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quinta-feira, 14 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
UM CÓDIGO CONTRA A SOCIEDADE
Com justificável desalento diante do Código Florestal aprovado na Câmara, membros do Greenpeace classificaram o agronegócio brasileiro como o maior partido do país. O desabafo é compreensível quando 274 votantes, de um total de 458, sonegaram à sociedade salvaguardas ambientais minimamente contempladas na versão do projeto aprovada no Senado. Ser um grande partido, porém, requer justamente o oposto do que caracterizou o espetáculo de ganância obtusa propiciado pelo Legislativo federal. O que se viu ali foi a ação de um poder econômico que deixado à própria sorte transforma-se em força anti-social. Deve ser objeto do mesmo enquadramento estatal preconizado contra a desregulação financeira. O veto da Presidenta Dilma neste caso é um recurso legítimo da democracia contra a imposição de um grupo sobre toda a sociedade.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
É NOS. . .
Vigilância social.
Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), só as redes sociais podem impedir que a CPI do Cachoeira acabe em pizza.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
A VERDADE É . . .
"A omissão da imprensa em relação ao fenômeno editorial do ano é também a renúncia ao bom jornalismo."
Vai mais além: é conivencia, mesmo; Globo, Veja, Estadão e Folha de São Paulo tratam seus leitores como imbecis.
E anunciam isso publicamente fazendo escancarada blidagem dos corruptos Serra-FHC.
A verdade é que Civita, Marinho, Frias e Mesquita são cúmplices da roubalheira privata.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Se de um lado o PSD simbolisa o desmonte do Pfelismo, por outro significa uma jogada interessante da direita para se aproximar do poder constituído, fieis à máxima de que, na incapacidade de lutar contra, você se deve se unir a seus opositores. Agora teremos muito mais direita disputando as bases de sustentação do governo. Já se pode imaginar como isto afastará uma parte da esquerda. Exatamente isto é o que a direita quer: ganhar por dentro, devagar e sutil.
O que impressionou foi a rapidez com que saiu um decisão como esta, que envolve análises mais detalhadas das provas e das exigências apresentadas pelo novo partido, como bem ponderou Marco Aurélio.
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