terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Vereadores aprovam 61,8% de aumento
Enquanto trabalhadores brasileiros, iniciativa privada e professores recebem apenas o INPC como correção de seus salários, os vereadores de Belo Horizonte tiveram a cara de pau de aprovarem 61,8% em seus próprios salários. Os políticos acostumaram a fazer os eleitores de idiotas, otários, imbecís, pois ninguém faz nada contra este estado de coisas. Acoooorda... Brasil e brasileiros, levantemos as vozes contra este desrespeito, contra este assalto ao dinheiro público, dinheiro dos contribuintes.
A tirania da FIFA e as "otoridades" brasileiras.
Contando com a baixa moral das corruptas e ineptas "otoridades" esportivas assim como da inútil Justiça do Brasil, os tiranetes da FIFA vão impondo sua vontade menosprezando as Leis do País com suas "exigências" estapafúrdias.
Chegaram até, pasmem, a exigir indenização (a ser estipulada pela FIFA) em caso de forte tempestade ou qualquer outro imprevisto da natureza que cause "prejuízo" à arrecadação nos jogos da Copa 2014.
Além disso, os tiranetes corruptos da FIFA pisoteiam a Lei que estabelece a meia entrada para estudantes e idosos como a que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos estádios.
A FIFA, organismo estrangeiro, dita as ordens sem que os cretinos que o povo elegeu para representa-lo se manifestem contrários à essas aberrações.
Quanto estarão levando por conta?
Mais uma liminar boicota trabalho do CNJ.
Uma segunda liminar, dessa vez do ministro Lewandowski, impediu que a evolução patrimonial de juízes sob investigação fosse apurado. Com essa nova medida liminar estamos assistindo a completa desmoralização do CNJ e da Corregedoria daquele órgão. A república do crime é quem sai ganhando com esse tipo de boicote. Isso se traduz num corporativismo vergonhoso por parte do STF em detrimento do laborioso trabalho da corregedora Eliana Calmon. Começo a acreditar que Dilma Rousseff fez bem em não se misturar com aquela fauna.
MAPA DA VIOLÊNCIA . . .
O que nasceu primeiro...
Os homicídios no Brasil subiram 259% em 30 anos. Um milhão de mortos. Isso mostra que a impunidade da lei frouxa é a arma mais letal.
Um tapa em nossa cara
Farra Cultural, o Senador Álvaro Dias vai investigar a utilização da Lei Rouanet de renúncia fiscal por grandes bancos para “promover cultura”. Há fortes indícios de que o Itaú usa nosso suado dinheirinho dos impostos até para bancar propaganda milionária em programas de auditório na TV? Se for confirmado o desvio, é um tapa na cara da sociedade.
Já não bastam os juros escorchantes cobrados dos tomadores de empréstimo?
PLACAR SUPERIOR AOS QUATRO A ZERO
Por Carlos Chagas
Nosso futebol voltou do Japão duplamente humilhado e ofendido. Além da goleada do Barcelona sobre o Santos, ficamos sabendo que a Fifa engrossou ainda mais, dizendo-se preocupada e exigindo do Brasil a aprovação total de suas exigências, na votação da Lei da Copa. Segundo o secretário-geral da entidade, vias de acesso aos estádios e aeroportos não vem merecendo o devido cuidado de nossas autoridades, estando atrasadas as obras de infraestrutura.
O secretário-geral Jerome Weicke insistiu na aprovação, pelo Congresso brasileiro, de dispositivo considerando a União obrigada a indenizar a Fifa por ação ou omissão em tudo o que seus dirigentes se considerarem prejudicados. Exemplo: se no dia de um dos jogos da Copa do Mundo cair monumental tempestade, impedindo parte dos que demandariam os estádios de comparecer, caberá ao governo brasileiro indenizar a Fifa pelos lugares vazios e devolver o dinheiro dos bilhetes comprados e não utilizados. No Brasil inexistem, terremotos, tsunamis e atos terroristas, mas se acontecerem, a culpa será do palácio do Planalto, obrigado a ressarcir os organizadores do certame de eventuais prejuízos.
Mas tem mais. Nas ruas e avenidas que conduzem aos estádios, o comércio ficará proibido de anunciar e vender produtos que não aqueles dos patrocinadores da Fifa, como marcas de cerveja, camisetas e tênis. Nos estádios, a lei será rasgada pela permissão da venda de bebidas alcoólicas, mas apenas aquelas que estiverem financiando a entidade. Não haverá, segundo o “preocupado” funcionário, meia-entrada para estudantes.
Convenhamos, pretendem atropelar a soberania nacional para justificar os absurdos lucros que irão auferir. A Lei da Copa dificilmente será votada esta semana, ficando para fevereiro ou março do ano que vem. Se forem atendidas todas as esdrúxulas imposições, o Brasil terá sido derrotado por placar bem superior aos 4 a 0 engolidos pelo Santos.
ALÉM DO CAOS.
Por conta do início das festas natalinas os aeroportos viraram um caos, no fim de semana. Imagine-se agora se na quinta-feira entrarem em greve os controladores de vôo e os funcionários das empresas aéreas. Será o inferno. Conseguirá o governo Dilma agir ao contrário do que agiram, ou não agiram, os governos Lula e Fernando Henrique? A greve é um direito do trabalhador, assim como a população tem direito ao funcionamento dos serviços públicos e privados. Nenhuma iniciativa foi adotada para substituir os grevistas, sequer preparar montes de soldados para funcionarem nos balcões das companhias, coisa que teria sido fácil, desde que preparada com antecedência. Intervenção é substantivo arrancado dos manuais do poder público, apesar de previsto na Constituição e nas leis. Como o andar de cima voa em jatinhos da FAB ou particulares, os passageiros que relaxem e gozem, como no infeliz conselho de uma ex-ministra do Turismo...
MINISTÉRIOS.
Vem de longe o sofrimento e a falta de coragem de nossos presidentes civis. Getúlio Vargas chegou a compor um “ministério da experiência”, em 1951, praticando depois toda sorte de mudanças para atender os partidos e grupos de pressão dispostos ao seu redor. Café Filho rendeu-se aos conservadores e reacionários, apesar de considerado um homem de esquerda. Juscelino Kubitschek acomodou-se com o PSD e o PTB, mas cedeu às idiossincrasias da imprensa, compondo pelo menos três ministérios. Jânio Quadros, cercado de esperanças, formou um “paulistério” de segunda categoria, com raras exceções. João Goulart seguiu o exemplo de Getúlio, mudando de ministros como quem mudava de camisa, sem conseguir a mínima unidade. Depois do interregno militar, onde os partidos não eram consultados nem ouvidos, José Sarney precisou governar um ano com a equipe montada por Tancredo Neves, que por sua vez tinha empenhado a própria saúde na inglória missão de atender o imenso mosaico disposto às suas costas. Fernando Collor seguiu os passos de Jânio Quadros: seu primeiro ministério foi lamentável, e o último, magnífico, não teve tempo impedir seu impedimento. Itamar Franco tentou a união nacional, mas rejeitado pelo PT, governou com a equipe possível, jamais a ideal.
Fernando Henrique e o Lula cederam a seus panos de fundo, anulados um pela privatização desmedida e corrupta, outro pelo mensalão que estraçalhou seu governo.
Agora, Dilma já perdeu um ano de eficiência por conta da lambança de seus aliados. Pouca gente acreditou quando declarou não estar cogitando da reforma em janeiro, porque se mantiver a mesma correlação de forças partidárias no ministério, arrisca-se a formidável malogro.
VOLTA ÀS ORIGENS.
Nos primeiros dias de 1964 o cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, David Braddock, enviou nota ao Departamento de Estado: “A União Nacional dos Estudantes caiu na mão dos comunistas ao eleger o estudante José Serra para seu presidente”. O então jovem reformista e revolucionário foi um dos oradores no célebre e funesto comício do dia 13 de março, no Rio, igualando-se em agressões aos americanos a Leonel Brizola, Miguel Arraes e o próprio presidente João Goulart. Precisou exilar-se no Chile, depois Estados Unidos e França. Voltou diferente, fez carreira na social-democracia cada vez mais conservadora, perdeu duas eleições para presidente da República e agora vem sendo tentado a voltar às origens, para disputar pela terceira vez. Será que consegue?
Protógenes vai protocolar CPI da Privataria amanhã
O deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) afirmou nesta terça (20) que vai protocolar um requerimento solicitando a abertura de uma CPI a fim de investigar as acusações que constam no livro "A Privataria Tucana". Segundo ele, o documento conta com 200 assinaturas e só precisaria de 171 para abrir a comissão na Câmara. "Eles [os deputados] pediram para não divulgar o nome. E quem já colocou a assinatura recebeu pressão para tirar, mas não vai tirar", disse. O livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., traz denúncias contra o ex-governador José Serra, que teria recebido propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Lei da Copa é adiada mais uma vez
A Comissão formada na Câmara dos Deputados adiou nesta terça (20) a votação da Lei Geral da Copa devido alterações feitas pelo relator, o deputado Vicente Cândido (PT-SP) e o impasse entre deputados da comissão. Desta vez, Cândido retirou novamente dos idosos o direito a meia-entrada e os colocou de volta na categoria 4, a chamada "cota social", na qual os ingressos serão vendidos por cerca de US$ 25, mas ficarão restritos a lugares determinados pela Fifa. Estudantes, indígenas, beneficiários do Bolsa Família e quem entregar armas em campanha do ministério da Justiça também estão nesta categoria específica para ter bilhetes mais baratos na Copa. O ponto mais polêmico da discussão foi sobre a responsabilidade civil da União em relação aos eventos. Acatando um pedido da Fifa, Vicente Cândido chegou a incluir no texto que a União poderia ter de ressarcir a entidade por prejuízos, "independente de culpa" e causados por eventos de "qualquer natureza".
GUERRA DAS CISTERNAS
Na 'guerra das cisternas', 15 mil protestam no sertão contra governo.
Rede de ONGs com mais de duas mil filiadas não aceita decisão do governo Dilma de romper com política de Lula e só assinar com órgãos públicos acordos de repasse de verba para construção de cisternas, que ajudam pessoas de regiões secas a armazenar água. Decisão foi tomada por causa de escândalos em convênios com ONGS que já derrubaram ministros.
Rede de ONGs com mais de duas mil filiadas não aceita decisão do governo Dilma de romper com política de Lula e só assinar com órgãos públicos acordos de repasse de verba para construção de cisternas, que ajudam pessoas de regiões secas a armazenar água. Decisão foi tomada por causa de escândalos em convênios com ONGS que já derrubaram ministros.
Najla Passos, da Carta Maior.
Cerca de 15 mil pessoas se reuniram nesta terça-feira (20) no sertão nordestino, numa ponte que liga Juazeiro, na Bahia, a Petrolina, em Pernambuco, para protestar contra mudanças na política de construção de cisternas no semi-árido, anunciada uma semana antes, há mais de 1,5 mil quilômetro dali, em gabinetes federais, em Brasília (DF).
Provenientes dos regiões que enfrentam o martírio da seca - e onde se concentram os maiores bolsões de miséria do país -, essas pessoas atenderam ao chamado da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), uma rede que reúne cerca de duas mil entidades da sociedade civil dos estados do Nordeste e do norte de Minas Gerais.
O número de presentes, calculado pela Polícia Militar (PM) de Pernambuco, surpreendeu os organizadores, que esperavam 10 mil pessoas para um ato
Provenientes dos regiões que enfrentam o martírio da seca - e onde se concentram os maiores bolsões de miséria do país -, essas pessoas atenderam ao chamado da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), uma rede que reúne cerca de duas mil entidades da sociedade civil dos estados do Nordeste e do norte de Minas Gerais.
O número de presentes, calculado pela Polícia Militar (PM) de Pernambuco, surpreendeu os organizadores, que esperavam 10 mil pessoas para um ato
QUEM SABE ?!?
É preciso interpretar o choro e a histeria, quem sabe eles estão com medo de uma última guerra atômica, onde poucos sobrarão, e certamente eles serão dizimados?
Quem sabe é algo cultural para carpir e espantar a preocupação com o futuro?
Quem sabe estão preocupados com a incógnita que é o novo dirigente?
Quem sabe são funcionários do partido?
Com todo respeito aos camaradas norte-coreanos achei aquilo tudo meio teatral, tipo uma catarse coletiva, psicodrama.
Quando o homem público faz direito seu trabalho, não faz mais que sua obrigação. Demonstrações histéricas de agradecimento não são desejáveis, seja na Coreia do Norte, no Brasil ou em nos EUA. O grau de civilização de um povo pode ser medido pela relação entre ele e seus dirigentes.
Quanto mais atrasado é um povo, mais ele se deixa ser guiado por supostos líderes.
O DESAMPARO . . .
Como método de dominação.
Por Saul Leblon, na Carta Maior
As manifestações de pesar dos norte-coreanos pela morte do dirigente Kin Jong-il chocam pelo déficit de democracia implícito em cenas que lembram rituais de seitas obscurantistas, verdadeiras máquinas de expropriação do discernimento humano lubrificadas para subjugar e iludir.
O intercurso entre métodos religiosos e autocráticos não é novo. O que talvez exacerbe a nossa sensibilidade é o contraste entre essas imagens e a natureza predominantemente asséptica e gerencial do poder e da política sob a supremacia das finanças desreguladas. Há barbárie nas duas pontas.
Quem sentiria sincero pesar pelo falecimento de um desses gerentes de aluguel, que se relacionam com o povo e a história com a mesma humanidade que um software cuida do fluxo de peças de um almoxarifado? Política é economia concentrada. Mas com uma pequena diferença: os impulsos autossuficientes e destrutivos que caracterizam o regime de produção de mercadorias tem nela um filtro de carne, osso e discernimento histórico.
Por isso, a política de um modo geral, mas sobretudo aquela encarnada em valores humanistas, incomoda cada vez mais ao dinheiro e aos endinheirados, cumprindo o dispositivo midiático a tarefa de desqualificá-la com estigmas de motivação autoexplicativa, ao mesmo tempo em que louva tecnocratas a serviço dos mercados.
Às vezes, a truculência do jogo desconcerta os próprios protagonistas incumbidos de administrá-lo com a frieza de um azulejo branco de banheiro. O curto-circuito não muda o placar, mas é ilustrativo da massa de sofrimento e arbítrio mobilizada para a preservação de um sistema que, sob a dominância financeira, consolidou-se como uma engrenagem completamente hostil aos valores da vida e da civilização.
Encarregada em recente pacote do tecnocrata Mario Monti, de explicar o arrocho sobre idosos e aposentados na Itália, a ministra do Trabalho, Elsa Fornero, não conseguiu adicionar argumentos à palavra 'sacrifício', que as lagrimas a impediram de pronunciar. Seu choro e as lágrimas vertidas por Kin Jong refletem a mesma orfandade diante de sistemas que massacram a existência humana, oprimindo-a até consumar o desamparo absoluto como método de dominação.
O intercurso entre métodos religiosos e autocráticos não é novo. O que talvez exacerbe a nossa sensibilidade é o contraste entre essas imagens e a natureza predominantemente asséptica e gerencial do poder e da política sob a supremacia das finanças desreguladas. Há barbárie nas duas pontas.
Quem sentiria sincero pesar pelo falecimento de um desses gerentes de aluguel, que se relacionam com o povo e a história com a mesma humanidade que um software cuida do fluxo de peças de um almoxarifado? Política é economia concentrada. Mas com uma pequena diferença: os impulsos autossuficientes e destrutivos que caracterizam o regime de produção de mercadorias tem nela um filtro de carne, osso e discernimento histórico.
Por isso, a política de um modo geral, mas sobretudo aquela encarnada em valores humanistas, incomoda cada vez mais ao dinheiro e aos endinheirados, cumprindo o dispositivo midiático a tarefa de desqualificá-la com estigmas de motivação autoexplicativa, ao mesmo tempo em que louva tecnocratas a serviço dos mercados.
Às vezes, a truculência do jogo desconcerta os próprios protagonistas incumbidos de administrá-lo com a frieza de um azulejo branco de banheiro. O curto-circuito não muda o placar, mas é ilustrativo da massa de sofrimento e arbítrio mobilizada para a preservação de um sistema que, sob a dominância financeira, consolidou-se como uma engrenagem completamente hostil aos valores da vida e da civilização.
Encarregada em recente pacote do tecnocrata Mario Monti, de explicar o arrocho sobre idosos e aposentados na Itália, a ministra do Trabalho, Elsa Fornero, não conseguiu adicionar argumentos à palavra 'sacrifício', que as lagrimas a impediram de pronunciar. Seu choro e as lágrimas vertidas por Kin Jong refletem a mesma orfandade diante de sistemas que massacram a existência humana, oprimindo-a até consumar o desamparo absoluto como método de dominação.
LIBERDADE . . .
'Liberdade, liberdade! 10 mil mulheres egípcias --jovens, idosas, muçulmanas, cristãs, com véu ou jeans-- desafiam a repressão e o machismo da ditadura militar e vão às ruas do Cairo nesta 3ª feira.
** manifestação protesta contra os assassinatos cometidos pelo Exército e a polícia nos últimos cinco dias.
** 14 mortos e 850 feridos é o saldo macabro dessas jornadas.
** entre os mortos, inclui-se uma jovem espancada, pisoteada e semi-despida por dementes fardados que descarregaram contra seu corpo inerte a síntese de um sistema de repressão, coerção e preconceito financiado, lubrificado e adestrado, durante décadas, por US$ 1,3 bilhão anuais de ajuda militar dos EUA.
** a mesma 'cooperaçao técnica' que agora vai 'semear democracia' no Iraque, na Líbia e que busca espaço também no Irã.
** repressão põe em xeque a conciliação da Irmandade Muçulmana com a ditadura e reacende as mobilizações na praça Tahrir.
** uma nova mega-mobilização pelo fim da ditadura militar deve ocorrer na 6ª feira.
O DESAMPARO COMO MÉTODO DE DOMINAÇÃO - As manifestações de pesar dos norte-coreanos pela morte do dirigente Kin Jong-il chocam pelo déficit de democracia implícito em cenas que lembram rituais de seitas obscurantistas, verdadeiras máquinas de expropriação do discernimento humano lubrificadas para subjugar e iludir. O intercurso entre métodos religiosos e autocráticos não é novo. O que talvez exacerbe a nossa sensibilidade é o contraste entre essas imagens e a natureza predominantemente asséptica e gerencial do poder e da política sob a supremacia das finanças desreguladas. Há barbárie nas duas pontas. (Carta Maior; 3ª feira; 20/12/ 2011)
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Dói pensar que esses bandidos do PIG vivem à custa da propaganda oficial que o governo federal é obrigado a fazer. E das compras em escala efetuadas pelo governo paulista para escolas públicas (!?!?!?), dessas revistas sem qualidade jornalística, sem ética e sem público leitor.
No fundo, eles é que são chapa branca.
A chamada “grande imprensa”, por ter mais responsabilidade que os blogueiros ditos independentes, mas que, na maioria, são sustentados pela verba oficial e fazem propaganda política, demorou mais a entrar no assunto, ou simplesmente não entrará, por que precisava analisar com tranqüilidade o livro para verificar se ele realmente acrescenta dados novos às denúncias sobre as privatizações, e se tem provas.
Outros livros, como “O Chefe”, de Ivo Patarra, com acusações gravíssimas contra o governo de Lula, também não tiveram repercussão na “grande imprensa” e, por motivos óbvios, foram ignorados pela blogosfera chapa-branca.”
Veja que ele não fala que todos são chapa-branca, só a maioria.
Cade o PSOL que mobilizou gente contra a corrupção.
Quando o PSDB acusa o PT tornam ventrículo, quando da esquerda acusa, é silêncio total. O PCdoB está mobilizando com a proposta de CPI.
O PSOL pela sua postura, atitude deixa a imagem, que é falsa, que é um partido de esquerda invejoso, ciumento pelo poder.
Vende a imagem que apoio o PSDB e a direita.
É triste e trágico.
Quem é mais revolucionário?
Este discurso é tão infantil, como um doença, que o Lenin, no século passado, já apontou.
Morre o herói da 'Revolução de Veludo'
Vaclav Havel, escritor, intelectual e dramaturgo tcheco, faleceu durante o sono na noite passada. Depois de sofrer por anos com um câncer no pulmão, vence-o e em 2009 submeteu-se a uma cirurgia na garganta que o deixou doente com sérios problemas respiratórios até seus últimos dias. Havel, foi o grande herói da Revolução de Veludo, em 1989, quando livrou sua pátria do domínio comunista. Ele lutou com as armas precisas das palavras, com sua oratória invejável e seu humor implacável para com seus inimigos vencendo-os sem disparar um único tiro. Foi o primeiro presidente da Tchecoslováquia livre depois da tirânica opressão soviética de mais de quarenta anos. Durante o seu governo houve a divisão que resultou nas duas novas nações: a Rep.Tcheca e a Eslováquia. Precisamos de um homem desses aqui no Brasil.
Acorda Brasil...
Se o Messi fosse brasileiro a esta hora já estaria com cabelo de pavão multi colorido, brincos de lantejoulas, cordão de ouro tipo corrente de bicicleta, chuteiras degradê em roxo e amarelo-ouro, meias com glitter e perdendo mais tempo com eventos, promoções e propagandas do que treinando... Acorda Brasil...
Jeito Dilma de ser não poupa nem notebook
Ministros e técnicos do governo federal agora evitam levar os próprios notebooks para reuniões com Dilma. Fiel ao seu jeito estúpido de ser, em recente reunião com dirigentes e técnicos do DNIT, ela se irritou com um deles, que insistia em mostrar-lhe, no computador, um projeto já rejeitado. Com firmeza e agilidade, tomou-lhe o notebook das mãos e o arremessou para longe, espatifando-o, para em seguida dispensar o interlocutor chamando o despacho seguinte: “Próximo!”
Fato novo
“Arremesso de notebooks” é novidade. Os assessores palacianos estão mais habituados às broncas colossais da presidenta.
Espancamento
Dilma se prepara para discutir projetos, estudando-os, para submetê-los depois a um “espancamento” como uma “advogada do diabo”.
Teste de fogo
O autor de uma ideia tem que se virar para defendê-la, nas reuniões com Dilma. Se passar nesse teste de fogo, o projeto segue adiante.
Reconhecimento
Intolerante com a incompetência, Dilma é admirada por auxiliares, mesmo quem já tomou broncas, por reconhecer esforço e eficiência.
ESQUECER OS PARTIDOS
Por Carlos Chagas
Da múltipla entrevista de Dilma Rousseff, sexta-feira, pouca gente se deu conta de sua referência à postura que devem adotar ministros indicados pelos partidos: esquecer os partidos. Dedicar-se integralmente ao governo.
Foi isso que não aconteceu em 2011, quando a maioria dos ministérios entregues aos partidos transformou-se ou continuou feudo dos próprios. No ministério dos Transportes, por exemplo, dirigentes do PR despachavam no andar do ministro, sem dispor de cargo algum. Com o PDT foi a mesma coisa no Trabalho, sem esquecer o PMDB na Agricultura e no Turismo. Outras capitanias hereditárias existem em pastas que não foram mexidas.
Conseguirá a presidente sucesso nessa operação de desmonte? Para começar, deveria mudar os titulares dos ministérios partidários, claro que conservando ministros que já vinham se dedicando ao governo. Como a presidente, para complicar, desmentiu a reforma prevista para janeiro, fica a dúvida. Irá limitar-se a substituir Fernando Haddad, na Educação, por conta de sua candidatura a prefeito de São Paulo? Mas como fica o Trabalho, ocupado interinamente pelo PDT, depois da queda de Carlos Lupi?
Como agora é Natal e depois virão curtas férias de Dilma, certamente também de sua equipe, resta espera que janeiro passe rápido.
PT SEM IDEOLOGIA
Com oito anos do Lula e um da Dilma, foram indo embora os ideólogos do PT, ou quase todos. Os que porventura permanecem andam encolhidos, atropelados pela mutação causada no partido pela participação no poder. Os companheiros perderam a ideologia. Hoje, preocupam-se com o assistencialismo, na metade boa, e na outra nem tão boa assim, com a conquista do Estado através da ocupação de cargos públicos. Sem esquecer o domínio de entidades privadas ligadas a eles, sempre atrás de recursos governamentais.
A gente pergunta se essa descaracterização do PT provocará efeitos na eleição de 2014, menos a presidencial, personalista, mais a parlamentar. O partido, hoje, dispõe da maior bancada na Câmara dos Deputados. Caso consiga manter a prevalência, porém, não será em função de suas características ideológicas, mas porque os adversários também carecem desse produto hoje em falta nas prateleiras da política nacional.
domingo, 18 de dezembro de 2011
A VINGANÇA . . .
Temos que fazer com a privataria tucana o que os tucanos fizeram nos últimos 9 anos contra o governo popular: INSISTIR na punição do crime de CORRUPÇÃO praticado pelos doutos sorbonnards do inglório período FHC.
Com a pequena, porém significante, diferença: as denúncias contra a tucanalha vêm acompanhadas de PROVAS contundentes, e não alfarrábios de um dossier fajuto “intelectualmente” forjado em algum quartinho fétido do bairro de Higienópolis (ou Leblon). Pena que FHC tenha partido subitamente rumo a Paris, para espairecer…
Ah, Paris, Paris, je voudrais y vivre …
Com a pequena, porém significante, diferença: as denúncias contra a tucanalha vêm acompanhadas de PROVAS contundentes, e não alfarrábios de um dossier fajuto “intelectualmente” forjado em algum quartinho fétido do bairro de Higienópolis (ou Leblon). Pena que FHC tenha partido subitamente rumo a Paris, para espairecer…
Ah, Paris, Paris, je voudrais y vivre …
É o sr. GUR-JÔ!! O Graaaaaaaande Procurador… (me refiro ao diâmetro).
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”.
ANSEIOS DO POVO ?!?
O maior e mais perigoso poder de uma organização criminosa é a capacidade de corromper e controlar os serviçoes públicos e de interesse público, tal como o sistema judiciário e a grande mídia. É bom todos ficarem cientes que essa é uma luta contra um grupo muito poderoso, altamente capitalizado pelos saques ao patrimônio público ao longo dos anos.
Se nós não tivermos conciência disso e não expressarmos nossa vontade de que seja feita justiça para nossos representantes dos vulneráveis poderes republicano, nada será feito e no final só restará a indignação.
Eu tenho procurado fazer minha parte, mantendo contato com parlamentares.
Mas uma andorinha só não faz o verão.
Se nós não tivermos conciência disso e não expressarmos nossa vontade de que seja feita justiça para nossos representantes dos vulneráveis poderes republicano, nada será feito e no final só restará a indignação.
Eu tenho procurado fazer minha parte, mantendo contato com parlamentares.
Mas uma andorinha só não faz o verão.
“Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada” – Edmund Burke
FALTOU TIME, SOBROU TIMEDEZ . . .
O problema é jogador que não sabe dar passe por que isso não é treinado nos clubes e nem na seleção!
Futebol não é correria desorganizada.
Futebol não é correria desorganizada.
Futebol é coletivo, e os técnicos brasileiros não sabem treinar!
Esse toque de bola do Barcelona é treinamento específico.
Esse toque de bola do Barcelona é treinamento específico.
PERNAS PARA O AR QUE NINGUÉM É DE FERRO
Por Carlos Chagas
Dias atrás, na quinta-feira, dia 15, ao encerrar a sessão da Comissão de Relações Exteriores do Senado, seu presidente, Fernando Collor, despediu-se dos colegas desejando-lhes um Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Não foi o único senador a falar assim, muito pelo contrário. Na Câmara dos Deputados, fechado o plenário depois do meio-dia, o que mais se ouviu foram votos semelhantes.
A Constituição determina que os trabalhos do Congresso se encerrem a 22 de dezembro, mas na próxima semana pouquíssimas comissões se reunirão nas duas casas e nenhuma sessão deliberativa está prevista. Foram todos, ou quase todos, para casa, em seus estados, ganhando uma semana a mais de férias, pois só voltarão a reunir-se na capital federal em fins de fevereiro.
Além do espírito natalino, próprio da época, continua em vigência o ano inteiro o espírito de tolerância parlamentar. Além da prática de apenas trabalharem de terça a quinta-feira, enforcando as semanas onde algum feriado cai no meio, Suas Excelências tiveram o mês de julho de férias e agora começaram a gozar o resto de dezembro, mais janeiro e fevereiro. Sem lembrar do Carnaval, da Semana Santa, da Semana da Pátria e da Semana de Finados.
Para 513 deputados e 81 senadores regiamente remunerados, a 26 mil reais por mês, mais 60 mil reais a cada trinta dias, de verba para contratar auxiliares, passagens aéreas gratuitas, planos de saúde até a eternidade para eles e seus familiares, além de duas ajudas de custo anuais, da ordem de vencimentos mensais – convenhamos, o mínimo a esperar seria trabalho.
O cidadão comum tem um mês de férias, quando o patrão não compra, submetendo-se a horários rígidos. Seus representantes, nem pensar. Depois, ficam indignados quando as pesquisas revelam ser o Congresso uma das instituições de menor credibilidade nacional. De qualquer forma, Feliz Natal e Próspero Ano Novo para eles.
JUSTIÇA AINDA QUE TARDE.
Recebeu esta semana a medalha da Ordem do Mérito do Ministério da Defesa o embaixador Ovídio Mello. Do alto de seus oitenta anos, recebeu o reconhecimento tardio de quem honrou como poucos a diplomacia brasileira, tendo por isso sido perseguido, nos anos de chumbo do regime militar. Era cônsul do Brasil em Angola, no início do governo Ernesto Geisel, acompanhando de perto a conflagração naquela antiga colônia de Portugal. Assistiu a luta de Agostinho Neto pela independência, contra dois exércitos mercenários, um ao Norte, financiado pelos Estados Unidos, outro ao Sul, armado pela África do Sul. Venceu a ambos e quando proclamou o nascimento da nova nação, em Maputo, teve a seu lado, até fisicamente, o cônsul brasileiro. Fomos o primeiro país a reconhecer a nova Angola. Por conta disso Ovídio Melo sofreu intensa perseguição dos militares que, àquela época, integravam-se ao radicalismo do ministro do Exército, Silvio Frota. O presidente Geisel não desfez nosso reconhecimento, mas sacrificou o cônsul, agora homenageado pelas forças armadas.
EM HONRA DE JUSCELINO.
Na tarde de terça-feira, Câmara e Senado celebraram o lançamento do livro sobre a memória parlamentar de Juscelino Kubitschek, de autoria do historiador Ronaldo Costa Couto. JK foi deputado federal em 1934, mais tarde em 1946, assumindo o Senado depois de deixar a presidência da República, em 1961. Sua participação legislativa foi marcante, valendo recordar que em seu primeiro mandato já se pronunciava pela mudança da capital federal para o Planalto Central. O ponto alto de sua presença no Congresso, porém, verificou-se em seu último discurso no Senado, às vésperas de sua cassação pelo presidente Castello Branco. Trata-se de uma peça tão literária quanto política, de leitura obrigatória por quantos se interessam pela História do país.
Mais de 800 pessoas compareceram à solenidade, terça-feira passada, tendo discursado inúmeros deputados e senadores, entre eles Marco Maia, presidente da Câmara, e os senadores Pedro Simon e Eduardo Suplicy. Ronaldo Costa Couto autografou o livro até depois da meia-noite.
Se bobear, Henrique Alves perde a presidência
A escolha de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) como sucessor de Marco Maia (PT-RS) na presidência da Câmara dos Deputados não é uma questão fechada, apesar do acordo (por escrito) firmado entre os dois partidos. Foi isso o que insinuou o próprio Maia a jornalistas, esta semana. O desejo de inviabilizar o projeto de Alves cresce no PT na mesma proporção que aumenta a popularidade da presidenta Dilma.
Rolo compressor
“Desde a campanha, sempre que Dilma cresce nas pesquisas, o PT tenta ‘patrolar’ a gente”, lembrar importante líder do PMDB.
Discurso padrão
Para o líder do PT, Paulo Teixeira (SP), só o próprio PMDB pode inviabilizar Henrique Alves. “O PT está firme no acordo”, desconversa.
Mangas de fora
Atual vice, Rose de Freitas (PMDB-ES) adverte que eleição para presidente da Câmara “é uma disputa, não um processo automático”.
Má influência
Contrário “a vala comum de Eduardo Cunha”, Osmar Terra (RS) diz que Henrique Alves terá apoio descolando-se do deputado fluminense.
sábado, 17 de dezembro de 2011
PARABÉNS AOS DEMOTUCANOS
FHC, o Príncipe dos Sociólogos, Se-erra, o Administrador Preparado, Verônica Se-erra, a Maga da Internet, todos eles e mais outros estão de parabéns.
Graças a eles, muita muita muita gente no Brasil está lendo.
Um País de analfabetos lendo lendo lendo.
Que bom, finalmente eles fizeram algo para a Cultura no Brasil: aumentaram consideravelmente a venda de livros, e sem o apoio do PiG.
Que bom, finalmente eles fizeram algo para a Cultura no Brasil: aumentaram consideravelmente a venda de livros, e sem o apoio do PiG.
Foi genial.
Quem bom também, pois eles vão entrar para o anal de nossa história. Para o anal. Não adianta instituto, que também deve ter desviado dinheiro. Eu me lembro de alguma coisa relacionada à digitalização das falcatruas do Farol lá no instituto. Sumiu uma dinheirama e a coisa não saiu.
Não que a gente não sabia da pilantragem toda antes, mas agora a coisa está documentada.
Quanto dinheiro lavado, né?
Quanto dinheiro lavado, né?
Quanta empresa criada a míseros trocados que viram potências na mão da Maga da Internet.
E sabemos que a coisa é replicada nas prefeituras e estados aonde os demotucanos desgovernam.
É só investigar.
A VERDADE É . . .
"A omissão da imprensa em relação ao fenômeno editorial do ano é também a renúncia ao bom jornalismo."
Vai mais além: é conivencia, mesmo; Globo, Veja, Estadão e Folha de São Paulo tratam seus leitores como imbecis.
E anunciam isso publicamente fazendo escancarada blidagem dos corruptos Serra-FHC.
A verdade é que Civita, Marinho, Frias e Mesquita são cúmplices da roubalheira privata.
CIVILIDADE BRASILEIRA !?!
Na sexta-feira (16), durante o café da manhã oferecido no Palácio do Planalto a 50 jornalistas, a maioria fofoqueiros serviçais da Oligarquia Famigliar Midiática, Dilma Roussef afirmou que "é preciso estender a mão civilizadamente para a oposição".
Supõe-se que a Presidenta deva ter incluído aí, em primeiro lugar, o Clã G.A.F.E.*
Em segundo lugar, deduz-se que, além dos nomes dos brilhantes governadores do PSDB e do DEM que foram mencionados pela suprema mandatária do País, constem do rol elaborado por Dilma Rousseff oposicionistas civilizados, tais como:
1) O ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB-SP);
2) O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP);
3) O senador Aécio Neves (PSDB-MG);
4) A senadora Katia Abreu (PSDemB-TO);
5) O senador Demóstenes Torres (DEM-GO)
6) O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e
7) O senador José Agripino (DEM-RN).
Além desses, presume-se estejam arrolados pela Presidenta os educados deputados Sergio Guerra e Duarte Nogueira, do PSDB, os cordiais deputados Ronaldo Caiado e ACM Neto, do DEM, os ilustres deputados Rubens Bueno e Roberto Freire, do PPS, e alguns parlamentares do PP, como o nobre deputado Jair Bolsonaro, e do PSC, como o eminente deputado pastor Marco Feliciano.
E viva a civilidade braZileira! LULA, POR FAVOR, TE CURA LOGO DESSE CÂNCER !
Supõe-se que a Presidenta deva ter incluído aí, em primeiro lugar, o Clã G.A.F.E.*
Em segundo lugar, deduz-se que, além dos nomes dos brilhantes governadores do PSDB e do DEM que foram mencionados pela suprema mandatária do País, constem do rol elaborado por Dilma Rousseff oposicionistas civilizados, tais como:
1) O ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB-SP);
2) O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP);
3) O senador Aécio Neves (PSDB-MG);
4) A senadora Katia Abreu (PSDemB-TO);
5) O senador Demóstenes Torres (DEM-GO)
6) O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e
7) O senador José Agripino (DEM-RN).
Além desses, presume-se estejam arrolados pela Presidenta os educados deputados Sergio Guerra e Duarte Nogueira, do PSDB, os cordiais deputados Ronaldo Caiado e ACM Neto, do DEM, os ilustres deputados Rubens Bueno e Roberto Freire, do PPS, e alguns parlamentares do PP, como o nobre deputado Jair Bolsonaro, e do PSC, como o eminente deputado pastor Marco Feliciano.
E viva a civilidade braZileira! LULA, POR FAVOR, TE CURA LOGO DESSE CÂNCER !
Renúncia ao bom jornalismo
O livro e a imprensa, um ponto de ruptura
por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa
Esta semana marca um ponto de ruptura da imprensa brasileira tradicional, aquela chamada de circulação nacional. O fato de os principais jornais do país haverem ignorado o tópico mais divulgado na internet – o livro que denuncia atividades criminosas atribuídas a familiares e pessoas próximas do ex-governador José Serra – representa uma declaração pública de que a imprensa tradicional não considera relevante o ambiente midiático representado por blogs, sites independentes de empresas de mídia e grupos de discussões nas redes sociais.
A fidelidade canina das grandes empresas de comunicação ao político Serra é um caso a ser investigado por jornalistas e analisado por cientistas políticos. Na medida em que essa fidelidade chega ao ponto de levar as bravas redações – sempre animadas para publicizar toda espécie de malfeitoria envolvendo protagonistas do poder – a fingir que não tem qualquer relevância o fenômeno editorial intitulado A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., cria-se um precedente cujas consequências não se pode ainda avaliar.
Por iniciativa da imprensa tradicional, aprofunda-se o fosso que a separa da mídia alternativa.
Debate aberto
Não que tenha arrefecido o ímpeto dos jornais por dar repercussão a todo tipo de denúncia: estão nas primeiras páginas, nas edições de quinta-feira (15/12), o ministro Fernando Pimentel, o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz e o publicitário Marcos Valério.
Cada um desses personagens tem uma história a explicar para a sociedade, mas a imprensa, ao proceder com tão escancarado desequilíbrio nos critérios de edição, se desqualifica como meio legítimo para mediar a questão com a sociedade.
Não se pode escapar à evidência de que a imprensa realiza um esforço corporativo para apresentar ao seu público um cardápio restrito de escândalos, quando o prato mais apetitoso vende milhares de exemplares de livros, produz um mercado paralelo de cópias piratas e manifesta o desejo do público de saber mais.
O silêncio da imprensa prejudica as chances do ex-governador José Serra de contestar as acusações apresentadas no livro contra sua filha, seu genro, o coordenador de suas campanhas eleitorais e outros personagens ligados ao seu núcleo de ação política.
Paralelamente, amplia o raio de conflitos entre as empresas de comunicação e a categoria profissional dos jornalistas, muitos dos quais são ativos participantes nos debates sobre o livro de Amaury Ribeiro Jr.
Fugindo da boa história
A origem do esquema investigado pelo autor de A Privataria Tucana se confunde com o ponto em que a imprensa tradicional perdeu o interesse pelo caso do Banestado – provavelmente a matriz de todos os crimes financeiros revelados ou semiocultos no Brasil nos últimos quinze anos. Por essa razão, aumenta a curiosidade geral em torno da recusa da imprensa em reabrir esse caso através da janela criada com o livro de Ribeiro Jr.
A partir deste ponto, torna-se legítima qualquer desconfiança sobre o real interesse da chamada grande imprensa em ver desvendadas as denúncias de corrupção que ela própria divulga. Não há mais dúvida razoável de que essas denúncias são publicadas de maneira seletiva.
O mapa aberto pelo livro de Ribeiro Jr., pelo que já se deu a conhecer, complementa reportagens já publicadas sobre crimes financeiros em geral, mas principalmente sobre aqueles que têm como vítima o patrimônio público. Em geral, as reportagens sobre aquilo que agora é chamado de malfeito esmaecem quando o caso se transforma em processo formal na Justiça.
Estranhamente, quando surge a possibilidade de oferecer ao público o acompanhamento das conclusões, a imprensa sai de campo. Observe-se, por exemplo, que o chamado caso “mensalão” está para ser prescrito e há um hiato no noticiário entre a aceitação da denúncia e a prescrição.
No caso Banestado, assim como no livro-reportagem de Amaury Ribeiro Jr., o mais importante é a revelação do esquema de lavagem de dinheiro, com o mapa dos caminhos que o dinheiro sujo realiza por paraísos fiscais e contas suspeitas. Trata-se do mesmo esquema utilizado pelos financiadores ocultos do narcotráfico, pelos corruptos e corruptores e por cidadãos acima de qualquer suspeita.
Se desse curso às pistas levantadas no livro de Ribeiro Jr., a imprensa poderia construir histórias muito interessantes – por exemplo, ao identificar consultores jurídicos especializados em lavagem de dinheiro que costumam frequentar páginas mais nobres dos jornais.
A omissão da imprensa em relação ao fenômeno editorial do ano é também a renúncia ao bom jornalismo.
QUEM VIVER, VERÁ. . .
Parece que vão ficar solitários...
Irã procura Àrabia Saudita para tentar unir Oriente contra Ocidente... No Iraque nada resta, assim como na Líbia... os humanistas saem e deixam os clãs se matando.
Irã procura Àrabia Saudita para tentar unir Oriente contra Ocidente... No Iraque nada resta, assim como na Líbia... os humanistas saem e deixam os clãs se matando.
Mas o Irã mostra que já adquiriu a tecnologia dos drones e vai passar para outros paises...
Os americanos estão apostando que continuam poderosos, mas vão perceber que, podem acabar unindo todos os povos, contra um inimigo comum, eles! Lembrando que, o Irã é o canal que libera petróleo para o ocidente.
Os americanos estão apostando que continuam poderosos, mas vão perceber que, podem acabar unindo todos os povos, contra um inimigo comum, eles! Lembrando que, o Irã é o canal que libera petróleo para o ocidente.
Além de contar com Rússia e China.
Os EUA se torna um pais melancólico.
VAI SER DIFÍCIL
Vai Santos, vai tentar tira esse mundial do Barça,vai ser difiiiiiiiiiiicil.
Galera, realmente acredito que vai ser um jogo bem difícil para o Santos, mas estamos na torcida! Sou Fogão, mas amanhã vou torcer bastante pelo Santos! Boa sorte!
OS ASTROS DO SUPERJOGO
Messi, supercraque argentino, aos 25 anos, está perto de ser eleito melhor jogador do mundo pelo terceiro ano consecutivo. A noite da premiação, promovida pela Fifa, será na segunda-feira 9 de janeiro, em Zurique, na Suíça.
Messi concorre com Iniesta, meio-campo campeão do mundo com a seleção da Espanha e seu companheiro de time, e o português Cristiano Ronaldo, goleador do Real Madrid e também um dos mais bem pagos do mundo. Com 1m69 e 66 quilos, é considerado o jogador mais valioso do mundo. Marcou este ano 57 gols e completa domingo 70 jogos na temporada.
Neymar, destaque do Santos, aos 19 anos, 1m74, 67 quilos, é considerado o jogador mais valioso do Brasil e o 26º do mundo. Apesar do interesse de alguns times europeus, entre eles o Real Madrid, decidiu continuar no Santos por mais três anos: “Se estou valorizado agora, espero estar muito mais depois da Copa do Mundo, principalmente com o Brasil campeão”. Completa amanhã 67 jogos este ano com 40 gols marcados.
Virtudes principais de Messi: 1 - Raciocínio rápido. 2 - Ampla visão de jogo. 3 - Precisão nos lançamentos e nas finalizações. 4 - Domínio e condução da bola. 4 - Velocidade nas arrancadas. 5 - Sabe sempre se livrar da marcação e raramente se contunde.
Virtudes principais de Neymar: 1 - Habilidade e rapidez. 2 - Objetivo nas arrancadas. 3 - Coloca-se sempre bem para receber os passes. 4 - Finaliza melhor com o pé direito, mas utiliza bem o pé esquerdo, como no gol de 4ª feira nos 4 a 0 sobre o Al Sadd. 5 - Joga sempre com muita alegria e não gosta de ficar fora do time.
SANTOS Vs. BARCELONA
Santos x Barcelona, a vitória da qualidade.Setenta mil espectadores no estádio de Yokohama lotado. Milhões de telespectadores nos quatro cantos do mundo. Santos – campeão sul-americano – e Barcelona – campeão europeu – garantem a vitória da qualidade do futebol amanhã no Japão. Com o toque de refino de Neymar e Messi sobre quem os olhares estarão ainda mais atentos.
Santos F.C. – Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Henrique, Elano e Ganso; Borges e Neymar. Técnico – Muricy Ramalho: “Reconheço o favoritismo do Barcelona porque faz parte de um futebol muito mais organizado. As individualidades e a força do conjunto são excelentes. Não haverá marcação especial sobre Messi. Marcaremos o setor”.
Santos F.C. – Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Henrique, Elano e Ganso; Borges e Neymar. Técnico – Muricy Ramalho: “Reconheço o favoritismo do Barcelona porque faz parte de um futebol muito mais organizado. As individualidades e a força do conjunto são excelentes. Não haverá marcação especial sobre Messi. Marcaremos o setor”.
F.C. Barcelona – Valdés, Daniel Alves, Puyol, Busquets e Abidal; Keita, Iniesta, Xavi e Fábregas; Alex Sanchez e Messi. Técnico – Pepe Guardiola: “Só vimos o Santos na televisão no jogo de quarta-feira. É um time bem montado e com vários valores. Não podemos fazer análise individual por um jogo. Tentaremos impor o nosso ritmo e ganhar o jogo”.
O Santos F.C. ganhou o primeiro título mundial em 1962, goleando o Benfica (5 a 2), no Estádio da Luz, em Lisboa. Foi bicampeão em 63, derrotando (4 a 2) o Milan, em noite de muita chuva no Maracanã.
O Santos F.C. ganhou o primeiro título mundial em 1962, goleando o Benfica (5 a 2), no Estádio da Luz, em Lisboa. Foi bicampeão em 63, derrotando (4 a 2) o Milan, em noite de muita chuva no Maracanã.
O F.C. Barcelona disputa pela terceira vez uma decisão com times brasileiros. Na primeira, em 1992, perdeu (2 a 1) para o São Paulo e em 2006 foi derrotado (1 a 0) pelo Internacional.
O estádio de Yokohama, cidade a 40 km da capital Tóquio, foi palco do quinto título mundial do Brasil no domingo 30 de junho de 2002 com a vitória (2 a 0, gols de Ronaldo, ex-Fenômeno) sobre a Alemanha. Dirigida por Luis Felipe Scolari, a seleção, no 3-5-2, jogou com Marcos, Lúcio, Edmilson e Roque Júnior; Cafu, Gilberto Silva, Kleberson e Ronaldinho (Juninho) e Roberto Carlos; Ronaldo (Denilson) e Rivaldo.
** Tahrir, a praça mais politizada do mundo, volta a ser palco de confrontos entre manifestantes e forças repressivas no Egito com saldo de três mortos.
** indignados egípicos mantém acampamento nas imediações de Tahrir, próximo ao Parlamento, exigindo o fim da ditadura militar.
** Líbia se revela uma terra-de-ninguém.
** seccionada por grupos armados e dividida por cidades que perfilaram a favor e contra Kadaffi, o país tem mais de 9 mil presos arbitrariamente detidos.
A VOZ DO POVO E A SURDEZ DE SEUS REPRESENTANTES
O atendimento público à saúde é a área do governo que sofre as maiores críticas da população: 67% dos entrevistados pela pesquisa da CNI/Ibope, divulgada esta semana, reprovam o atendimento do setor. O número é particularmente destoante comparado ao salto de 51% para 56% no apoio geral ao governo Dilma. Mas sobretudo destoa constatar que nos dias que antecederam a pesquisa, o Senado brasileiro --com apoio da bancada do governo-- rejeitou, a exemplo do que já fizera a Câmara, a criação de um imposto sobre transações financeiras --de insignificantes 0,01%-- para reforçar o orçamento notoriamente deficitário da saúde pública. Diz algo sobre o esgotamento da democracia representativa que 67% da população aponte uma emergência e que seus supostos representantes a ignorem. Em 2007, derrotada nas urnas presidenciais no ano anterior, a coalizão demotucana, com intensa vocalização de seu dispositivo midiático, extinguiu a CPMF subtraindo R$ 40 bi à saúde. O Brasil investe no setor uma proporção do PIB tres vezes inferior à da França. (Carta Maior; Sábado; 17/12/ 2011)
BREJO
Pedir que a justiça seja aquela que não atende a todos, que não tem corrente ideológica, mas que busque atender aos anseios do maior número de pessoas com valores de justiça, pois quando a maioria é atendida temos justiça.
Este papo de Surda, Muda e Cega é balela assim como nossa justiça.
Para cumprirmos somente a Lei, estas teriam que ser elaboradas por pessoas aptas para tal. Nosso congresso hoje não é democrático e face a isto não gera democracia, gera salva-guardas para o que hoje assistimos.
LEI DA PALMADA . . .
Nossos políticos, por verdadeira ociosidade parlamentar (falta do que fazer) em seus gabinetes luxuosos e bem arejados, agora se metem na educação de nossos filhos e netos. Não se pode dar uma palmadinha para corrigir, enquanto é tempo, algumas peraltices das crianças.
Por isso é que vemos tanta criminalidade praticada pela nossa mocidade, o desrespeito aos mais velhos, aos mestres do ensino, às autoridades.
Não permitam que esses politiqueiros entrem na intimidade dos nossos lares e ditem regras de como devemos ensinar nossos filhos ou netos a se procederem.
Se esses demagogos querem assim e aprovaram a tal da "lei da palmada", que assim criem seus rebentos mas não impeçam minha liberdade de criar os nossos.
O aumento do STF.
Na terça-feira, uma comitiva do PMDB formada pelos senadores Valdir Raupp (RO), Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL) reuniu-se com o Presidente do STF, Cesar Peluso, e tratou de dois assuntos: o salvo conduto para Jader Barbalho (PMDB-PA) tomar posse no senado e o aumento do Judiciário.
Um dia depois, Peluso deu voto de minerva e desempatou o jogo a favor de Jader, que havia sido barrado pela "Lei Ficha Limpa". Para azedar o toma lá, dá cá do PMDB, o Governo Federal disse que não vai dá aumento pra ninguém.
E agora José? será que o STF caiu no conto do vigário do PMDB?
Muda Brasil, chega de cambalacho.
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