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domingo, 30 de janeiro de 2011

ATITUDE

Não querendo ser derrotista mas… estando num spa, com piscina, hidro, academia, nutricionista, 6 hrs diarias de exercícios, cuidados constantes com a saude. Que dificuldade hem?
Vem perder esses quilos aqui fora vem…

É muito importante, a orientação de nutricionista, endocrino e personal trainer não seria tão ostensiva se ele não estivesse internado, o que todos deveriam ter este direito quando não conseguem superar um problema sozinho.
Psicologos também são muito importantes.
Alguns ainda acham que obesidade não é uma doença e sim uma questão só de forma de viver a vontade.
Nunca é tarde para perceber que o caminho certo não é aquele em que estamos e mudar a direção, também sou obeso, preciso perder 30 quilos, mas ainda num tive ajuda suficiente para ir mais adiante, só a força de vontade de mudar.

terça-feira, 6 de julho de 2010

OBESIDADE E AVIÃO

MOACYR SCLIAR
Viajam juntos com frequência; mas surgiu um problema: ela era esbelta e começou a engordar.
Um britânico que pesa mais de 200 kg foi tirado de um voo transatlântico por ocupar todo o espaço do seu próprio assento e mais de um terço da poltrona ao lado. Sandy Russell estava a bordo de um avião da empresa Air Transat para visitar uma tia no Canadá, quando uma aeromoça chamou-o para fora da aeronave e pediu que ele comprasse dois assentos no próximo voo disponível. Um porta-voz da empresa aérea justificou a decisão afirmando que o avião estava lotado e que a largura de Russell não permitia que fosse abaixado o apoio para o braço que separava a sua poltrona da do lado. Russell disse que se sentiu como "um terrorista" e acabou não viajando para ver a parenta.
Ao ser praticamente expulso do avião por excesso de volume corporal, ele sentiu-se muito humilhado.
Obeso, muito obeso, nunca passara por uma situação desse tipo, e a sua reação imediata foi de fúria. Logo, porém, ficou claro que aquela medida não era dirigida contra ele, pessoalmente; e que, por outro lado, precisava viajar de avião, coisa que até fazia parte de sua rotina de executivo. Resolveu, portanto, engolir sua raiva e tomar providências.
Destas, a mais óbvia seria fazer um regime para emagrecer. Mas ele não sentia muita vontade de fazer isso. No passado, tentara numerosas dietas e medicamentos, sem êxito, mesmo porque, solteirão e morando sozinho, não tinha ninguém que o estimulasse a perder peso.
Emagrecia um pouco, mas logo em seguida voltava a comer muito e seu peso aumentava até os quase 200 kg habituais.
Não, regime não. O melhor seria obedecer às determinações das companhias aéreas. Instruiu a agência de viagens que atendia à sua empresa para, daí em diante, comprar sempre dois assentos, lado a lado. Gastaria mais, claro, mas não se incomodaria com aeromoça alguma.
De fato, tudo funcionou bem. Ele sentava; a seu lado ficava o assento vazio. Vazio em termos, porque seu corpanzil ocupava boa parte do espaço vago. Os outros passageiros olhavam, sorriam (muitos sabiam da história), mas não diziam nada.
Um dia, porém, pouco antes do avião decolar, uma mulher ainda jovem e muito bonita perguntou a ele se o assento ao lado estava ocupado. Constrangido, respondeu que não, que o assento não estava ocupado, que ela até poderia ocupá-lo mas que, provavelmente, não se sentiria confortável ao lado dele. Ela disse que não se importava: o avião estava lotado, a poltrona que lhe haviam destinado não reclinava, aceitaria qualquer outro lugar. Sentou-se, pois, e de imediato começaram a conversar. Era um voo longo e quando terminou já haviam se tornado amigos. Daí a namorar foi um passo e no final daquele ano estavam vivendo juntos.
Com muita frequência eles viajam juntos. Mas ultimamente surgiu um problema: ela, que era esbelta, começou a engordar. É possível que breve já não caiba na poltrona adicional. Diante disto, ele tem três alternativas: 1) comprar três assentos, em vez de dois; 2) pode, ele próprio, emagrecer; 3) separar-se. Ah, sim, poderia deixar de viajar de avião.
Mas esta hipótese, no dinâmico mundo em que vivemos, está definitivamente afastada.

terça-feira, 22 de junho de 2010

CIRURGIA BARIÁTRICA

Paciente perdeu 30 quilos em quatro meses.
O técnico Ederson Grigolete Fleming, 32, chegou a pesar 220 quilos e aguardava a cirurgia bariátrica quando foi convidado a fazer parte do estudo no Hospital das Clínicas.
Naquela época, já tinha perdido 13 quilos e havia se estabilizado em 207, graças a uma dieta rigorosa, na tentativa de manter o diabetes sob controle.
Ele passou pelo procedimento em outubro de 2008. Menos de quatro meses depois, em fevereiro de 2009, os médicos constataram que a prótese tinha perdido a fixação e precisaram retirá-la.
Nesse período, Ederson tinha perdido 30 quilos. Seu índice de massa corporal, que era 63,8, tinha caído para 54,6. O diabetes estava controlado.
Os meses em que permaneceu com a prótese no organismo foram tranquilos, segundo ele. "Levei uma vida normal, mas passei por uma reeducação completa". Decidiu incluir mais legumes e verduras no cardápio e fazer caminhadas semanais.
"Queria colocar (a prótese) de novo. Senti que perdi peso e não tive nenhuma complicação por causa do procedimento."
Em julho de 2009, foi submetido à cirurgia bariátrica. Quase um ano depois, está pesando 138 quilos. "Mas vou perder ainda mais", diz.

Técnica reduz obesidade sem cirurgia

Colocação de revestimento plástico no intestino impede absorção de alimentos e leva à perda de até 30% do peso.
HC de São Paulo está testando a intervenção com 78 pacientes; prótese também ajuda a controlar o diabetes.
GABRIELA CUPANI - Folha de São Paulo.
Um novo procedimento pode ajudar pacientes obesos a perder peso e até evitar a cirurgia de obesidade, além de controlar o diabetes.
Trata-se de uma técnica endoscópica, que insere via oral uma espécie de revestimento de 62 centímetros no início do intestino delgado da pessoa. Isso impede a absorção de comida naquela região. O alimento, então, vai do estômago diretamente para a porção final do intestino.
A técnica vem sendo testada com sucesso há mais de um ano no Hospital das Clínicas de São Paulo em 78 pacientes, que perderam, em média, 30% do peso. Uma redução de 10% já é considerada significativa pelos médicos.
A prótese colocada é de um material plástico maleável. Ela é deixada no organismo por cerca de um ano. Nesse período, o paciente passa por reeducação alimentar e mudança de hábitos de vida, incluindo prática de atividade física. Isso evita que ele recupere o peso perdido.
OBESOS MÓRBIDOS
Todos os pacientes avaliados eram obesos mórbidos (tinham índice de massa corporal acima de 35), portadores de diabetes e doenças associadas. Eles haviam se candidado à cirurgia bariátrica (de obesidade), porque não conseguiam perder peso com métodos não cirúrgicos.
Embora a nova técnica seja indicada para quem precisa perder peso antes da cirurgia de obesidade, alguns dispensaram a operação após o resultado obtido.
Além disso, 90% deles conseguiram manter o diabetes sob controle. Os resultados mostraram que houve redução no uso de remédios pelos pacientes -20% deixaram de usar drogas antidiabéticas. Os níveis de colesterol e triglicérides também se normalizaram.
VIDA NORMAL
O procedimento é feito com anestesia geral e dura de 15 a 20 minutos. O índice de complicações é baixo.
"Depois, o paciente leva vida normal, apenas toma suplementos vitamínicos para compensar os nutrientes que deixam de ser absorvidos", diz Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, um dos líderes do trabalho, diretor do serviço de endoscopia gastrointestinal do Hospital das Clínicas e professor de gastroenterologia da Faculdade de Medicina da USP.
"Em dois anos, a técnica deve estar disponível e deve se tornar um furor", acredita.
A ideia da prótese surgiu nos Estados Unidos, mas lá só foi testada em animais. O grupo brasileiro é um dos três únicos do mundo a fazer pesquisas em pessoas.
"Possivelmente, vai ser um grande auxílio para esses pacientes, mas ainda não temos resultados a longo prazo", avalia Thomas Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. "A curto prazo, os resultados são muito interessantes."

domingo, 13 de junho de 2010

CIRURGIA BARIÁTRICA.

CHUPADO DA FOLHA DE SÃO PAULO.
Cirurgia que reduz estômago é ligada a falhas neurológicas.
DÉBORA MISMETTI/EDITORA-ASSISTENTE DE SAÚDE, DE GRAMADO.
A cirurgia que reduz o volume do estômago pode levar a distúrbios neurológicos semelhantes aos encontrados em pessoas desnutridas.
Em 2009, 30 mil cirurgias bariátricas foram feitas no país. Em três anos, esse número aumentou 10%.
Segundo um estudo do departamento de neurologia da Universidade de Ohio, até 16% das pessoas que fazem a cirurgia têm alguma complicação neurológica.
A principal causa é a falha na absorção de nutrientes essenciais ao funcionamento dos neurônios. A falta pode causar de incômodos reversíveis a lesões permanentes.
A maioria dessas complicações não é grave, diz o neurologista Eduardo Mutarelli, professor da Faculdade de Medicina da USP. "Podem ocorrer falta de sensibilidade, formigamentos, dor no pé. Demência e amnésia são os quadros graves e raros."
Algumas doenças aparecem semanas após a operação. É o caso da encefalopatia de Wernicke que, sem tratamento, pode evoluir para a síndrome de Korsakoff.
É uma lesão do encéfalo que causa amnésia e psicose. No início, é reversível com reposição de vitamina B1.
Outros problemas demoram anos para surgir, como degenerações de medula. Os sinais são fraqueza, perda de sensibilidade, mudança de humor. O tratamento é com ácido fólico, cobre e B12.
"Às vezes, é preciso até reverter a cirurgia, porque os problemas superam as vantagens", afirmou o médico.
O psiquiatra Adriano Segal, direto da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), conta que a maioria dos casos que já tratou só atingiram o sistema nervoso periférico.
Mas uma paciente sua ficou com limitações para andar. "É muito raro. Só tive três casos de síndrome de Korsakoff. Se o risco fosse alto, a cirurgia seria um crime."
A prevenção é simples: a pessoa operada tem que tomar suplementos e ser acompanhada pelo resto da vida.
A equipe responsável pela cirurgia também precisa orientar o paciente e a família. "Devem saber reconhecer os sinais, porque é preciso diagnosticar e tratar imediatamente", diz o psiquiatra.
Para o neurologista Eduardo Mutarelli, é preciso esclarecer o público sobre esses riscos. "Há pessoas que até engordam mais para poder se candidatar à cirurgia. Vamos ver cada vez mais essas complicações neurológicas."

quarta-feira, 2 de junho de 2010

ESMAGRECER - META 9.

9. Consuma pelo menos uma porção de cereal integral.
Os cereais integrais não passam por processo de refinamento e, por isso, são boas fontes de vitaminas, minerais e fibras e de compostos fenólicos e outros fotoquímicos bioativos.
Além de mais saudáveis, eles atuam como coadjuvante do emagrecimento, pois contêm boas quantidades de fibras, magnésio e vitamina B, que estão relacionados à saciedade. Esse poder de saciedade deve-se ao fato de necessitar de um período maior para a mastigação, permitindo ao cérebro prolongar o envio do sinal dessa sensação.
Outro motivo é a redução do tempo do esvaziamento do estômago e dos níveis de insulina no sangue, além de fornecer energia contínua ao organismo, diminuindo o consumo excessivo de alimentos.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

ESMAGRECER - META 8.

8. Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.
O consumo desse grupo de alimentos é importante em todas as fases da vida, particularmente na infância, adolescência, gestação e para adultos jovens. O leite e seus derivados possuem proteínas, vitaminas e são a principal fonte de cálcio da alimentação, mineral fundamental para a formação e a manutenção dos ossos. Preferencialmente, deve-se consumir a versão desnatada, pois contém menor quantidade de gordura, exceto crianças, adolescentes e gestantes, que devem ingeri-los na forma integral, desde que não haja contraindicação definida por médico ou nutricionista. Cuidado com o consumo dos queijos amarelos - eles contêm grande quantidade de gordura saturada e colesterol.

terça-feira, 25 de maio de 2010

ESMAGRECER - META 7.

Por Paula Bueno
Ações cotidianas contam como atividade física?
Segundo a personal trainer e especialista em treinamento e reabilitação Vanessa Módolo Moreira, de São Paulo, as pequenas ações do dia a dia, como descer do ônibus alguns pontos antes e ir até o trabalho caminhando, ou levar o cachorro para passear, auxiliam a ter um estilo de vida mais saudável que, inicialmente, trazem benefícios ao organismo. "Uma pessoa totalmente sedentária com sobrepeso ou obesa que se dispõe a fazer essas pequenas modificações aumenta o seu gasto energético, porém, há necessidade de se elevar gradualmente a intensidade dessas modificações", orienta a profissional.
7. Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.
A recomendação da ingestão de sódio pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 2 gramas por dia, o equivalente a cerca de 5 ou 6 gramas de sal, que corresponde a uma colher das de chá. Estudos mostram que o consumo de sal no Brasil fica em torno de 12 gramas diárias, ou seja, o dobro da recomendação, e que nenhuma região brasileira apresentou consumo de sódio inferior a 4 gramas.
Uma dica para a redução do consumo é criar o hábito de ler os rótulos dos alimentos industrializados para verificar a presença e a quantidade de sódio.
Outro ponto é utilizar o mínimo de sal no preparo dos alimentos, além de evitar o uso de saleiro à mesa durante as refeições. Para que não haja reclamações sobre o sabor da comida, aposte em temperos como coentro, açafrão, manjericão, entre outras ervas e especiarias, para dar um toque especial.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

ESMAGRECER - META 6.

Por Paula Bueno
6. Modere nos açúcares e nos doces.
Aqui entra o conselho dado na meta número 2. Esses alimentos são fontes de calorias vazias, ou seja, não possuem substâncias benéficas ao organismo, por isso, substitua-os por frutas. Lembre-se de que o ideal é que o consumo de açúcar seja menos que 10% das calorias totais ingeridas no dia.
Cuidado com o consumo de produtos light. O termo significa que o alimento teve diminuição de pelo menos 25% de um de seus componentes, mas ainda assim, possui calorias, gorduras e carboidratos e, por isso, não podem ser consumidos à vontade.
Quem não consegue ficar sem comer um docinho não precisa se desesperar! Podem ser feitas trocas interessantes como, por exemplo, iogurte bem gelado batido com frutas vermelhas congeladas para substituir o sorvete, ou chocolate amargo em vez de chocolate ao leite. Sem exagerar na porção, claro.

domingo, 23 de maio de 2010

ESMAGRECER - META 4, 5.

4. A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.
Pode até parecer radicalismo, mas essa é a quantidade de carne que você precisa ingerir por refeição. E não vale trapacear e comer um bife do tamanho da mão inteira! A medida é apenas da palma da sua mão, sem contar os dedos. Para evitar consumir mais do que isso, corte o alimento na medida correta antes de armazená-lo no freezer ou na geladeira. A orientação vale para todos os alimentos de origem animal: carnes e miúdos, aves e peixes. Prefira carnes magras e retire toda a gordura aparente antes da preparação. Opte por preparações cozidas ou grelhadas em vez de frituras.
5. Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.
A gordura animal em excesso aumenta o risco de desenvolvimento da obesidade, doenças cardíacas e outras complicações, como diabete e alguns tipos de câncer. A exceção são os peixes de águas frias e profundas, como salmão, arenque, atum e sardinha, que possuem gorduras poli-insaturadas. As gorduras insaturadas são benéficas ao organismo e dividem-se em dois tipos, mono e poli-insaturadas. O primeiro tipo pode ser encontrado em alimentos como o azeite de oliva, óleos vegetais, como o de girassol e canola, azeitona, abacate e nas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas). Já soja, canola, linhaça e os peixes já citados, fazem parte do segundo tipo. Essas gorduras do bem reduzem os triglicerídeos séricos e diminuem a produção de VLDL (lipoproteínas de baixa densidade, fabricadas no fígado a partir do colesterol), melhoram a função das plaquetas e podem promover ligeira redução na pressão arterial em pessoas hipertensas.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

ESMAGRECER - META 2, 3.

* Por Paula Bueno.
2. Frutas na sobremesa e nos lanches.
À primeira vista, aquele pedaço de bolo repleto de recheio e cobertura pode parecer uma deliciosa escolha, mas com certeza não é a mais saudável. Resista à tentação e prefira as frutas na sobremesa. A vantagem é que o açúcar da fruta é natural, enquanto o refinado, utilizado em bolos e doces, é deficiente em sais orgânicos e outros elementos. E mais: a maior parte das frutas induz a uma boa saciedade; são práticas de transportar; possuem poucas calorias; são ricas em fibras, vitaminas e minerais; e são diuréticas, reduzindo a retenção de líquidos, muito comum em dietas menos saudáveis.
3. Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.
Assim como as frutas, consumir verduras e legumes todos os dias garante uma ingestão adequada da maior parte de micronutrientes e fibras. O ideal é consumi-los in natura para que se tenha a garantia de conservação das propriedades benéficas. No início da educação alimentar, porém, podem ser utilizados artifícios de camuflagem do alimento, assim como é habitual fazer com as crianças. Quem torce o nariz só de pensar em consumi-los pode optar por preparações como suflê de chuchu ou de cenoura, torta de legumes, arroz colorido, lasanha de berinjela e charuto de repolho com carne moída, por exemplo.

VIDA NATURAL II

* Por Paula Bueno.
Se você é do tipo que não come ao levantar e toma apenas um "golinho" de café preto antes de seguir para seus compromissos diários, pode riscar o hábito de sua rotina.
O café da manhã quebra o longo período de jejum, restabelece as reservas de energia que o organismo utilizou durante a noite para realizar as funções vitais e dá pique para enfrentar as primeiras horas do dia. Também costuma ser um momento propício para a ingestão de alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados.
O lanchinho rápido feito cerca de 3 horas após o café da manhã, também conhecido como colação, amenizará a fome e evitará que você queira devorar até as panelas na hora do almoço. Uma porção de frutas secas, oleaginosas ou uma barrinha de cereal são boas pedidas.
Fuja das tentações na hora do almoço. Nada de comer lanches para economizar tempo ou de tomar shakes substitutos de refeição. Esse tipo de bebida apresenta excesso de proteína e baixo aporte de energia, não respeitando as necessidades de ingerir os nutrientes de forma equilibrada, e também excluindo a mastigação, que é muito importante para a digestão.No lanche da tarde podem ser consumidos alimentos como frutas, torradas, iogurtes ou vitaminas. Muitas pessoas trazem da infância o hábito de realizar esta refeição e o conservam na fase adulta, o que de fato é muito saudável. Só não vale sentar-se em uma mesa farta e repleta de guloseimas todos os dias.
Já o jantar traz uma grande polêmica: fazer a refeição parecida com o almoço ou optar apenas por um sanduíche natural? Bom, assim como o almoço, o jantar também é uma refeição muito importante que deve contemplar os macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais), então, deixe os sanduíches para o café da manhã ou lanche da tarde e prefira a refeição completa. Caso vá dormir muito tarde, faça a ceia, consumindo uma xícara de chá, uma fruta ou um copo de leite.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ESMAGRECER - META 1.

1. Faça de 5 a 6 refeições por dia.
Pode-se dizer que esta primeira meta seja o pilar de sustentação das outras. É comendo que se emagrece. Claro que só funciona com a ingestão dos alimentos certos. Nada de fast-foods, doces em excesso e exagero nas porções. Devemos realizar de 5 a 6 refeições por dia e elas devem acontecer em intervalos de, no máximo, 3 a 4 horas. Anote aí: café da manhã, colação (lanche da manhã), almoço, lanche da tarde, jantar e ceia (um lanchinho noturno bem leve, para quem vai dormir muito tarde). A boa notícia é que o fracionamento das refeições fará que você não passe fome, ao contrário de outros tipos de dietas.

VIDA NATURAL

Vida Natural indica 14 metas para emagrecer.
* 14 metas para emagrecer.
Por Paula Bueno.
Comer os alimentos certos, nas porções recomendadas e nos horários indicados, é fundamental para perder peso. Conheça o programa de educação alimentar que torna possível atingir e manter-se no peso ideal.
O que outrora já foi considerado padrão de beleza e inspirou muitos pintores do século 19, hoje reflete sérios problemas de saúde e motivos de sobra para preocupação: o excesso de peso. Dados do Ministério da Saúde revelam que, entre os brasileiros, 43% estão acima do peso e 13% são obesos. O índice de obesidade é ligeiramente maior entre as mulheres do que entre os homens.
Mais do que ter um corpo em forma, fazer as pazes com a balança representa viver de maneira saudável e equilibrada. Mas existe uma fórmula capaz de nos deixar com o peso ideal e a saúde em dia? Não, mas a solução está ao alcance da boca. Com as orientações certas e um pouco de força de vontade é possível emagrecer com saúde - e o melhor, manter-se assim -, por meio da educação alimentar.
É o que garantem os pesquisadores do Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Por meio de um programa com acompanhamento multidisciplinar, as pessoas com excesso de peso, sobrepeso, obesidade do tipo 1, 2 e 3, que procuram o ambulatório da faculdade, recebem um programa com 14 metas que, se seguidas à risca, farão que o ponteiro da balança volte ao lugar certo.
O ideal é que sejam alcançadas pelo menos duas metas a cada semana para que se chegue ao objetivo. Além disso, o processo de emagrecimento será gradual, o corpo estará recebendo todos os nutrientes necessários para seu bom funcionamento e será evitado o famoso efeito sanfona, tão comum nas chamadas dietas da moda. "O efeito sanfona é perigoso, porque o organismo perde a referência do seu peso mais estável, fazendo que após um emagrecimento, a pessoa engorde mais do que seu peso inicial", alerta João Eduardo Nunes Salles, professor-assistente doutor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).
Vamos às metas? Postarei uma meta por dia.