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domingo, 7 de agosto de 2011

SÓ PODE DESCER

Caio Porter, e o seu maior desafio no fogão.
BLOG DO DENI MENEZES - O repórter de oito copas do Mundo.
O Botafogo não ganhará posição na rodada. Se ganhar, continuará em sexto lugar, apenas reduzindo para dois pontos a distância do Palmeiras, que com o 0 a 0 de ontem com o Grêmio chegou aos 27. Mas, se perder, o Botafogo (6º com 22) pode cair duas posições, se Fluminense (21) e Internacional (19) ganharem hoje. O Internacional o ultrapassaria nos gols marcados, primeiro quesito de desempate.
Caio Júnior está em situação delicada. Se o Botafogo não ganhar hoje, pode pagar a conta. O técnico não esconde a tensão, embora repita, com razão, que tem consciência do trabalho sério e honesto que realiza. Mas, no Engenhão, o time tem se apresentado inseguro, nervoso e errando mais do que quando joga fora, devido à pressão constante dos torcedores, que implicam com certos jogadores.
O técnico não antecipou a escalação, mas é provável que escale Felipe Menezes no lugar de Maicosuel, suspenso, por ter chamado de fraco o árbitro mato-grossense Wagner Reway no jogo com o Figueirense. O zagueiro Fabio Ferreira conseguiu se recuperar do edema no músculo da coxa e volta ao time, que outra vez se baseará nas jogadas para Herrera e Loco Abreu, considerados decisivos.
A escalação mais provável: Jeferson, Alessandro, Antonio Carlos, Fabio Ferreira e Cortês; Marcelo Matos, Renato, Elkeson e Felipe Menezes; Herrera e Loco Abreu. O meio-campo Felipe Menezes reconhece não ter a velocidade de Maicosuel, mas garante estar pronto para o jogo: “É o meu primeiro clássico com a camisa do Botafogo e isso aumenta muito a motivação”.
Marcelo Matos será julgado terça-feira pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva por agressão ao atacante Branquinho, no jogo com o Atletico Paranaense. O Botafogo está em busca de um zagueiro para compor o setor, devido à cessão de João Felipe para o São Paulo. Hoje o time estreará o terceiro uniforme, desprezando a superstição.
Da última vez que estreou camisa em jogo com o Vasco perdeu feio: 6 a 0, no Engenhão.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

BRASILEIRÃO . . .

Uma rodada com muita história para contar.
Hoje tem o invicto Flamengo, mais popular clube do país, jogando fora de casa, na Arena do Jacaré, com o América, o menos popular dos clubes da primeira divisão.
Tem Grêmio e Avaí no Olímpico, os dois precisando se recuperar e o time catarinense em busca de sua primeira vitória.
Tem o Santos de volta, mas tão desfalcado pela Seleção Brasileira que deve mesmo ter seus jogos adiados, jogando em Floripa, com o Figueirense.
Mas, mais que isso, tem três clássicos que envolvem seis campeões brasileiros e com muita história no Brasileirão.
A começar por São Paulo e Botafogo, no Morumbi, dois times que estiveram no triangular que decidiu o primeiro Campeonato Brasileiro, em 1971, vencido pelo Galo.
São Paulo que lidera o campeonato e que deve ter o mesmo direito do Santos porque perderá muitos jogadores para seleção brasileira sub-20, embora no tricolor exista a dúvida sobre se cabe pedir o adiamento à CBF já que haveria acúmulo de jogos quando começar a Copa Sul-Americana, atalho para a Libertadores.
Seja como for, antigamente, time que cedia mais de dois jogadores para a CBF tinha o direito automático de adiar seus jogos.
Tem ainda Vasco e Cruzeiro, em São Januário, o clássico entre os dois clubes que participaram de uma polêmica decisão do Brasileirão em 1974, quando a CBD deu uma senhora garfada no time mineiro e o Vasco foi o campeão, façanha que os cruzmaltinos repetiriam mais três vezes.
O Vasco em ótimo momento e o Cruzeiro ensaiando sua reação, agora com Joel Santana que conhece o Vasco ainda melhor que Ricardo Gomes.
E tem, no estádio do Pituaçu, Bahia e Corinthians, que fizeram as semifinais do Brasileirão de 1990, o primeiro dos quatro vencidos pelo Corinthians.
O estádio em Salvador já está com lotação esgotada com mais de 32 mil ingressos vendidos e o Bahia não terá oito titulares: os três que pertecem ao Corinthians, Dodô, Boquita e Lulinha; três por lesões: Souza, Carlos Alberto e Thiego; e dois por suspensão: Jobson e Titi.
Chance para o Corinthians quebrar uma escrita de cinco jogos sem vencer o Bahia pela primeira divisão do Brasileiro, embora os dois não se enfrentem desde 2003 na Série A.
Ah, sim, porque sempre tem alguém para lembrar que eles se enfrentaram em 2008, pela B, quando, aliás, no Pacaembu, o tricolor quebrou a longa invencibilidade alvinegra.
E, na Bahia, o Corinthians venceu.

domingo, 19 de junho de 2011

EM RITMO DE FESTA JUNINA NO RIO

Fla e Bota fazem clássico em ritmo de festa junina no Rio

No primeiro clássico carioca do Brasileiro, equipes jogam com esquemas idênticos para tentarem embalar na competição

Tradicionais por todo o país, as festas juninas fazem a alegria do povo nesta época. Inspirados pelo ritmo contagiante, Flamengo e Botafogo farão neste domingo, no Engenhão, um duelo de autênticas quadrilhas, embaladas pelo sistema da moda no futebol.
O LANCENET! transmite a partida em tempo real a partir das 16h.

Na dança dos esquemas táticos, os treinadores dos dois rivais criaram uma coreografia bem ensaiada. Tanto Vanderlei Luxemburgo quanto Caio Junior apostam no ritmo dos meias ofensivos para fazer do ataque uma arma letal no clássico. Ambos jogarão no 4-2-3-1, consolidando o sistema do momento e, assim, não deixando a fogueira apagar no Campeonato Brasileiro.

Um passo (ou ponto) à frente do adversário na competição, o Botafogo quer fazer do Engenhão o seu palco para ganhar mais votos na avaliação da exigente torcida, que vem ganhando bons motivos para acreditar no time depois das últimas exibições. Caio Junior está empolgado com o que os seus comandados podem apresentar.

– Temos jogadores muito motivados. O que eu considero principal é ter uma equipe preparada. É normal esse clima de clássico. Há muita euforia, mas o que conta mesmo é a confiança – disse.

Se de um lado o discurso está afinado, do outro a motivação é o maior componente a ser usado. Como o Flamengo ainda não ganhou nota 10 no quesito  "espetáculo", a torcida anda desconfiada com a evolução do time. O condutor dos pares rubro-negros espera que o ritmo seja recuperado para voltar a vencer no Brasileiro depois de três jogos. 

Em má fase, Ronaldinho Gaúcho é o mais cobrado, mas tem no chefe seu maior defensor. Luxemburgo terá de encontrar uma forma para não deixar seu maior astro fora de compasso. E usa a oratória para mostrar a força não só do R10 como de todo o grupo.

– O Engenhão é um estádio no qual Flamengo não tem perdido. Nós perdemos apenas um jogo em seis meses, independentemente do estádio. Estamos a dois pontos do terceiro colocado. O empate contra o Bahia nos trouxe algumas críticas que eu não concordo, mas não me incomoda. A cada jogo nós podemos mudar as coisas - afirmou.

As bandeiras rubro-negras e alvinegras estão preparadas. Sem o Maracanã, o palco das emoções do futebol carioca mudou de endereço. Agora, resta saber quem ensaiou melhor para receber mais aplausos da plateia. Na tabela, o Botafogo tem pequena vantagem sobre o que o adversário. Mas ela é mínima. A competição só está no início, porém, a rivalidade sugere um duelo emocionante. E o prêmio será uma vitória para garantir uma semana tranquila.

HORA DE RONALDINHO BRILHAR EM CLÁSSICOS
   
Ronaldinho faturou o Carioca (foto: Cléber Mendes)
Ronaldinho ainda não conseguiu emplacar em clássicos disputados pelo Flamengo. Desde que chegou à Gávea, em janeiro, o camisa 10 disputou quatro clássicos cariocas: foram três empates e apenas uma vitória, sobre o próprio Botafogo na Taça Guanabara.

E apesar de ser vice-artilheiro rubro-negro na temporada, com nove gols – um atrás de Thiago Neves –, o meia-atacante não fez nenhum contra os rivais. Para acabar com esse jejum, o craque terá neste domingo, no Engenhão, o primeiro encontro contra um rival do estado no Campeonato Brasileiro. É a chance ideal para ele brilhar, afastar as cobranças e melhorar o desempenho rubro-negro neste início de competição. Afinal, em sua carreira, ele acumulou triunfos contra clubes rivais.

– Só depende do Ronaldinho. Nós damos condicionamento, treinamos ele. Se estão cobrando, é porque está faltando alguma coisa. O torcedor tem de analisar se está bem ou mal. Depende principalmente dele jogar em alto nível e ter grandes atuações. Acho que ele está evoluindo – destacou Vanderlei Luxemburgo.

Neste Brasileiro, Ronaldinho marcou gols nos dois primeiros jogos, contra o Avaí e Bahia.


ESQUEMA É ASSIMILADO POR HERRERA

Herrera não vive uma boa fase (foto: Cléber Mendes)
Único atacante de ofício, Herrera vem sofrendo com a falta de gols. Mesmo não estando de bem com a redes, o argentino aprovou o sistema utilizado por Caio Junior. Para o argentino, o mais importante é a equipe encontrar um padrão tático, independentemente do número de atacantes. 

– Quando você não consegue engrenar uma equipe, com muitas mudanças, é difícil para o treinador. Se ele está mantendo a equipe no esquema é sinal de que ele está encontrando a melhor forma de jogar – avaliou.

Liberado da punição de cinco jogos imposta pelo STJD, ainda sobre a confusão contra o Avaí, Herrera não marcou no Brasileiro. A fase não é das melhores, mesmo com o time jogando de forma ofensiva. Apesar disso, o argentino tem o respeito do grupo alvinegro e principalmente da comissão técnica. 

– Tenho certeza de que o Herrera vai fazer um grande jogo. Ele merece até pelo profissional que é. A impressão que ficou, contra o Coritiba, é que ele não fez um bom jogo. Mas observando melhor, a gente avaliou que ele foi muito bem na partida.  É uma questão de sequência que ele vai melhorar – confia Caio Junior.
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quarta-feira, 16 de março de 2011

A SUPERSTIÇÃO ESTÁ DE VOLTA

O retorno de Marcelo Matos é o toque de superstição que reacende no Botafogo para o clássico de domingo. Líder absoluto do Grupo B com 100% de aproveitamento na Taça Rio – 3 jogos, 3 vitórias -, o time não sofreu gol nos dois últimos jogos e terá de novo a presença do único jogador do elenco que ainda não perdeu desde que chegou ao clube: 17 vitórias e 3 empates.
Marcelo Matos vai reaparecer após uma ausência muito sentida nos últimos seis jogos. Contundiu-se no empate (1 a 1) com o Bangu, na noite de 2 de fevereiro, em Volta Redonda, e desde então levou tempo para se recuperar do problema no pé, após se submeter a tratamento intensivo em que contou com o apoio dos médicos e fisioterapeutas.
“Pode ser que me ressinta da falta de ritmo, o que será natural num clássico em que os times precisam muito da vitória” - disse Marcelo Matos, animado para voltar aos treinos táticos da semana e ao grande jogo de domingo no Engenhão.
Joel Santana só espera agora pela recuperação do zagueiro Antonio Carlos, que ontem só calçou tênis para não forçar a musculatura da perna, ainda ressentida da forte pancada que levou na estreia da Taça Rio no jogo com o Volta Redonda. Fora dos dois últimos jogos, ele acredita que poderá voltar a treinar com bola e confirmar a presença domingo.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Antes de tudo, para que se faça justiça ao primeiro finalista da Taça Guanabara, é preciso que se reconheça o mérito da campanha do Boavista. Não foi o Fluminense que perdeu; foi o Boavista que ganhou a classificação. O passeio da zebra verde de Saquarema, ontem à tarde, no Engenhão, premiou a campanha meritória de um clube de pouco investimento, que montou um time muito competitivo.
O Boavista chega pela primeira vez à decisão de um turno, superando duas etapas difíceis e que pareciam impossíveis. Na última rodada, era o que tinha menos chance de vaga nas semifinais e acabou ultrapassando o Resende e o Nova Iguaçu, a quem venceu dentro de casa, com a diferença de gols de que precisava. Foram três pequenos com méritos de grandes.
Mesmo duas vezes em desvantagem, diante de adversário mais qualificado em valores individuais e investimento, e atual campeão do país, o Boavista jogou sempre com muita determinação e personalidade. Sua competência na decisão por pênaltis também não pode, sob qualquer pretexto, deixar de ser reconhecida e exaltada. Desmistificou tese tola dos que dizem que pênalti é loteria.
O Boavista é finalista com méritos, competência e valor. Não tem um time caro nem de figuras renomadas, mas joga com vontade, aplicação e não se intimida diante de tradição e de nome. Por isso, é finalista, mostrando que o futebol não é falado, é jogado. O Fluminense não tem do que se queixar. Quando muito, pode lamentar que sua competência tenha limite.
Enquanto o Boavista espera por Botafogo ou Flamengo, o Fluminense terá que se superar nestes poucos dias que antecedem o segundo jogo da Copa Libertadores, para ganhar fôlego em busca da primeira vitória, agora muito mais importante, depois de uma estreia bisonha no empate com o Argentinos Juniors e, mais ainda, da despedida melancólica de ontem da Taça Guanabara.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O CLÁSSICO . . .

BLOG DO DENI MENEZES - O repórter de oito Copas do Mundo.
Não foi animador o primeiro dia de venda de ingressos para a semifinal de domingo no Engenhão: apenas 7.220. A procura terá que aumentar muito hoje e amanhã, embora o hábito do torcedor carioca seja o de deixar para comprar o ingresso no dia do jogo. Tanto no Flamengo quanto no Botafogo, a expectativa mais otimista é em torno de 25 mil pagantes, um pouco acima da média entre os grandes.
Ficou estabelecido entre os clubes que a renda líquida será dividida em todos os clássicos do Campeonato Carioca de 2011, independente do resultado do jogo. Até ano passado, quando os clubes utilizavam o Maracanã, o vencedor ficava com 60 por cento e o perdedor com 40 por cento da renda líquida, que era dividida em caso de empate.
Os preços dos ingressos não foram aumentados para as semifinais de amanhã e domingo. Tanto em Fluminense x Boavista quanto em Botafogo x Flamengo, os torcedores pagarão R$ 30 para ficar atrás dos gols; R$ 40 na parte superior e R$ 60 na parte de baixo. Dos 42 mil ingressos disponíveis, quatro mil, por força de lei, são de gratuidades. E os clubes têm direito a ingressos de cortesia.
Flamengo e Botafogo dividem também algumas posições privilegiadas no estádio, entre elas os camarotes, oferecidos a clientes, patrocinadores e a convidados especiais. A frequência aumentou de forma considerável nos jogos do Flamengo, desde a noite da estreia de Ronaldinho, que se tornou em evento muito especial, embora não se tratasse de clássico.
Botafogo x Flamengo na Taça Guanabara mostra ampla vantagem do Botafogo, com cinco vitórias, uma vitória do Flamengo e seis empates. No Campeonato Carioca será o jogo 220 entre os times, com 81 vitórias do Flamengo, 74 vitórias do Botafogo e 64 empates. E no confronto geral, em 345 jogos, 124 vitórias do Flamengo, 109 vitórias do Botafogo e 112 empates.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

FLU x BOTA

Clássico Vovô vale a liderança.

Tricolor e Alvinegro disputam a ponta, neste domingo, no Engenhão, que pode livrar o vencedor de encarar o Fla na semi. 

Apresentação Fluminense x Botafogo 

Clássico vai agitar o Engenhão (Montagem Marianna Esteves)

LANCEPRESS!

Virou rotina. Quando Fluminense e Botafogo se enfrentam, tem decisão pela frente. E neste domingo, às 19h30, no Engenhão, o clássico Vovô definirá o futuro de uma das equipes na Taça Guanabara. Para o Tricolor, basta a vitória para garantir a liderança do Grupo B, e, consequentemente, evitar um confronto com o Flamengo logo na semifinal. No caso do Glorioso, apenas os três pontos no duelo mantém vivas as chances de garantir a ponta da chave.
DIGUINHO É O DESFALQUE DO FLU.
O treino desta sexta-feira trouxe uma boa notícia para o volante Diguinho, mas ruim para a torcida tricolor. A filha do camisa 8 nascerá no sábado, em Porto Alegre. Com isso, o jogador foi liberado pela comissão técnica e só se reapresenta na segunda-feira. Valencia é o favorito para preencher o setor.
Rafael Moura não vê a hora de reestrear pelo Flu


Mas o time de Muricy Ramalho ainda pode apresentar surpresas em relação aquele que venceu o Duque de Caxias, no meio da semana. Isso porque, na quarta-feira, o Flu estreia na Libertadores e o treinador deixou em aberto a possibilidade de poupar alguns jogadores.
- Ainda não sei se vou poupar. Vou esperar pela revisão médica e pensar com carinho na situação. No último jogo (contra o Cabofriense) tiramos o Gum porque ele sentiu alguma coisa. Não queremos sofrer desfalques ainda no início da temporada - disse o técnico Muricy Ramalho.
Com aproveitamento de 100 % em cinco jogos na competição, o Tricolor ainda ostenta o melhor ataque (17 gols) e o artilheiro, Fred, com oito gols. Se vencer, garante a liderança do Grupo B.
BOTA: DÚVIDAS NA LATERAL ESQUERDA
A atuação apagada da equipe no empate por 1 a 1 com o Bangu, na quarta-feira, deixou aberta a chance de modificações no time titular. Uma delas é certa: Marcelo Mattos, que ficou de fora do último jogo, está recuperado das bolhas do pé e retorna ao meio de campo no lugar de Somália. Este, no entanto, pode pintar na lateral-esquerda, na vaga de Márcio Azeveda, já que os atributos defensivos do jogador agradam mais ao técnico Joel Santana, ainda mais contra o forte ataque do rival.
Joel, aliás, reconhece a qualidade do rival, mas garante que, dentro de campo, a disputa será igual.
- Temos que ter postura de vencedor. Não deixamos a desejar em relação ao Fluminense. Ano passado, talvez fôssemos o quarto elenco, mas tivemos luta e vontade pelo título - comentou o treinador.
Com 13 pontos, o Glorioso precisa da vitória para continuar na briga pela liderança do grupo.
FLUMINENSE X BOTAFOGO
Data: Domingo, 6/2/2011
Hora: 19h30 (Brasília)
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço dos Santos
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Valencia (Fernando Bob), Souza e Conca; Araújo e Fred. Técnico: Muricy Ramalho.
BOTAFOGO: Jefferson; João Filipe, Antonio Carlos e Márcio Rosário; Alessandro, Arévalo Ríos, Marcelo Mattos, Renato Cajá, Somália (Márcio Azevedo); Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana