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quinta-feira, 26 de abril de 2012

UM CÓDIGO CONTRA A SOCIEDADE

Com justificável desalento diante do Código Florestal aprovado na Câmara,  membros do Greenpeace classificaram o agronegócio brasileiro como o maior partido do país. O desabafo é compreensível quando 274 votantes, de um total de 458, sonegaram à sociedade salvaguardas ambientais minimamente contempladas na versão do projeto aprovada no Senado. Ser um grande partido, porém, requer justamente o oposto do que caracterizou o espetáculo de ganância obtusa propiciado pelo Legislativo federal. O que se viu ali foi a ação de um poder econômico que deixado à própria sorte transforma-se em força anti-social. Deve ser objeto do mesmo enquadramento estatal preconizado contra a desregulação financeira.  O veto da Presidenta Dilma neste caso é um recurso legítimo da democracia contra a imposição de um grupo sobre toda a sociedade. 

NOVO CÓDIGO II

quarta-feira, 25 de abril de 2012

É NOS. . .

Vigilância social.
Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), só as redes sociais podem impedir que a CPI do Cachoeira acabe em pizza.

sábado, 17 de dezembro de 2011

A VERDADE É . . .

"A omissão da imprensa em relação ao fenômeno editorial do ano é também a renúncia ao bom jornalismo."
Vai mais além: é conivencia, mesmo; Globo, Veja, Estadão e Folha de São Paulo tratam seus leitores como imbecis.
E anunciam isso publicamente fazendo escancarada blidagem dos corruptos Serra-FHC.
A verdade é que Civita, Marinho, Frias e Mesquita são cúmplices da roubalheira privata.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Se de um lado o PSD simbolisa o desmonte do Pfelismo, por outro significa uma jogada interessante da direita para se aproximar do poder constituído, fieis à máxima de que, na incapacidade de lutar contra, você se deve se unir a seus opositores. Agora teremos muito mais direita disputando as bases de sustentação do governo. Já se pode imaginar como isto afastará uma parte da esquerda. Exatamente isto é o que a direita quer: ganhar por dentro, devagar e sutil. 
O que impressionou foi a rapidez com que saiu um decisão como esta, que envolve análises mais detalhadas das provas e das exigências apresentadas pelo novo partido, como bem ponderou Marco Aurélio. 
A Justiça Eleitoral deveria manter esse padrão de rapidez em questões que realmente fossem de interesse da população, mas não é o que acontece.