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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
BOTA BREJO . . .
O lixo Hollywoodiano não precisa de conteúdo, não precisa de bons atores nem de
bons diretores, porque eles tem o marketing mais poderoso da terra, e isso vende
qualquer porcaria.
Então tudo que eles fazem é lixo ou cópia de outros filmes...
Tem um filme espanhol de terror/suspense chamado "REC", um filme muito
interessante em primeira pessoa que foi descaradamente copiado pelos EUA com o
nome de "QUARENTENA"!!!
Hollywood é brega.
Somente a rede globo para transmitir entrega de estatuetas
marcadas.
Vivem do passado, de um glamour que não mais existe.
Vamos combinar que esta historia de Oscar é coisa do padrão globo.
Quase nada mais
é do que a sucursal da ideologia norte americana no Brasil. Como eles tinham a
hegemonia da comunicação não queriam mudanças, mas o mundo gira e o remédio vira
veneno.
O OSCAR !!!
O Oscar na periferia do mundo: era uma vez um Império que fazia cinema...
Hollywood padece da mesma anemia de
poder que foi se apoderando do império americano.
Embora não tenha deixado de impor densos valores culturais ao resto do mundo, o glamour de suas estrelas já não brilha como antes e seu modelo narrativo já não produz tanto impacto.
Vítima de seu próprio êxito, Hollywood se esforça a cada ano em renovar as expectativas em um mundo no qual os relatos se tornaram mais dispersos e menos hegemônicos graças à proliferação das novas tecnologias da comunicação.
"And the winner is… " a periferia do mundo, que tem ainda muito para dizer e não pode nem quer dizer do jeito hollywoodiano.
Embora não tenha deixado de impor densos valores culturais ao resto do mundo, o glamour de suas estrelas já não brilha como antes e seu modelo narrativo já não produz tanto impacto.
Vítima de seu próprio êxito, Hollywood se esforça a cada ano em renovar as expectativas em um mundo no qual os relatos se tornaram mais dispersos e menos hegemônicos graças à proliferação das novas tecnologias da comunicação.
"And the winner is… " a periferia do mundo, que tem ainda muito para dizer e não pode nem quer dizer do jeito hollywoodiano.
Por Oscar Guisoni, na Carta Maior.
Os prêmios da Academia de Hollywood foram entregues pela primeira vez no dia 16 de maio de 1929. O contexto político e social não pode ser mais significativo: faltam apenas alguns meses para o grande Crack de outubro, os Estados Unidos vive montado na maior bolha especulativa de sua história, a Europa se contorce no caos sob os efeitos das crises políticas que afetam a maior parte de seus países e, na periferia do mundo, poucos sabem ainda o que significa a palavra Hollywood, embora muitos já tenham percebido na própria pele em que consiste o novo poderio norte americano.
O prêmio de melhor filme coube a Wings, um melodrama de William Wellman sem nenhuma importância cinematográfica hoje em dia, mas cuja história se mostra reveladora do papel que jogou o cinema norte americano ao longo da maior parte do século XX. O filme conta a história de dois homens (Jack Powell e David Armstrong) confrontados pelo amor de uma mulher (Jobyna Ralston), até que estoura a Primeira Guerra Mundial e os sentimentos patrióticos se colocam acima das disputas amorosas. No final, todos terminam contentes e felizes, os homens compreendem que não existe mulher que valha mais que a amizade que se estabelece entre eles na frente de guerra e matar o inimigo é mais importante que qualquer ciúme doméstico.
Desde que sintetizou sua extraordinária maneira de narrar, no começo do século XX, baseada na síntese extrema dos relatos, a importância das imagens acima dos textos e na construção de heróis de fácil assimilação pública, o cinema americano cumpriu dois papéis
Os prêmios da Academia de Hollywood foram entregues pela primeira vez no dia 16 de maio de 1929. O contexto político e social não pode ser mais significativo: faltam apenas alguns meses para o grande Crack de outubro, os Estados Unidos vive montado na maior bolha especulativa de sua história, a Europa se contorce no caos sob os efeitos das crises políticas que afetam a maior parte de seus países e, na periferia do mundo, poucos sabem ainda o que significa a palavra Hollywood, embora muitos já tenham percebido na própria pele em que consiste o novo poderio norte americano.
O prêmio de melhor filme coube a Wings, um melodrama de William Wellman sem nenhuma importância cinematográfica hoje em dia, mas cuja história se mostra reveladora do papel que jogou o cinema norte americano ao longo da maior parte do século XX. O filme conta a história de dois homens (Jack Powell e David Armstrong) confrontados pelo amor de uma mulher (Jobyna Ralston), até que estoura a Primeira Guerra Mundial e os sentimentos patrióticos se colocam acima das disputas amorosas. No final, todos terminam contentes e felizes, os homens compreendem que não existe mulher que valha mais que a amizade que se estabelece entre eles na frente de guerra e matar o inimigo é mais importante que qualquer ciúme doméstico.
Desde que sintetizou sua extraordinária maneira de narrar, no começo do século XX, baseada na síntese extrema dos relatos, a importância das imagens acima dos textos e na construção de heróis de fácil assimilação pública, o cinema americano cumpriu dois papéis
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O LIXÃO DE GRAMACHO NO OSCAR
A Academia de Hollywood anunciou, em Los Angeles, a lista dos indicados da 83ª edição do Oscar. Como já era esperado, “A Rede Social” e “O Discurso do Rei” foram indicados a Melhor Filme.Mesmo com "Lula, o filho do Brasil" fora da disputa, o Brasil tem seu representante. Concorrendo ao Oscar de melhor documentário está "Lixo Extraordinário", co-produção de Brasil e Reino Unido. O filme, feito ao longo de três anos, acompanha um projeto social do artista plástico brasileiro Vik Muniz no lixão de Gramacho, em Duque de Caxias, no Rio.A entrega do Oscar será em 27 de fevereiro no Teatro Kodak, em Los Angeles, com apresentação dos atores James Franco e Anne Hathaway.
terça-feira, 4 de maio de 2010
A MANCHA AVANÇA.
Uma empresa estatal iraniana ofereceu nesta segunda-feira, 3, sua ajuda para impedir que a grande mancha de petróleo que está se aproximando da costa dos Estados Unidos, inimigo de longa data da República Islâmica, cause um "desastre ecológico."
Haidar Bahmani, diretor-executivo da Companhia Nacional de Perfuração de Petróleo do Irã, disse que a empresa estava disposta a oferecer assistência no combate ao vazamento no Golfo do México, informou o Ministério do Petróleo em seu site na internet.Desde que a plataforma petrolífera Deepwater Horizon explodiu e afundou no mês passado, causando 11 mortes, centenas de milhares de litros de petróleo bruto tem sido expelidos para o Golfo, ameaçando a vida selvagem e as praias.
"Nossos especialistas da indústria do petróleo podem frear o vazamento da plataforma no golfo do México e prevenir contra um desastre ecológico naquela parte do mundo", disse Bahmani, sem fornecer maiores detalhes.
Funcionários colocam barragem para a contenção da mancha de óleo nas águas de St. Bernard Parish, Louisiana.
O Irã, quinto maior exportador de petróleo bruto, está sob sanções dos EUA e da ONU por seu desenvolvimento nuclear que o Ocidente suspeita ter como objetivo a construção de bombas. Teerã rejeita a acusação.
Homem observa manchas de óleo acumuladas na costa de South Pass, no Estado da Louisiana. A companhia de petróleo britânica BP, que administrava a plataforma que afundou no Golfo do México, comunicou que pagará "todos os custos necessários e apropriados de limpeza" da mancha negra.
PS; Lamentável!!! Os homens de Deus estão a estender suas mãos para ajudar, a empresa estatal iraniana que ofereceu assistência diz que pode frear o vazamento. Será que os soberbos vão aceitar? Se não aceitarem ficarão responsáveis pelo que der e vier. E a dívida deles será para com o todo Poderoso. E tem alguns que dizem que estas coisas só acontecem por aqui! Agora, que o Irã tirou um "sarrinho" com a proposta, isso tirou! É no mínimo intrigante. Quando da construção da Usina de Belo Monte a atriz Sigourney Weaver (AVATAR) faz protesto, porque agora ela não vai limpar os diversos animais e ajudar a salvar a natureza em seu próprio país? Chega da intervenção estadunidense, cuidem de seu próprio país e não dos outros. Está evidente isso, preocupa-se com o Iraque, Afeganistão, Floresta Amazônica e eles não cuidam da própria casa.
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