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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

FALANDO NISSO . . .


Não existe punição mais severa para quem é tratado diferenciadamente. 
A punição que nossa justiça ser a mesma aplicada a qualquer cidadão. 
Quando temos leis diferentes face ao cargo que o dito "cidadão" ocupa mostra que não temos justiça. 
O resto é puro privilégio adquirido através da ignorância do povo. 
Isto não é democracia e muito menos justiça. 
Isto é uma ditadura travestida de democracia.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

USP IRADOS

Ocupação na USP.
Os estudantes que ocupam a reitoria da USP não desocuparam as instalações conforme a justiça determinou a reintegração de posse, dando um prazo de 24 hs para a saída do local. São péssimos estudantes, extremados, politizados, verdadeiros baderneiros que merecem ser desalojados na base da porrada pela PM.
O Brasil está mesmo sem autoridade e isso precisa ser restabelecido.
Essa desobediência à justiça não serve como exemplo para os universitários do Brasil. Fora, vagabundos, deixem na universidade quem quer e necessita realmente estudar.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O COLONIALISMO EXPLÍCITO DA FIFA

Por Carlos Chagas.
Não é preciso diploma universitário. Qualquer estudante de Historia, no ensino médio, saberá discorrer sobre os tempos do colonialismo, da época  da Companhia das Índias Ocidentais, da França Antártica, da dominação da Índia e da Indochina, da África, Ásia e  América por Portugal, Espanha, Inglaterra, Itália, França, Alemanha e adjacências. Felizmente, já passou o período em que os povos colonizados eram tidos como animais, indivíduos até sem alma.
Já passou? Coisa nenhuma.  E não estamos falando do imperialismo ainda vigente. É de colonialismo, mesmo, como esse praticado pela FIFA, cuja evidência  mais gritante nós e mais 500 milhões de telespectadores assistimos no último sábado, ironicamente à margem das águas da baía da Guanabara,  de onde  os franceses foram expulsos, 500 anos atrás.
Não se fala, hoje, pois já falamos há pouco, da impertinência de Joseph Blatter e sua quadrilha, exigindo o fechamento do aeroporto Santos Dumont durante quatro horas, por conta  da cerimônia do sorteio.  Ou de suas imposições a respeito da lotação e da  arquitetura  dos estádios onde se realizarão os jogos da Copa do Mundo, em 2014. Muito menos da indicação das empreiteiras encarregadas das obras, ou dos contratos de publicidade, comissões e propinas que escorrem desse covil de malandrões envoltos pela soberba. Nem será preciso alertar, também, para o fato de que pretendem influir até  no relógio: exigem que a maioria das partidas venha a se iniciar às 13 ou 14 horas, debaixo de um sol que o inverno brasileiro permite apresentar-se sufocante. Para que? Para que  na Europa as transmissões televisivas cheguem em horário aprazível, sem obriga-los a dormir mais tarde.
O tema hoje, porém,  é mais profundo. Trata-se de colonialismo mesmo, explícito, puro e insofismável. Europeu, como não poderia deixar de ser.
Por que  13 vagas na competição  são destinadas a 53 países do Velho  Mundo, quando 4, mais o Brasil, país-sede, destinam-se à América do Sul? Apenas 3  para a América do Norte, América Central e Caribe? Para a África, 5. Para a Ásia, 4.  Mas para eles, 13.
Será vigarice argumentar que no resto do mundo existem países incluídos na disputa sem a menor tradição no futebol, como Serra Leoa,  Burquina Faso,  Benin, Botsuana e Ilhas Maurício, na África.   Ou Ilhas Cayman, Bermudas, Cuaraçau e Belise, no Concacaf.   Muito menos Cingapura, Oman e Bahrein, na Ásia.
E por razão muito simples: entre os 53 europeus incluem-se Malta, Ilhas Faroe, Luxemburgo, Andorra, Liecheinstein, San Marino e quantos outros onde a bola, chutada para cima,  é tida como objeto não identificado?  Sem falar em outras maracutaias como dividir aquele pequeno arquipélago  por quatro, abrindo vaga para Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, na verdade governados por um só primeiro-ministro e representados por uma só rainha.
Com a implosão da União Soviética e da Iugoslávia, sem esquecer a divisão da Tchecoslováquia,  surgiram dezenas de novos candidatos, ainda toleráveis, mas não deixa de ser cômico verificar estarem na disputa européia Armênia, Geórgia,  Azerbaijão, Bielorússia e Moldávia, entre outros que até hoje confundem futebol com basquete. É  mais ou menos como se a Federação viesse a ser extinta entre nós, e passássemos a exigir   27 vagas, inclusive  para Rondônia, Roraima, Acre, Amapá e  Piauí.
Convenhamos, nada conseguirá ofuscar o futebol sul-americano   ou, muito menos,  a festa que ofereceremos ao mundo daqui a três anos. Seria bom que a FIFA atentasse para o tempo do verbo:   ofereceremos, quer dizer, nós,  não a entidade colonialista que apenas atrapalha.
INVERSÃO DE VALORES.
Duas situações mantém-se opostas, num equilíbrio instável capaz de gerar pelo menos duas vagas no governo.  Um quer ficar, outro quer sair, mas ambos encontram-se a um passo da  defenestração. Falamos de Romero Jucá, líder do governo no Senado, que para não perder o cargo acaba de agredir o próprio irmão, endossando acusações de  corrupção feitas contra ele.  E de Nelson Jobim,  ministro da  Defesa, que não para de dar motivos para ser mandado embora. A semana pode terminar com o senador e o ministro alijados de suas funções.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

ACORDA BRASIL

Ainda salário mínimo.

Seria interessante que o deputado (PT) Cândido Vagareza vivesse com apenas um salário mínimo, no valor atual, durante uns meses. Ele e toda essa corja que vive mamando nas tetas da nação.
Sou francamente favorável a um salário digno, que permita qualidade de vida.  Além deste salário ser irrisório, os impostos são elevadíssimos e não existe a contra-partida.
Não existe assistência médica, escola públicas eficientes, etc.
Eleitores, fiquem atentoos às vaquinhas de presépio que votarão contra um reajuste razoável, mediante negociações espúrias dos aliados.
É só pressão. 
Acorda, Brasil.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

ESPEREMOS RADICAIS ISLÂMICOS TOMAREN CONTA

Pois é, as autoridades do mundo todo já fazem apelos para que os direitos humanos sejam respeitados no Egito, e fazem duras críticas ao comportamento das autoridades locais que tentam conter os conflitos. Mas é só esperar que os radicais islâmicos assumam o poder para que eles mandem prender inimigos da revolução, mandem prender jornalistas e instalem o regime do cão, como é no Iran, e mandem matar que bem quiserem. Depois disso, então essas autoridades do mundo todo nunca mais terão qualquer interese em exigir nada desse radicais sobre respeito aos direitos humanos.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

É HORA DA VIRADA

Estados em que o "Zé" (alagão) Serra está em primeiro:
Estado de desolação, estado de frustração, estado de desalento, estado de ira, estado de desmoralização.