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domingo, 15 de julho de 2012


Terras indígenas em mãos criminosas.

Deflagrada a Operação Xawara, pela Polícia Federal, para reprimir garimpo ilegal em terra Yanomami, em Roraima. Conta com 44 buscas e apreensões; 33 mandados de prisão temporária; autorização para apreender 11 aviões; 12 veículos; pedras e metais preciosos. Esta região do território brasileiro é riquíssima em ouro, estanho, nióbio e minerais radioativos, compreende cerca de 94.000 km², área maior que Portugal, Jordânia e países de tamanho equivalente. 
Com a insensata inclusão na área indígena do território Raposa Serra do Sol, no governo Lula, a área ficou interditada para brasileiros, hoje são ocupadas por apenas 7.000 indígenas; estrangeiros e garimpeiros ilegais que degradam a terra e a exploram, causando impactos ambientais, transitam livremente. 
O que faz a FUNAI e o governo, absolutamente nada. 
Exigi-se identificar espertalhões que exploram as terras indígenas. 
Foi para isso que Lula demarcou!

domingo, 19 de dezembro de 2010

POLICIA FEDERAL - MACAPÁ

Certos pedaços do mapa são o Brasil levado longe demais. Parecem condenados a ser tudo o que o país é, mas com maior intensidade.
É o caso do Amapa. Se a política brasileira é pervertida, no Amapá a perversão tornou-se aberrante.
Ontem no sábado (18), o Estado que José Sarney adotou como celeiro de votos depois que deixou a Presidência voltou ao noticiário.
A Polícia Federal prendeu o prefeito da capital, Macapá. Chama-se Roberto de Góes (PDT).
É primo do ex-governador Waldez Góes (PDT). Aquele que, pouco antes da eleição de outubro, puxou uma temporada de cana.
Os Goés coabitam o mesmo grupo político do atual governador, Pedro Paulo Dias (PP), que também fez estágio na cadeia.
Em comum, além da acusação de desvio de verbas públicas, une-os o laço de lealdade política a Sarney.
O prefeito Roberto de Góes vai ao final da fila como o 19º personagem detido pela PF no Amapá. Prisão preventiva, ordenada pelo STJ.
Será transferido para o PF’s Inn, em Brasília. Ali, será ouvido pela polícia e pelo Ministério Público.
“Deus não joga dados com o universo”, disse Eisntein, para sustentar sua teoria de que existe um plano por trás de tudo.
A física quântica já demonstrou que a matéria é menos lógica e previsível do que Einstein supunha. Porém...
Porém, a tese do gênio continua valendo para o Amapá. Há método na ação da elite política do Estado.
Há um plano por trás do descalabro. Consiste em levar a desfaçatez brasileira às suas últimas (in)consequências.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

CAIU UM FICHA SUJA.

PF prende mulher do maior ficha-suja do País.
Está presa na Polícia Federal de Cuiabá a mulher do presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva. Janete Riva é acusada de crimes ambientais e grilagem de terras. Neste momento, uma operação da PF cumpre 90 mandatos de prisão e 91 de busca e apreensão.Um asssessor de Riva, Adilson Figueiredo, também foi preso dentro das instalações da Assembléia Legislativa.
O mundo de José Geraldo Riva, o político mais processado do Brasil, começa a ruir. Ele responde a 118 ações civis e criminais. Como teve seus bens bloqueados, Riva se separou de Janete para preservar parte de seus bens. Hoje, formalmente, os dois são divorciados, embora residam no mesmo endereço. Janete Riva trabalha com o marido. Ela é a presidente da Sala da Mulher da ALMT.
O blog do Pannuzio vai acompanhar os desdobramentos da Operação Jurupari durante todo o dia.
Para desviar o foco do escândalo, Riva convocou agora uma entrevista coletiva.
Do Blog do Pannuzio.