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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
TROCAR !! COMO??
A votação da Lei Geral da Copa na Câmara dos Deputados foi adiada novamente nesta quarta (21). Isso porque diversos parlamentares se uniram para obstruir a votação. Desta forma, a sessão ficou sem o quórum mínimo necessário para análise em plenário e, por isso, os líderes aliados decidiram adiar a discussão. "Não quero correr o risco da oposição vencer", justificou o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN). Ele explicou ainda que os líderes não quiseram votar a Lei da Copa hoje porque preferem dar prioridade ao novo Código Florestal. O projeto tramita na Câmara desde o ano passado. O atraso na aprovação da Lei da Copa já provocou críticas da Fifa.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
LULA VAI COM HADDAD ATÉ O FIM
Por Carlos Chagas
Estava nos cálculos do Lula, conforme confidência de companheiros mais chegados a ele: neste começo de ano seria desencadeada, como está sendo, campanha para a defenestração de Fernando Haddad a candidato à prefeitura de São Paulo. Seria o derradeiro esforço de alguns petistas e de muitos adversários para desestabilizar a indicação do ainda ministro da Educação. Não erra quem supuser Marta Suplicy na manobra. Ela perdeu a chance de candidatar-se, foi humilhada e acumulou mágoas sem conta por ter sido preterida. Estaria dando o troco, agora. Não é de graça que a blitz contra Haddad começou antes de iniciada a reforma ministerial da presidente Dilma. Dessa confusão artificial bem que poderia sobrar um ministério para a senadora. Jamais a Educação, mas por que não Ciência e Tecnologia?
De todas essas marolas detectadas nos últimos dias sobressai uma evidência: o Lula não abrirá mão da candidatura de Haddad, que lançou antes de o PT paulista organizar-se. Obteve, como comandante em chefe, a adesão dos que o seguem sem pestanejar e até dos que pensaram mas não tiveram tempo de reagir à imposição. Como iria, agora, ao sinal de uma conspiração parecida com o Exercito Brancaleone, dar o dito pelo não dito e aceitar que o ministro seja lançado ao mar como carga supérflua? Até porque, o ex-presidente pouco tem errado em suas indicações eleitorais. Ai está o exemplo de Dilma Rousseff, que quando apontada candidata à sucessão presidencial, despertou em muitos companheiros sorrisos de superioridade, mas emplacou de forma indiscutível por força da liderança do chefe. O mesmo acontecerá, prevê o Lula, com a candidatura de Fernando Haddad. Se vai dar certo, só o futuro dirá, mas substituí-lo, nem pensar.
UM PRESIDENTE OU UM CANTOR DE ÓPERA?
Quando pela primeira vez candidato à presidência dos Estados Unidos, em 1932, Franklin Roosevelt sofreu ampla resistência de alguns democratas e de todos os republicanos: como a América escolheria para governá-la um aleijado, um político que nem podia andar, fruto da paralisia infantil? Com muito humor ele rebateu, indagando se queriam um presidente da República ou um corredor da maratona.
Vem agora alguns desocupados para imaginar a próxima sucessão, por enquanto impossível de ser detectada, supondo que se Dilma não pleitear a reeleição, o Lula não poderia tornar-se candidato por conta do câncer na garganta, que provavelmente afetará sua voz, deixando-o rouco. Seria o caso de perguntar se querem no palácio do Planalto um cantor de ópera ou um presidente da República...
ME ENGANA QUE EU GOSTO.
Líderes do PMDB, do PT e de outros partidos da base oficial estão trocando idéias para, dizem eles, aprovar ainda este ano pelo menos uma fatia da reforma política. Falam do financiamento público das campanhas, iniciativa que proibiria as doações particulares para candidatos, limitando ao máximo a famigerada Caixa Dois.
O problema é que a proposta vem sendo debatida de mentirinha há muitos anos, pois jamais deputados e senadores votariam a extinção das doações eleitorais, passaporte para a sobrevivência de todos.
Como é preciso enganar a opinião pública, dando a impressão de que cuidam da reforma política, em mais um lance de prestidigitação Suas Excelências preparam uma armadilha. Pensam estabelecer que o financiamento público das campanhas só entraria em vigor caso aprovado em plebiscito nacional. Voltam-se, assim, para a opinião pública, que jamais consideraram, sabendo que a maioria do eleitorado estranharia a entrega de dinheiro público para os políticos quando falta para saúde, educação, saneamento, segurança e muita coisa a mais. Acresce que já prevêem esse plebiscito para 2014, quer dizer, mesmo se por milagre aprovado, o financiamento público só valeria para as eleições de 2018. Traduzindo: até lá as doações e o Caixa Dois ficariam valendo.
QUEM PARTE E REPARTE FICA COM A MELHOR PARTE.
Vamos imaginar uma empresa privada que no fim do ano registrou um lucro de 549 milhões de reais, mas na hora de distribuir dividendos a seus acionistas, destinou-lhes apenas 170 milhões. A diferença, de 379 milhões, ficou para ser repartida entre seus diretores.
Uma operação dessas determinaria a indignação dos acionistas, seguida de ações na Justiça, cadeia para os diretores e até o fechamento da empresa.
Pois é exatamente o que aconteceu em dezembro passado, quando dezenas de milhões de brasileiros separaram um dinheirinho para jogar na mega-sena da virada, totalizando 549 milhões arrecadados em todo o país. Só que o prêmio, por sinal dividido entre cinco felizardos, totalizou 170 milhões.
O resto, quer dizer, 379 milhões, o gato comeu, ou seja, o governo embolsou, como tem feito inúmeros governos anteriores. E não se culpe a Caixa Econômica, operadora dos sorteios, porque a decisão de dividir o bolo dessa forma canhestra veio de cima, há tempos, e continua prevalecendo. Se pelo menos essa diferença tiver sido usada para atender os carentes e os miseráveis, ainda será desculpável. Mas garantir, quem garante?
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
CAÇA AO CONTRIBIUNTE
Só um povo sem nacionalismo, sem amor a Família, tem capacidade de eleger um Congresso Nacional com 513 deputados federais, mais 81 senadores, cuja capacidade impoluta e inexorável, óbvio de uma maioria, é de ter criado, permanecer entre Impostos, Contribuições, Taxas, Contribuições de Melhoria apenas 86 tipos de tributos.
Fora os que não estão inclusos, como Laudêmio, Pedágio, Aforamento e as Tarifas Públicas, porque não são considerados tributos, mas somos obrigados a pagar !!!.
Hoje mais de 100 tipos de obrigações tributárias, impostas ao brasileiro.
Diante dos brazucas que adoram um governo sem seriedade no trato da coisa pública, só resta pagar 40% de impostos no material escolar de seus filhos e netos, no inicio das aulas em 2012.
Acorda Brasil.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Um tapa em nossa cara
Farra Cultural, o Senador Álvaro Dias vai investigar a utilização da Lei Rouanet de renúncia fiscal por grandes bancos para “promover cultura”. Há fortes indícios de que o Itaú usa nosso suado dinheirinho dos impostos até para bancar propaganda milionária em programas de auditório na TV? Se for confirmado o desvio, é um tapa na cara da sociedade.
Já não bastam os juros escorchantes cobrados dos tomadores de empréstimo?
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A FRIGIDEIRA É IMPLACÁVEL
Por Carlos Chagas.
A frigideira ferve, indicando que Carlos Lupi não escapará. Pouco importa que faça como os outros seis ministros defenestrados desde que Dilma Rousseff assumiu a presidência da República. Está condenado a deixar de ser ministro antes mesmo da reforma ministerial prevista para janeiro. A menos que a presidente decida antecipar as mudanças, mas não parece essa a sua estratégia. O pretexto para a reforma é liberar os ministros que venham a ser candidatos às eleições municipais de 2012, mas até agora apenas Fernando Haddad pôs o pescoço de fora. Deixar de ser ministro para ser vereador, só mesmo o Orlando Silva, que não é mais ministro. As prefeituras das capitais já estão lotadas de pré-candidatos, e nenhum deles é ministro, exceção do titular da Educação.
Com todo o respeito pela individualidade de cada um dos seis ex-ministros, e agora de Lupi, deve-se respeitar a argumentação de todos, sobre serem inocentes. Tamanha a lambança verificada ao redor de seus gabinetes, porém, nenhum se salvou. Nem se salvará o ministro do Trabalho. Melhor faria se pedisse logo para sair, já que a alternativa estará em ser saído.
A cada dia que passa mais se enrola o presidente licenciado do PDT. Sua última escorregadela aconteceu ontem, quando declarou não haver assinado um só convênio com ONGs em 2011. Ora, nos anos anteriores, quem era o ministro? Integrantes do partido já começam a cobrar do ex-chefe um ato de renúncia. Pedro Taques, Miro Teixeira, Reguffe e outros de ilibado comportamento não estão abandonando o barco. Foram abandonados pelo timoneiro próximo do naufrágio.
O TELEFONEMA FATAL.
Na Esplanada dos Ministérios, virou moda não atender de pronto o telefone, quando a ligação vem do ministro Gilberto Carvalho, do palácio do Planalto. Não apenas Carlos Lupi, agora, ou os seis exonerados antes, mandavam as secretárias dizer que não estavam. Poderia ser a sentença final. Não adiantou nada, porque meio minuto depois de receber o telefonema, instala-se a dúvida nos ministros: e se não for a comunicação de que devem exonerar-se, mas um reforço para a permanência? Não tem sido assim, mas a esperança é a última que morre...
AS MARGENS DO RUBICÃO.
Albert Camus escreveu e Tancredo Neves repetia inúmeras vezes que não se chega às margens do Rubicão para pescar. As decisões amadurecem ao longo do tempo, mas uma vez adotadas, não há como refluir e dar a impressão de que tudo não passou de um equívoco. É a lição que Aécio Neves aprendeu do avô. Vai mesmo disputar a presidência da República em 2014, tanto faz se o adversário for Dilma Rousseff ou o próprio Lula. Não tem volta no caminho que o ex-governador definiu. José Serra que se acomode, quem sabe na disputa pela prefeitura de São Paulo, e Geraldo Alckmin que se contente em tentar a reeleição no palácio dos Bandeirantes. A diferença é que as legiões do senador por Minas precisam de algum estímulo para atravessar o riacho.
DERRUBADA A ÚLTIMA RESISTÊNCIA.
Fica difícil aceitar o argumento de que Eduardo Suplicy abandonou a proposta da realização de prévias no PT apenas porque Fernando Haddad comprometeu-se a aceitar o programa de renda mínima em sua campanha. A grosso modo, ninguém no Brasil é contra essa proposta, ainda que até agora permaneça como sonho de noite de verão. Na verdade, o senador mais votado de São Paulo curvou-se ao império das circunstâncias. Como ficar contra um Lula enfraquecido pela doença? De que maneira contrariar a onda irreprimível do respeito à vontade do primeiro-companheiro? Em 2002, Suplicy enfrentou a maioria ao exigir prévia para a escolha do candidato presidencial. Levou uma surra, mas não havia o fator emocional na equação. Agora é diferente.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
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