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sexta-feira, 25 de março de 2011

FÓRMULA 1

A temporada 2011 da Fórmula 1.
Saiba o que muda na disputa e conheça a situação de cada carro, equipe e piloto da competição. LIVIO ORICCHIO (textos), MILTON PAZZI JR. (edição) e CARLOS LEMOS (montagem) - estadão.com.br.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

LOTUS - LT 11 (T128)

Lotus, de Tony Fernandes, é lançada pela internet.

(Team Lotus Website)
O time não irá utilizar o Kers nas primeiras provas do calendário – bem que poderia utilizar o sistema desenvolvido pela Renault, não é mesmo?! Porém, a Lotus não descarta começar a usar o sistema depois do início do mundial. A escuderia entrará na pista de Valência somente no dia 2.
A boa novidade para o Brasil foi a confirmação de Luiz Razia como piloto de testes do time malaio. O jovem baiano de 22 anos é a primeira opção de Fernandes para uma eventual substituição
.

LUTUS RENAULT - R 31

Lotus Renault apresenta R31 e Bruno Senna como piloto de teste.

(Lotus Renault GP Website)
Com as cores predominantemente preta e dourada, o time de Robert Kubica e Vitaly Petrov apresentou uma asa traseira fina, seguindo a tendência dos bólidos até agora apresentados. O R31 vem com o Kers desenvolvido pelos propulsores franceses.
Corre a boca pequena que os escapamentos da LRGP (para quem gosta de sopa de letrinhas na F1, a sigla significa Lotus Renault GP) são ocultados do campo visual porque a escuderia utiliza difusores dianteiros - o que seria proibido pelo regulamento. Será verdade ou mais uma teoria da conspiração? A resposta nos próximos capítulos.
A asa traseira, assim como o bico alto com caimento suave, acompanha a tendência dos modelos que estarão nas pistas em 2011. No mais, nada a comentar sobre o lançamento deste carro. Por isso, é melhor esperar o início dos testes coletivos para ver o rendimento do R31 para, aí, sim, fazer um prognóstico da equipe para o mundial deste ano.
Chamando tanta atenção quanto o modelo R31 foi a quantidade de pilotos de testes da escuderia. O brasileiro Bruno Senna, Romain Grosjean, Mohamed Fairuz Fauzy, Ho-Pin Tung e Jan Charouz serão os reservas do polonês Kubica e do russo Petrov. Sinceramente, nunca vi isso na Fórmula 1. Cinco pilotos na reserva? Mais parece um time de futebol com tantos no banco...
(Lotus Renault GP Website)
Numa primeira análise, isso parece sem sentido, já que testes individuais são proibidos na F1. Na verdade, tudo é uma boa jogada: três dos cinco são agenciados pela Gravity Sports, de Gérard Lopez. Coincidência ou não, Lopez também é dono da Genii, principal acionista da escuderia preta e dourada.
Além de Bruno ter um sobrenome que chama atenção e Grosjean um francês para não deixar órfãos os dirigentes originários da Renault, o ‘novo’ time aposta que os outros reservas poderão atrair investimentos do mercado asiático. Ah, tá..

domingo, 5 de dezembro de 2010

SENNA NÃO É PELÉ


Por Ademir Luiz, Revista Bula 


O recém-lançado documentário “Senna”, de Asif Kapadia,  mostra um homem obstinado em alcançar a perfeição, mas não esconde que o piloto de gênio era também uma pessoal banal, desleal, desinteressada por cultura e dono de uma infindável coleção de superficiais frases de efeito, proferidas com a solenidade de quem fala verdades filosóficas definitivas.
Ayrton Senna
Fui assistir o recém-lançado documentário inglês “Senna”, de Asif Kapadia, temendo pelo pior. Esperava uma patriotada melodramática, acrítica e laudatória, como a média dos produtos ligados à marca. O cartaz de divulgação era temerário: abaixo do título lemos “o Brasileiro, o Herói, o Campeão”. Prognosticava um “Globo Repórter” em película. O fato de ser um longa-metragem sobre um piloto brasileiro, dirigido por um pouco experiente cineasta britânico de origem indiana, que a-dmitiu conhecer pouco de Fórmula 1, não ajudava. 
Para minha grata surpresa, o documentário é muito bom. A edição criativa utiliza apenas material de arquivo. Evitou-se o caminho fácil da inclusão daqueles muitas vezes anacrônicos depoimentos ao estilo “eu me lembro”. A trilha sonora, a cargo de Antonio Pinto, é um dos pontos altos da produção. Conduz brilhantemente o espectador pelas cenas, construindo climas, alternando-se de forma eloquente com o ronco dos motores. Para decepção de muitos fãs, o maestro teve o cuidado de não utilizar o “Tema da Vitória”. Foi uma boa ideia, considerando sua vulgarização pela TV. Ademais, sendo uma produção internacional, não fazia sentido incluir uma idiossincrasia conhecida apenas no Brasil.
O filme, sim, é apologético, mas nada exagerado. Louva seu protagonista sem endeusá-lo. Mostra um homem multifacetado, consciente do papel que desempenhava no imaginário mundial e, particularmente, brasileiro. Um atleta obstinado em alcançar a perfeição em seu esporte. Ambicioso, procurava aperfeiçoar-se sempre e quebrar recordes. Sua disciplina era espartana. Muito cuidadoso no trato com a imprensa, soube construir de forma meticulosa uma imagem pública de bom-moço, de homem de família. Sua religiosidade genuína sempre foi destacada. Ao mesmo tempo, o longa revela aspectos obscuros de sua personalidade: o quanto era orgulhoso, fanatizado e irritadiço. Não esconde que o piloto de gênio era também uma pessoal banal, desinteressada por cultura, dono de uma infindável coleção de superficiais frases de efeito, proferidas com a solenidade de quem fala verdades filosóficas definitivas. Curiosamente, essa face de homem comum falando para homens comuns aquilo que eles querem ouvir, sempre foi um dos alicerces de sua popularidade. Com habilidade, sem apelar para excessos de verborragia, deixando as imagens falar mais alto do que as palavras, Kapadia conseguiu tirar proveito desse lado “autor de autoajuda” de Senna, promovendo a identificação emocional imediata entre o espectador comum e seu protagonista. 
Inteligentemente, o documentário evita tocar, ou aprofundar-se, em temas escorregadios. A sexualidade do piloto é um deles. Seu primeiro casamento é ignorado, assim como seu tão falado “amigo” de infância. Nesse vácuo ganha destaque seus dois relacionamentos mais famosos, com a apresentadora Xuxa e com a modelo Adriane Galisteu. Apesar da presença de imagens captadas por câmeras caseiras, o Senna público prevalece sobre o privado. 
Da mesma forma, o filme não polemiza sobre a veracidade de algumas lendas sennianas, como o “milagre da sexta marcha”, na qual o piloto teria vencido o GP Brasil de 1991 com a caixa de câmbio emperrada na sexta marcha. Mesmo mostrando que ao final da corrida o piloto desacelerou o carro, quase o parando, para pegar de um fiscal de pista uma bandeira brasileira, voltando a acelerar em seguida, atestando que ele tinha marchas fortes, o diretor não interfere na flagrante dicotomia entre imagem e locução. Deixa para o espectador tirar suas próprias conclusões, acreditar ou não na lenda. Ou talvez, como estava mergulhado na cultura brasileira, Kapadia emulou Nelson Rodrigues na conclusão de que, simplesmente, “o videotape é burro”. 
Os mais cínicos poderiam defender que o documentário blinda Senna de julgamentos de valor, colocando-o acima do bem e do mal. Isenta-se de discutir se seu controverso estilo de direção era perigoso, suicida ou apenas arrojado. Não coloca em questão os episódios onde reagiu de maneira antidesportiva. Não problematiza, digamos, se sua atitude de garantir o campeonato de 1990 batendo na Ferrari de Alain Prost foi ou não tão repreensível quanto à mesmíssima agressão que sofreu do francês no ano anterior. Tudo isso é verdade, mas acredito que, consciente das expectativas de seu público, o diretor inglês trabalhou essa cena em seu aspecto puramente cinematográfico: trata-se da justa vingança do protagonista da trama que se desenrola na tela. Nada mais. Pura questão de ação e reação imagética. Mais do que biografia, é cinema. 

Nada disso desqualifica o filme. Não são erros, são opções estéticas conscientes. Não se trata de uma cinebiografia não autorizada, interessada em desencavar revelações bombásticas. Não se trata de um tratado fílmico erudito sobre automobilismo, como o ótimo “A Era dos Campeões”. É, ao contrário, uma celebração. Considerando sua proposta básica, “Senna” é um documentário honesto e empolgante. Acredito que muitas de suas qualidades advêm do que inicialmente parecia ser um problema: seu diretor britânico de origem indiana pouco afeito à F-1. É bem possível que um cineasta brasileiro não tivesse o distanciamento político e emocional necessário para trabalhar o tema. Teria feito a patriotada melodramática, acrítica e laudatória que eu tanto temia. De posse do vasto material de arquivo que teve à sua disposição, Kapadia tratou Senna como um personagem com imenso potencial dramático e emocional, não como um mito intocável ou herói invencível. 
Infelizmente, como era de se esperar, o filme foi vendido dessa forma no Brasil. Além do apelativo e ufanista slogan publicitário “o Brasileiro, o Herói, o Campeão”, lia-se acima do título uma frase do tricampeãode F-1 Niki Lauda, aparentemente pronunciada por ocasião do enterro de Senna, em maio de 1994: “Ele foi o melhor piloto que já existiu”. Contudo, Lauda mudou de ideia, considerando que anos depois afirmou que “por tudo que conquistou ao longo dos anos e por ter ficado mais tempo no topo é justo que Michael Schumacher seja considerado o melhor”. No melhor estilo “1984”, de Orwell, há aqui a reescritura da História: o esquecimento em prol da sacralização de uma versão mais conveniente ao mercado. Nesse cenário, lembrar que o “Tema da Vitória” foi composto para Nelson Piquet soa de péssimo tom. Além de herói e campeão, enquanto produto, Senna é mais rentável sendo vendido como o melhor de todos os tempos. Para boa parte dos sennistas brasileiros, principal público-alvo do filme, nada menos parece servir.
Os admiradores de Senna dividem-se em dois tipos básicos: os conscientes e os fanáticos, também conhecidos como “viúvas”. Os primeiros apreciam mais o automobilismo do que idolatram Senna. Costumam ser pessoas centradas e racionais. Sabem que Senna foi um gênio do volante, não era um semideus infalível. Os outros parecem acreditar que a principal razão da existência da F-1 foi fazer o Piloto do Capacete Amarelo brilhar. Lamentavelmente, o primeiro grupo é sufocado pelo segundo. 
Brasileiro faz piada com tudo: das asas de frango nos bolsos de D. João VI ao avião que não voava de Santos Dumont, passando pelos travestis de Ronaldo até a surra que Maguila levou de Holyfield. Nada é sagrado. A grande e, talvez, única exceção é Senna, que foi elevado a condição de santo secular por várias gerações de fãs. É comum encontrar crianças que nunca o viram correr afirmando que Senna é seu ídolo, seu espelho, etc. Essa deificação de um

domingo, 14 de novembro de 2010

CAIU DO CAVALO

Formula 1. Sério, parem com isso! !
"Apenas... Busquem conhecimento". 
Agora cabe perguntar à Ferrari se ela entendeu esta mensagem...
Os russos fudendo todo mundo. Primeiro a Gamova, agora o Petrov fez o Alonso chupar gostoso. Chupa Alonso! Vai chorar na cama que é quentinho!

RIDÍCULO

Ridículo o Alonso reclamando do Petrov, ridículo.
Os 3 últimos campeões no pódio. Embora F1 não seja esporte, Vettel mereceu o campeonato, principalmente depois o que Ferrari, F. Massa e F. Alonso fizeram no GP da Hungria... Título em ótimas mãos, com o piloto mais talentoso que surgiu depois de Alonso.
Quem foi campeã dos construtores , a RBR ou a Red Bull?

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

SPA

O desenho do capacete que Rubens Barrichello usará em Spa, para celebrar seus 300 Grandes Prêmios. A foto foi divulgada pelo Twitter do brasileiro. A pintura é assinada pelo renomado Sid Mosca, responsável pela pintura dos capacetes de dezenas de pilotos brasileiros. E quem quiser um destes, é só colocar a mão no bolso. Pelo site oficial do veterano piloto, haverá a venda de 30 peças (pela bagatela de R$ 5,3 mil) iguais a utilizada por Rubinho neste GP da Bélgica. A renda será revertida para o Instituto Barrichello-Kanaan. O Rubinho não é nem de perto um Senna ou um Piquet. Mas merece destaque entre nós brasileiros. Ele é muito bom chofer, já como piloto, mas não é gênios. E devemos valorizar todos, gênios e muito bons!.

domingo, 1 de agosto de 2010

GP DA HUNGRIA II

O piloto alemão da Red Bull, Sebastian Vettel, em primeiro plano à esquerda, disputa com o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, na largada do GP da Hungria.
Foto; Darko Vojinovic/AP
Mark Webber beija seu carro após a vitória.
Foto; Imre Foeldi/Efe

domingo, 25 de julho de 2010

BUNDÃO


Massa não tem culpa de ser um piloto mediano, mas tem toda a culpa de ser um SUBMISSO. 
Todo vigarista precisa de um otário... A Ferrari formou a dupla perfeita!!! 
NÃO MERECE TORCIDA ! ! ! !

DOPADO - RÁDIO

O Alonso correu DOPADO, cheio de droga chamada "RADIO", aplicado pelo Domeniccali, dois anos de gancho é pouco.
Onde estão os pilotos verdadeiramente brasileiros e vencedores?? Estão em nossas memórias do passado.
Fico imaginando o que pensam o Piquet e o Fittipaldi, e o que pensaria nosso grande Ayrton Senna... Estou envergonhado com tamanha falta de carácter e integridade dos nossos pseudo-pilotos de hoje!!
Quando que o Senna e Piquet permitiriam esta ofensa à si mesmos e aos brasileiros!!! É questão de ombridade, brios, força de carácter e espírito de vencedor. É preciso que apareçam pilotos com este espírito.
Que os que começam agora sigam o exemplo dos nossos heróis, e não desses MERCENÁRIOS E FRACOS de hoje em dia.
Saudades Senna e Piquet...

DENOVO! ! ! !

LAMBIDO PORTAL TERRA.
Oito anos depois, Ferrari vive nova confusão por "jogo de equipe"

Em 2002, Rubens Barrichello "deixou" Michael Schumacher vencer o GP da Áustria, após ordem da Ferrari

Foto: Getty Images.
Oito anos atrás, no GP da Áustria, Rubens Barrichello foi orientado pela Ferrari a deixar seu então companheiro de escuderia, Michael Schumacher, melhor colocado na classificação geral de pilotos, a ultrapassá-lo. O piloto brasileiro cedeu. Neste domingo, no GP da Alemanha, um cenário semelhante se desenhava: Felipe Massa liderava a prova, seguido por seu companheiro de Ferrari, Fernando Alonso. Na 46ª volta, Massa, então 8º colocado na competição, foi ultrapassado pelo espanhol, 5º naquele momento.
De acordo com informações divulgadas pela Rede Globo ao longo da transmissão da corrida, a posição oficial da Ferrari era de que o piloto brasileiro não havia deixado Alonso ultrapassá-lo em razão de uma orientação da escuderia. Porém, as imagens veiculadas mostram que Massa desacelerou no momento em que o espanhol partiu em busca da liderança da prova, que veio a vencer. Além disso, foi possível distinguir, no áudio da equipe, Rob Smedley, diretor da Ferrari, afirmando: "Alonso é mais rápido que você, entendeu essa mensagem?". Posteriormente, Smedley cumprimentou Massa - que terminou em 2º - e pediu desculpas.
Em 2002, quando Barrichello foi ultrapassado por Schumacher - que venceu o GP da Áustria daquele ano, o alemão pediu para o piloto brasileiro ocupar o lugar no pódio destinado ao primeiro colocado. Rubinho,

sábado, 24 de julho de 2010

POR 0s002

Por 0s002, Vettel é pole e estraga a festa da Ferrari.
GP da Alemanha tem largada com Massa em 3º, Vettel 1º e Alonso 2º
Foto: AFP
Hoje novamente Red Bull na pole, só que dessa vez não foi uma barbada, eu esperava muito da Mclaren, dá pra tirar algumas observações deste treino: O fato de o Alonso na Ferrari ter feito uma classificações incríveis mostrado talento de sobra, demonstrando o que ele não faria com o equipamento do Vettel, sendo mais que normal superar o Massa em meio segundo, o Mark Webber, que no mínimo vai ter de remar contra a correnteza e tirar água de pedra, pois a RBR há de lhe cobrar caro pela aquela sua imprudência após o GP da Inglaterra, o Barrichello, que vem evoluindo com a Williams, e o Schummy, que vai precisar urgentente de um super carro como aqueles que o Ross Brawn e o Rory Byrne faziam, pra voltar a ser o Campeão de antigamente. É aguardar pra ver.
Líder por quase todo o tempo, o espanhol Fernando Alonso termina em segundo, 0s002 atrás de Vettel
Foto: Getty Images
O grid para o Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1
1. Sebastian Vettel (RBR-Renault): 1min13s791
2. Fernando Alonso (Ferrari): 1min13s793
3. Felipe Massa (Ferrari): 1min14s290
4. Mark Webber (RBR-Renault): 1min14s347
5. Jenson Button (McLaren-Mercedes): 1min14s427
6. Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes): 1min14s566
7. Robert Kubica (Renault): 1min15s079
8. Rubens Barrichello (Williams-Cosworth): 1min15s109

sábado, 10 de julho de 2010

SILVERSTONE

MARCIO ARRUDA - COCKPIT
Silverstone vira arena de touros vermelhos. Melhor para Vettel.
O treino classificatório para o Grande Prêmio da Inglaterra de Fórmula 1, obviamente, não é Copa do Mundo de futebol, mas digamos que esta sessão teve um tom de disputa de pênaltis. Antes do final deste treino, Sebastian Vettel e Mark Webber estavam empatados em número de poles-positions nesta temporada – quatro cada um (a outra ficou com Lewis Hamilton, da McLaren). No novo Silverstone, com o domínio das Red Bull desde o primeiro treino livre, o alemão cravou 1min29s615 e vai largar na frente pela décima vez na carreira. A RBR foi a única a baixar da casa de 1min30s.
Com acerto para os próximos 17 anos, a pista inglesa, que foi palco da primeira corrida de F1, em maio de 1950, foi um verdadeiro duelo de touros (vermelhos). O australiano Webber, recuperado do acidente de Valência, tentou de todas as formas pegar a primeira posição; ele até foi o mais rápido do Q2, mas não conseguiu superar Vettel na superpole.

Sebastian Vettel: décima pole na Fórmula 1.
Foto: Efe

sábado, 26 de junho de 2010

LUTUS

Não posso deixar passar em branco a inscrição no cofre do motor da Lotus, numa alusão à 500ª corrida da escuderia na Fórmula 1 e essa Lotus não tem nada a ver com a de Colin Chapman, Emerson, Airton e Piquet...Não consigo digerir isso... o nome é o mesmo, mas a equipe... Quanta diferença!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

FERRARI 800

Chupado do Blog Cockpit
A mais tradicional equipe da Fórmula 1 alcança uma marca invejável. A Ferrari completa 800 Grandes Prêmios na corrida turca, em Istambul. Única a estar presente em todas as temporadas disputadas na categoria, a Ferrari entrará na pista com uma pintura no cofre do motor referente à marca.
Nestes 60 anos, a escuderia do cavalinho rampante já venceu 211 vezes, cravando 220 melhores voltas. Isso sem contar que os carros do saudoso Enzo já estiveram em 203 pole-positions. Todos estes números num liquidificador produziram 16 títulos de construtores e 15 consagrações de pilotos (Alberto Ascari, Juan Manuel Fangio, Mike Hawthorn, Phil Hill, John Surtees, Niki Lauda, Jody Scheckter, Michael Schumacher e Kimi Raikkönen).
Tudo bem, a homenagem é válida, mas vai aí um comentário. O número 800 está pintado no cofre do motor, que é lugar de destaque (o mais caro se alguma empresa quiser formalizar contrato com o time). O local foi escolhido, também, para continuar o processo de esfriamento daquela história de propaganda de cigarros – para relembrar a polêmica, lê a ki  Descobriu a pólvara.
E mais: porque a Ferrari e as outras escuderias não adotam números deste tamanho (ali ou em qualquer outra parte do carro) para identificarem os pilotos? Os números que dos competidores nos carros de F1 há anos são extremamente tímidos. Muitas vezes temos de procurar com bastante atenção para descobrir onde está a pintura do número em determinado carro. Se estes números fossem em tamanhos minimamente razoáveis, não teríamos de nos preocupar apenas com as cores dos capacetes dos pilotos para sabermos diferenciá-los. Melhor exemplo não poderia existir: o 800 da Ferrari tem dimensões muito maiores do que o 7 de Massa e o 8 de Alonso.
A marca vermelha pode ser um estímulo para Felipe Massa, que ainda busca sua primeira vitória em 2010. Nunca é demais lembrar que o brasileiro venceu três das últimas quatro corridas em território turco. Mas, para subir do degrau mais alto do pódio, Felipe terá de derrotar seus adversários, principalmente as Red Bull, que são favoritas à vitória.