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sábado, 28 de abril de 2012

JÁ ...

“Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caça sempre glorificarão o caçador”.
Este provérbio africano cabe direitinho no papel da gRobo de ser a porta-voz da elite contra os mais fracos.
A gRobo, poderosa por difusão, entra na casa de milhões de pessoas, disseminando suas tramas cínicas, mercenárias, como se fosse a verdade.
Depois da divulgação de tantos documentos provando a relação criminosa entre o gangster Carlinhos Cachoeira e a revista Veja tá mais que na hora dos guardiães da ética e dos bons costumes no serviço público (TCU, CGU, Comissão de Ética da Presidência, etc.) por um fim no derrame de dinheiro público nessa revista.
Da forma que a publicação dos Civita se comporta; colocar dinheiro público ali deveria ser considerado crime passível de improbidade administrativa.
Instituições como o Ethos e congêneres deveriam cobrar o mesmo das empresas privadas.
Seria interessante criar um painel (mesmo que virtual) tipo o “impostômetro” informando quem são os anunciantes (públicos e privados) que estão bancando as estripulias da quadrilha Veja/Cachoeira.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Saiu no Vermelho, com informações do Blog Amigos do Presidente Lula:
Fundação Roberto Marinho é investigada pela Polícia Federal
A batata da ONG da Rede Globo está assando. Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério do Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.

A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONGs.
O blog Amigos do Presidente Lula mostrou na época que uma das maiores ONGs que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. E houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a “faxina” no Ministério do Turismo varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.
Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.
Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).



O número de alunos ativos corresponde a apenas 25% da meta.
E aponta para um possível superfaturamento de 75% embolsado indevidamente pela ONG da Globo.
Em valores financeiros, esse superfaturamento corresponde a um rombo de R$ 13,86 milhões nos cofres públicos, já que o custo por aluno era de R$ 176,65.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

FASHION RIO

O PiG cujos comentaristas econômicos argumentam que o grande mal do Brasil são os gastos públicos direcionados para o social, agora criticam a falta de direcionamento de recursos para prevenção contra enchentes, como também criticam a caótica situação da saúde pública. Devemos lembrar também que o Governo Federal não pode liberar recursos de prevenção contra calamidades, mesmo que previsíveis, se não existirem projetos, conforme exigência do TCU, visando evitar o desvio de recursos para outra finalidades, já diversas vezes mencionadas pela CGU. A iniciativa da elaboração dos projetos é de competência das Prefeituras Municipais.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Operador Único da Rede Nacional de TV Pública Digital

Governo quer grupo nacional na TV digital
Planalto estimula a participação de empresas nacionais em leilão para construção de torres para a rede pública.
Edital está em fase final de elaboração e deve ser enviado para o TCU nos próximos dias; leilão deve ser em novembro
LEILA COIMBRA, LARISSA GUIMARÃES.
O governo prepara um leilão para a construção da infraestrutura da rede pública de TV digital, um contrato de R$ 2,8 bilhões por 20 anos a ser gerido pela estatal EBC (Empresa Brasileira de Comunicação). A licitação prevê a construção, pela iniciativa privada, de 256 torres de transmissão de sinal digital de TV em todo o país.
E já atraiu a atenção de grandes multinacionais de tecnologia, como a americana Cisco, a francesa TDF e a japonesa Marubeni, que articulam consórcios com construtoras nacionais como Engevix, OAS e Andrade Gutierrez, para as obras civis.
As torres, apesar de públicas, poderão abrigar antenas de emissoras privadas, sob pagamento de aluguel.
A preocupação do Palácio do Planalto é incluir nesses consórcios empresas nacionais de tecnologia para conter o avanço das gigantes estrangeiras numa área estratégica e fomentar a indústria nacional de TV digital.
O Brasil adotou um padrão de TV digital híbrido, baseado no japonês, mas que ainda não possui escala de venda interna e tampouco em mercados externos que tenham provocado o desenvolvimento do parque industrial nacional. Sem forças para fazer frente às múltis, a indústria local procura acordos com a bênção do governo.
Sob coordenação da Casa Civil, a Marubeni já fechou pré-acordo com a nacional Linear, fabricante de transmissores com sede em São Paulo, mais a Engevix, para formação de um consórcio.
Outra japonesa, a NHK, também deverá integrar o grupo. Outra empresa nacional, a mineira STB (Superior Technologies in Broadcasting), conversa com os franceses da TDF e com os executivos americanos da Cisco. Outras empresas brasileiras, como a Telavo e a Tecsys (ambas de SP), conversam com a italiana Screen Service Technologies e a sueca Ericsson.
A participação de empresas nacionais nos consórcios é fator primordial para o acesso ao empréstimo do BNDES. O chefe de telecomunicações e fontes alternativas da área de infraestrutura do BNDES, Alan Fischler, explica que a instituição financia apenas a compra de equipamentos nacionais na área de telecomunicações, e os consórcios têm interesse nos recursos do banco.
MODELO.
O modelo de empréstimo para o projeto ainda não foi definido, segundo Fischler, mas poderá cobrir em média 70% do valor total.
O edital está em fase final de elaboração no Ministério do Planejamento e deve ser enviado ao Tribunal de Contas da União nos próximos dias. O objetivo, segundo o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, é que a versão final saia até setembro para que o leilão ocorra em novembro ou dezembro.
O projeto do Operador Único da Rede Nacional de TV Pública Digital inclui, além da EBC, as TVs do Executivo (NBR), do Legislativo (Câmara e Senado), do Judiciário (TV Justiça) e a TV Brasil, que exibirão seus programas em tecnologia digital.
As 256 torres serão distribuídas em todo o país. A principal delas, a operadora nacional de rede, ficará em Brasília. Haverá outras 48 torres em capitais e cidades de grande porte. As demais ficarão em municípios com cerca de 200 mil habitantes.