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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

É POR ISSO QUE EU SOU DILMA! ! !

Marina não tem sangue nas veias, tem clorofila. Vade retro ! 
Criaram o monstro, agora estão com medo de seu despertar. 
O novo ×Collor, ainda mais desgovernada e messiânica. Só quem está gostando é o úItaú da ×Dona Neca Setúbal, que vai mandar no que interessa: juros nas alturas, nada de banco público Por que isso é coisa pra pobre e atrapalha o lucro do capital financeiro internacional. Nada de programas sociais - Pronatec, Prouni, Minha Casa Minha Vida, Bolsa Família - isso tudo é coisa pra preguiçoso, afinal, o mundo é assim, quem nasceu rico não tem que trabalhar, que nasceu pobre, azar, que se rale!!!!
Marina Collor do Itaú/Natural - e o resto que se dane, afinal, é resto! Marina concorda, afinal, foi Deus×quem colocou a Neca Itaú na vida dela.
Tá detonando a “fadinha da floresta”, hein? 
A Marina tem CHEIRO DE DERROTA! Mas não deve ser subestimada! Afinal, tem muito “maluco beleza” por aí que ainda acredita naquele discurso empolado dela. Ela não é nenhuma "santa", e qualquer cidadão mais atento, mais cedo ou mais tarde irá perceber isso. A ambição de ser presidente subiu-lhe a cabeça faz tempo. Acho que como integrante da ×Assembleia de Deus ela se julga "a predestinada" quem sabe por um “ser superior”! Muita messiânica pra meu gosto. E é um perigo esse “voluntarismo” para um país tão complexo como o nosso! 
Não se esqueçam!  Vivemos num ×Estado laico e ela defende o criacionismo (crença religiosa de que a humanidade, a vida, a Terra e o universo são a criação de um agente sobrenatural), ou seja, não acredita na clássica Teoria da Evolução das Espécies do cientista Charles Darwin. E certamente, possui restrições, ou no mínimo posições ambíguas quanto ao reconhecimento dos direitos civis de casais homoafetivos ou pesquisas com células tronco. 
E já chegou ao cúmulo de defender o deputado Marcos Feliciano (PSC) dizendo que ele era criticado por ser evangélico. Quando, na verdade, ele era criticado por suas posições retrógradas e pelas barbaridades que proferiu contra minorias já tão discriminadas. Se isso não bastasse, os assessores de ×Maria Silva, os economistas ×Eduardo Gianetti da Fonseca, André Lara Rezende, tem propostas quase idênticas a dos tucanos, ou seja, pregam abertamente o arrocho salarial e o desemprego como fórmula para “reduzir a inflação”. Eu mesmo o assisti o Gianetti na Globo  (PiG) News dia desses discorrendo sobre isso. Não há como negar que existe sim uma associação entre Marina e alguns setores conservadores de direita. Não por outra razão a mídia está tão assanhada para o lado dela. E ela já fez acenos ao “Deus Mercado” que “soam como música” pra essa gente por um Banco Central “independente”. 
Já vimos esse filme antes e ele não terminou bem: deu em crise econômica, política e impeachment. Lembram? Sem novas “aventuras” pessoal! 
Estou com Dilma e não abro! 
PS.: E esse Luz para Todos, que absurdooooo, vamos e baixar o consumo desse pessoal em 10%, disse a Marina ontem. Afinal, luz de velas é tão romântico, lá em casa eu adooooorooo - diz Neca Setúbal - e Olha Marinômetro aí! 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

É AGORA !!


…Hoje começa acabar a Marina.
Serão o quê, 11 min pra Dilma e 3 min pra Marina? 
Com esse tempo de TV a Dilma Rousseff mostrará seu governo (escondido pela mídia) e ainda terá tempo para se defender e de atacar, e, se quiser, ainda passar um filminho.
Enquanto a Marina, “objetiva” como de hábito se perderá no seu pouco tempo. Ah, o Aécio, bem esse eu nem falo mais e acho que ninguém mais.
Ainda assistirei a luta fratricida entre os então irmanados pela vaguinha do 2 turno, que, aliás, não haverá.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

QUE PAÍS É ESTE !?!?

Por.: Maurício Quirino Maumau.
Que país acumulou nos últimos 11 anos US$ 376 bilhões em reservas, dez vezes mais que em 2002 e dez vezes maiores que a dívida de curto prazo ?????
Em 11 anos o Brasil aumentou o crédito de R$ 380 bilhões para R$ 2,7 trilhões reduzindo também a inadimplência, quantos países conseguiram isso em plena crise mundial ????
Que país destinou 75% dos royalties do petróleo para educação através de projeto de lei enviado por Dilma Rousseff.
Que país reduziu pela metade o valor da dívida pública líquida de 60,4% para 33,8% do PIB ???
Que país contratou 3 milhões de casas populares, sendo que 1,5 milhões já foram entregues.
Que país em plena crise mundial está fazendo obras de infraestrutura, sendo o paaís com a maior canteiro de obras no mundo.
Que país nos últimos dez anos construiu 14 novas universidades, com mais de 250 extensões universitárias.
Que país tem PROUNI, FIES, PRONATEC, CIÊNCIA SEM FRONEIRAS, MAIS MÉDICOS, UPAS, SAMU, BRASIL SORRIDENTE, FARMÁCIA POPULAR, BOLSA FAMÍLIA, ÁGUA PARA TODOS, LUZ PARA TODOS, BRASIL SEM MISÉRIA etc, etc, etc.
O Brasil sob o comando de Lula e Dilma Rousseff, não está mais vulnerável às crises internacionais como éramos no passado, nos últimos 11 anos foram criados 21 milhões de empregos, enquanto o mundo eliminava 63 milhões de postos de trabalho desde 2008, segundo a OIT, o Brasil criou 10,5 milhões de empregos, o desemprego está em queda e chegou, de novo, ao menor índice da série histórica: 4,6%.
A Inflação oficial fecha 2013 em 5,91%, portanto dentro da meta estabelecida pelo governo, isso já vem ocorrendo a 10 anos, mesmo com todo o terrorismo da imprensa e da oposição. Que países do mundo conseguiram números robustos como esses diante da uma crise sem precedentes???
Quantos países conseguiram tanto em tão pouco tempo???
Você tem todo o direito de não gostar do Lula, da Dilma e do PT, m as não tem o direito de negar a realidade, o Brasil nos últimos 11 anos melhorou muito, se a sua vida não melhorou você é uma exceção.
O BRASIL DE 2014.
➢ É a 7ª economia mundial
➢ É o 2º maior país exportador de alimentos
➢ É o 1º produtor e exportador de soja
➢ É o 1º produtor e exportador de café
➢ É o 1º produtor e exportador de açúcar
➢ É o 1º produtor e exportador de suco de laranja
➢ É o 1º produtor e exportador de carne bovina
➢ É o 1º produtor e exportador de frango
➢ É o 3º maior produtor de frutas
➢ É o 1º fabricante de jatos regionais
➢ É o 3º fabricante de aviões comerciais
➢ É o 4º mercado de veículos
➢ É o 7º produtor mundial de veículos
➢ Tem a 4ª maior indústria naval
➢ É o 2º maior produtor de minério de ferro
➢ É o 9º maior produtor de aço
➢ É o 4º maior produtor de cimento
➢ É o 4º maior produtor de celulose
➢ É o 1º em celulose de eucalipto
➢ É o 9º maior produtor de papel
➢ É o 7º maior fabricante de produtos químicos
➢ É o 8º maior produtor de alumínio primário
➢ É o 4º maior produtor de bauxita
➢ É o 3º maior produtor de alumina
➢ É o 5º maior produtor de têxteis
➢ É o 4º maior produtor de confecções
➢ É o 3º maior produtor de calçados
➢ É o 2º maior gerador de energia hidrelétrica
➢ É o 1º produtor de etanol e o 3º de biodiesel
➢ É o 7º maior gerador de energia elétrica e 9º maior consumidor
➢ É o 3º maior mercado de computadores pessoais
➢ É o 5º em telefones celulares e o 5º em telefones fixos.
➢ É o 4º país em usuários de internet e o 3º em número de servidores
➢ É o 4º país em extensão de rodovias
➢ É a 4ª maior força de trabalho (104 milhões)
➢ É o 7º maior mercado de consumo do mundo
➢ É o 5º em reservas internacionais (US$ 377 bilhões)

ENTRE OS PAÍSES DO G20 - O BRASIL DE 2014.

➢ Teve o 9º maior crescimento do PIB em 2013 (2,3%0)

➢ É o 1º na proporção entre reservas e dívida de curto prazo (10 vezes)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

LULA NÃO PRECISA SER CANDIDATO

Da Carta Maior; Por Saul Leblon.

A Folha reteve por 24 horas o dado capaz de relativizar esmagadoramente a queda de seis pontos nas intenções de votos na presidenta Dilma.

Por que o Datafolha não inclui em suas enquetes algumas  perguntas destinadas a decifrar o modelo de desenvolvimento intrínseco à aspiração mudancista majoritária na sociedade brasileira, segundo o próprio Instituto?
Por que o Datafolha não pergunta claramente a esse clamor se ele  inclui em seu escopo de mudanças um retorno às prioridades e políticas vigentes  quando o país era governado pelo PSDB, com a agenda que o dispositivo midiático tenta restaurar com o lubrificante do alarmismo noticioso?

Não se trata de introduzir proselitismo nos questionários de sondagem. É mais transparente  do que parece. E de pertinência jornalística tão óbvia que até espanta que ainda não tenha sido feito.
Por exemplo, por que o Datafolha não promove uma simulação que incluiria Fernando Henrique Cardoso e Lula  como candidatos teóricos e assim avalia as preferências entre os modelos e ênfases de desenvolvimento que eles historicamente encarnam?
Por que  o Datafolha não pergunta claramente ao leitor se prefere a Petrobras  --e o pré-sal, que é disso que se trata, sejamos honestos--  em mãos brasileiras ou fatiada e privatizada?
Por que o Datafolha não investiga quais políticas e decisões estão associadas à preferência pelo petista que há 12 anos está sob  bombardeio ininterrupto da mídia e, ainda assim, conserva 52% das intenções de voto num país seviciado pelo monopólio midiático?
Por que o jornal que é dono da pesquisa  –em mais de um sentido--  não explicita em suas análises  as relações (ostensivas) entre a resistência heroica do recall desfrutado por Lula; o desejo majoritário de mudança na sociedade  e o vexaminoso arrastar dos pés-de-chumbo do conservadorismo, Aécio e Campos?
Por que a Folha reteve por 24 horas o dado capaz de relativizar esmagadoramente o impacto da queda de seis pontos que teria marcado as intenções de votos na presidenta Dilma –mas que ainda assim vence com folga (38%)  seus dois principais oponentes juntos (26% de Aécio e Campos)?
O dado em questão não é singelo.
Só divulgado nesta noite de domingo –sem espaço na manchete e sequer registro na primeira página do diário dos Frias!-- ele tem caibre para dissolver em partículas quânticas tudo  o que foi dito no final de semana sobre a  derrocada do governo  na eleição para 2014.
Qual seja, a  opinião de Lula -- colheu o Datafolha--  é uma referência positiva de impacto avassalador sobre as urnas de outubro: seu  peso ordena e  hierarquiza  a definição de voto de nada menos que 60% do eleitorado brasileiro.
Seis em cada dez eleitores tem em Lula uma baliza do que farão na cabine eleitoral.
Segundo o Datafolha,  37% deles votariam com certeza em um candidato indicado pelo petista; e 23% talvez referendassem essa mesma  indicação.
Note-se que os estragos que isso deixa pelo caminho não são triviais e de registro adiável.
Se divulgados junto com a pesquisa das intenções de voto, esmagariam, repita-se, o esforço do tipo ‘vamos lá, pessoal’, que os comodoros do conservadorismo tentaram injetar na esquadra de velas esfarrapadas de Campos e Neves.
Vejamos: ao contrário do que acontece com o cabo eleitoral de Dilma,   41% dos eleitores rejeitariam esfericamente um nome apoiado por Marina Silva –Eduardo Campos encontra-se nessa alça de mira contagiosa, ou não?


Já a rejeição a um candidato apoiado por FC é de magníficos  57%.
Colosso. Sim, quase 2/3 do eleitorado, proporção só três pontos inferior à influência exercida por Lula, foge como o diabo da cruz da benção dada pelo ex-presidente tucano a um candidato; apenas 23% cogitariam sufragar um nome apoiado por ele.
Esse, o empolgante futuro reservado ao presidenciável Aécio Neves, ou será que a partir de agora ele imitará seus antecessores de dificuldades e esconderá o personagem que o imaginário brasileiro identifica ao saldo deixado pelo PSDB na economia e na política do país?
O fato é que a  virada anti-petista, ou anti-governista, ou ainda anti-dilmista  que o dispositivo midiático tenta vender –e o fez com notável sofreguidão  neste final de semana, guarda constrangedoramente pouca aderência com a realidade.
Exceto se tomarmos por realidade as redações da emissão conservadora, a zona sul do Rio ou o perímetro compreendido entre os bairros de Higienópolis, Morumbi e Vila Olímpia, em São Paulo,  a disputa é uma pouco mais difícil.
Não significa edulcorar os desafios e gargalos reais enfrentados pelo país.
Mas na esmagadora superfície habitada por 60% da população brasileira o jogo pesado da eleição de 2014 envolve outras referências que não apenas a crispação do noticiário anti-petista em torno desses problemas.
Por certo envolve entender quem é quem e o que propõe cada projeto em disputa na dura transição de ciclo econômico em curso  – e nessa luta ideológica pela conquista  e o esclarecimento de corações e mentes, o governo Dilma e o PT estão em débito com a sociedade.
Sobretudo, o que os dados mais recentes indicam é que a verdadeira disputa de projetos precisa de mais luz e mais desassombro por parte dos alvos midiáticos.
Os institutos de pesquisas, a exemplo do Datafolha,  em grande medida avaliam o alcance do seu eco quase solitário.
Bombardeia-se a Petrobras para em seguida mensurar o estrago que os obuses causaram na resistência adversária. Idem, com o tomate,  a standard & Poor’s, etc., etc., etc.
Ao largo das manchete do Brasil aos cacos, porém,  seis em cada dez brasileiros aguardam o que tem a dizer aqueles que se tornaram uma referencia confiável pelo que fizeram para a construção da democracia social nos últimos anos.
É aí que Lula entra. E o PT deve cuidar para que entre não apenas rememorando o passado, do qual já é uma síntese histórica.
Mas que coloque essa credibilidade a serviço de uma indispensável repactuação política do futuro, contra o roteiro conservador do caos que lubrifica a rendição ao mercadismo.
Dizer que Dilma perdeu seis pontos e retardar a divulgação do que fariam  60% dos eleitores diante de um apelo de Lula, é uma evidência do temor que essa agenda e esse cabo eleitoral causam no palanque de patas moles que a mídia, sofregamente, carrega nas costas.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

ESSA É PORRETA

Mulher porreta!!!
Avarentos pensam com o bolso; egoístas se realizam frente a espelhos mágicos que lhe dão o aspecto que desejam ver, e políticos impatriotas só pensam no título eleitoral dos cidadãos. As severas críticas por Dilma Rousseff ter sido apontada pela Revista Forbes como terceira mulher mais poderosa do mundo, só podem partir de quem consegue ver apenas a urna eleitoral de boca aberta, ou que deseja conquistar o poder. 
O País como um todo, ao contrário, sente-se orgulhoso de ser reconhecido com a importância que deve ter. 
Apesar desta honradíssima realidade ter sido construída em momentos diferentes de Governos, coube à Presidenta manter a coerência e o pulso forte para não sucumbir diante das forças ocultas nas trevas do Poder – que alguns chamam de “os iluminados”.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

CORTEM OS PULSOS

Dilma é eleita pela segunda vez como a 3ª mulher mais influente do mundo.

A presidenta Dilma Rousseff ocupa, pelo segundo ano consecutivo, o terceiro lugar no ranking das mulheres mais poderosas do mundo, de acordo com a revista Forbes. No topo da lista aparece a chanceler da Alemanha, Angela Merkel. 
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, ficou em 2º lugar, numa repetição das três primeiras colocadas do ano passado. A lista elencou mulheres envolvidas na política, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, entre outros campos.

terça-feira, 24 de abril de 2012

FAVORITO !!!

Só idiota mesmo pra achar que Lula é mesquinho e egoísta igual ao zé (bolinha de papel) Serra. 
Se Dilma crescer mais do que Lula, ele só tem é que ficar super-contente, pois isso só vem provar que ele realmente é O CARA e com isso dá mais uma grande cacetada no PiG que sempre afirmaram que Dilma era um poste e que não tinha capacidade pra governar o País. 
Com certeza serão capazes de qualquer coisa pra desestabilizarem a amizade e a confiança entre os dois.  
Vão simplesmente ficar só na vontade como tantas outras.
PiG vocês perderam!!! 
Tucanos vocês perderam!!! 
Viva o Brasil!!! 
Viva o Lula!!!
Viva a Dilma!!! 
Dilma é Lula e Lula é Dilma, simples assim… e o Brasil se tornou a sexta economia do mundo… e um país mais justo e humano.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Por José Roberto de Toledo, O Estado de S.Paulo.
A popularidade de Dilma Rousseff vai subindo: chegou a 64% de avaliação positiva.Praticamente dois em cada três brasileiros acham seu governo bom ou ótimo. Dilma só perde para Lula no auge. Em um mês, o saldo..

sábado, 21 de abril de 2012

Em outras palavras, a verdade nunca será televisionada.
A TV é a rede da mentira, da chantagem, da manipulação e da troca de favores. É igual missa encomendada, não pode falar nada diferente da atmosfera criada no tele jornal, onde Dilma corre para destruir a CPMI.
Eles não vão buscar noticia, eles vão.
A noticia deve obedecer ás doses de verdade que se pode contar.
Marolinha é ruim e cachoeira é bom, Roberto Jeferson é herói e o Zé é vilão, o PT é corrupto e o PSDB/DEM você vai votar em outubro.
Viva a liberdade de Imprensa à brasileira
A nossa grande Dilma Rousseff deve se meter. Não no congresso, mas no PT.
Nossos parlamentares do PT são todos uns cagões, medrosos, latem quando o carro está em movimento.
Se o carro parar eles ficam petrificados, não sabem o que fazer. 
Aí é que a presidenta deve intervir.

Dar coragens a esses (...) Tá faltando mulher na bancada do PT.

quarta-feira, 28 de março de 2012

FLEXIBILIZAR OU FUGIR PARA A FRENTE?

Por Carlos Chagas.
Na entrevista concedida à Veja do fim  de semana, a presidente Dilma negou a existência de crise com o Congresso e admitiu derrotas em  projetos do interesse do governo como normais nos regimes democráticos. Pode ter preparado uma armadilha para os setores fisiológicos de sua base parlamentar, ou seja, mostra-se disposta a aceitar a rejeição de alguns de seus objetivos parlamentares,  mas, no reverso da  medalha,  não admite ceder ministérios, nomeações, liberação  de  verbas e outras exigências dos partidos que não integrem seus planos de governo.                                                         
Trata-se de uma tática destinada a enfraquecer os  dissidentes, mas em termos de estratégia não conseguirá ir muito adiante. 
Afinal, Dilma precisa dos partidos para manter a óbvia perspectiva de sua reeleição, em 2014. Porque os primeiros sinais da ameaça de diáspora  são detectados no Congresso. Sem as benesses, os favores e até as sinecuras pleiteadas pelos partidos, o palácio do Planalto correrá o risco de ver desfeita a  aliança que  conduziu Dilma  ao poder em 2010.   
Dificilmente PMDB, PP, PTB, PDT, PR e outros terão candidatos capazes de enfrenta-la nas urnas. Ao PSB, mesmo sendo exceção com o governador de Pernambuco, faltará oxigênio. 
Assim, a revanche da base parlamentar oficial terá nome e número no catálogo telefônico: chama-se Aécio Neves.                                                         
Sozinho, ou acompanhado de forças insignificantes, o PT precisará de um  milagre para sustentar a candidatura da presidente da República  à reeleição.  
Ainda que  com a presença do Lula na campanha, sem um  arcabouço partidário amplo,  o mínimo a prever são problemas de difícil solução. Num universo  menor, é o que vai acontecendo com   a campanha de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo.                                                         
De qualquer forma,  mesmo. . .

quarta-feira, 14 de março de 2012

RELAÇÕES TENSAS, APESAR DA FESTA

Por Carlos Chagas.
Não se espantou quem assistiu a chegada de Dilma Rousseff, ontem, ao Congresso, para ser homenageada com o Prêmio Berta Lutz, destinado a exaltar  as mulheres que se destacam nas campanhas feministas. Mesmo chegando com trinta minutos de atraso,  a presidente cumprimentou efusivamente José Sarney, Marco Maia e muitos   parlamentares que a esperavam na entrada do Salão Negro, junto com dezenas de  senadoras e deputadas. Além do vice-presidente Michel Temer. Até o ex-líder do governo, Romero Jucá recebeu afagos, apesar de demitido na véspera.
O singular na solenidade, além dos tradicionais beijinhos para todo lado, foi que nenhum dos presentes  demonstrou  o  menor constrangimento, a começar por Dilma, apesar da delicadeza que marca o relacionamento entre Executivo e Legislativo.  Os presidentes da Câmara e do Senado andam agastados com Dilma.  Michel Temer, também.  Para não falar de Jucá.
À margem da festa, dos papagaios e das papagaias de pirata,  vistos em profusão,  acima e além   dos  discursos protocolares, registre-se que desde sua posse a presidente Dilma não havia retornado ao Congresso.  Como também jamais  enfrentou  situação tão incômoda no diálogo com as forças partidárias que a apóiam. Sua presença no plenário do Senado  não terá sido bastante para desfazer tensões. 
O interregno dessa  celebração do papel das mulheres na vida nacional, na manhã de ontem, não foi suficiente  para afastar a sombra de mais  dias de tensão entre o governo e os partidos que o apóiam. Dilma abriu brechas no PMDB a ponto de a bancada de deputados do partido haver-lhe enviado manifesto de protesto contra o que chamaram de discriminação favorável ao PT. Para não falar na súbita defenestração de Romero Jucá da liderança do governo, substituído por Eduardo Braga, não propriamente nas graças de dirigentes como José Sarney e  Renan Calheiros.   Mesmo disposta a prestigiar o PDT e o PR, devolvendo a seus parlamentares  os ministérios do Trabalho e dos Transportes, obstáculos ainda turvam o dialogo entre a presidente e esses partidos.
Nesta semana poderão ser votados na Câmara e no Senado projetos polêmicos de interesse do governo. Caso sobrevenha outra derrota, como no caso da rejeição de Bernardo Figueiredo para a Agencia Nacional de Transportes Terrestres, pelo Senado, fica evidente que o palácio do Planalto irá retaliar. 
José Sarney e Marco Maia despejaram monumentais elogios sobre Dilma, do tipo “popularidade ímpar”, “excepcional capacidade política”, “criatura extraordinária”, “grande liderança” e outros. Mais beijinhos, abraços e sorrisos, entre diplomas, placas e flores, mas a pergunta feita por  parlamentares, claro que em surdina, era a respeito de qual o próximo lance nesse delicado jogo de xadrez. Nada de xeque-mate, mas,   quem sabe,  xeque à rainha?
REAÇÃO NA SOMBRA.
De público, nenhum companheiro confirmará, mas a verdade  é que no PT não apenas paulistano e paulista, mas nacional, registram-se sinais de que se Fernando Haddad não decolar nas próximas pesquisas, poderá não chegar a outubro como candidato. A situação do ex-ministro da Educação complicou-se a partir da decisão de José Serra candidatar-se a prefeito. Líderes petistas começam a refletir que se Haddad perder de forma espetacular, sequer indo para o segundo turno, a derrota fatalmente  se refletirá nas eleições gerais de 2014. Depois de chegar a dispor da maior bancada na Câmara dos Deputados, o que aconteceria se o PT perdesse a posição? Melhor aguardar.

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA DA MULHER . . .

Aos que representam o pensamento do homem do Brasil sobre a mulher brasileira, também definida pelos saldosos Vinicius de Moraes e Wando; Roberto Carlos, a turma do forró, do pagode, do samba e da bossa nova e de tantos outros que enriquecem a poesia e a música brasileira, enaltecendo o que temos de melhor. 
A verdade é que a mulher liberta a nossa alma, e invade nossos corações. Vulcões, sensuais, dóceis, belas, inteligentes, racionais, grandes aviões. 
Minha homenagem a todas elas, notadamente, as que frequentam este site, com suas opiniões, sempre lúcidas, sobre o cotidiano da nação. 
Parabéns também á nossa Presidenta Dilma Rousseff que tem sabido aproveitar a inteligência feminina.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

THE ECONOMIST

The Economist
FotoILUSTRAÇÃO FEITA PELA REVISTA
Dilma vem emergindo.
A presidenta Dilma Rousseff se distancia de seu antecessor, imprime estilo próprio ao governo e pode estar preparando uma agenda ambiciosa, segundo matéria da revista The Economist, em edição que chegou às bancas na noite de ontem (16). Intitulada de "Sendo ela mesma", a matéria destaca que, sem gestos bruscos, a presidenta vem emergindo da sombra do ex-presidente Lula, "predecessor e patrono", "para remodelar o estado brasileiro a seu próprio jeito". Com uma ilustração que mostra Dilma dirigindo um ônibus que entra em uma rua chamada Dilma's Way (Caminho de Dilma), com membros de seu gabinete sendo arremessados para fora do veículo e o ex-presidente observando, a "The Economist" destaca os princípios firmes, o perfil mais técnico, a lealdade a aliados e o toque feminino como traços principais do atual governo brasileiro.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

NÃO HÁ "CORTES", HÁ "INCREMENTOS". !?!

Por achar o Congresso otimista demais no cálculo da arrecadação e para garantir que terá R$ 140 bilhões para pagar juros da dívida pública ao “mercado” este ano, o governo bloqueou R$ 55 bilhões do orçamento aprovado pelos parlamentares. O corte poupou o programa de combate à miséria e investimentos em obras de infra-estrutura e construção de moradias populares. E tenta preservar saúde e educação.
Segundo a equipe econômica, há determinação da presidenta Dilma Rousseff para que se melhorem serviços públicos em educação e saúde, a fim de atender as pessoas que entraram na classe média a partir do governo Lula.
Já no caso dos investimentos, a manutenção dos gastos aprovados pelo Congresso busca contribuir para o país crescer este ano pelo menos 4,5%, mais do que em 2011, cujo resultado na casa de 3% resultou, entre outras razões, de uma retirada igualmente elevada de recursos do orçamento (R$ 50 bilhões).
A tesourada de agora foi anunciada nesta quarta-feira (15) e ficou aquém do que esperava o "mercado" (R$ 60 bilhões). Parte sacrificará investimento em obras incluídas no orçamento por iniciativa de parlamentares (emendas). O valor, porém, não foi divulgado.
Para preparar o espírito da classe política para o que viria, Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, haviam se reunido, na véspera, com o Conselho Político, formado por dirigentes e líderes de partidos governistas.
Na reunião, mesmo sem falar no tamanho do corte, Dilma e Mantega haviam exposto o eixo central da gestão atual (qualificar os serviços públicos em saúde e educação e incentivar o crescimento via investimentos), a fim de mostrar aos aliados que seria bom apoiar os planos do governo.
Segundo o ministro diria depois à imprensa, o sucesso do governo é “compartilhado” pela base aliada, que poderia tirar proveito disso em discursos e eleições. É com este tipo de argumento que o governo espera convencer os aliados a apoiar suas decisões, mesmo sabendo que, em ano eleitoral, é grande a tentação dos parlamentares de lutar por mais emendas e gastos.
Ao explicar o bloqueio nesta quarta-feira (15), Mantega fez questão de deixar claro que conciliar melhoria em educação e saúde, com crescimento de 4,5% e pagamento de juros da dívida ao mercado era a premissa básica do governo, ao ajustar o orçamento.
Na entrevista, o ministro disse que, depois de ajustado, o orçamento “privilegia o aumento do investimento, que é a locomotiva do crescimento”. Que é um “contingenciamento alto, sim, que vai garantir a obtenção do resultado primário [pagamento de juros]". Que vai “viabilizar mais serviços públicos e com mais qualidade”. E que, por tudo isso, "não é um ajuste fiscal clássico, conservador", que "corta tudo", como se vê na Europa.
Otimismo x realismo.
A lei, já sancionada pela presidenta, define quais são os limites máximos de gastos com os quais o governo pode trabalhar em cada área e no geral. O governo pode ou não usar o limite máximo. O que faz em todo o início de ano é anunciar qual é o seu próprio teto, posteriormente formalizado por meio de um decreto.
A lei aprovada pelo Congresso dava ao governo federal o limite de R$ 937 bilhões em gastos, sendo R$ 97 bilhões para juros da dívida (os outros R$ 43 bilhões, para totalizar R$ 140 bilhões, sairão de estados e municípios) e R$ 866 bilhões para as demais despesas. Depois do ajuste do governo, a receita caiu para R$ 908 bilhões, as despesas, para R$ 811 bilhões, enquanto os juros continuaram em R$ 140 bilhões.
O ajuste nas receitas foi feito porque o governo sempre acha que o Congresso exagera no otimismo – é uma queda-de-braço antiga. “Somos um pouco mais realistas”, afirmou Mantega.
Na comparação entre o que foi aprovado pelo Congresso e o que o governo diz agora que vai gastar de fato, quem mais perdeu dinheiro foi a saúde (R$ 5,4 bilhões). Mas, na comparação com o projeto de orçamento 2012 que o governo mandara ao Congresso, a saúde ganhou cerca de R$ 500 milhões. E, na comparação com o que foi de fato gasto no ano passado, a despesa de R$ 72 bilhões este ano será R$ 8 bilhões superior.
O mesmo vale para a educação, e por isso o governo diz agora que estas duas áreas sociais foram poupadas da tesourada. A educação recebeu R$ 25 bilhões em 2011, o governo propôs que recebesse R$ 33 bilhões em 2012, o Congresso subiu esse valor para R$ 35 bilhões, e agora o governo devolveu o limite para R$ 33 bilhões.
O programa de combate à miséria terá exatamente o que o Congresso aprovou, R$ 27 bilhões, R$ 1 bilhão acima do projeto original do governo. O mesmo aconteceu com os investimentos dos programas de obras de infra-estrutura (PAC) e de construção de imóveis. Juntos, ambos terão R$ 42 bilhões, o mesmo que tinha sido proposto pelo governo e que foi aprovado pelo Congresso.
Leia Mais:

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Em Democracias autênticas o Poder Executivo governa e o Poder Legislativo legisla e fiscaliza o Executivo. O que acontece no Brasil é que os políticos são muito mau acostumados, acham que podem tudo.
Com a presidenta Dilma Rousseff as coisas estão mudando, os políticos estão sendo colocados aos poucos no seus lugares, pois a política do Brasil está exigindo, há longos e longos anos, seriedade no trato da coisa pública. Sempre acharam que o dinheiro da nação brotasse em árvore.
Viva Dilma e Viva Lula!
Se Lula pregasse o convívio que fosse com a ineficiência não teria indicado a propria Dilma Rousseff para a Casa Civil.
E muito menos para a Presidência.
O resto é falta de assunto.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A imprensa não tocou nesse assunto.
Mas já já vai tratar dele.
Dilma Rousseff completou um ano de Governo e ainda não foi a Washington.
Visita Fidel primeiro que Obama.
É verdade que ela já esteve com o Presidente norte-americano em Nova York, onde ambos foram participar da Assembléia-Geral das Nações Unidas.
Mas nada de visita oficial aos EUA.
No ano passado, Dilma visitou 15 países, sendo que a Argentina e o Uruguai - nossos vizinhos - ela foi duas vezes.
Esteve ainda na Europa, na Africa e na Ásia.
Agora, depois de Cuba, Dilma viajará para o Haiti. É a opção preferencial pelos pobres.
Ela não foi a Washington, mas também não esteve no Circuito Elizabeth Arden - Roma, Paris e Londres.
Em Paris, para dizer a verdade, ela passou um dia, depois de uma reunião dos Brics em Cannes.
Mas não esteve com Sarkosy.
Foi ver a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova

Dilma sobre gestos à esquerda: 'Fico estarrecida com pergunta'.

Em viagem a Cuba, Dilma Rousseff mostra surpresa ao ser questionada sobre coincidência de duas recentes agendas com público de esquerda - a outra foi a ida ao Fórum Social. Diz achar 'interessante' modo como mídia analisa atos dela e ter ficado 'estarrecida' com esse tipo de pergunta. Em março, Dilma deve retribuir visita de Barack Obama com viagem aos EUA.

Havana – A presidenta Dilma Rousseff teve nesta terça-feira (31) a chance de definir-se como de “esquerda” e de fazê-lo num lugar símbolo do ideal socialista na América Latina. Em vez disso, reagiu com surpresa ao ser questionada, em entrevista em Cuba, sobre recentes sinais políticos que emitiu nos últimos dias, incluindo a visita oficial à ilha de Fidel Castro.
Presidenta, a senhora começou o ano indo ao Fórum Social e agora vem a Cuba, são gestos políticos mais à esquerda. Por que a senhora fez isso?
"Eu acho interessante a forma como a mídia analisa meus atos... Posso te dizer uma coisa? Eu fico estarrecida com esse tipo de pergunta, estarrecida. Porque... significa que no ano passado eu fui à União Européia, recebi os Estados Unidos (…), fui no G20, fui pra Argentina... Como é que a gente interpretaria o ano passado?"
No roteiro internacional 2012 de Dilma, aberto com a visita a Cuba, está previsto também que ela viaje aos Estados Unidos, provavelmente em março, em retribuição a uma visita feita pelo presidente Barack Obama ao Brasil no ano passado.
Dilma já esteve nos EUA, como presidenta, mas foi para abrir a Assembléia Geral das Nações Unidas no ano passado.
A Grécia funciona como uma espécie de endoscopia em tempo real das consequências sociais e éticas da maior crise capitalista dos últimos 80 anos. A percolação da tragédia na pirâmide social do país escancara os custos humanos de se preservar a riqueza financeira quando o mecanismo que a reproduz já não se sustenta. Esse é o cerne do impasse global que avança para o 4º ano de sacrifícios urbi et orbi.
Mas nada disso parece sensibilizar a mídia demotucana, cuja leitura sugere que o único ponto do planeta que afronta os direitos humanos é uma ilha a 150 quilômetros de sua meca intelectual e política. Por certo não é o que pensam os 26 milhões de desempregados e os 115 milhões de pobres da UE, por exemplo.
Elo mais frágil dessa cadeia, a Grécia emerge como um estuário pedagógico de perdas e danos. No interior do seu metabolismo,um a um, rompem-se os elos mais vulneráveis. A infância em primeiro lugar; dentro dela, as crianças pobres; e a partir daí o essencial, a segurança alimentar. Desde março de 2010, a prioridade de Atenas é adequar o país aos 'programas de ajuste' traduzidos em sucessivos cortes orçamentários.
Os macrodados da agonia gega não sensibilizam mais. Mas há detalhes que ainda desconcertam: o orçamento da educação, por exemplo, sofreu um corte de 60% este ano. Em miúdos: a rede pública de ensino dispõe atualmente de quatro de cada dez euros que recebia em 2010. Não há como preservar o essencial quando 60% do alicerce desaba. Inclua-se no essencial a merenda. Das periferias mais pobres, emergem relatos de desfalecimentos em sala de aula. Mas as agencias de notícias informam que a ministra da Educação, Ana Diamantopulu, apressou-se em desmentir a possibilidade de contemplar todas as famílias carentes com uma bolsa alimentação. Não há verbas.
O desmentido ocorreu simultaneamente ao recuo de Angela Merkel, que pretendia nomear um diretório financeiro para comandar o orçamento grego diretamente de Berlim, de modo a assegurar o pagamento dos credores acima de todas as coisas. "A discussão ficou emocional", justificou-se a premiê que hoje é a voz mais nítida do dinheiro no planeta. O recuo de Merkel não alivia o estômago da infância pobre da Grécia. A próxima cena na tela da endoscopia grega será o efeito do corte previsto no salário mínimo nacional. Com a palavra os paladinos dos direitos humanos em Cuba.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

DILMA DÁ SHOW DE POPULARIDAD

Será que algum dos jornalões publicará esse foto de Dilma Rousseff, feita hoje pela manhã, na bacia do Rio Camaçari, na Bahia, onde ela esteve antes de embarcar para Cuba?
Provávelmente não.
Seria popularizá-la demais.
Veremos amanhã…