sábado, 17 de dezembro de 2011

BMW terá fábrica no Brasil
A Bayerische Motoren Werke AG, mais conhecida como BMW, confirmou que irá instalar uma fábrica no Brasil, com o objetivo de impulsionar sua produção e aumentar suas vendas nos mercados emergentes - sobretudo na América Latina. A fabricante automotiva alemã, que também é a maior do mundo no segmento de veículos de luxo, ainda estuda o local de instalação da fábrica, segundo a reportagem da Bloomberg. As informações foram dadas pelo presidente da companhia, Norbert Reithofer, em entrevista coletiva em Munique. Segundo Reithofer, a nova planta contribuirá para um aumento de 25% nas vendas globais da empresa até 2020. A montadora produz não só os automóveis BMW, mas também as marcas Mini e Rolls-Royce.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

QUEM VIVER, VERÁ. . .

QUEM VIVER, VERÁ. . .

DOIS BRASIS . . .

Balanço do combate à miséria aponta mais 400 mil no Bolsa Família.
Saldo do programa Brasil sem Miséria em seis meses mostra que 'busca ativa' por pobres de fora da transferência de renda encontra metade dos excluídos e supera meta de 2011. Dilma Rousseff assina os últimos pactos com estados e diz que erradicação da pobreza extrema já é política de Estado. Em café com jornalistas, presidenta estava curiosa sobre como balanço seria noticiado. Para ela, haveria "dois Brasis", um do governo, outro dos jornais.
Menina dos olhos da presidenta Dilma Rousseff, o programa Brasil Sem Miséria, lançado há seis meses com o objetivo de acabar com a pobreza extrema até 2014, termina o ano tendo batido a meta que o governo se impôs para 2011 em um dos tripés do projeto, a transferência de renda.
Com apoio de estados e municípios, o programa identificou 407 mil famílias que estavam fora do Bolsa Família mas que, para o governo, teriam direito de receber benefícios. Por meio de processo que chamado de “busca ativa”, as pessoas foram encontradas e já estão na lista de pagamentos. A meta era achar 320 mil delas neste ano. Segundo o governo, 800 mil estavam na mira da “busca”.
O cumprimento de metade da meta global em seis meses reforçou o otimismo da presidenta, que celebrou a conquista em um evento de balanço do programa nesta sexta-feira (16), em Brasília.
Na minha posse, eu disse que a luta mais obstinada do meu governo seria pela erradicação da pobreza extrema e pela criação de oportunidades para todos”, afirmou. “Hoje, somos exemplo de como fazer transferência de renda de forma efetiva e eficaz.
Além de balanço, o evento serviu também para que Dilma celebrasse um pacto com governadores dos estados da região Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal) sobre o combate à miséria. O compromisso dos estados é ajudar na busca ativa e na implementação das ações que compõem os outros dois tripés do programa – inclusão produtiva das pessoas miseráveis e ampliação do acesso a serviços públicos (água, por exemplo).
O Centro-Oeste é a última região a firmar esse pacto. Na maioria dos acordos pelos país, os estados também topam complementar a renda das famílias já beneficiadas com o Bolsa Família. Nesta sexta-feira (16), assinaram convênios para unificar seus programas sociais com o federal os governadores de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), e Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
Os dois estados concentram 70% da população miserável da região que, apesar de ser a segunda maior do país em extensão, é a que concentra o menor percentual de extremamente pobres. Entretanto, o número é significativo: são 557,4 mil pessoas que vivem com renda mensal inferior a R$ 70. Entre elas estão 115 mil indígenas e um número grande de remanescentes quilombolas, públicos prioritários do programa.
Para Dilma, o fato de ter assinado o compromisso com todas as regiões mostra que o programa hoje já teria adquirido caráter “de Estado”, não de governo.
Antes de participar do evento, Dilma recebera cerca de 50 jornalistas para um café da manhã de confraternização de fim de ano e, nele, havia demonstrado certa curiosidade sobre como o balanço seria noticiado pela imprensa depois.
Depois de um ano participando de eventos como presidenta, Dilma contou ter notado que “é como se houvesse dois Brasis”. Um do governo, que faz anúncios e lança programas, outro dos jornais, que privilegiam denúncias. “Obviamente que escândalo vende mais jornal”, dissera.
Outros resultados.
O governo enfatizou a superação da meta na área da transferência de renda, durante o balanço, porque, segundo Carta Maior apurou, é a parte do tripé com mais resultados efetivos este ano. As outras dimensões – inclusão produtiva e acesso a serviços – exigiriam mais tempo para se concretizar e mais articulação entre áreas do próprio governo.
Mesmo assim, a ministra do Desenovolvimento Social, Tereza Campello, afirmou que, além da inclusão de mais 407 mil famílias, o Programa beneficiará mais 1,3 milhão de crianças e adolescentes que passaram a receber o Bolsa Família, a partir da ampliação de três para cinco o número de filhos que poderia ser beneficiados por família.
Com as medidas de ampliação do programa, 92 mil nutrizes e 25 mil gestantes agora têm acesso ao benefício. Outras 9,2 mil famílias já receberam a primeira parcela do Bolsa Verde, programa que visa a conservação ambiental e, até janeiro, outras 6,8 mil também serão contempladas com a bolsa de R$ 300.
Na área rural, o Brasil Sem Miséria garantiu assistência técnica para 37 mil famílias, que poderão receber crédito para fomento de R$ 2,4 mil, em três parcelas, a fundo perdido. As duas mil famílias que serão as primeiras beneficiárias já terão o crédito liberado em janeiro. 82 mil famílias também foram incluídas no Programa de Aquisição de Alimentos. O programa água para todos garantiu 315 mil cisternas para pequenos agricultores pobres do semi-árido.
Em relação à inclusão produtiva urbana, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) destinou 71 mil vagas em cursos de formação em 160 municípios, nas áreas de construção civil, serviços, hotelaria, comércio, indústria, bares e restaurantes e cuidados com idosos, entre outros.
DE VOLTA A 1930: QUEM AVISA É O FMI  "Se não houver uma resposta conjunta à crise, o mundo terá que enfrentar uma situação semelhante a dos anos 30, que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Nem economias avançadas, nem mercados emergentes, nem países de rendimento médio serão imunes à crise que vemos crescer. O risco que está em cima da mesa é o da recessão aumentando o isolacionismo e o proteccionismo. Isto é exatamente o que aconteceu nos anos 30 e o que se seguiu não foi algo que gostássemos de encarar outra vez." (Cristiane Lagarde, diretora-geral FMI, em pronunciamento nesta 5ª feira, nos EUA)  (Carta Maior; 6ª feira; 16/12/ 2011)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lewandowski: mensalão terá prescrição de penas
Ricardo Lewandowski, ministro do STF, disse à Folha de São Paulo, em vídeo, que vários crimes serão prescritos antes do fim do julgamento ainda sem data para terminar. Eis aqui o link da notícia: http://folha.com.br/113472 mais uma vez vencem os bandidos e perde a sociedade brasileira que se vê frustrada com um Justiça do tempo dos dinossauros em plena era da moderna cibernética. Isso é um estímulo enorme a todos aqueles que queiram lançar mão do dinheiro público para suas maquinações espúrias. O tempo se encarregará da impunidade. Ninguém se mobiliza para tornar a Justiça mais célere, mas para casar boiolas isso não acontece.

DIVINAS TETAS . . .

Política não é futebol
Estou cansado de ler comentários em vários blogues, sites, portais, de leitores que não conseguem admitir que seus políticos preferidos são corruptos, ou, no mínimo, altamente suspeitos. E lidam com estes assuntos como conversam de futebol.
Costumo dizer o seguinte: torça para seu time, jogue conversa fora, veja sua novela, tudo isto faz bem pra saúde, mas não se esqueça que política é coisa séria; não faça o que "eles" querem que você faça. Privataria Tucana estas "novas" denúncias colocam num mesmo balaio, de uma vez por todas, PT e PSDB.
O PT fez acordo com o PSDB em 2003! Tá na cara pessoal!
E, o que me deixa furioso, é nossa imprensa bandida, que agora está entre a cruz e a espada. Veja, em 2002, repito, em 2002, já havia publicado o "trabalho" de Ricardo Sérgio de Oliveira na privatização da Vale. Consultem!
Todos se aproveitam do Estado.
Até mesmo a família de Ronaldinho. Para quem está milionário com publicidade e grandes salários no exterior e no Brasil, torna-se indispensável que Ronaldinho informe qual a sua contribuição à ONG que leva o seu nome. Assim poderemos fazer um melhor julgamento. Por enquanto, todos se aproveitam dos benefícios do Estado. O Instituto Ronaldinho pediu ao final de 2010 um reajuste de 162% o que motivou o cancelameto do convênio com a Prefeitura de Porto Alegre (RS). História e entrevista estão na revista ESPN de dezembro, que está nas bancas nesta quarta-feira, 14.
"Há inconsistências de até R$ 5,2 milhões na Prestação de Contas".

DENÚNCIAS . . .

Greve nos aeroportos.
Sempre a mesma coisa: quando o cidadão que paga os mais absurdos impostos do mundo precisa utilizar os serviços prestados pelo Estado, é uma verdadeira frustração.
O servidor público coloca-se em atitude de afronta prejudicando apenas o povo. Alguém imagina que uma greve como essa vá causar qualquer prejuízo ou transtorno para governantes ou congressistas?
Claro que não!
O único prejudicado será o cidadão, como sempre.
Fica, então, a sugestão: Por que não terceirizar as atividades aeroportuárias?
A terceirização, ao contrário da privatização, não significa entrega do patrimônio público, mas pode trazer eficiência.
Sabemos que a iniciativa privada trabalha bem melhor do que o poder público.

DEFINIDO . . .

EMENDAS INDIVIDUAIS FAZEM PARTE DO JOGO

Por Carlos Chagas.
O Congresso tem dado inúmeros motivos para ser criticado, mas,  de quando em quando,  vê-se injustamente atingido. Tome-se a questão das emendas individuais ao orçamento. Virou moda apontar como sinecura  a iniciativa de deputados e senadores de levar recursos para suas bases, geralmente para obras em municípios de sua influência política. Parte da imprensa exagera ao  misturar  com  a  corrupção   o aumento dos empenhos de verbas, quer dizer, a concordância do governo em assegurar  dinheiro para determinadas emendas individuais não significa enriquecimento ilícito dos autores.
Ainda agora  apresenta-se o pulo de 40 milhões liberados em setembro para 653 milhões em novembro. Dá-se a impressão de que essas quantias vão para o bolso dos que apresentaram  as emendas quando, na realidade,  na maior parte das vezes, servirão para as prefeituras asfaltarem estradas, construírem pontes, implantarem escolas e postos de saúde e dedicarem-se a uma infinidade de melhorias em seus municípios. Sempre haverá o risco de malfeitos, ou seja, da destinação de recursos para  ONGs fajutas ou para  empreiteiros safados, sem esquecer a sociedade de maus parlamentares  com prefeitos corruptos. Mas trata-se de exceção, quando comparada com o grosso da destinação das emendas individuais.
Argumenta-se que os autores se beneficiarão politicamente das obras, em especial em  anos eleitorais, mas esse jogo faz parte da política. O povo vota em quem apresenta realizações. Da mesma forma, lembra-se que a maioria  dos senadores e deputados que apóiam o governo federal barganham seus votos favoráveis a projetos oficiais pela  liberação de verbas. Essa prática cheira a chantagem, mas eles costumam ceder  sempre  que o palácio do Planalto engrossa e exige  a votação de propostas importantes, mesmo sem confirmar o dinheiro liberado. 
Em suma,  é preciso separar a ação política, de um lado, e a corrupção, de outro. Elas não andam necessariamente de braços dados.  As emendas individuais ao orçamento  jamais  exprimiram   assalto aos cofres públicos ou desvio dos recursos aprovados para as contas bancárias de seus autores. Apesar de lamentáveis exceções...
XEQUE-MATE.
As declarações do prefeito Gilberto Kassab não deixam dúvidas: seu novo partido apoiará integralmente a candidatura de José  Serra à prefeitura de São Paulo, se ela for lançada. O PSD deixaria de  apresentar  candidato próprio.
Mais claro não poderia ser o alcaide paulistano ao oferecer estruturas políticas razoáveis, valendo não esquecer que o PSD dispõe de 45 deputados federais.
De lance em lance, Serra vai sendo levado ao xeque-mate, ou seja, a acabar aceitando sua candidatura, apesar da indiferença do Alto  Tucanato, contrabalançada pelo  entusiasmo do senador Aécio Neves, ávido de dispor de ampla  avenida de mão única  para a sucessão presidencial de 2014.
SEM CORTES NEM REDUÇÕES.
Deixa poucas dúvidas a  definição da presidente Dilma Rousseff  de manter o ministério das Mulheres, desmentindo sua extinção ou fusão, na reforma prevista para janeiro ou fevereiro. Tudo indica que nenhuma outra secretaria será extinta. Nem ministérios. Quem   vai sair serão ministros, ainda que se ignore o número. Pelo jeito, mais da  metade da equipe será confirmada.
MARINHA SUFOCADA.
Ontem foi Dia do Marinheiro, com almirantes   perfilados,  engolindo sapos em posição de sentido, assim como generais e brigadeiros. A totalidade deles sequer era aspirante ou segundo tenente, em 1964. Não tiveram responsabilidade nos  desmandos e exageros de maus  chefes, quando da instalação  regime militar. É claro que  mantém o sentimento corporativo, mas desde a Nova República que praticam conduta exemplar.  Não se envolvem em política e cumprem à risca os preceitos constitucionais. O diabo é que comandam forças cada vez mais carentes de equipamento, sem que os últimos governos tenham dedicado  a devida atenção às suas necessidades.
No caso da Marinha, só três submarinos são operacionais, movidos a diesel, já que o projeto do submarino nuclear desenvolve-se a passo de tartaruga. O porta-aviões “São Paulo” faz jus ao apelido do anterior, o “Minas Gerais”: é o Belo Antônio, que há anos não deixa o porto. Indaga-se como serão protegidas as plataformas cada vez mais numerosas de extração de petróleo em alto mar.

LEI DA PALMADA . . .

Câmara ignora maioria das propostas populares.
A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados recebeu 860 propostas da sociedade civil, apresentadas nos últimos dez anos. Apenas duas foram aprovadas no plenário. A Lei da Ficha, embora de origem popular, não entrou por meio da comissão. Mais de trinta propostas de iniciativa do povo ainda aguardam votação. As demais permanecem dormitando nas chamadas comissões de mérito.
Horror ao povo.
Para o deputado Francisco Praciano (PT-AM), da Frente de Combate à Corrupção, os políticos “só podem não gostar do povo, não o ouvem”.
Sina passageira.
Assim como os impostos, a chantagem que aeronautas e aeroviários chamam de “greve”, na véspera do Natal, também será inevitável.
Levados da breca.
Está na boca do forno a lei que proíbe bater em crianças, a chamada lei da palmada. A que permite tapinha em ministro continua sine die.
Bola no pé.
Pode dar zebra a consulta popular do ministério do Esporte para o mascote da Copa: se prevalecer o espírito de porco, ganha o saci.

A GUERRA DOS PEDALINHOS . . .

DENÚNCIAS . . .

AS VIAS . . .

A ÚLTIMA FOLHA. . .

TA CHEGANDO A HORA . . .

ENTRETENIMENTO; TECNOLOGIA

17 previsões para 2012 em tecnologia

Computação em nuvem, tablets, smartphones, montanhas de dados e uma bolha de investimentos aparecem nas bolas de cristal do Gartner e da IDC.
Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.
1. A TI não perde o ritmo.
A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.
2. A China ultrapassa o Japão.
Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.
3. Tablets conquistam as empresas.
Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.
4. Os aplicativos saem do PC.
O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.
5. O Kindle Fire ganha espaço.
Para a IDC, o Kindle Fire vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.
6. O mundo móvel entra em guerra.
Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.
7. A Microsoft pode comprar a Netflix.
Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.
8. O dinheiro vai para a nuvem.
Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.
9. Os aplicativos também vão à nuvem.
A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.
10. A segurança preocupa.
Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.
11. O crime cresce.
Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.
12. A energia encarece os serviços
Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.
13. Carros e televisores entram na internet.
O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.
14. A montanha de dados cresce.
O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.
15. Big data é desafio.
A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.
16. A Amazon chega à maioridade.
A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.
17. A bolha estoura.
Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

NEYMAR Jr.

O Senado, que é presidido pelo PMDB e tem neste partido o maior da Casa, demorou mais de um mês para aprovar a ida da jurista Rosa Weber para o Supremo Tribunal Federal (STF). Resultado: a corte decidiu permitir que o peemedebista Jader Barbalho, enrolado na lei da Ficha Limpa, volte a ser senador pelo Pará, dez anos depois de renunciar para escapar de uma cassação.
O triunfo de Barbalho foi garantido nesta quarta-feira (14) pelo presidente do STF, Cezar Peluso. O ministro desisitu de esperar pela chegada do décimo-primeiro jurista à corte, retomou julgamento interrompido no início de novembro sobre a posse de Barbalho, usou seu voto de minerva e desempatou, em favor do peemedebista, uma votação que estava cinco a cinco.
A dupla decisão de Peluso – retomar o julgamento sem esperar por Rosa Weber e ficar a favor de recurso apresentado por Barbalho – custará o mandato Marinor Brito, um dos dois senadores do PSOL. "Trocar a Marinor pelo Jader Barbalho, com o histórico que ele tem, dá um péssimo sinal para a sociedade sobre a Ficha Limpa", disse à Carta Maior o presidente do PSOL, deputado Ivan Valente (SP).
Segundo Valente, caciques do PMDB procuraram Peluso na noite de terça-feira (13) para pressioná-lo em favor de Barbalho. “O Supremo errou ao antecipar o julgamento. Certamente, houve uma imensão pressão política do PMDB”, afirmou.
O relator do caso Barbalho no STF, ministro Joaquim Barbosa, já havia apontado pressão política, quando do julgamento que acabaria interrompido, dia 9 de novembro. Na ocasião, Barbosa dissera que estava se sentido ameaçado por Barbalho, inclusive recebendo mensagens em sua residência particular.
Naquele dia, o Supremo analisava recurso de Barbalho contra a aplicação da lei da Ficha Limpa contra ele na eleição do ano passado. Para Barbalho, a lei não poderia retroagir e impedir sua posse no Senado com base no dispositivo que barra candidatura de quem renuncia. Barbalho disputou uma vaga de senador em 2010 e elegeu-se, mas não pôde assumir por causa da Ficha Limpa.
Recuo e lentidão.O voto de minerva de Peluso liquidou a fatura nesta quarta-feira (14). O que causou estranheza ao PSOL foi o fato de que o próprio STF já havia decidido esperar pelo novo ministro, em vaga aberta pela aposentadoria de Ellen Gracie, em agosto.
A indicação pela presidenta Dilma Rousseff de Rosa Weber para uma vaga no STF havia sido publicada no Diário Oficial na véspera daquele julgamento (dia 8 de novembro).
O Senado só foi aprovar a indicação nesta terça-feira (13), mais de um mês depois. No início do ano, o mesmo Senado havia levado apenas uma semana para receber a indicação do hoje ministro Luiz Fux, último jurista a integrar o STF antes de Rosa Weber, sabatiná-lo, aprová-lo numa comissão e depois no plenário.
A lentidão no caso de Rosa levanta suspeitas de que houve uma deliberada ação dos caciques do PMDB que comandam o Senado, a começar pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Embora seja líder do governo no Senado, o relator da indicação, Romero Jucá (RR), que é do PMDB, demorou mais de três semanas para apresentar um parecer sobre o assunto.
Apesar de não ter condições de opinar sobre o caso Jader Barbalho, Rosa Weber vai ajudar a decidir em definitivo a validade da Lei da Ficha Limpa em si, que é questionada no STF por conta de uma suposta violação da Constituição. O relator do caso, Luiz Fux, votou a favor da lei e já foi acompanhado pelo ministro Joaquim Barbosa. O julgamento foi interrompido, porém, por um pedido de vistas do ministro José Antonio Dias Toffoli.

BUUUU! ! !

KASHIWA REYSOL Vs. SANTOS

O PONTO A QUE CHEGAMOS: o neoliberalismo inglês produziu a maior taxa de desemprego do país dos últimos 17 anos: são 2,6 milhões de desempregados, sendo 1,0 milhão de jovens.
** arrocho fiscal de Cameron cortou bolsas de estudo e vai triplicar o valor das taxas cobradas aos  universitários.
** o conjunto tem levado um número crescente de estudantes inglesas à prostituição para  pagar o estudo e o aluguel.
**  a denúncia é do Coletivo Inglês de Prostitutas. Fonte: Reuters

URGÊNCIA

REAGLUTINAR O DEBATE DE ESQUERDA - "A indisponibilidade (da esquerda) para a reflexão, se foi sempre perniciosa, é agora suicida. Por duas razões. A direita tem à sua disposição todos os intelectuais orgânicos do capital financeiro, das associações empresariais, das instituições multilaterais, dos think tanks, dos lobbistas, os quais lhe fornecem diariamente dados e interpretações que não são sempre carentes de rigor e sempre interpretam a realidade de modo a levar a água ao seu moinho. Pelo contrário, as esquerdas estão desprovidas de instrumentos de reflexão abertos aos não militantes e, internamente, a reflexão segue a linha estéril das facções.Circula hoje no mundo uma imensidão de informações e análises que poderiam ter uma importância decisiva para repensar e refundar as esquerdas depois do duplo colapso da social-democracia e do socialismo real. O desequílibrio no que respeita ao conhecimento estratégico do mundo (porém) é hoje maior que nunca" (Boaventura de Sousa, em coluna nesta pág., que também poderia chamar-se 'Alô, PT!') (Carta Maior; 4ª feira; 14/12/ 2011)
 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

É pode ser, mas tem uma coisa!
A coisa já foi jogada no ventilador e está espalhando cada momento por este Brasilzão.
Com o advento da Internet não tem como abafar nada.
Interessante que eu que me considero uma pessoa média informada, não sabia que há um processo no trf1 e está fazendo nove anos e dois meses e no entanto está parado.
Porque será? Será que este pessoal estava contando que o Processo caducasse?
Nove anos e dois mese é muito tempo!

A PRIVATARIA TUCANA

Acabo de ver, na TV Gazeta, no seu noticiário da noite, excelente comentário de Bob Fernnandes, denunciando o revelador e profundo silêncio da Grande Mídia, disse também que a mesma, para atingir membros do governo federal, vai atrás até de denunciantes processados pela PF, MPF e CGU, e que já ouviu comentários de jornalistas da Grande Mídia de não levar Amaury a sério por estar envolvido no dossiê contra Serra na campanha presidencial.
Acredito que esse assunto vai explodir, mais cedo ou mais tarde, é ver para crer.

A PRIVATARIA TUCANA

A mídia não sabe o que fazer com "A privataria tucana"
Um curioso espírito de ordem unida baixou sobre a Rede Globo, a Editora Abril, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e outros. Ninguém fura o bloqueio da mudez, numa sinistra brincadeira de “vaca amarela” entre senhores e senhoras respeitáveis. Como ficarão as listas dos mais vendidos, escancaradas por jornais e revistas? Ignorarão o fato de o livro ter esgotado 15 mil exemplares em 48 horas?
Por Gilberto Maringoni, na Carta Maior.

SEM EURO

A NOVA CAPITAL DO GERÚNDIO E OS SEM FUTURO

As Filipinas estão rapidamente  assumindo a liderança na oferta de mão-de-obra barata para os gigantescos  call centers globais, cuja meca original era a Índia. Reportagem do New York Times informa que um atendente de telemarketing nos EUA ganha um salário inicial de US$ 2 mil por mês, contra US$ 250 na Índia e US$ 300 no caso dos filipinos. A vantagem destes seria o inglês, com sotaque mais familiar aos ouvidos norte-americanos do que a pronúncia britânica dos indianos. Além disso, a reportagem observa que os filipinos comem  hambúguer, ah, sim, e acompanham o campeonato da liga norte-americana de basquete. Isso teve  ter influência nos neurônios da linguagem. Nesta 2ª feira,  em várias cidades portuárias norte-americanas, de Oakland a Seatle, milhares de indignados tentaram paralisar os trabalhos de embarque e desembarque de mercadorias, em protestos contra o que identificam como o circuito de espoliação dos ' modernos barões ladrões'. O tratamento carinhoso dispensado pelos 'ocupa portos' aos 1%  que controlam a economia, a política e as finanças dos EUA  revela um salto de consciência. Na convocação para o assalto aos portos (http://www.occupytheports.com/), os indignados acusam a plutocracia ianque de transferir fábricas, empregos e serviços para o exterior, ao mesmo tempo em que importa mercadorias a preços inferiores, reduzindo salários e receitas públicas, com impacto regressivo nos orçamentos de saúde e educação. O esvaziamento dos cinturões industriais nos EUA e alhures, realocados para zonas de baixo custo laboral, equilibrou-se politicamente enquanto durou a farra do crédito ilimitado, cuja saturação levou à crise das subprimes com os desdobramentos em curso na desordem financeira global. A mágica intentada pelo conservadorismo agora, de um lado a outro do Atlântico, é preservar o modelo original substituindo a pata do crédito pelo porrete do arrocho fiscal. A resistência social tem seu flanco justamente  na perda de peso das fábricas e concentrações operárias. O 'ocupa portos'  ensaiado nesta 2ª feira é uma tentativa de identificar um novo locus capaz de paralisar o sistema econômico. A lógica desse aprendizado é: se no século XX os trabalhadores interrompiam a linha de montagem para  paralisar a cidade, agora é necessário  paralisar a cidade (seus centros de distribuição e decisão) para colapsar a economia. A ver.  (Carta Maior; 3ª feira; 13/12/ 2011)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

CANDIDATURAS PRÓPRIAS

Por Carlos Chagas
Sonhar ainda não foi proibido. A três anos da próxima sucessão presidencial, dos pequenos aos grandes, todos os partidos tem direito à ilusão de que não só apresentarão candidatos, mas de que poderão vencer. Claro que no fundo seus líderes sabem muito bem da impossibilidade de milagres, exceção feita hoje ao PT e, com muito boa vontade, ao PSDB. Mesmo assim, abre-se para todos a temporada de euforia. Ou enganação.
No fim de semana reuniu-se em São Paulo o PPS, em animado congresso. A palavra de ordem foi pela candidatura própria, não deixando de ser irônico que, 22 anos depois, o antigo Partido Comunista Brasileiro só disponha do mesmo candidato. Em 1989 foi lançado Roberto Freire, secretário-geral, então deputado e depois senador por Pernambuco. Tantos anos depois, agora deputado por São Paulo, só tem ele. Na primeira vez, parecia evidente que sua candidatura visava apenas uma espécie de pesquisa para saber quantos comunistas de fé existiam no país. Agora, ou melhor, daqui a três anos, nem isso. O PPS sofreu, precisou acoplar-se aos tucanos, engoliu amplas doses de neoliberalismo e acabou perdendo a disputa com o PC do B, hoje com bancadas mais numerosas.
A conclusão é de que o PPS continuará a reboque do PSDB, tanto faz se o candidato será Aécio Neves ou José Serra. Vale o mesmo para o DEM, cujos dirigentes, mesmo sem realizarem congressos especiais, já apregoam que desta vez sairão com candidato próprio. Continuam carentes de nomes e já vacinados contra a aventura de lançar um desconhecido, como fizeram na sucessão passada, impondo a José Serra um insosso Índio da Costa, em parte responsável pela derrota do ex-governador paulista.
Do lado oposto, prevê-se a hegemonia do PT, seja com Dilma, para a reeleição, seja com o Lula, para o retorno. O PMDB, principal aliado, preocupa-se com as fatias de poder que os companheiros colocarão à sua disposição no próximo mandato, ameaçando com uma candidatura própria apenas para aumentar a expectativa de ocupação de alguns ministérios e muitas diretorias nas empresas estatais. O outrora maior partido nacional não tem candidatos naturais nem esotéricos. No fim, contentar-se-á em manter Michel Temer na vice-presidência.
Quanto aos penduricalhos, também iniciam suas festividades, com o PSB anunciando a hipótese do governador Eduardo Campos ser lançado ao palácio do Planalto, mas nem montado num míssil ele chegará lá. A respeito de PP, PR, PC do B, PTB e o agora combalido PDT, nem ao menos ousarão anunciar o sonho da candidatura própria. Preferem evitar o pesadelo de ser catapultados do banquete do PT.
MAIS UM ARGUMENTO
A recente pesquisa da Datafolha sobre as eleições para a prefeitura de São Paulo apenas confirma o que Alto Tucanato teima em não perceber: apenas José Serra, se for convencido a candidatar-se, evitará a derrota do PSDB. Nas quatro simulações apresentadas sem Serra, os demais pré-candidatos do partido ficam na rabeira. Nem Andréa Matarazzo, nem Bruno Covas, nem José Aníbal ou Ricardo Trípoli conseguem índices dignos de registro. Só o ex-governador lidera na quinta simulação, mesmo assim com razoáveis percentuais de rejeição. A novidade nessa tomada preliminar de opinião é a constância com que Celso Russomano lidera as preferências. Bem como a presença de Netinho de Paula logo abaixo.

CANDIDATURAS PRÓPRIAS

Por Carlos Chagas.
Sonhar ainda não foi proibido. A três anos da próxima sucessão presidencial, dos pequenos aos grandes, todos os partidos tem direito à ilusão de que não só apresentarão candidatos, mas de que poderão vencer. Claro que no fundo seus líderes sabem muito bem da impossibilidade de milagres, exceção feita hoje ao PT e, com muito boa vontade, ao PSDB. Mesmo assim, abre-se para todos a temporada de euforia. Ou enganação.
No fim de semana reuniu-se em São Paulo o PPS, em animado congresso. A palavra de ordem foi pela candidatura própria, não deixando de ser irônico que, 22 anos depois, o antigo Partido Comunista Brasileiro só disponha do mesmo candidato. Em 1989 foi lançado Roberto Freire, secretário-geral, então deputado e depois senador por Pernambuco. Tantos anos depois, agora deputado por São Paulo, só tem ele. Na primeira vez, parecia evidente que sua candidatura visava apenas uma espécie de pesquisa para saber quantos comunistas de fé existiam no país. Agora, ou melhor, daqui a três anos, nem isso. O PPS sofreu, precisou acoplar-se aos tucanos, engoliu amplas doses de neoliberalismo e acabou perdendo a disputa com o PC do B, hoje com bancadas mais numerosas.
A conclusão é de que o PPS continuará a reboque do PSDB, tanto faz se o candidato será Aécio Neves ou José Serra. Vale o mesmo para o DEM, cujos dirigentes, mesmo sem realizarem congressos especiais, já apregoam que desta vez sairão com candidato próprio. Continuam carentes de nomes e já vacinados contra a aventura de lançar um desconhecido, como fizeram na sucessão passada, impondo a José Serra um insosso Índio da Costa, em parte responsável pela derrota do ex-governador paulista.
Do lado oposto, prevê-se a hegemonia do PT, seja com Dilma, para a reeleição,  seja com o Lula, para o retorno. O PMDB, principal aliado, preocupa-se  com as fatias de poder que os companheiros colocarão à sua disposição no próximo  mandato, ameaçando com uma candidatura própria apenas para aumentar a expectativa  de ocupação de alguns ministérios e muitas  diretorias nas empresas estatais. O outrora maior partido nacional não tem candidatos naturais nem esotéricos. No fim, contentar-se-á em manter Michel Temer na vice-presidência.
Quanto aos penduricalhos, também iniciam suas festividades, com o PSB anunciando a hipótese do governador Eduardo Campos ser lançado ao palácio do Planalto, mas nem montado  num míssil ele chegará lá. A respeito de PP, PR, PC do B, PTB e o agora combalido PDT, nem ao menos ousarão anunciar o sonho da candidatura própria. Preferem evitar o pesadelo de ser catapultados do banquete do PT.
MAIS UM ARGUMENTO.
A recente pesquisa da Datafolha sobre as eleições para a  prefeitura de São Paulo apenas confirma o que Alto Tucanato teima em não perceber: apenas José Serra,   se for convencido a candidatar-se, evitará a derrota do PSDB. Nas quatro simulações apresentadas sem Serra, os demais pré-candidatos  do partido ficam na rabeira. Nem Andréa Matarazzo, nem Bruno Covas,  nem José Aníbal ou Ricardo Trípoli conseguem índices dignos de registro. Só o ex-governador lidera na quinta simulação, mesmo assim com razoáveis percentuais de rejeição. A novidade nessa tomada preliminar de opinião é a constância com que Celso Russomano lidera as preferências. Bem como a presença de  Netinho de Paula logo abaixo.   
O povo russo gosta de piadas...
Na Russia, antiga URSS, havia um grande comediante chamado Piadowski. Piadowski era um cara que não tinha muita noção do que era uma democracia plena. Em um de seus shows, Piadowski chegou a afirmar que a Esbórnia, aonde o voto era obrigatório, tinha uma democracia amadurecida. Pobre Piadowski, passou a vida sem entender que uma verdadeira democracia, como a que se pratica nos países de primeiro mundo, começa pelo voto facultativo e não pela obrigatoriedade do voto. País em que o voto é obrigatório jamais estará vivendo uma democracia amadurecida. Por conta disto, quando Piadowski contava piadas assim, a platéia vinha abaixo de tanto rir de tamanho senso de humor.

ALGEMAS . . .

Como são sustentados?
Hoje, no Brasil, há muito político dizendo que, fora da política, vive de seu negócio de consultoria, embora a gente não saiba em que área esse pessoal atue.
Todos eles que deixam um cargo, por eleição ou nomeação, saem afirmando que abrirão consultorias.
É sabido que o empresáriado não anda doidão atrás de consultoria que o ajude no seu negócio específico, onde ele sempre entra por ter algum know-how no assunto, pois não há muitos otários nesse meio. Mas há "empresários" que vivem doidões para saber como entrar numa transação com o poder público, de jeito que não haja dúvida da sua rentabilidade. Então, desde o plano municipal até lá em cima, essa gente tem se valido dessas "consultorias técnicas" para dar trambiques no poder público, em parcerias com esses ex-políticos consultores.
Não é à toa que essas consultorisa proliferam hoje no país, sem uma indicação do que fazem, mas que a gente desconfia do que seja.
Estado do Pará
Foi mal conduzido este plebiscito, a população toda foi consultada, e foi dividida em 3 partes.
Como a capital tem mais habitantes, claro que eles, os beneficiários dos impostos arrecadados no interior não iriam abrir mão de nada, deveriam propor a divisão em 2 partes, a que ficava com a capital Belém (um estado) e as outras duas partes juntas, (outro estado).
Desta maneira ficaria equilibrado os habitantes das regiões que seriam divididas, posteriormente poderiam dividir esta parte em 2 estados, de comum acordo. Da maneira que ficou, os habitantes da Capital vão continuar mamando nas tetas das regiões preteridas, agora a grande mídia vai ter que destacar a pobreza do interior em detrimento da Capitgal Belém e que não é onde nasceu Jesus Cristo.
Crises fazem Dilma reavaliar reforma ministerial
Duas encrencas que explodiram dias atrás complicaram o desenho da reforma ministerial pretendida pela presidenta Dilma. Primeiro, as acusações ao ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento). Depois, o vazamento da informação de que a gerência do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sairia do Ministério do Planejamento para a Casa Civil. Com as confusões, o projeto voltou à gaveta.
Gleisi no PAC
O plano de Dilma era entregar à ministra Gleisi Hoffmann o comando das ações do PAC, com sua conhecida mão de ferro.
Ideli vendida
Outra mudança seria Fernando Pimentel substituir Ideli Salvatti (Relações Institucionais) na articulação política do governo.
Quem? Como?
Ideli Salvatti anda tão perdida na articulação política que só apareceu no Senado quando a prorrogação da DRU já tinha sido aprovada.
Sarney fez o trabalho
Ideli virou piada no Planalto: após a votação da DRU, ela entrou no plenário e deu continência a Sarney, o articulador da vitória governista.

ISL

ATENÇÃO MURICY !

Antero Greco - O Estado de S.Paulo
O Kashiwa Reysol é ruim de bola. O time de Nelsinho Baptista mostrou limitações na vitória de estreia contra os semiprofissionais do Auckland (2 a 0) e no empate de ontem por 1 a 1 com o Monterey (com triunfo só nos pênaltis, depois de prorrogação tecnicamente fraca). Constatação reconfortante para o Santos, que vai pegar a equipe japonesa na quarta-feira à noite? Não. Por ser imprevisível, virou adversária até mais complicada do que os mexicanos, se estes tivessem passado para a semifinal.
Está certo que o Kashiwa tem gente conhecida, como Jorge Wagner, mas a maioria do elenco anfitrião fica, com boa vontade, num patamar de nota 5 e quebrados. Boleiros sabem que, muitas vezes, é melhor topar com rival forte, do mesmo nível, do que com uma galinha morta, pelo menos na teoria. Os franco-atiradores, em competições do gênero, costumam fazer estragos. O fantasma do Mazembe incomoda até hoje.
Em circunstâncias normais, o Santos supera esse degrau preliminar para chegar, no domingo, ao tira-teima com o Barcelona, que também tem sua pedrinha no sapato. Porém, sem cair no lugar-comum do "não tem mais bobo no futebol", é preciso levar em consideração o fato de que o Kashiwa já fez dois jogos, atua em casa, não tem nada a perder, nem criou expectativa de conquistar o título mundial. O Santos vem de fora, se adapta ao fuso e ao clima, e carrega desde a final contra o Peñarol a responsabilidade de não falhar na corrida pelo tri.
Em seu favor está a qualidade. Não há comparação entre os dois times. Só a dupla Ganso/Neymar já serve para desencorajar qualquer análise aproximativa entre Santos e Kashiwa. A bola rolando é que costuma igualar - daí as surpresas que o futebol ocasionalmente reserva. A saída para Muricy é colocar força máxima e bater na tecla, à exaustão, de que a conversa de duelo de gigantes com o Barça só vingará se sua turma não deixar os nipônicos estorvarem. Não dá para aguentar outra zebra - se bem que a do ano passado era africana.
Estou ansioso para ver como se comportam as duas estrelas santistas. Não tenho muita dúvida a respeito de Neymar. Impressiona como amadureceu em tão pouco tempo. No comportamento fora de campo e no visual, ainda é um jovem que tateia o mundo dos adultos. Ainda bem que seja assim. Como jogador, compreendeu rapidamente a importância que tem para a equipe e assumiu o papel de protagonista. Não por presunção, mas por natureza. Melhor para ele e seus companheiros.
Ganso também tem liderança e um refinamento técnico de encher os olhos. Pesa-lhe, no entanto, o fato de ter passado por temporada irregular, com problemas que carrega desde 2010 e que enveredaram por este ano. O hiato positivo se deu na reta final da conquista do tri da Libertadores. Antes e depois disso, sua estrela ofuscou-se. É a chance de voltar a brilhar, para satisfação dele e dos tais investidores, ainda louquinhos para levantar um bom dinheiro com sua venda.
A propósito de grana: Andrés Sanchez disse, ao Esporte Espetacular, que teria vendido Neymar. Ainda bem que Neymar não é do Corinthians e que Andrés não dirige o Santos.

COP 17

A AGENDA  AMBIENTAL BATEU NO TETO - A tentativa de comprometer o capitalismo com o equilíbrio, ou menos que isso, com a basal sobrevivência dos mecanismos que alicerçam a vida na Terra, fracassou. O movimento ambiental e a esquerda devem extrair consequências práticas dessa aceleração da contagem regressiva. É hora de dar às consequências a sua causa. As formas de viver e de produzir que empurraram a humanidade a esse beco sem saída no plano social e ambiental devem ser chamadas pelo nome: livres mercados. E extraídas daí as consequências adequadas. A alternativa ao colapso do neoliberalismo não é a volta impossível ao 'capitalismo disciplinado' dos anos 50. O recado de Bruxelas nesta 6ª feira foi claro: salvemos os bancos; à sociedade, o arrocho. Durban acrescentou a isso o escárnio: a natureza pode esperar mais dez anos. Não pode. Estudo da AIE mostra que em 2017 a concentração de carbono selará um aumento de 2 graus na temperatura:é o Rubicão da desordem ambiental; e ainda estaremos a tres anos das hipotéticas iniciativas pactuadas na COP 17. (Carta Maior; 2ª feira; 12/12/ 2011)

domingo, 11 de dezembro de 2011

TEM DUVIDAS . . .

O FILME . . .

PRIVADA TUCANA II

Porque Serra teme tanto?
Simples. Amaury Ribeiro Jr. compilou e agrupou tudo num "balaio" só.
As provas que estavam espalhadas, escondidas até, mas disponíveis. Amaury fora processado pelo ex-caixa de campanha de Serra e FHC. No decorrer do processo, obteve a chamada “exceção da verdade” - instrumento judicial que possibilita ao acusado de calúnia ou injúria provar que é verídica a acusação feita. A decisão da Justiça obrigou a CPI do Banestado a entregar vários documentos a Amaury, o que facilitou o trabalho do jornalista na trilha do dinheiro das privatizações.
Simples meu caro.
Bairrismo cego.
Dos manifestantes contrários à divisão do Pará os mais ridículos argumentam com a "despesa" que trará tal divisão.
Comparo-os com a pessoa que resolve não estudar sob a alegação de que terá que gastar dinheiro com sua formação. Esquecem-se esses "manés" de que a divisão representa a redenção de regiões remotas daquele estado hoje semi-abandonadas.
Seu temor, no entanto, se justifica no fato de que, rapidamente, após criados, os novos estados superarão sobremaneira a pretensa "Metrópole da Amazônia", composta na maior parte por favelas miseráveis.
Não sabem, talvez, que o (Grão) Pará já foi toda a Amazônia.
Sem as divisões que houve, estaria hoje no mais profundo atraso.

PLEBISCITO

Maioria do Pará é contra?
A pesquisa realizada pela Data-folha mostrou o resultado divulado, pois foi encomendada pela TV Liberal, da família dos Maioranas, belenenses, que são totalmente contra à divisão do Estado.
O resultado seria outro, senão o que foi divulgado?
Os 53 municípios que foram pesquisados, não seriam do total das 86 que fazem parte do possível novo Estado do Pará?
A pergunta após esse plebiscito seria: como ficarão as cidades contra a divisão se não aprovado?
Continuarão largadas como estamos até hoje.

HUMMM

Democracia amadurecida!
Cômico se não fosse trágico, a declaração do presidente do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, Ricardo Lewandowski, sobre vivermos “um momento histórico extremamente importante e mostra que nossa democracia está amadurecida”.
Senhor ministro realmente o momento é histórico por estarmos criando mais áreas de lucupletação dos nossos políticos!
Se a tão alardeada “democracia”, padece da falta do verdadeiro direito ao Voto Facultativo?
Se “amadurecida e consolidada”, falta dizer para quem; se povo na obrigação de votar ou para políticos e ministros togados?
Democracia amadurecida? Melhor seria dizer: "democracia apodrecida".
Levando-se em consideração o patamar em que chegou a criminalidade e a corrupção política , o descaso com o cidadão considerado individualmente , a forma abusiva e antisocial como são tratados os brasileiros em qualquer balcão de atendimento público ou particular, qualquer desclassificado que fica atrás de um balcão atendendo pessoas logo se impoem abusivamente inventando regras e destratando pessoas.
Esta democracia só é boa para pilantras que se locupletam e se protegem mutuamente.
Para o Povo é nefasta.
Os reflexos disso é o número exagerado de homicídios no Brasil.
As pessoas tornam-se violentas porque são tratadas com violência.
A violência moral é tão danosa quanto a física.

DUVIDAR E QUESTIONAR SEMPRE

Por Carlos Chagas
Primeira parte do pronunciamento do  jornalista Carlos Chagas ao receber o título de Professor Emérito da Universidade de Brasília,  republicado a pedidos.
Pela bondade de meus colegas professores, retorno à UNB, agora aposentado depois de 25 anos lecionando Ética, mas sempre aqui me refugiando nas horas de dúvida e de questionamento, santuário para os anos de contestação e de resistência.
Aqui encontrei e continuarei encontrando forças para a rejeição das verdades absolutas, dos dogmas e das teorias definitivas.
A razão é simples: aqui duvidamos, questionamos, contestamos e resistimos. Somos o que toda universidade deveria ser: uma fonte de discordâncias, um centro de não aceitação do mundo à nossa volta.
Não estamos, com isso, renegando o passado, que sempre será o nosso maior tesouro, não na medida em que apontará o que devemos fazer, mas precisamente pelo contrário: o passado dirá sempre o que devemos evitar, no plano das idéias e das ações.
Nós, professores, devemos essa dádiva aos alunos que aqui ingressam atrás de respostas, mas daqui saem repletos de mais perguntas.
Houve tempo em que nossas carteiras escolares literalmente transformaram-se em barricadas. Hoje, formam estruturas para a permanente busca do desconhecido que se desata à frente.
Devemos, nós da Comunicação Social, ter  o sentido do conjunto, sobrepondo-se à particularização sempre maior e  mais perigosa. Torna-se necessário superar o risco de sabermos cada vez mais sobre o menos, e cada vez menos sobre o mais.  Conhecer muita mais a floresta do que as árvores.
Uma palavra sobre a profissão. Enfrentamos de tempos em tempos batalhas em defesa do diploma, e até perdemos a última, em 2009, quando o Supremo   Tribunal Federal extinguiu sua obrigatoriedade. Dizem alguns ingênuos e muitos malandros que o dom de  escrever nasce com o indivíduo, tornando-se desnecessário o diploma para o exercício do jornalismo.
Ora, o dom de escrever faz o escritor, essa criatura reverenciada por todos nós. O escritor pode publicar sua criação nos jornais e revistas, assim como apresentá-la no rádio, na televisão e agora nessas maquininhas eletrônicas diabólicas que nos assolam 24 horas por dia. Mas estará atuando como escritor, não como jornalista.
O jornalista não é nem melhor nem pior do que o escritor. É apenas diferente, quando exercita a profissão.
O “seu” Manoel, dono do açougue ali da esquina, é um craque na arte de cortar  carne. Tira cada filet  e cada costela que  aguçam nosso apetite. Por conta disso deve  trocar o avental pelo jaleco, entrar no Hospital Distrital  e operar alguém de apendicite?
O camelô da estação rodoviária é um astro da palavra. Convence todo mundo. Vende tudo o que apregoa em sua banca. Tem o dom da palavra. Por isso, deve entrar no Supremo Tribunal Federal e defender alguma causa?
Ser jornalista é estar dotado de conhecimentos  adquiridos ordenada e sistematicamente, e nenhum lugar parece melhor do que a universidade, para isso. Precisa, o jornalista, conhecer detalhes de redação, edição, diagramação, seleção, circulação e demais matérias inerentes à sua ação diária, estendidas aos correspondentes da mídia eletrônica.  Precisa, porem, mais ainda, dominar  a História, a Política, a Economia, a Geografia, a Filosofia e quanto segmentos a mais do conhecimento humano?
Já imaginaram a ausência do diploma na Medicina? Quanto curandeiros ocupariam o lugar dos médicos? E no Direito, sem o diploma, como estariam os tribunais?
O mundo progride e a progressão exige aperfeiçoamento. Quem lhes fala é um velho jornalista com diploma de advogado.  Lamento até  hoje o que tive de aprender na prática das redações e na agonia das improvisações. No tempo em que comecei a trabalhar como repórter inexistia a obrigatoriedade do diploma.   Talvez nem o diploma.
Exceção dos que por boa fé insurgem-se contra o diploma, que são os ingênuos, há que referir os malandros. Aqueles que por interesse rejeitam uma categoria altiva e organizada, forjada nos bancos universitários, acima e além de ideologias, doutrinas, partidos e inclinações sociais, pessoais ou políticas. Os estudantes de Comunicação Social deixam a universidade amalgamados pela dignidade. Em condições de exigir melhores salários, melhores condições de trabalho e, mais importante ainda, de respeito à notícia. De culto à verdade, condição facilmente adquirida quando se recebe o diploma.
Tremem de medo dos jovens diplomados aqueles que fazem da notícia um trampolim para enriquecer, ganhar poder ou posicionar-se  politicamente. Preferem ter em suas empresas jornalistas acomodados que não ousam defender a notícia honesta e verdadeira quando ela se choca com os interesses, a vontade e as idiossincrasias do patrão, seja público, seja privado. Para este, torna-se mais fácil abrigar nas redações jornalistas amorfos, insossos e inodoros.

TÁ DIFICÍL

COP-17: Itália pretende reforçar cooperação ambiental com Brasil
O ministro de Meio Ambiente da Itália, Corrado Clini, afirmou neste domingo (11) que a Itália se compromete agora a reforçar sua cooperação em temas ambientais com o Brasil e outros países emergentes, após o acordo obtido na 17ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17). "A Itália está no grupo líder dos países que quiseram o acordo de Durban e agora nos comprometemos a executar o acordo com as políticas nacionais, com nossa participação nas decisões europeias e no reforço de nossa colaboração com Brasil, China, Índia, México e África do Sul", indicou Clini mediante uma declaração divulgada em Roma. Ele também ressaltou que vai promover o mais rápido possível uma iniciativa para avaliar os recursos que o Ministério de Meio Ambiente da Itália destinou nos últimos anos a programas comuns com o Banco Mundial - verbas consideradas estratégicas ao país.
França manda primeiro-ministro salvar Rafale
Os franceses não desistem: primeiro, conversaram esta semana com o ministro Celso Amorim (Defesa) preparando a visita ao Brasil, quarta (14), do primeiro-ministro François Fillon, que vai discutir com Dilma a crise do euro e a adiada compra dos caças de combate Rafale, que ninguém quer. Se o Brasil tem grana para emprestar ao FMI, a França supõe que poderá levar ao menos US$ 4 bilhões pela venda dos caças.
Chercher la femme
O oficial é “reforçar a parceria” e “discutir o euro”, mas a França teme que o Brasil já tenha se decidido pelos caças F-18 dos EUA.
Impasse
Os caças americanos F-18 são considerados mais confiáveis, mas há dificuldades na transferência de tecnologia, exigência do Brasil. Incógnita
O suecos da Gripen e os Rafale prometem transferir tecnologia, mas há dúvidas quanto à eficiência de aviões que, a rigor, nem existem.
Allons enfants
François Fillon virá com empresários franceses e visitará São Paulo, Rio e Brasília, onde encontrará autoridades para um “lobby” básico.
“Não sou presidenta das corporações, mas de 40 milhões de argentinos"Cristina Fernández de Kirchner prestou juramento, sábado, e iniciou seu segundo mandato como presidenta argentina. Ela destacou os avanços nas áreas dos direitos humanos e da economia. Em uma forte crítica ao sistema financeiro, lembrou que seu governo teve que suportar cinco ataques cambiais de corporações que achavam que o governo cederia. “Que fique claro: não sou a presidenta das corporações”.

CRISTINA KIRCHNER

‘DAR VÓZ AO ANTI-MONOPÓLIO' - "A lei de audiovisuais foi construída com diferentes forças políticas com objetivo de dar pluralidade às vozes e ao anti-monopólio (...) Não sou a presidenta das corporações, mas de 40 milhões de argentinos e defendo os interesses do país inteiro (...) não governamos com metas de crescimento financeiro, mas sim de crescimento de trabalho e de emprego( ...) se assim não o fizer, que Deus, a Pátria e ele (Nestor Kirchner) me cobrem" (Cristina Kirchner ao tomar posse neste sábado, no seu segundo mandato, reeleita com 54% de apoio e a maioria nas duas casas legislativas)(Carta Maior; Domingo; 11/12/ 2011)