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sexta-feira, 6 de julho de 2012


PSD - mais do mesmo...

O PSD, partido do Kassab, quando foi fundado, alardeou que não seria de esquerda, direita ou centro, mas diferente. 
O que vemos? Mais do mesmo. 
Um nanico que serve de escada e que, pior, não tem ideologia alguma, servindo aos interesses de momento e região, negociando seu tempo de propaganda, após decisão do STF. 
Em MS não foi diferente, onde até a última hora se dizia de oposição e no último minuto do segundo tempo, mudou de lado, dissolvendo diretórios municipais e "liberando" seus filiados para apoiar quem quiser, decepcionando quem nele apostava como fator de mudança. 
Lamentável, com graves consequências para seu futuro, se é que tinha algum mesmo.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gurgel decide manter PSD sem  fundo partidário e tempo de TV.
O procurador geral eleitoral, Roberto Gurgel, proferiu nesta segunda (9) um parecer onde determina que o Partido Social Democrático (PSD) não terá direito à parcela do fundo partidário. A legenda ficará também sem tempo de TV proporcional à sua bancada. Desta forma, Gurgel decidiu não acolher nenhuma das argumentações apresentadas pelo PSD. A tese da "portabilidade dos votos proporcionais" foi afastada pela Procuradoria, que decidiu ainda pelas impugnações apresentadas pelos partidos políticos ao pedido do PSD. Segundo a decisão, "a representação (partidária), para efeito do direito pleiteado, é aquela decorrente da disputa eleitoral, da qual haja o partido político participado regularmente" – o que não é o caso do PSD, que ainda não participou de nenhuma eleição para a Câmara dos Deputados.

segunda-feira, 26 de março de 2012

ZÉ BOLINHA DE PAPEL

O intrincado jogo de xadrez da política brasileira está revelando a principal personagem do tabuleiro: Gilberto Kassab. 
Para valorizar seu passe, “rompeu” com o DEM, juntou à sua volta uma fileira de co-adjuvantes dos mais variados matizes, criando o PSD, teoricamente uma nova linha de pensamento ideológico. 
A integração do novo partido em torno do PSDB e do Democratas, revela a sua inteligência, visto que levará sob seu comando, o apoio dos seus filiados por força da fidelidade partidária, que jamais votariam ou trabalhariam a favor de zé (bolinha de papel) Serra.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ELEIÇÕES 2012

EM SÃO PAULO, A MÍDIA COSPE NO PRATO QUE VENDEU AO ELEITOR - A vitória de Gilberto Kassab nas eleições municipais de São Paulo, em 2008, foi bancada pela imprensa paulista como uma espécie de revide à reeleição de Lula dois anos antes, alcançada à contrapelo da campanha do impeachment embutida na denúncia do 'mensalão'. Foi a manipulação desse caldo de cultura que deu ao alcaide medíocre e 'bonachão' mais de 60% dos votos no 2º turno do pleito. A conta da fraude acaba de chegar e representa, em si, uma denúncia do jornalismo que agora cospe no prato que enfiou na goela do eleitor abastendo-se, naturalmente, de qualquer autocrítica.  Em fim de mandato, a administração patrocinada pelo anti-petismo midiático  carrega um atestado de fracasso em praticamente todas as áreas sensíveis à vida da metrópole: transportes, educação, saúde, prevenção de enchentes... Pesquisas dos mesmos veículos que o catapultaram aos píncaros da glória, com factóides como 'A Cidade Limpa', indicam que um candidato apoiado por Kassab teria hoje a rejeição de 49% dos eleitores. Outros 40% classificam a sua gestão como um desastre. O bombardeio algo orquestrado pode ser uma advertência à criatura  que ensaia vôo solo com seu PSD, num momento em que o conservadorismo se ressente de nomes e requer unidade para renovar a artilharia antipetista em outubro. Embora desfrutável, a ascensão e a decadência de Kassab devem servir de alerta. Assim como fez de uma nulidade um case eleitoral vitorioso, a mídia poderá regenerar  vampiros de bico longo, vendendo-os como 'administradores capazes' diante da grave situação da metrópole. A melhor denúncia do engodo é afrontá-lo desde já com respostas inovadoras, criativas, sintonizadas com as aspirações da cidade e atentas às lições oferecidas pela crise mundial em outras metrópoles. Inclui-se aí o papel estratégico do setor de serviços, como educação, cultura, amparo aos idosos etc na oferta de emprego à juventude; a ocupação de imóveis vazios com uma política municipal de aluguel social aos pobres e aos jovens casais em início de vida; forte incentivo ao professorado municipal; a criação de uma taxa social sobre o uso da cidade pelo aparato financeiro e sua destinação ao atendimento à saúde; a comunicação permanente com a cidadania como materialização, mais que nunca indispensável, da democracia participativa na gestão da cidade. (Carta Maior; 3ª feira; 03/01/ 2012)

domingo, 16 de outubro de 2011

POLÍTICA SEM SONHOS

FERREIRA GULLARNinguém sabe ao certo quem é Kassab nem o que será este partido, o PSD, que não diz a que vem.
Estou longe de me ver como um comentarista político, de modo que as considerações que às vezes faço aqui, em torno desse assunto, na verdade atendem à necessidade que tenho, como qualquer pessoa, de entender o que está acontecendo e pode ser que atendam também à necessidade de um ou outro leitor. De qualquer maneira, além do mais, me divirto com isso, já que pensar -certo ou errado- é a minha cachaça. E foi assim que, meses atrás, levantei aqui a hipótese de que os dois partidos nascidos de uma discordância ideológica radical com o regime militar -PT e PSDB- já esgotaram sua vida útil e, agora, surgiram novas lideranças, com outra história e outra visão do problema político, do modo de formulá-lo e conduzi-lo.
Dizendo de outra maneira: a nova geração de políticos, que vem substituir a de Fernando Henrique, Lula e José Serra, não teve que enfrentar a ditadura, não conheceu o exílio e, por essa e outras razões, tem uma visão menos ideológica, mais pragmática das questões políticas e sociais. Em razão disso, Serra não chegará à Presidência da República e o PT, se continua no poder, é porque já deixou de ser um partido (pretensamente) revolucionário: hoje é um partido sem compromissos ideológicos, que, para se manter no poder, aliou-se a cobras e lagartos, do PC do B, que já nada tem de comunista, aos evangélicos do bispo Macedo.
Pois bem, e não é que, de repente, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, inventa um outro partido que, segundo ele mesmo, não era nem de direita, nem de esquerda, nem de centro? Alguém diria então que não era um partido. Essa foi minha conclusão, em face da primeira notícia, uma vez que os partidos nascem para pôr em prática uma opção política ou ideológica. Então, que partido seria esse, que vinha para defender nada, sem tomar nenhuma posição? Ele agora diz que o PSD é de centro.
Em abril deste ano, quando Kassab anunciou a criação do PSD, escrevi uma crônica qualificando-o de oportunista por inventar um partido que, sem projeto para o país, visa somente o poder.
Errando e aprendendo. Para minha surpresa, porém -e de muita gente mais-, o partido inventado por Gilberto Kassab cresceu em seis meses de maneira surpreendente, a ponto de se tornar, ao que tudo indica, a terceira maior representação na Câmara dos Deputados, desbancando o PSDB.
Realmente, não fui o único a me espantar, e não era para menos. Às vésperas de findar o prazo para a inscrição de candidaturas às eleições do ano que vem, o número de prefeitos filiados ao PSD chegava a 600, e o de vereadores, a mais de 6.000. Segundo a avaliação dos entendidos, o PSD lançará cerca de 12 mil candidatos a vereador e 1.400 candidatos a prefeito.
Isso significa que milhares de políticos, filiados a outros partidos, os abandonaram para se inscreverem no partido de Kassab. Dezenas de prefeitos dos mais diversos Estados deixaram seus partidos e a ele se filiaram. Os governadores do Amazonas e de Santa Catarina também mudaram de barco, arrastando consigo prefeitos, deputados e vereadores. Ao que tudo indica, o PSD se tornará em breve o terceiro maior partido do país.
Qual a razão disso? Como se explica tal fenômeno? Certamente haverá mais de uma razão para que tanta gente deixe seu partido e embarque numa aventura como essa, já que ninguém sabe ao certo quem é Kassab nem o que será esse partido, que não diz a que vem. Surpresa maior ainda foi, no apagar das luzes, a filiação de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central durante o governo Lula que pertencera ao PSDB e depois ao PMDB. Ele transferiu seu título de eleitor de Goiânia para São Paulo a fim de se candidatar, pela novel agremiação, a prefeito da capital paulista. Mas ele afirma que sua filiação ao PSD não tem objetivo eleitoral, pois visa tão somente ajudar na construção de um grande partido nacional. Ou seja, o lugar está vago.
Se vai fazê-lo ou não, pouco importa. O que fica evidente, porém, é que Kassab, ao se dar conta do vácuo político surgido do esgotamento do PT e do PSDB, viu que era chegada a hora de criar um partido que, ao contrário daqueles, não se define ideologicamente e no qual, por isso mesmo, cabe todo mundo.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

TSE aprova criação do PSD, que já poderá disputar eleição de 2012.

Por seis votos a um, Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decide aceitar documentos apresentados pelo Partido Social Democrático (PSD) e libera registro para a 28ª legenda brasileira. Partido, que 'não será de direita, de esquerda nem de centro', segundo cacique Gilberto Kassab, está apto a disputar eleição municipal do ano que vem.


O Partido Social Democrático (PSD) teve sua criação aprovada na noite de terça-feira (27) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e será o 28° formalmente constituído no país. A decisão, aprovada por seis votos a um pelos ministros do TSE, permite que o partido já dispute as eleições municipais de 2012. A participação em eleições requer existência mínima de um ano.
Capitaneado pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab, que o definiu como um partido “que não será de direita, de esquerda nem de centro”, o PSD entrou em agosto com pedido de registro no TSE. O que a corte julgou nesta terça foi a validade dos documentos necessários à criação de um partido apresentados pelo PSD.
Pela legislação atual, um partido precisa de ter apoio mínimo de 0,5% dos votos válidos na eleição imediatamente anterior – no caso, a presidencial do ano passado. Segundo o TSE, seriam necessárias 491 mil assinaturas. 
Em seu parecer, a relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, considerou comprovadas 514 mil assinaturas, das 542 mil apresentadas pelo PSD. O parecer foi aprovado.Outra exigência da lei é que o partido, antes do registro nacional, obtenha nove registros estaduais, o que a relatora e mais cinco ministros também entenderam que foi feito.
Único voto contra o PSD, o ministro Marco Aurélio Mello argumentou que o partido não cumpriu a exigência, tendo apresentado documentos ainda não examinados pelos tribunais regionais e tendo procurado o TSE antes de aquelas cortes estaduais terem se pronunciado em definitivo.Além do exame da solicitação de registro do PSD, o TSE aproveitou julgamento para analisar pedidos feitos por outros partidos – como DEM e PTB - contra a criação da nova legenda.
As impugnações foram negadas.

domingo, 4 de setembro de 2011

PSD, partido nanico????
Como pode-se qualificar como nanico um partido que ainda não foi registrado e já é a segunda maior bancada da Câmara de Vereadores de São Paulo e já tem 50 deputados na Câmara dos Deputados com possibilidade de atingir 60 membros ou até mais e se tornar o 3º partido da Casa, só perdendo para o PT e o PMDB? O partido de Kassab será uma das grandes forças políticas nas eleições de 2014, pois tem grandes quadros, tanto na esfera federal quanto estadual e municipal. Apesar das trapaças que produziram para tentar desclassificá-lo, introduzindo assinaturas falsas e nomes de defuntos em sua coleta de assinaturas, o PSD não sairá prejudicado.

domingo, 21 de agosto de 2011

ELIANE CANTANHÊDETucanos caem como patinhos.
As fotos de Dilma com Fernando Henrique, Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia dizem muito -sobretudo da estratégia dilmista de se descolar de escândalos e escandalosos e se aproximar da oposição e de independentes.
Dilma, que não é PT na origem e na alma, tem problemas na base aliada, com o malcriado PR articulando operação-padrão com PTB, PP, PSC e setores do PMDB. Mas o que é melhor: uma foto com Alfredo Nascimento e os quase 30 demitidos dos Transportes ou com FHC, Alckmin e Anastasia? O apoio caríssimo de Wagner Rossi ou um elogio de Jarbas Vasconcelos, Pedro Simon e Cristovam Buarque?
A presidente já tinha trocado gentilezas com FHC na festa da Folha, foi justa e carinhosa numa carta de aniversário para ele, ofereceu-lhe vaga à mesa de Barack Obama no Itamaraty. Tudo isso é bom, republicano, mas é preciso avaliar perdas e ganhos.
O aparato marqueteiro que Dilma herdou de Lula não dá ponto sem nó: a solenidade do Brasil sem Miséria com o tucanato foi justamente em São Paulo, coração do PSDB e do seu eleitorado.
E o aparato político cuida da aritmética no Congresso: o PR faz beicinho? Chama o PSD! Dilma se reuniu com Kassab em Brasília no mesmo dia da festinha com tucanos em São Paulo. Coincidência...
Assim, enquanto se discute se Dilma faz mesmo uma "faxina ética", ou apenas deixa rolar e se beneficia dela, a presidente vai virando estrela de uma frente pluripartidária contra a corrupção e contra a miséria. Só tem a ganhar. CPI da Corrupção? Esquece.
Lula virou "pai dos pobres", e Dilma se firma como "mãe anticorrupção". O PSDB corrobora alegremente, e assim ela vence resistências entre os 40 milhões que votaram na oposição, contra Lula e o lulismo. Por trás do discurso de que o Brasil sai ganhando, a oposição não lucra nada, Dilma fica com tudo. E Dilma é Lula.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CANDIDATOS INSSOSOS, AMORFOS E INODOROS

Por Carlos Chagas.
Faz tempo que começou, mas de algumas semanas para cá tornou-se ostensiva a briga de foice em quarto escuro pela prefeitura de São Paulo. A um ano e quatro meses da eleição, operam partidos e candidatos para manter-se à tona e, afinal, conquistarem as indicações.
No PT,  partido obstinado na tentativa de retomar o controle da capital, surgem Fernando Haddad, apoiado pelo ex-presidente Lula, Rui Falcão, presidente nacional do partido, Marta Suplicy, ex-prefeita derrotada em recente tentativa e Aloísio Mercadante, outro colecionador de fracassos eleitorais. Nenhum deles é para valer, ao menos por enquanto, ainda que todos sonhem com a consolidação futura. Se os companheiros querem desde já  ter certeza da vitória, só um nome existe para tanto: o próprio Lula, na hipótese de apoiar um segundo mandato para a presidente Dilma Rousseff.  A candidatura do ex-presidente a prefeito configura hipótese impossível, hoje, mas capaz de constituir-se em  solução desesperada para 2012. E para quem julgar uma diminuição tornar-se prefeito quem já foi e pretende ser de novo presidente da República, é bom lembrar o episódio Jânio Quadros.
O Alto Tucanato vive buscando uma fórmula para sair da confusão em que se meteram seus principais líderes, até  antes da derrota de José Serra para Dilma Rousseff, ano passado. A solução para a unidade e a tentativa de conquistar a presidência da República em 2014 passa, para o PSDB,  pela candidatura de Serra à prefeitura, devendo Geraldo Alckmin concorrer à reeleição no governo do estado,  abrindo-se ampla avenida para Aécio Neves disputar a cadeira que o avô  conquistou. Mesmo visando o palácio do Planalto, Serra poderia meditar no adágio popular de que mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Se eleito alcaide paulistano, tudo o mais que acontecesse seria lucro, por conta do imponderável.
Gilberto Kassab não pode reeleger-se, está criando o PSD  para poder concorrer ao palácio dos Bandeirantes em 2014, mas precisará, para tanto, eleger o sucessor na prefeitura.  Entre diversos pretendentes, destaca-se Guilherme Afif.
O PMDB conseguiu seduzir Gabriel Chalita  pelas artimanhas de Michel Temer, parecendo óbvio que será lançado candidato a prefeito, ano que vem.
À exceção de uma quase impossível candidatura do Lula, os demais pretendentes à prefeitura enfrentam um fator que, com todo o respeito, só faz nivelá-los por baixo: nenhum consegue sensibilizar o eleitorado sob a égide da renovação,  da liderança popular ou do inusitado. Talvez por isso todos tremam ao ouvir falar no deputado Tiririca...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

PSD, Partido Sem Discurso.
Nas suas viagens para filiar mais quadros para o seu partido, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, esteve em Alagoas e conseguiu o apoio de um-deputado do PMN, e um Deputado do PDT acusados e indiciados pela Policia Fedral de desvio de 300 milhões de reais dos cofres públicos.
Noticia de vários jornais e blogs.
Enquanto isto o cidadão paulistano,que tambem paga impostos todos osdias, está sendo enganado, passado para trás, principalmente a grande maioria de pobres e marginalizados, que desde 2009 esperam que o Sr. Kassab cunpra pelo menos umas duas das dez promessas mentirosas que ele fez ao eleitorado paulistano. 2012 e 2014 vem ai.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

GOVERNADOR DE SC DEIXA O DEMO

DIREITA EM PESO ADERE AO PSD DE SERRA E KASSAB - O dia 1º de Maio trouxe um presente simbólico aos trabalhadores brasileiros: o partido dos DEMOS, a velha cepa da ARENA e do PFL , desmilinguiu de vez com o anúncio da saída do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, para ingressar no PSD. Liderado nominalmente pelo prefeito de SP, Gilberto Kassab, o PSD é o novo polo do conservadorismo brasileiro.  Mas é, sobretudo, um torniquete a serviço de José Serra que pretende usá-lo para asfixiar as alas rivais do PSDB, deixando-lhes duas opções: apoiá-lo incondicionalmente como o candidato de 2014, em aliança com o PSD, ou morrer de inanição por sucessivas deserções em suas fileiras, até culminar com a do próprio Serra, que seria ungido, então, pelo novo bonde conservador. Entende-se agora a 'radicalização' do governador Aécio Neves que fez duras críticas ao governo no 1º de Maio. Está em jogo a cabeça de chapa do conservadorismo em 2014: Aécio e Serra anteciparam a temporada de caça às credenciais. Vale tudo e vai jorrar sangue. (Carta Maior; 2º feira, 02/05/ 2011)