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sábado, 16 de junho de 2012

DELTA CONSTRUÇÕES

A Controladoria-Geral da União (CGU) declarou inidônea a Delta Construções, a empreiteira de Fernando Cavendish que está no centro do caso Cachoeira, na última terça (12). 
Dois dias depois, a CPI que investiga o escândalo negou-se a ouvir o empresário. Reportagem de Veja desta semana revela que Cavendish tem ameaçado revelar segredos que comprometem outras empreiteiras. No mesmo dia em que a CGU anunciou a punição à Delta, Cavendish esteve em Brasília. 
Numa conversa com um parlamentar de quem é amigo, disse que não apenas a Delta, mas a maioria das grandes empreiteiras paga propina a servidores públicos e políticos em troca de obras e aditivos contratuais. Conforme Cavendish, a Delta adotou o mesmo sistema: para dificultar o rastreamento da propina, repassava os recursos a empresas-laranja, que, posteriormente, entregavam o pedágio a quem de direito. 
Ele apresentou ao parlamentar um conjunto de empresas-laranja que serviriam à Delta e às concorrentes. Deu nome de sete empresas das áreas de engenharia e terraplanagem. 
Todas funcionam em São Paulo e têm como proprietário o empresário Adir Assad, apesar de estarem em nome do técnico em refrigeração Jucilei Lima dos Santos e de Honorina Lopes, sua mulher, ambos no papel de laranjas. 
O parlamentar que conversou com Cavendish passou o relato adiante.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

LEVARAM TUDO

O pior cego é o que não quer ver.
Contratos de obras entre a União e a Delta, aproximadamente 108 contratos, a maioria com o DNIT do ministério dos transportes, por irregularidades diversas e atrasos, dão motivos para suspensão de contratos.
A Controladoria Geral da União, só agora, se arvora em defender o interesse público, nesse caso. Por que a CGU não diligenciou à fundo os contratos fraudulentos da Delta Construções, antes da instalação da CPIM? 
Quando se sabe, que pagamentos da Delta foram pagos adiantadamente, antes de conclusão de etapas de obras. 
A intimidade do Sergio Cabral, governador do Rio, em sua viagem a Paris junto com o Cavendish, sinalizou, firmemente, as suspeitas hoje confirmadas. 
A CGU com os seus mil olhos, não enxergou.

domingo, 20 de maio de 2012

CONTRATOS NOVOS !!!

DA COLUNA DO CLAUDIO HUMBERTO.
Delta pode deixar de receber R$ 1,2 bi.
Se for impedida de celebrar novos contratos com a União, a Delta Construções, investigada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira, pode deixar de receber R$ 1,2 bilhão de contratos em andamento. O valor equivale a parcela não paga de obras federais programadas para serem executadas até o final de 2015. Os dados são da Controladoria-Geral da União (CGU). 
Ao todo, a empreiteira mantém 108 contratos de obras com a União, grande parte com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), vinculado ao Ministério dos Transportes. 
A suspensão de contratos depende de análise caso a caso, feita pelos ministérios envolvidos, em parceria com a CGU.

sábado, 28 de abril de 2012

JÁ ...

“Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caça sempre glorificarão o caçador”.
Este provérbio africano cabe direitinho no papel da gRobo de ser a porta-voz da elite contra os mais fracos.
A gRobo, poderosa por difusão, entra na casa de milhões de pessoas, disseminando suas tramas cínicas, mercenárias, como se fosse a verdade.
Depois da divulgação de tantos documentos provando a relação criminosa entre o gangster Carlinhos Cachoeira e a revista Veja tá mais que na hora dos guardiães da ética e dos bons costumes no serviço público (TCU, CGU, Comissão de Ética da Presidência, etc.) por um fim no derrame de dinheiro público nessa revista.
Da forma que a publicação dos Civita se comporta; colocar dinheiro público ali deveria ser considerado crime passível de improbidade administrativa.
Instituições como o Ethos e congêneres deveriam cobrar o mesmo das empresas privadas.
Seria interessante criar um painel (mesmo que virtual) tipo o “impostômetro” informando quem são os anunciantes (públicos e privados) que estão bancando as estripulias da quadrilha Veja/Cachoeira.

sábado, 21 de abril de 2012

DELTA


CGU instaura processo contra a Delta.
A Controladoria-Geral da União (CGU) instaura na segunda (23) processo administrativo que pode resultar no impedimento da Delta em contratar com órgãos públicos e suspender seus contratos com o governo federal. A Delta é a empresa que, desde 2007, mais recebe recursos do orçamento do executivo federal. Só no ano passado foram R$ 862 milhões. Segundo o ministro da CGU, Jorge Hage, o processo o será aberto devido aos indícios de irregularidades encontrados em operação da Polícia Federal no Ceará, em 2010, denominada Mão Dupla. Servidores do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e funcionários da Delta chegaram a ser presos acusados de pagamento e recebimento de propina e desvio de recursos de obras públicas.

sábado, 14 de abril de 2012

OBRAS DA DELTA

CGU aponta fraudes em obras da Delta.
Maior empreiteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Delta Construções tem obras com irregularidades no governo federal, cujos contratos somam R$ 632 milhões. A constatação é da Controladoria-Geral da União (CGU), que apontou pagamentos ilegais, indícios de superfaturamento, serviços mal executados e diversos tipos de impropriedade em contratos fiscalizados a partir de 2007. Uma das principais construtoras do setor rodoviário, a Delta concentra serviços no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), além de atuar na Transposição do São Francisco e na reforma de aeroportos. Só nas BRs, a CGU encontrou problemas em 60 obras de pequeno, médio e grande portes. Em boa parte dos casos, o valor dos contratos é inflado. A empreiteira, influente entre políticos e doadora de campanha pluripartidária, recebeu cerca de R$ 900 milhões da União no ano passado. 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

BUEIROS BRASLEIRO

CGU vai auditar obras do Dnit e Valec.
A Controladoria-Geral da União informou que vai realizar uma auditoria nas licitações, contratos e na execução de obras sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e da empresa estatal Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, a Valec. Mais informações serão apresentadas em uma Portaria publicada no Diário Oficial da União de amanhã. O chefe da CGU, Jorge Hage, já nomeou um corregedor para acompanhar o caso, mas seu nome ainda não foi divulgada.