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domingo, 10 de abril de 2011

Em vez de gastar dinheiro com cada vez mais equipamentos de segurança e armas, melhor gastar na formação cidadã: investir no professor, no aluno e na família do aluno (sobretudo na mãe).
Não cabe censura à imprensa, mas cabe repúdio aos péssimos valores que a imprensa passa, na corrida pela audiência e pelo lobby das elites arcaicas que são os barões da mídia.
Nas concessões públicas de rádio e TV, a sociedade tem o direito de conceder para uso ético, para a construção da sociedade que queremos, e não para a mera corrida comercial pela audiência a qualquer preço, inclusive incentivando indiretamente futuras tragédias como essas, quando mostradas como se fosse um reality show.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SERRA, NÃO ! ! !

O zé (pedagio) Serra foi campeão de votos nas áreas de MAIOR desm@tamento.
Este sucesso pode ser COMPROVADO a partir dos mapas eleitorais dos municípios que foram mais atingidos pela operação Arco de Fogo. Esta operação foi deflagrada pela Polícia Federal em 2008, com o apoio da Força Nacional, a partir de uma demanda do Ministério do Meio Ambiente, quando Marina Silva ainda era ministra, e incidiu sobre as localidades onde a prática das queimadas e da retirada de madeira era mais crítica.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

MEGALOMANIA

Por Carlos Chargas.
Até a megalomania tem limites. Quem não tem é o sociólogo, que acaba de produzir mais uma evidência de estar o seu ego na estratosfera. Declarou que o presidente Lula não engoliu até hoje haver perdido duas vezes para ele a eleição presidencial. E acrescentou: “acho que ele quer me derrotar, mas não sou candidato”.
Além de haver comparado o Lula a Mussolini e de se ter oferecido a José Serra, que solenemente o ignora, Fernando Henrique Cardoso demonstra como não se deve comportar um ex-presidente da República. Dá palpite em tudo. Imagina-se no centro do mundo. Melhor faria recolher-se, quem sabe apelando à população para esquecer tudo o que vem falando.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PEDRA: Partido Elitista e de Defesa da Rainha da Inglaterra. E pedra afunda.
Não dá para entender tanta apatia do "Zé" (trólóló) Serra. É um programa derrotista sem ânimo, sem empolgação, sem vida.  Deveria enaltecer os bons feitos da era FHC, a LRF, as privatizações da Telebrás e da Vale.
Por mim, podem, como sempre fizeram, falar mal do PT, do Lula, da Dilma...
Desde que continuem sem apresentar qualquer alternativa de governo, como também vem fazendo, tudo bem. Ninguém lhes dá ouvidos mesmo. Agora, quero ver segurarem as tamancas quando ouvem alguém criticar ou acusar a Rainha da Inglaterra, ops, o FHC...
É só falar nisso que se escutam os cascos batendo no chão de longe...
Volto a repetir: não é Dilma que está subindo e nem Serra que está caindo, mas são, isto sim, as pesquisas que estão se aproximando da verdade das ruas, agora mais rápido. Será porquê a mídia se considera traida pelo "Zé" (alagão) Serra que pois Lula no seu palanque, como o melhor presidente da história do Brasil. Aliás, "O Cara" já soma 96% de aprovação popular (79% bom e ótimo mais 17% regular). Agora falta pouco para chegar aos 99,99%, antes das eleições,como profetizou, há anos, o HoMeM do Mapa da Mina.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

SINALIZANDO PARA O MERCADO

Por Carlos Chagas
Nada de novo. Tudo se repete, desde Fernando Henrique ao Lula e agora a Dilma Rousseff. Como candidatos, primeiro trataram de conquistar a maioria, tanto faz se visando mais as massas ou a classe média, com mensagens reformistas e promessas de melhoria de vida para todos. Cada um no seu estilo, os três se apresentaram como mágicos capazes de tirar da cartola mais escolas, hospitais, estradas, empregos, obras públicas e tudo o mais. Propostas e promessas de nítido viés esquerdista, ainda que jamais radical.
Depois, uma vez consolidada a perspectiva de vitória, mais perto das eleições, é hora de virar o jogo e prestar contas aos que realmente decidem, as elites. Contenção de gastos públicos, ajuste fiscal, maior combate à inflação, menos reajustes salariais, começando pelos funcionários públicos, diminuição do tamanho do estado. Em suma, a hora de sinalizar para o mercado que nada vai mudar, muito pelo contrário.
Fernando Henrique resumiu a manobra numa única frase, pouco antes de assumir: “esqueçam tudo o que escrevi”. O Lula fez o mesmo na célebre “Carta aos Brasileiros”. Dilma ainda não rotulou a palavra-chave, mas sua estratégia não parece diferente. Logo encontrará uma definição para o “turning point” de sua trajetória para o Planalto. Trata-se de mera questão de tempo. Já conquistou a maioria do eleitorado, como os dois antecessores haviam conquista do, tornando-se agora necessário prestar contas à minoria que manda. É o que seus principais auxiliares vem vazando para a mídia, em repetição monótona da mesma fórmula voltada para o mundo dito globalizado.
Quanto aos que estão sendo iludidos mais uma vez, problema deles. Não aprendem mesmo. Melhor esperar novas eleições...