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domingo, 5 de agosto de 2012


Sem falar que o sujeitinho foi pego em gravações da PF que o ligam oa esquema Cachoeira. A ética do sujeito é a mesma do Rubens Ricupero: “O Que é bom para a gente, a gente fatura, o que não é a gente esconde”. Sua palavra vale menos do que aquilo que o gato enterra.
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

sexta-feira, 6 de julho de 2012


Salada indigesta

Sabe-se que a Delta, Cachoeira, Cláudio Abreu, Fernando Cavendish, Luiz Pagot - DNIT, Raul Filho, prefeito e líder petista em Palmas, Tocantins, Cabral, Agnelo Queiroz, Perillo ‘et caterva’, prosperaram, dolosa e vertiginosamente, durante o governo do Lula, com continuação no governo Dilma. 
Inclui-se no seleto grupo, o Juquinha, já preso, presidente da VALEC, empresa estatal que constrói a ferrovia norte-sul. Facilitou bastante o desbarato de verbas públicas, a criação do PAC, em janeiro de 2007. 
Não havia e nem há controle de verbas, só meros repasses, nunca se viu algum balanço do PAC, prestação de contas, apuração de irregularidades por parte do governo. 
O PAC na verdade, foi e é um facilitador para a corrupção, supostamente administrado por um Comitê Gestor. 
Quanta coincidência?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

PERGUNTAS QUE NÃO FORAM FEITAS

Por Carlos Chagas.
Claro que não era o foco da CPI do Cachoeira, muito  menos o palco para análise da performance administrativa do depoente, mas melhor ficariam deputados e senadores se ao invés de indagar sobre as relações de  Agnelo Queirós com Carlinhos Cachoeira,  tivessem perguntado porque a capital do país virou  um completo caos.
Ninguém duvidou  da negativa do  governador  sobre qualquer  relacionamento com o bicheiro, que também   jamais viu, tratando-se todas as acusações contra ele  de simples  tertúlias  políticas. Ele ficaria em dificuldades, porém, caso perguntado sobre a falência do sistema público de saúde, a falta de médicos e de vagas nos hospitais, a insegurança  do cidadão que fica na rua depois do pôr do sol, os sucessivos seqüestros relâmpago, a balbúrdia verificada no trânsito, as ruas e avenidas esburacadas, as escolas onde chove dentro e o abandono das cidades satélites. E muita coisa a mais,  demonstrando o desgoverno atual, não obstante o auto-elogio feito de corpo presente pelo governador.  
Desafortunadamente, o objeto da CPI referia-se às atividades de Carlinhos Cachoeira, desta vez no Distrito Federal. Quem sabe no futuro venha a ser constituído outro grupo investigativo capaz de dar à sociedade as respostas que não recebe faz muito...
O  PARAÍSO DA BANDIDAGEM.
Decisões da Justiça não se discutem. Cumprem-se. Carlinhos Cachoeira será posto em liberdade caso o pleno do Tribunal Regional Federal da Primeira Região confirme o voto do desembargador Fernando Tourinho Neto, anulando as escutas telefônicas da Operação Montecarlo, da Polícia Federal.  O argumento do  meretíssimo é de que o juiz federal encarregado do processo não justificou suficientemente o uso  da escuta telefônica. Assim, concedeu habeas-corpus para a anulação das provas contra o bicheiro, suspendendo a ação penal.
Haverá que aguardar o pronunciamento da corte, mas, convenhamos, a libertação de Cachoeira vai contra tudo o que ainda resta de crédito das instituições democráticas. A anulação, se concedida por inteiro, colocará em risco o funcionamento da própria CPI e do inquérito contra o senador Demóstenes Torres no Conselho de Ética do Senado. Será o paraíso da bandidagem.
SEM EXPLICAÇÃO.
Do depoimento do governador de Goiás, Marconi Perilo, ficaram duas dúvidas: por que negou-se  abrir mão de seu sigilo bancário, fiscal  e telefônico? Tem algo a esconder?
Da mesma forma, se a operação de venda de sua mansão em Goiânia transcorreu sem participação de Carlinhos Cachoeira, por que o bicheiro morava no local, onde inclusive foi preso? Mera coincidência?
EXAGEROS.
Getúlio Vargas matou-se na manhã de  24 de agosto de 1954. Naquela mesma tarde um de seus algozes, Carlos Lacerda, deu entrevista às emissoras de rádio sugerindo a mudança do nome da tradicional Avenida Presidente Vargas para Avenida Castro Alves, no Rio.  Uma infeliz proposta que não pegou. Até hoje prevalece a natureza das coisas, ou seja, a Avenida Presidente Vargas continua lá, porque só se apaga o passado nas ditaduras, mesmo quando da inversão de  situações e partidos  políticos no poder. 
Filinto Muller foi figura malvista por ter chefiado a Polícia Federal nos tempos da ditadura do Estado Novo. Não escaparia de uma Comissão da Verdade caso criada naqueles idos. Depois virou senador, tendo apoiado o regime militar de 1964 com rara diligência. Morreu num desastre de avião, em Paris.  Para homenageá-lo, bem ou mal, colegas senadores deram seu nome a uma das novas alas do Senado.
Agora querem trocar a  designação da ala. Trata-se de outra bobagem.  Se a moda pega, quem garante que o que for mudado hoje não será restabelecido amanhã?

quinta-feira, 12 de abril de 2012

JÁ !!!

Demonização, não!
Embora Governo, MP, Congresso Nacional e Justiça reajam tardiamente, apenas quando a situação se torna insustentável na boca do povo, os seguidos escândalos derrubaram e ainda vão passar a foice em muita “gente boa”. 
Cachoeira, enfim, é merecedor de estátua no centro da Praça dos Três Poderes, por haver prestado um grande favor à nação, ceifando homens públicos de altos cargos, que se vendiam a preço de banana para o ricaço. 
Foi assim com Zé Dirceu/Waldomiro e está sendo nas hostes políticas - situacionista e oposicionista -, de pessoas insuspeitas até então.
 Ainda tem muita gente grande que ainda não entrou na dança, mas que deve estar visitando com grande frequência o cardiologista. 
Por causa dos ainda de fora, o contraventor tem a vida em risco. 
Agora, demonizar só porque se é contra o Governo, nunca!

segunda-feira, 26 de março de 2012

GARANTINDO A ORDEM. . .

Cachoeira continua preso, decide TRF.
Por unanimidade, a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou nesta segunda o pedido de habeas corpus feito pela defesa do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. 
Cabe recurso à decisão. Ele está preso desde 29 de fevereiro no presídio federal de segurança máxima em Mossoró (RN),  sob a acusação de chefiar uma quadrilha de exploração de jogos com máquinas caça-níqueis. O voto do relator do caso, desembargador Tourinho Neto, negando o pedido de liberdade, foi acompanhado pelos outros dois integrantes da turma. De acordo com Tourinho Neto, era necessário manter Cachoeira preso para "garantir a ordem pública". 
Cabe recurso à decisão.