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sexta-feira, 29 de março de 2013

PRIVATARIA TUCANA

Essa foi a grande obra do PSDB para o País, A PRIVATARIA TUCANA ! ! !
Crimes de lesa-pátria aquelas privatizações. Patrimônio brasileiro dado. Não podia permanecer impune. Os mesmos canalhas privatizadores são os primeiros a querer o Estado, o dinheiro do Estado para as suas empresinhas.
Uma das muitas coisas que não suporto é FHC fala ou escreve. Ele transpira cinismo por todos os seus poros. FHC e seus asseclas se tornaram milionários colocando o Brasil à venda. Venderam o patrimônio nacional à revelia do povo brasileiro.
Por isto, foram escorraçados do poder. Mais aí, já era tarde demais.
O FHC estava querendo que o Brasil fizesse umas “escandilices” atrás das moitas. Graças ao povo brasileiro que elegeu Lula em 2002 não deu tempo dos tucanos perpretarem mais essa patifaria. Esses tucanos gostam de praticar “escandêlos” atrás das moitas ou bebendo vinhos de 10 mil reais as garrafas. Mas tudo limpo, com luvas, camisinhas, como eles mesmos dizem são muito higiênicos. Higienópolis que o diga.
Agora, em 2014, querem retornar para completar o serviço. Petrobras e o Pré-sal, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e os Correios são as jóias da coroa.
Será que o povo brasileiro vai deixar se enganar mais uma vez?
O voto tal qual o chicote do Cristo estalou no lombo do vendilhão em tempo. Continuam na porta do templo, mas não retornarão, e sim de lá darão o salto direto para a lata de lixo da historia, ou irão de lá para a caldeira do Mefisto que dá no mesmo.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

PETRÓLEO

** 700 milhões de barris de petróleo: Petrobrás  descobre poço no pré-sal com óleo leve suficiente para quase um ano de consumo brasileiro, além de imensa reserva de gás.

quinta-feira, 22 de março de 2012

CONTRAPONTO

** Cinco ex-dirigentes da Vale do Rio Doce, entre eles o ex-presidente da empresa, Roger Agnelli, vão embolsar uma das maiores indenizações da história corporativa brasileira: R$ 121 milhões  por terem seus contratos interrompidos em 2011 (leia mais em 'O Contraponto tucano à Petrobrás; nesta pág)
** deve chegar ao Congresso, em breve, o novo marco regulatório do setor mineral
** alíquota de royalties do setor  passará de 2% para 4%.
** ainda assim persistirá como uma das mais modestas do planeta.
** Austrália, grande produtor de ferro, que acaba de instituir uma taxa de 30% sobre lucros extras do  boom das commodities, cobra 10% de royalties, mesmo percentual de países africanos.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

PETROBRAS

Petrobras atinge segunda maior produção de petróleo no Brasil.
A produção de petróleo da Petrobras no Brasil atingiu o segundo maior volume mensal da história da companhia no país. Subiu 2% em janeiro, se comparado ao mesmo mês do ano passado, atingindo 2,110 milhões de barris diários em média. Em dezembro de 2010 foram 2,084 milhões de barris por dia, ou seja, uma alta de 1,2%. Porém, o volume de janeiro ainda fica abaixo do recorde mensal, de 2,121 milhões de barris diários obtidos em dezembro de 2010.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

CAIXA PRETA

Graça Foster, melhor que uma indicação dos Severinos Cavalcantes da vida que queriam indicar seus apadrinhados para a diretoria de "furar poço". Com 32 anos de Petrobrás e sendo funcionária de carreira, acredito que o lado partidário pode ser deixado de lado. Dizem que essa senhora é extremamente exigente e perfeccionista em tudo que faz.
Que ela faça uma bela administração à frente da Petrobrás.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Salve a Petrobrás.
O milhardário capitalista Rockfeller, o dono de quase todo o petróleo em território americano ao século passado respondeu de quando uma entrevista haver somente três maneiras de se ganhar garantidos rios de dinheiro por quanto de se administrar uma empresa. Tal empresa deveria ser do ramo petrolífero, bem administrada; ou mais ou menos administrada; ou, podia, até mal administrada (padrão Petrobrás).
Acertou.
Apesar de no ano de 2011, a Petrobrás ser uma das duas únicas empresas do ramo no mundo a dar prejuízo, no entanto continua mundialmente cobiçada pelo capitalismo internacional.
Já pensou a Petrobrás em mãos competentes, excluída dos tentáculos ?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O RECUO DA PETROBRAS . . .

Mercado recebe bem plano de negócios da estatal, alterado sob pressão do governo; versão anterior pressupunha altas na gasolina e no diesel.
A definição do plano de negócios da Petrobras para o quinquênio 2011-2015 foi demorada: prevista para o primeiro trimestre, só teve conclusão há uma semana.
Do prolongado embate entre a diretoria da empresa e o seu Conselho de Administração -
em que representantes do governo federal constituem ampla maioria- resultou um plano mais coerente com as diretrizes da política econômica e que, à primeira vista, não parece ferir os interesses dos inúmeros acionistas minoritários.
A direção da Petrobras, na versão inicial do plano, propunha um salto nos investimentos da empresa, que iriam de US$ 224 bilhões (valor aprovado para o período 2010-2014) para mais de US$ 270 bilhões até 2015. Por força da pressão do governo, essa programação de investimentos foi revista, recuando para US$ 224,7 bilhões.
O novo valor, quase igual ao estabelecido em 2010, marca uma interrupção na escalada dos investimentos desde fins da década de 1990, quando o setor de petróleo foi aberto à iniciativa privada.
O governo optou por pisar no freio já no curto prazo: a Petrobras terá de cortar os investimentos previstos para 2011 de US$ 93 bilhões para US$ 84,7 bilhões.
A aceleração das encomendas da Petrobras poderia reforçar, numa economia já aquecida, pressões inflacionárias. Ao lado disso, para ajudar a financiar o novo salto seria preciso, conforme as primeiras versões do plano, aumentar o diesel e a gasolina -com importante impacto sobre os índices de preços. Por fim, pesou na opção o fato de que, gastando menos, a Petrobras contribuiria para o superavit nas contas públicas.
É comum, e muitas vezes justificada, a preocupação com a possibilidade de que ingerências políticas numa empresa com ações em bolsa, como a Petrobras, redundem em ineficiência e prejuízos aos investidores privados com participação minoritária.
Desta feita, os representantes do governo no Conselho de Administração deram ênfase à necessidade de aumentar a eficiência da empresa para garantir o retorno dos projetos de investimento.
O mercado parece ter reagido favoravelmente. Houve uma clara recuperação dos preços das ações da Petrobras, interrompendo uma já prolongada tendência de baixa.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

CULTURA E ESPORTE

Petroesporte.
A Petrobras abre dia 28 inscrições para projetos de esporte dirigidos a crianças e jovens.
A estatal, que já é a maior patrocinadora de cultura no país, investirá, em dois anos, R$ 30 milhões em esporte e cidadania. As inscrições são pelo site petrobras.com.br/ppec. O resultado da seleção sai em dezembro.
Petrocultura.
A Petrobras e o Ministério da Cultura lançam dia 5, no Rio, a Ação Petrobras/MinC 2011.
É investimento de R$ 14,5 milhões em 10 grandes projetos.
Madeira-Mamoré.
Com o apoio da Petrobras, o Clube de Engenharia irá digitalizar livros raros da história da engenharia brasileira como "Estudos da estrada de ferro Madeira-Mamoré", de 1887.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A OPORTUNIDADE DE UM RECOMEÇO

Ao afastar Antonio Palocci, a Presidenta Dilma Rousseff  ganha espaço para uma reordenação política que corrija as lacunas de um ciclo inicial em que a principal agenda do seu governo era negativa: conter o crescimento para conter a inflação e a apreciação cambial. A inflação já reverteu a curva ascendente. A instabilidade cambial não cede sem baixar os juros que atraem capitais especulativos, mesmo com algum controle sobre os fluxos externos. Um bom recomeço seria interromper a nova alta da Selic que está sendo discutida na reunião do BC iniciada na terça-feira. O país vive um momento privilegiado de retomada dos investimentos nas áreas da infraestrutura, energia e construção civil. Nenhuma economia do mundo rivaliza com o leque de obras públicas em marcha no Brasil nesse momento, que inclui a construção --simultânea-- de 3  hidrelétricas, 3  ferrovias e 5 refinarias, ademais de investimentos superiores a US$ 220 bilhões da Petrobrás na exploração do pré-sal, apenas no período 2011- 2015. A expansão da capacidade produtiva, conforme mostrou o  IBGE no 1º trimestre, cresce  50% acima da expansão do consumo. O horizonte econômico, portanto, esboça uma espiral virtuosa em que o fôlego da oferta corre à frente do ímpeto da demanda. Esfarela-se a chantagem ortodoxa do descontrole inflacionário. O economista Amir Khair advertiu em recente artigo em Carta Maior que não se deve esperar da recuperação dos países ricos,sobretudo da economia norte-americana que patina em desordem financeira, dívidas insolúveis e  retração do consumo, qualquer incentivo ao nosso desenvolvimento. O mercado interno, sinaliza Khair, deve ser o grande fiador da travessia brasileira nessa longa convalescência da crise mundial. Sufocá-lo com novas altas dos juros é transpor para a lógica economica a sangria imobilizante que se decidiu evitar na esfera política, com a mudança na Casa Civil. (Carta Maior; 4º feira, 08/06/ 2011)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

AQUILO QUE NOS DEVORA

Basicamente, duas razões  levaram a Presidenta Dilma a optar pela concessão de alguns dos mais estratégicos  aeroportos do país a empresas nacionais ou estrangeiras  que assumirão a responsabilidade por ampliá-los e modernizá-los, em troca do controle do negócio por 20 anos.  Gargalos já evidentes com a afluência de milhões de novos passageiros ao transporte aéreo, graças à melhoria da renda, bem como o risco, real, de um colapso desse serviço na Copa do Mundo em 2014, formam a base da equação. A opção política pela concessão privada, porém, não seria a única saída. Por que o Estado brasileiro não poderia, por exemplo, contratar serviços de empresas locais e internacionais para obras, a exemplo do que faz a Petrobrás em operação até mais complexa de aquisição de equipamentos e infra-estrutura para explorar o pré-sal? Em primeiro lugar, porque o esfarelamento do setor público nos anos 90 privou a sociedade de uma estatal forte  e eficiente para investir e planejar a expansão do setor  aéreo, ou o das elecomunicações etc, legando burocracias sucateadas ao governo. Em segundo lugar, porque a política de arrocho fiscal para pagar juros da dívida pública torna esquálida a capacidade de investimento em infraestrutura e serviços. Não se trata de um fetiche com aeroportos: o colapso ensaiado nos saguões de embarque e desembarque aéreo há muito já explodiu na rudimentar rede de postinhos de saúde, bem como nas filas dos hospitais públicos, no transporte coletivo deficitário e mal cuidado, na rede de escolas públicas e no sistema de saneamento. A origem da falencia é a mesma: colapso fiscal. Fatos: as obras de modernização e expansão dos aeroportos vão exigir entre R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões das futuras concessionárias. O Estado brasileiro não tem esse dinheiro. Mas está fazendo das tripas coração para reservar cerca de R$ 117 bilhões de superávit fiscal destinado ao pagamento de juros à banca e aos rentistas em 2011. Só no primeiro quadrimestre, o 'esforço' para atender a essa prioridade  foi de R$ 78,5 bilhões, quantia quase seis vezes maior que os R$ 13,5 bilhões destinados a investimentos no período.  A taxa de juro no país é de 12%. Na próxima semana tem reunião do Copom. Apesar das evidencias de que a inflação está em queda, e o nível de atividade e de consumo recuam -- em abril  a indústria registrou a maior queda em 40 meses frente a março-- os 'mercados' insistem em que a Selic ainda precisa subir mais dois degraus até fechar o ano na obscena marca dos 12,5%.  (Carta Maior; 5º feira, 02/06/ 2011)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PETROBRAS

RENTISTAS  CONTRA  O INVESTIMENTO : A crítica dos  ‘mercados' ao programa de investimentos da Petrobrás (US$ 224 bilhões até 2014), e sobretudo a decisão da empresa de construir cinco novas refinarias no país (US$ 73,6 bi), não se resume a um conflito paroquial entre  governo e oposição. Trata-se, na verdade, de mais um embate entre a lógica financista que motivou as tentativas de privatizar a empresa, no governo FHC, e as políticas soberanas de investimento resgatadas pelo governo Lula, mas nunca digeridas pelo mercadismo e seus ventríloquos na mídia. A campanha contra a regulação soberana do pré-sal e a capitalização da empresa para arcar com a exploração das novas reservas é parte desse jogral da turma do cassino que gosta de jogo rápido e dinheiro na mão (deles). O país pode esperar. A pressão atual contra o investimento é diretamente proporcional à ganância dos acionistas pela captura dos  lucros da empresa. A lógica é simples: o lucro canalizado para a  expansão produtiva não será distribuído aos acionistas, leia-se, grandes investidores, bancos, fundos e mega-interesses internacionalizados. Graças a FHC, hoje 40% das ações da empresa estão nas mãos de capitais estrangeiros, sem qualquer compromisso com o país. Personagens típicos da era da financeirização, eles materializam o imediatismo rentista.  O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, recusa-se a administrar o patrimonio soberano  do pré-sal pautado pela ganância infecciosa que levou o mundo à maior crise capitalista desde 1929: "Não investir em refinarias neste momento é suicídio a longo prazo", diz ele para completar: "o país está no limite do refino e há um crescimento exponencial (da oferta no horizonte)... se a empresa não der prioridade a seus investimentos, nos próximos anos terá que exportar petróleo e importar derivados", arremata. Talvez seja isso mesmo que os críticos almejam: transformar a Petrobrás numa Vale do Rio Doce. A mineradora decidiu distribuir US$ 4 bilhões aos acionistas em 2011, mas se recusa a investir US$ 1,5 bi numa fábrica de trilhos no país. Exportamos ferro bruto para a China; importamos trilhos chineses para as ferrovias do Brasil. (Carta Maior, 3º feira, 22/02/2011)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O ETANOL INVADIRÁ OS ESTADOS UNIDOS?

Por Carlos Chagas
A vinda de Barak Obama ao Brasil, em março, faz acender luzes de euforia no palácio do Planalto mas gera cones de sombra na Petrobrás. Porque o presidente dos Estados Unidos,  se não mudar de idéia, deverá propor monumental exportação do nosso etanol para o seu país.
Pretende, de início em cinco estados americanos, adicionar etanol  à gasolina   e ver se seus patrícios aceitam a mistura. Dando certo a operação, importará tudo o que pudermos produzir, até levantando certas barreiras alfandegárias  hoje existentes por lá.
Claro que Obama exigirá compensações, a maior delas que as montadoras americanas instaladas em nosso território venham a ser aquinhoadas  com facilidades, benefícios e incentivos  maiores do que os já existentes, de forma a triplicarem  sua produção de veículos, para grande exportação.  A azeitona na empada será o aumento de empregos no Brasil. É possível que a pimenta envolva a compra dos caças F-18.
A superprodução de etanol fará a alegria dos usineiros,   mas já começa a ser vista de soslaio pela Petrobrás, interessada em concentrar os esforços nacionais no pré-sal e temerosa de que o governo possa entregar  toda  a   energia não poluente à  Eletrobrás.
De qualquer forma, é bom não contar com o ovo enquanto na barriga da galinha. O cartel internacional do petróleo é poderoso e não quer ouvir falar do ingresso maciço do etanol no seu quintal.
TERCEIRIZAÇÕES EXAGERADAS.
Pode ser  que o governo volte suas atenções para o exagero das terceirizações, que se eliminaram encargos trabalhistas  na administração direta e nas empresas estatais, vem servindo para penalizar trabalhadores de todas as categorias, além de enriquecer  ilicitamente grupos e pessoas empenhadas em tirar  tudo do governo e repassar muito pouco para os contratados. Essa observação vale para as mais variadas atividades, desde serviços de limpeza e de segurança em órgãos públicos à prestação de serviços de imprensa e construção de imagem em ministérios.  Até a Polícia Federal vale-se desse expediente:  nos aeroportos e repartições de contato com o público, trabalham funcionários terceirizados,  sem garantia de emprego e mal   remunerados.  O exagero também atinge, e muito, os poderes Legislativo e Judiciário, tendo se espalhado pelos estados e municípios. Continuando as coisas como vão, logo pensarão em terceirizar as forças armadas.
FALTA UM PROJETO ESTRATÉGICO.
A menos que o ministro Moreira Franco se encontre  trabalhando em silêncio, falta ao governo Dilma Rousseff um projeto  estratégico.  Para onde vamos? Que metas e objetivos essenciais estão sendo traçados, além da extinção da pobreza absoluta e da miséria? Qual nosso papel no continente e no mundo desenvolvido a que aspiramos? O poder nacional, onde anda?
No governo Lula a tarefa foi entregue a  Mangabeira Unger, que começou a trabalhar nesse sentido mas estranhamente demitiu-se antes de completar um ano no cargo de ministro  de Assuntos Estratégicos. Talvez tenha reagido à superposição de tarefas.
TODOS  NA ENCOLHA.
Pela primeira vez em muitas décadas e variados governos, deixamos de assistir ministros batendo cabeça e disputando no tapa as atenções da mídia e da opinião pública. Andam todos na encolha, preferindo ocultar-se e deixando de divulgar planos, projetos e realizações. É de supor-se que se encontrem trabalhando e produzindo, mas estranhamente escondem-se no fundo de seus gabinetes. Não deve ser por  descaso da mídia, sempre ávida por   notícias. Pelo jeito, o ministério anda temeroso  de desagradar e por isso não agrada. Some.
Para decifrar o enigma,  há uma chave com nome próprio. Chama-se Dilma Rousseff. A turma tem medo dela, que em poucos dias de governo desautorizou Guido Mantega, o general José Elito Siqueira, Mirian Belquior, Fernando Haddad  e Nelson Jobim.
De lá para cá, nem eles nem ninguém mais abre  a boca.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SOBERANIA E DESENVOLVIMENTO

Cerca de 18 mil empresas brasileiras forneceram para a Petrobras e venderam R$ 38 bilhões ao ano nos últimos três anos, segundo Sergio Gabrielli, presidente da empresa. "A Petrobras havia solicitado 65% em média, era a meta (de conteúdo nacional). Mas as compras foram de 67%. Na P-57, a meta era 68,5% e tivemos 75,6%. Em 2003, havia sido 57%", diz ele. O alvo, agora, é o pequeno fornecedor. "O grande não tem esse problema, mas ao aprofundarmos a política de conteúdo nacional, chegamos ao pequeno. Passamos a ter estaleiro nacional, aí precisa de equipamento. Chegamos ao fornecedor da mola da fechadura da porta do convés" (Folha, 08/02) (Carta Maior, 3º feira, 08/02/2011)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

LULA REDESENHOU O MAOA DO BRASIL


O ansioso blogueiro foi a Suape dar um abraço em Lula
Este Conversa Afiada se permite dizer há muito tempo que, desde Vargas, nenhum outro Presidente viu o mapa do Brasil inteiro, diante de si, como Lula.
Lula acelerou dois movimentos de mobilidade: vertical, com a ascensão social; e na horizontal, com a integração do País, economicamente.
E o Farol de Alexandria continua a achar, na sua secundária perspectiva, que a Dilma e o Lula não tem estratégia – clique aqui para ver como Nassif disseca a subalternidade do pensamento do Farol de Alexandria.
JK levou o Brasil para São Paulo.
Lula levou o Brasil para o Brasil, inteiro.
Saiu no Valor de hoje, na pag. A3:
“Petróleo e ferrovias dinamizam portos do Norte e do Nordeste”
Trata-se de reportagem de André Borges que fala da crescente papel dos portos de Vila do Conde (Pará), Itaqui (Maranhão), Pecem (Ceara) e Suape (Pernambuco) na movimentação da carga no País.
E como a expansão ferroviária e a Petrobras participam desse movimento de integração econômica irreversível.
Ainda este ano, a Ferrovia Norte-Sul, que São Paulo dinamitou no Governo Sarney, começa a licitar tráfego de cargas.
A FNS concluiu o trecho Norte e vai dinamizar Vila do Conde e Itaqui.
Vila do Conde, ainda, vai se beneficiar da recente inauguração das eclusas de Tucuruí.
Itaqui vai transportar grãos do Norte e se fortalecer com a refinaria Premium que a Petrobras constrói ali perto, para desespero dos “especialistas”.
A Ferrovia Trans-Nordestina vai cortar o Sertão, em 1.728 km.
Vai ligar o interior do Maranhão e do Piauí a Pecem, no Ceara, e a Suape, em Pernambuco.
Pecem terá que ajudar a outra Premium da Petrobras – para desespero dos “especialistas” – e dar conta da siderúrgica que a Vale constrói ali perto.
E daqui a pouco entra em funcionamento a termoelétrica do Eike Batista
Por fim, Suape, que ajuda a fazer uma revolução em Pernambuco – clique aqui para ler “Suape fez uma revolução em Pernambuco e Eduardo Campos dá de 10 a 0 em Cerra”. e “Bacelar: nunca vi o Nordeste melhor”.
Ali em Suape a Petrobras constrói a refinaria Abreu e Lima, que  vai produzir 230 mil barris/dia.
Daqui a pouco chega a fabrica da Fiat, que Minas perdeu para Pernambuco: um investimento de R$ 3 bilhões para produzir 200 mil carros por ano.
O estaleiro Atlântico Sul prevê expansão e a Petroquímica Suape se instalara.
A produção agrícola e mineral vai sair do interior do Maranhão e do Piauí, pegar a Trans-Nordestina e escolher: sai por Pecem ou por Suape ?
Tudo isso e’ resultado de um projeto que o Globo chama de “empacado “- o PAC do Lula e da Dilma.
(Não esquecer que o maior projeto industrial em curso no Brasil, hoje, é o complexo Comperj, no Rio, uma integração de refinaria com industria petroquímica, sob o impulso da Petrobras, que, um dia, foi Petrobrax.)
Os militares falavam em “integrar a Amazônia para não entregar “.
Era uma visão estreita, nacionalisteira, que só pensava na Chevron – Cerra e Roberto Campos é quem entendem de Chevron.
Não levava o brasileiro, o povão, para a mesa de negociação.
Lula pensou na frente, olhou com os olhos de Vargas.
Pensou em integrar na geografia e no bolso.
Espalhou o crescimento econômico e botou dinheiro e educação ao alcance do pobre.
O crescimento não fica mais restrito aos 20 milhões de brasileiros que vivem na Republica da Daslu.
Lula criou um País de 200 milhões.
Lula redesenhou a geografia econômica do Brasil.
Saravá!
Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

CIDADES SUBMERSAS DO PRÉ-SAL

"... Petrobras se prepara para uma revolução tecnológica na exploração e produção de petróleo em grandes profundidades, na camada pré-sal. No leito marinho, a mais de 2 mil metros da superfície, serão criadas "cidades submersas", habitadas por máquinas, equipamentos gigantescos e robôs encarregados de vistoriar os sistemas de produção para extrair milhões de barris de petróleo. Com a instalação dos principais equipamentos, que hoje funcionam em plataformas flutuantes, elas se tornarão menores, mais leves e mais baratas..."(Valor, 28/12)(Carta Maior; Quinta-feira, 28/12/2010)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

DILMABRAS É 13

DilmaBras – Dilma é nossa! Petrobras e o petróleo também!
Chegou a nossa DilmaBras – contra toda e qualquer força maligna de malafaias e serras privatistas.
A Dilma é nossa, é do povo. A Petrobras e o petróleo também são nossos!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

NOVA BAIXARIA

Veja vai atacar Dilma com a Petrobrás.
Este ordinário blogueiro soube que a última flor do Fascio, a Veja, virá esta semana com uma “reportagem” para destruir a imagem da Dilma.
É uma “denúncia” de que, no processo de capitalização da empresa – o maior lançamento de ações da História do Capitalismo – houve roubalheira.
A Dilma e o PT teriam se beneficiado.
Ou seja, um lançamento que foi acompanhado pela Bolsa, pela CVM, pela Bolsa de Nova York, pela SEC americana e por milhares de investidores estrangeiros não seria mais do que uma grande roubalheira – segundo essa publicação que se deixa cortar por uma vala negra.
A Petrobrás já ouviu esse galo cantar antes.
E está ponta para responder através de seu Blog.
Mas, de acordo com a estratégia da Lunus 2010, o que a Veja diz imediatamente vai repercutir pelo resto do PiG (*) e ancorar no teleprompter do Casal 45.
Nesta quinta feira à tarde, o presidente Lula e o presidente da Petrobrás, Sergio Gabrielli, participam da solenidade de ampliação do Cenpes – http://www.ufrj.br/pr/conteudo_pr.php?sigla=CENPES -, o mais importante centro de pesquisas da Petrobrás.
O PiG não conseguiu vender a Petrobrax.
Não conseguiu instalar a CPI da Petrobrax.
Não conseguiu entregar o pré-sal aos clientes do Davizinho.
Não conseguiu boicotar a emissão de ações da Petrobrás.
Agora, tenta desmoralizar a Dilma, com a Petrobrás.
O Brasil entrou no esgoto da banda larga – clik aki para ler “O Serra ganhou essa batalha”.
O ponto terminal desse esgoto é a eleição de 1989, Lula contra Collor.
O aparelho de som.
O aborto.
A mudança das cores da bandeira do Brasil.
O confisco da poupança.
O medo.
O Serra e seus agentes no PiG (*) são incansáveis.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

LULA NA BAHIA

Trabalhadores da Refinaria Landulpho Alves homenageiam o presidente Lula. 
US$ 2,5 bilhões de investimentos da Petrobras.O presidente Lula visitou nesta quarta-feira (29/9) a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, em comemoração aos 60 anos de uma das primeiras unidades de refino do Brasil.


A Refinaria tem capacidade para processar até 323 mil barris de petróleo por dia e é a segunda maior refinaria da Companhia em capacidade instalada e complexidade.
O Brasil é hoje um dos quatro países do mundo que mais investem no setor petroquímico, ao lado de China, Índia e Arábia Saudita, afirmou o presidente Lula, na cerimônia, e prosseguiu:
"Estamos construindo cinco novas refinarias e, ao mesmo tempo, ampliando e modernizando as já existentes, como é o caso da Landulpho Alves, onde a Petrobras está investindo nada menos do que R$ 4,8 bilhões (no período 2010-2014). Isso constitui um sinal claro das escolhas que fizemos para o nosso desenvolvimento."
O investimento produzirá combustíveis mais limpos.
Entre 2000-2010 a Petrobras destinou US$ 1,4 bilhão para a refinaria.
Nos planos da Petrobras, inclui aquisições de refinarias em mercados estratégicos, como Estados Unidos e a Ásia, para processar o óleo do pré-sal em unidades próximas aos grandes centros importadores.

sábado, 25 de setembro de 2010

PETROBRAS

Por Brizola Neto.
Retomamos parte do que FHC entregou.
Vou tentar explicar, de maneira resumida, o que significou a capitalização da Petrobras, concluída ontem pelo presidente Lula, como você viu no post anterior.
Antes de Fernando Henrique vender as ações da empresa na Bolsa de Nova York, em 2000, o governo brasileiro era dono de 49% do capital da Petrobras. O BNDES tinha outros 8%, o que deixava 57% do capital social da empresa sob controle público.
Depois disso, o Estado brasileiro viu sua participação reduzida para 32%.
Retirados os 8% do BNDES, 60% das ações da Petrobras, foram parar nas mãos de acionistas privados.
A rigor, a empresa continua a ser estatal porque a União detém a maioria, 55,7%, das ações ordinárias, com direito a voto. Mas três em cada cinco reais de lucro vão para bolsos privados.
Além disso, a abertura de novos poços e o aumento das atividades (e investimentos) em extração e refino exigem capital. E, para levantá-lo, seria preciso recorrer a mais empréstimos, e a capacidade de endividamento da empresa seria comprometida, pois este índice já estava em torno de 34% do patrimônio líquido da companhia.
Portanto, a saída foi aumentar o capital da Petrobras. E o Governo fez isso integralizando a sua parte neste aumento de capital, como é permitido, através de bens. Quais? Até cinco bilhões de reservas de petróleo do pré-sal.
Os acionistas privados tinham todo o direito, pelas regras das Sociedades Anônimas, em conservar suas participações no mesmo nível de antes da capitalização. E, para isso, teria de subscrever, pagando em dinheiro, a parcela de novas ações correspondente. Estes recursos foram diretamente para a tesouraria da empresa e vão servir para financiar os investimentos.
E em que isso aumenta o controle do Estado sobre a empresa?
Simples: como nem todos os acionistas privados conseguem integralizar (pagar) a participação no novo capital, a parcela não adquirida é comprada pela União que, assim, aumenta a sua participação acionária.
O resultado foi que, na soma entre União e BNDES, o Estado brasileiro agora tem 48% do capital total. Os investidores privados ficaram com 45,77%, quando teriam direito a ficar, pela proporção, com 60,2% do novo capital.
Mesmo assim, isso representou uma entrada líquida de US$ 46 bilhões em dinheiro privado e de US$ 70 bilhões em valor patrimonial, com as reservas entregues pelo Governo e convertidas em capital acionário. Portanto, além do financiamento direto, a Petrobras passa a ter maior patrimônio para assegurar a obtenção de crédito.
E este recurso vai permitir que o país, em alguns anos, dobre a sua produção de petróleo, de dois para quatro milhões de barris diários.
Portanto, além do regime de partilha – em lugar da concessão de FHC – que permite que grande parte do petróleo extraído já se converta imediatamente em recurso para o Fundo criado por Lula para distribuir estes recursos na área social e na educação, também ficará com os cofres públicos uma parte maior dos lucros que a Petrobras obtiver na sua exploração.