Mostrando postagens com marcador SON SALVADOR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SON SALVADOR. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

VERBAS DA CHUVA

Favorecimento ilícito ao estado do ministro Bezerra.
O Ministro Fernando Bezerra continua com suas justificativas injustificáveis com relação ao envio de 90% das verbas federais destinadas a conter enchentes enviadas para seu Estado de Pernambuco.
Fala sério Ministro Bezerra!
O povo não é facilmente enganado como antigamente, os brasileiros exigem respeito e honestidade.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O MAL DA LIVRE NEGOCIAÇÃO

Por Carlos Chagas.
Com a greve continuada dos funcionários dos Correios, acumulam-se centenas de toneladas de correspondência  não entregue, em todo o país. Com a greve dos bancários, começa a passar dificuldades quem não guardou dinheiro em casa. Contas a pagar,  não pagas,  geram multas e juros para o inadimplente forçado. Junte-se a isso as anteriores  paralizações  nos transportes coletivos, impedindo o trabalhador de chegar ao seu emprego ou de voltar para casa.  Mais as greves em serviços essenciais, como dos médicos e enfermeiros, dos eletricitários e petroleiros e quantas mais,  numa perigosa ciranda que qualquer dia acontecerá em conjunto.
Fazer o quê? Além de constitucionais, as greves são justas em sua maioria. Exprimem a indignação de quem trabalha e não raro  se vê ludibriado por quem emprega, ainda que no reverso da medalha se deva atentar para a impossibilidade de muitas  empresas públicas e privadas arcarem com despesas adicionais. 
O mal está na livre negociação entre patrões e empregados. Nessa praga imposta pelo  neoliberalismo que quase sempre determina  a prevalência do mais forte sobre o mais fraco.
Caberia uma revisão profunda nesse modelo. Urge a entrada do poder público na equação, muito acima da prerrogativa da Justiça do Trabalho de declarar greves  legais ou ilegais.  Para evitar que a população sofra, o Estado deveria responder pronta e até antecipadamente  às perspectivas de interrupção em  qualquer atividade. Entrar para rachar, pesando os argumentos dos dois lados e determinando solução imediata. Se os empregados exigem demais, limitar suas reivindicações a patamares possíveis. Se os patrões demonstram insensibilidade e usura, obrigá-los a ceder sob pena de multa e intervenção em suas atividades.
Não seria difícil aparelhar a Justiça do Trabalho com essas atribuições.  Conciliar e compor são  verbos  postos em desuso faz muito, aos quais se deveria reunir um terceiro: impor, em nome do bem-estar da população.  Tudo dentro da lei, carente de alterações. Porque um dia desses as   greves  darão um nó dos diabos na ordem política,  social e econômica. Será o cáos, que a livre negociação jamais resolverá.
RETROCESSO?
Decidiu o Supremo Tribunal Federal, ontem, limitar poderes que o Conselho Nacional de Justiça reclamava através das palavras pouco educadas de sua corregedora, Eliana Calmon. Porque a meretíssima exagerou ao sustentar em entrevista que a limitação do CNJ permitiria que bandidos se escondessem atrás das togas. O presidente do Supremo, também presidente do CNJ, reagiu de duas formas: primeiro através de contundente nota, admoestando a corregedora. E ontem, com a decisão da mais alta corte nacional de justiça,  ao determinar que denúncias contra supostos juízes corruptos sejam primeiro examinadas pelos tribunais regionais, só depois chegando ao CNJ. O argumento de Eliana Calmon é de que os tribunais regionais tem mandado arquivar a maioria das denúncias, praticando o corporativismo.
De qualquer forma, com o pronunciamento do Supremo,  fica minimizada a esfera de atuação do Conselho Nacional de Justiça, aberto o caminho para a impunidade.
VASSOURA NUMA,  CONSTITUIÇÃO NA OUTRA
Ficou incompleto o comentário do vice-presidente Michel Temer, de que não dá para a presidente Dilma Rousseff governar com a vassoura na mão. Porque a chefe do governo, como  todo mundo, possui duas mãos. Bem que poderia continuar acionando a vassoura, ou seja, sem esmorecer na missão de  combater a corrupção, mas,  em paralelo,  atenta aos dispositivos constitucionais de defesa dos direitos da pessoa humana.
Bem que o PMDB gostaria de ver interrompida a faxina promovida pela presidente, responsável pela demissão de três ministros e montes de assessores e dirigentes de empresas estatais.   Caso tenha sido essa a motivação de Temer em seu comentário recente, melhor teria  feito de ficasse calado. Porque dá para goverar com a vassoura numa das mãos, desde que na outra repouse a Constituição.
  
MASSACRE
Com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de conceder registro ao PSD do prefeito Kassab,  aumenta ainda mais a maioria parlamentar do governo na Câmara. Em boa parte egressos do DEM, de oposição, os deputados do  novo partido, entre 55 e 60, formarão no bloco oficial. Na teoria, é claro, porque na prática cada caso é um caso e cada voto, um voto. A bancada do PT é de 86 deputados; do PMDB, de 80; do PP, de 41; do PR, de 41; do  PSB,  de 31; do PTB, de 27. Fora os penduricalhos, some-se agora entre 55 e 60 do PSD e se terá, vale repetir, teoricamente, a mais numerosa força de apoio ao governo desde quando  o antigo PSD dominava a política nacional. Aliás,  bons tempos, aqueles, porque a nova legenda precisará provar se dispõe ou não de identidade com a maior escola política que o país já possuiu.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

De 2003 a 2010, o ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB), pagou sua governanta com dinheiro da Câmara, revelam Andreza Matais e Dimmi Amora.
Doralice Bento de Sousa recebia como secretária parlamentar, apesar de cozinhar e organizar o apartamento do então deputado. Doralice Bento de Sousa recebia como secretária parlamentar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Show da PF . . .
Assisti com tristeza muitos políticos e autoridades condenando o uso de algemas em apadrinhados políticos. No entanto, não vi ninguém defendendo o correto uso de recursos públicos. Ora senhores, logo, logo, esses gatunos estarão soltinhos da "silva" e usufruindo o muito que roubaram e certamente as prisões com algemas serão os únicos castigos que receberão, vejamos os escândalos dos últimos 8 anos, quem foi preso? alguém devolveu o dinheiro?
Não senhores, o menestrel Danlubio profetizou "em breve mensalão será piada de salão", em um país decente seria piada de cela.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Em meio a pressões internas e externas, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse a líderes do Congresso que chegou ao seu limite no debate para ampliar o teto da dívida do país. O ultimato ocorreu em reunião após a agência Moody's ameaçar rebaixar a nota da dívida. A dívida atingiu o limite imposto pelo Congresso, de US$ 14,3 trilhões. Se estourá-lo, o governo terá de escolher o que não pagar.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

FALTA A POLÍCIA ENTRAR EM CENA

Por Carlos Chagas.
Será que 40 deputados e 5 senadores valem a permanência no cargo de um ministro cujos principais auxiliares foram flagrados super-faturando obras públicas e recebendo propina de empreiteiras? Além disso, quem garante que as bancadas do PR marchariam unidas para a oposição, pelo fato de perderem um ministro, Alfredo Nascimento,  e de verem seu comandante maior,  o deputado Waldemar da Costa Neto, acusado de chefe da quadrilha?
Não dá para entender a solidariedade da presidente Dilma Rouseff, dizendo que confia no ministro dos Transportes para apurar a lambança da qual nem ela duvida, pois foi por sua iniciativa que quatro quadrilheiros  viram-se afastados de suas funções. Porque de duas, uma: ou Nascimento sabia de tudo ou não sabia de nada. No primeiro caso, tinha de ser demitido por razões óbvias. No segundo, por ser um bundão.
As coisas mais se complicam  quando se atribui a auxiliares da presidente o comentário de que o ministro não será poupado se surgirem novas acusações.  Ora bolas, não bastaram as denúncias que ganharam a mídia, envolvendo  mais de 300  milhões de reais de  aditivos de contratos anteriores,  desviados para as empreiteiras e para o bolso dos bandidos? É aquela historia do bravo cidadão que leva uma bofetada e diz ao agressor: “se der outra eu vou reagir!”
A situação pior não fica,  a menos que o Tiririca,  campeão de votos do PR, decida largar o partido. Ou o suplente de senador, João Pedro, entregar  a suplência de Alfredo Nascimento, mesmo sendo amigo do peito do ex-presidente Lula.
Em suma, nessa novela ainda inconclusa, falta o capítulo da entrada em cena da polícia.
DISPUTA ANTECIPADA.
Os mandatos de José Sarney, na presidência do Senado, e de Marco Maia, na Câmara, terminarão apenas em fevereiro de 2013, mas os postulantes aos dois cargos já se movimentam, impulsionados pelo provérbio árabe de que bebe água limpa quem chega primeiro na fonte. De início será preciso resolver a equação partidária: o PMDB continuará com o Senado, e o PT com a Câmara? Nesse caso, Renan Calheiros posiciona-se para suceder a  Sarney, e Cândido Vacareza, a Maia.
Acertando-se a inversão, embola o meio campo. Quem o PT indicaria  para o Senado? E o PMDB, para a Câmara?  Os pretendentes podem variar quase ao infinito, sem a certeza de que estes apoiarão aqueles, e vice-versa. Seria hora de as oposições tentarem rachar a muralha erigida pelos dois maiores partidos nacionais.
Houve tempo em que essas duas  presidências eram decididas no palácio do Planalto. Os generais-presidentes  escolhiam seus mais  fiéis representantes. De lá passamos para o período Severino Cavalcanti, quando os grotões  rebelaram-se  contra as cúpulas. No próximo ano e meio o Congresso  tentará evitar esses dois extremos.
COM ESFORÇO, DÁ PARA JULGÁ-LOS.
O ministro  Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, como relator dos processos contra os 39 mensaleiros, desenvolve o maior de seus esforços para  vê-los julgados ainda este ano. Possível é, ainda que não provável. A impressão que se tem, do lado de fora da mais alta corte nacional de justiça, é de que cada caso será um caso. Não haverá, por parte dos 11 ministros, a tendência à uniformização, ou seja, ou todos serão condenados ou todos absolvidos. Tem  réus mais implicados do  que outros, como Delúbio Soares, Marcos Valério e alguns mais empenhados na execução  da maracutaia. Há os que se beneficiaram muito e os que se beneficiaram menos. Como também existem os cérebros de toda a operação.  O importante seria que as sentenças viessem antes de dezembro. Garantir, porém, não há quem garanta.
QUEM SERÁ O CHEFE?
No final da Segunda Guerra Mundial,  reconhecido como o grande herói da Inglaterra, arrogante chio de empáfia, o marechal Bernardo Montgomery foi indagado pelos jornalistas a respeito do segredo de seu sucesso. Inflando o peito, ele respondeu: “é porque eu não bebo, não  fumo e  não jogo”.
Enciumado, pouco antes de perder eleições,  o primeiro-ministro Winston Churchill convocou os repórteres e disse: “podem escrever que eu bebo,  fumo e jogo, e sou o chefe dele...”
Porque se conta essa historinha? Para que, guardadas as proporções, se investigue quem, no PSDB, é o marechal vitorioso e quem é o chefe dele. Nessa definição poderá estar o sucesso ou o malogro dos tucanos na próxima sucessão presidencial. Fernando Henrique está mais para Montgomery e  José Serra, para Churchill? Mas onde classificar Aécio Neves e Geraldo Alckmin?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

SEM PALAVRAS . . .

O que não dá pra entender são esses juros altos e, mesmo assim, ter quem se queixe do número excessivo de veículos nas grandes e médias cidades.
Sem inflação, sem Palocci, resta as obras da Copa para pautar a mídia.
Ou será que tem outra “crise” chegando por aí?
Isola.
O mundo mineral sabe que o papel do PiG é inventar factóides, afinal, não temos oposição.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

SARNEY DESISTIU DE SER DEUS

Por Carlos Chagas.
Segunda-feira, o senador José Sarney deu a impressão de confundir-se com Deus.  Mandou apagar o passado, fazendo retirar da galeria dos principais momentos do Congresso texto e imagens referentes ao  impeachment do então presidente Fernando Collor. Parecia haver  relido o fantástico “1984”,   de George Orwell, onde além de “duplipensar”, o Grande Irmão adaptava o passado de acordo com as conveniências do presente, fazendo alterar todas as edições de jornais e livros antigos.  Aliás, a arte de apagar o passado não foi praticada apenas na ficção literária. Stalin e Mao Tse-Tung abusaram dela.
O pretexto do presidente do Senado foi de que o episódio  Collor tinha sido um acidente desimportante, quando, na realidade, marcou um momento crucial na história do Legislativo. Na verdade, Sarney quis agradar o ex-presidente, hoje senador, para que todos os dias ao atravessar o “túnel do tempo” ele não se confrontasse com referências à maior de suas aflições.
Reações  imediatas  dos  senadores, da imprensa e da opinião pública levaram  Sarney, ontem, a rever a decisão inicial. Fez recolocar na galeria o testemunho visual daquele período. Aplausos para ele, porque se moda pegasse o Senado entraria em parafuso.
PRESTANDO MAIS SERVIÇOS.
Outra referência ao ex-presidente da República: Sarney  começou a convencer os senadores do PMDB da necessidade de não aprovarem a anistia aos desmatadores, constante do projeto de novo Código Florestal aprovado pela Câmara. Mais um serviço prestado ao governo Dilma Rousseff, a ser fatalmente seguido por novas compensações. O tema será debatido no almoço de hoje, no palácio da Alvorada, oferecido à bancada pela presidente da República. Ainda existem senadores peemedebistas favoráveis à aprovação do texto tal qual foi votado pelos deputados, mas como os debates ficarão para o segundo semestre, o palácio do Planalto continua confiando no seu maior aliado.
QUEM GANHA E QUEM PERDE?
O Banco Central determinou que a partir de hoje será  de 15% o pagamento mínimo dos débitos com cartões de crédito, não maiôs de 10%. E a partir de dezembro o percentual sobe para 20%.
Ganham os mesmos de sempre, isto é, os bancos. Perde o cidadão comum, que já estava no sufoco e precisou apelar para pagar aos poucos os gastos com seu  cartão  de crédito. O pior nessa história é a inexistência de mecanismos para o indigitado devedor apelar. Falou o Banco Central, está falado. Para alegria dos banqueiros que passarão a amealhar mais recursos capazes de justificar o aumento de seus lucros.
FALTA CORAGEM.
Ontem transcorreu o Dia Mundial Contra o Fumo e as fábricas de cigarro decidiram passar da defesa ao ataque. Os jornais abrigaram páginas inteiras de anúncios em que os produtores de fumaça levantam a liberdade como o maior dos bens da Humanidade. De forma sutil, pedem que ao  cidadão  maior de idade  seja dada a opção de intoxicar-se ou não.
Em toda essa tertúlia sobressaem  a discriminação e a perseguição aos fumantes, sem que a sociedade tenha coragem de atacar o  mal pela  raiz.  Se cigarro mata e é responsável por bilhões gastos todos os anos no atendimento à saúde dos que fumam, adianta muito pouco proibir fumar no Central Park, em Nova York ou nos edifícios da avenida  Paulista. Por que não fecham as fábricas de cigarro? Respostas variadas  se acumulam: porque elas anunciam, porque elas recolhem impostos, porque elas contribuem para as campanhas políticas, porque elas criam empregos, porque elas sustentam as plantações de fumo, porque...
Não seria a hora de deixarem os fumantes em paz?

terça-feira, 31 de maio de 2011

PROCURANDO LUGAR . . .

Unificação, quando vamos poder falar em unficação?
"Olhar" para o que é de fora, não é mais tão bonito.
A comunicação eletrônica tem nos mostrado os desajustes e erros de políticas de governos liberais que por décadas moldaram os discursos da elite brasileira. Agora, após 8 anos de crescimento de emprego e renda, a nova classe C pode ser informada sobre a realidade mundo à fora.
Não resta a oposição brasileira "deixar o povão", como afirma FHC e focar na "nova" elite, que almeja tudo de ruim que a antiga ainda espera retormar um dia.

terça-feira, 24 de maio de 2011

BALÃO DOS QUADRINHOS

Se árvore falasse...
Todas as árvores da Esplanada dos Ministérios devem amanhecer hoje com cartazes em formato de balão de história em quadrinhos.
Em cada balão, estará uma frase que as árvores "diriam", caso falassem, contra o novo Código Florestal, previsto para ser votado hoje. É protesto de ambientalistas ligados ao Movimento SOS Florestas.