422
22 - Pão de Açúcar - 389
23 - Net - 323
24 - Ponto Frio - 232
25 - Hering - 209
Fonte: Interbrand.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

MAIS UMA VEZ O POVO . . .

Banco Central (Bacen) a serviço dos Banqueiros: no caso de roubo de caixas eletrônicos, as cedulas marcadas não poderam continuar circulando, porem quem arcará com o prejuízo.
Os menos favorecido, os menos esclarecidos os inocentes.
Sim porque em caso de recebimento tais cedulas deverão ser devolvidas à rede Bancaria pelo portador, para que as mesmas sejam encaminhadas ao Bacen para perícia e após recolhidas e não pagas.
Voltamos a Velha Máxima a população continua pagando o prejuizo até dos marginais.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

NOVAS NOTAS

O Banco Central (BC) lança na próxima segunda-feira a segunda geração da família de cédulas do real. Primeiro, entrarão em circulação as novas notas de R$ 50 e de R$ 100. Em 2011, será a vez das notas de R$ 10 e de R$ 20 e, por último, a partir de 2012, começará a substituição das notas de R$ 2 e de R$ 5. De acordo com o BC, as duas notas de maior valor são as que demandam maior proteção contra tentativas de falsificação e, por isso, estão sendo lançadas antes das demais. Mais de 70% das cédulas falsas apreendidas no país são de R$ 50 e de R$ 100.
Foto: Divulgação
Banco Central apresenta as novas cédulas: necessidade de dar mais segurança às notas foi a justificativa para a criação da nova família de dinheiro de papel.
“As novas notas entrarão em circulação por meio dos bancos comerciais, sendo que as cédulas atuais continuarão valendo e somente serão retiradas de circulação em decorrência do desgaste natural”, informou o BC, em nota. Na página do banco na internet (http://www.bc.gov.br/), a autoridade monetária avisa que “não há necessidade de trocar as notas antigas por novas na rede bancária, pois as duas famílias conviverão em circulação por prazo indeterminado”.
A necessidade de dar mais segurança às notas foi a justificativa do BC para a criação da nova família de dinheiro de papel. “Com o avanço das tecnologias digitais nos últimos anos, é necessário dotar as nossas cédulas de recursos gráficos e elementos antifalsificação mais modernos, capazes de continuar garantindo a segurança do dinheiro brasileiro nos próximos anos”.
Para lançar as novas cédulas, a Casa da Moeda teve que investir
em equipamentos de impressão, já que as atuais cédulas são impressas em máquinas com mais de 30 anos de uso. Segundo o BC, “os novos equipamentos e insumos permitem a impressão de desenhos mais complexos e com maior precisão, aumentando a percepção de uma impressão de qualidade superior. Alguns elementos já presentes na primeira família – como a marca d’água e o número escondido – foram redesenhados de modo a facilitar a sua verificação pela população”.
Outra mudança está na diferença de tamanho das notas, para garantir o uso seguro pelos deficientes visuais. Além disso, a adoção de tamanhos diferenciados inibe a tentativa de falsificação por lavagem química, uma técnica que consiste em apagar a impressão de uma nota de menor valor e imprimir no papel moeda lavado a estampa de uma nota de maior valor.
Os deficientes visuais também poderão contar com as marca táteis, que são barras em alto-relevo localizadas no canto direito inferior das notas.
Segundo o BC, nas notas de R$ 50 e de R$ 100, “a maior novidade é a faixa holográfica, composta por desenhos descontínuos que, ao serem movimentados, apresentam efeitos de alternância de cores e formas”. Os demais elementos de segurança também são de fácil visualização: marca d’água, que apresenta o valor da nota e a imagem do animal, e o número escondido, que aparece quando a nota é colocada na posição horizontal, na altura dos olhos.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

SURTO

MAIS UM LOBBY MIDIÁTICO-FINANCEIRO QUE CAI: O DO SUPERAQUECIMENTO DA ECONOMIA BRASILEIRA.
O Bank of America Merrill Lynch, que desde o princípio do ano se manteve fiel à tese de que os receios inflacionários eram exagerados, divulgou um relatório que faz um diagnóstico interessante do breve surto de supercrescimento da nossa economia e de suas consequências inflacionárias...O Brasil, segundo essa leitura, apresentou um forte surto de crescimento, algo bem diferente de entrar numa trajetória de superaquecimento... O que os economistas dizem é que o mercado financeiro pintou um dragão inflacionário mais feio do que ele realmente era. Havia pressões sobre salários e preços de serviços, que mereciam atenção, mas as preocupações acabaram exageradas pela alta temporária dos preços dos alimentos. O BC tinha que agir, mas não com a força prevista pelos contratos de juros futuros negociados no mercado financeiro. "Onde está o superaquecimento?", questionam os economistas (Valor;21-07)