terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O CORAÇÃO DA CRISE

O mundo está saindo do buraco ou a crise toma fôlego para mergulhar no porão do abismo? Há números e argumentos para cada gosto. Até geograficamente a dualidade se oferece na contraposição entre uma economia americana menos anêmica e uma Europa que se desmancha sob a ação de solventes financeiros e políticos. George Soros adverte: a lixadeira do arrocho fiscal vai corroer o que sobrou em camadas de recessão e deflação de ativos. No Brasil, respeitados economistas já falam em um ciclo internacional de pelo menos dez anos: 'A Grande Depressão'.
Como os governos podem reagir ao infortúnio? Decifrar a dominância financeira que gerou a crise e impede a sua superação é o desafio encarado por um grupo de economistas da Unicamp (Ricardo de Medeiros Carneiro; Pedro Rossi; Marcos Vinicius Chiliatto-Leite; Guilherme Santos Mello). Eles se debruçaram sobre o coração do capitalismo nos dias que correm: o mercado de derivativos. Num paper para debate ('A quarta dimensão: os derivativos em um capitalismo com dominância financeira') o grupo radiografa a singularidade teórica dessa roleta e dimensiona o tamanho da encrenca: US$ 600 trilhões, dez vezes o PIB mundial; 35 vezes a massa de ações negociadas em bolsas.
1. A característica fundamental desse mercado é que ele não se funda na propriedade jurídica dos bens, mas através de uma teia de relações financeiras apropria-se dos direitos sobre o desempenho dos ativos.
2. Tudo se passa, de certo modo, como se as relações de propriedade lhe fossem indiferentes, desde que resguardadas as condições de desregulação das finanças, com a garantia da livre circulação de capitais.
3. Um traço da natureza parasitária e especulativa dessa etapa é a sua capacidade de inserir-se no processo de acumulação sem a necessidade de um investimento inicial no ambiente físico da economia. Salta-se a trindade da acumulação (D-M-D), mas também representa um passo além da financeirização originalmente expressa na forma D-D (valorização via jogo de ações, por exemplo).
4. Na medida em que deslocam seu foco da esfera patrimonial para a do rendimento que os ativos propiciam, os derivativos levam o processo de descolamento da economia real ao ápice.
5. Nos contratos de derivativos fundem-se o dinheiro e o juro intrínseco a cada etapa da operação capitalista, adicionando-se um ganho de velocidade e mobilidade que atende à busca permanente de proteção face às incertezas inerentes à propriedade e valorização da riqueza no mercado capitalista.
6. A fuga da incerteza está presente em toda a história do capital. Mas é somente quando o sistema financeiro se descola dos controles do Estado, graças a uma ordem política que delibera nesse sentido, a engrenagem se emancipa.
7. A partir de então, um véu de opacidade recobre os verdadeiros protagonistas das gigantescas operações de transferência de riqueza que o mercado de derivativos promove em ambientes assépticos, dentro de ternos finos, escritórios de luxo e telas de cristal líquido high tec. A acumulação do capital fictício ganha autonomia extrema, integrando riscos e mercados, reduzindo tudo a commodities, inclusive moedas nacionais flanqueadas a partir da submissão de governos aos mandamentos da desregulação financeira.
8. Um jornalismo especializado, rudimentar, de um modo geral no conteúdo, mas prestativo na abordagem, impermeabiliza tudo com uma camada de verniz naval de legitimidade e eficiência. Ao mesmo tempo desqualifica-se a crítica heterodoxa. Coube a esse jornalismo distinguir Celso Furtado, o maior economista brasileiro, com a alcunha de jurássico. Fecha-se um círculo de dominação e legitimação de um poder que os economistas da Unicamp denominam como a 'quarta dimensão' das relações capitalistas, sendo as anteriores as relações de subsistência; a extração da mais valia e o dinheiro a juros ou financeirização da riqueza patrimonial.
9. O lucro de cassino das operações com derivativos deriva de apostas sobre a variação de desempenho de um ativo que não se possui.
10. Mas os ganhos na roleta condicionam a formação dos preços a vista pelo seu volume descomunal e agressiva capacidade de interligar planetariamente diferentes mercados.
11. Na evolução do processo capitalista, o cálculo econômico é progressivamente condicionado, por exemplo, pelo exercício de direitos financeiros sobre o resultado de uma empresa. A supremacia das exigências de retorno (crescentes) impostas pelos acionistas, fundos e investidores de um modo geral transmite-se em cadeia para o pátio da fábrica e daí para as relações trabalhista, para os valores sociais e também para o meio ambiente. Cortes de custos; intensificação produtiva; maximização de resultados extrapolam quaisquer possibilidade de convívio sustentável entre humanos e entre eles e a natureza.
12. A dinâmica dos derivativos determina e condiciona o custo e a expansão do crédito; maximiza a especulação com títulos de seguro contra calotes de dívidas soberanas; influenciaa formação da taxa de câmbio pelo canal especulativo do carry trade (lucro com diferenciais de juros entre duas economias distintas); distorce as cotações de commodities, exacerbando tendências e volatilidade.
13. Tudo se torna perigosamente pró-cíclico, ao mesmo tempo em que as defesas do Estado recuam e a capacidade política e operacional de reação às crises definha.
14. O mercado de derivativos se sobrepõe aos demais na medida em que consegue se impor como uma esfera de poder e riqueza relativamente desconectada dos fundamentos e, não raro a contrapelo da economia real, que influencia e distorce, sem se dar ao trabalho de pisar no chão firme da fábrica ou assumir diretamente a aspereza da luta de classes. .
Sua hora da verdade fica por conta das crises. A crise põe em xeque a desregulação das finanças, a vulnerabilidade dos Estados, o crédito irresponsável e o endividamento temerário. É portanto uma crise dos próprios fundamentos da lógica hegemônica dos mercados derivativos que todavia subsistem como força política com músculos para disputar o passo seguinte da história. A ver.
Urnas eletrônicas e fraude nas bombas de gasolina, por aí dá pra pensar: as urnas eletrônicas são ou não, passíveis de fraude? Quem frauda uma bomba de posto de gasolina do jeito que fizeram, pode muito bem fraudar uma urna eletrônica.
Postei aqui várias vezes minha indignação com a reeleição desses canalhas da câmara e do senado.
Os fraudadores eletrônicos considero importante que as investigações sobre as fraudes nas medições de combustíveis denunciadas na TV se aprofundem até descobrir quem foi o engenheiro, técnico ou programador que projetou as placas da fraude.
Considero que até o CREA deve se envolver na investigação.
Afinal, não é qualquer "zé das couves" que consegue desenvolver o sofisticado sistema de fraude.
Precisamos honrar a nossa profissão, afinal, estudamos e nos formamos para fazer o bem para a sociedade, não prejudicar os outros.

ENTRE REMEDIAR E PREVENIR

Por Carlos Chagas.
Nos idos de 1966/67 o Rio viu-se presa de  profunda tragédia gerada pelas águas. Morros despencavam,   edifícios inteiros desmoronavam, casas desapareciam , avenidas viravam rios e rios transformavam-se em enormes lagos. O governador Negrão de Lima reuniu o secretariado debaixo de virulentas críticas por parte da imprensa e tomou duas decisões: remediar de imediato os efeitos da catástrofe e iniciar, ao mesmo tempo,  uma política de prevenção. Mobilizaram-se recursos para a contenção das encostas, a fixação de pedras monumentais que ameaçavam precipitar-se lá de cima. Dragaram-se rios e até se desviaram  cursos  que desaguavam no pequeno estado da Guanabara – tudo junto com o atendimento às populações atingidas, a recuperação de pontes e rodovias  destruídas e de ruas arrasadas, bem como  a construção de casas populares para a  transferência dos desabrigados. O governo federal pouco ajudou, Negrão era do MDB em plenos anos bicudos,  mas, mesmo assim, o Rio livrou-se da maior parte das consequências da chuva que continuou  caindo nos anos posteriores.
A presidente Dilma reuniu-se ontem com cinco ministros mais diretamente afetos aos danos verificados em diversas regiões do país por conta do aguaceiro que nos atinge.  Ficou  clara a  necessidade de duas linhas de ação igualmente prementes:  reparar, ou seja, remediar os  efeitos do  dilúvio que repete o verão do  ano passado, recuperando os estragos materiais  e atendendo as populações atingidas,  mas iniciar, desde já, amplo programa de prevenção para evitar, em 2013, as mesmas cenas abomináveis. Necessita o governo federal imitar a ação de um dos maiores governadores de que o Rio já dispôs.  Aquela dramática situação   estadual virou nacional, sabe-se lá porque desígnios da natureza.  Não basta atender os aflitos e remendar com obras de emergência o que foi destruído. Faz muito que arquivar as preocupações quando as águas baixam tornou-se  prática permanente das autoridades públicas. É preciso prevenir. Atuar antes que as coisas aconteçam de novo.    Buscar no exemplo de  54 anos atrás o roteiro para tirar o Brasil do sufoco.
AS DEVIDAS PROPORÇÕES.
 Por maiores méritos que possua o governador Eduardo Campos, com 90% de aprovação em Pernambuco, é preciso reduzir às devidas proporções  sua  influência  na sucessão presidencial de 2014. Alguns açodados defendem que ao governador tudo deve ser concedido, em nome da permanência do Partido Socialista na coligação  que sustenta o palácio do Planalto. Melhor ir com calma, ou seja, atendendo o neto de Miguel Arraes em tudo o que for possível, mas tendo presente que pouca influência ele  terá caso permaneça no bloco  governista atual  ou  ceda ao canto de sereia dos tucanos, prontos para oferecer-lhe a candidatura a vice-presidente na chapa cuja cabeça permanece indefinida.   Claro que Eduardo Campos reforçaria a indicação de José Serra mil vezes mais do que o desconhecido Índio da Costa,  imposto pelo DEM. Ou comporia  com Aécio Neves uma aliança tão política quanto geográfica.  Dispondo-se a disputar  a presidência, salvo inusitado, suas chances seriam nulas.
PRESIDÊNCIA EM CONDOMÍNIO.
Carlos Lupi reassumiu a presidência do PDT, ontem, mas em condições bem diversas daquela quando sucedeu Leonel Brizola. O ex-ministro do Trabalho desgastou-se, menos nas funções exercidas desde o governo Lula, mais na tentativa desesperada de permanecer, num período em que  até as cartomantes previam sua queda.
De novo no comando da legenda trabalhista, Lupi precisa  optar entre a tentativa do reinado absoluto que já exerceu ou uma gestão em condomínio. Passou o tempo de viver cercado de sabujos, necessitando agora de dar voz e voto aos setores dele mais afastados, a começar por  Cristóvan Buarque.
O saudoso Adolpho Bloch sempre dizia que os judeus perderam Jesus Cristo por falta de relações públicas. O PDT perdeu Dilma Rousseff mais ou menos pelos mesmo  motivos.
AGORA OU NUNCA.
Precisa definir-se o Alto Tucanato paulista. Ou convence José Serra a candidatar-se à prefeitura paulistana,  fincando bases permanentes no terreno da sucessão presidencial de 2014, ou arrisca-se não apenas a perder o Ibirapuera, mas antecipadamente também o Planalto. Levando a dicotomia Serra-Aécio  até às vésperas da escolha do novo presidente da República, a conseqüência será a  reeleição de Dilma. Reforçando o predomínio em São Paulo com a eleição do novo prefeito da capital, aliado ao governador,  as coisas não ficarão fáceis para o PT, no plano nacional. Em especial com Minas fechada em torno de Aécio Neves. O problema é que José Serra precisa definir-se o quanto antes, para que os tucanos preparem seu plano de vôo para Brasília.

AINDA AS ANTI-REFORMAS

Por Carlos Chagas.
Foi para não ver derramado sangue brasileiro que o presidente João Goulart impediu a Força Aérea de bombardear com napaln as reduzidas tropas do general Mourão Filho na divisa dos estados de Minas e Rio de Janeiro, em 1964. Três dias depois partiu para o exílio no Uruguai, com a mesma determinação. É dúvida se sabia ou não que com aquele gesto encerrava o capítulo das reformas de base em nosso país, já que tinha esperança de retornar em breve. De qualquer forma, de lá para cá, ninguém pensou mais nas reformas de base, fosse nos governos militares, no alvorecer da Nova República, no consulado do sociólogo ou mesmo no período em que fomos geridos por um sindicalista. Nem agora, sob o mandato da gestora-sucessora. Claro que todos os presidentes levantaram cortinas-de-fumaça, prometendo a verdadeira redenção do trabalhador, mas só fizeram asfixiar seus reclamos, sob rótulos os mais variados.
De Castello Branco ao Lula, nenhum deles impulsionou para valer a realização de mudanças estruturais em nossa vida social. Do voto do analfabeto que o primeiro general-presidente alardeou, ao bolsa-família do operário que preferiu o assistencialismo, não se ouviu falar mais, para valer, da participação dos assalariados no lucro das empresas, da co-gestão, da justa atualização do salário-mínimo com as necessidades das massas, da contenção dos lucros abusivos e dos privilégios das elites. Pelo contrário, foram sendo sistematicamente suprimidos os direitos um dia estabelecidos por Getúlio Vargas. Dos militares, que fizeram o dever de casa imposto pelo empresariado, acabando com a estabilidade no emprego, a progressão chegou a esse ridículo salário-mínimo de 622 reais. Lembra-se que Fernando Henrique beneficiou o capital internacional e nacional, empenhado em cuidar do andar de cima sem olhar para o porão, mais ou menos o que o Lula continuou, mesmo contrabalançando com migalhas as agruras de parte dos miseráveis.
Por que se recorda esse processo cruel? Porque mais um episódio começa a ser preparado na novela. As elites pretendem que 2012 venha a ser o ano da “reforma trabalhista”, melhor seria dizer, da anti-reforma. Sob o pretexto de que os direitos do trabalhador prejudicam o desenvolvimento das empresas, querem reduzir os impostos sobre as folhas de pagamento, acabar com as indenizações no caso das demissões imotivadas, assim como extinguir o décimo-terceiro salário e as férias remuneradas, pela sua divisão em doze parcelas anuais, que logo seriam tragadas pelos baixos salários.
Seria hora de as centrais sindicais se organizarem para a resistência, já que nem pensam nas reformas de base. Mas do jeito que elas se comportam, nem haverá que esperar.

EM VEZ DE VAIAS, APLAUSOS RETUMBANTES

Por Carlos Chagas.
Os trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte estavam na reta final  absorvendo o ano de 1987 e entrando por 1988 num lento arrastar de conflitos entre os ditos democratas e os supostos progressistas. Parte da opinião pública começava a criticar o dr. Ulisses,  todo-poderosos  presidente, que diante de impasses intransponíveis encontrara a solução brasileira, mesmo contrária aos mais elementares princípios de Direito: o que  não pudesse ser acordado para integrar a Lei Maior ficaria para a Lei Menor, ou seja, leis complementares e  ordinárias decidiriam questões obrigatoriamente constitucionais.
Certa noite, em Brasília,  o dr. Ulysses refugiara-se com alguns amigos na casa do jornalista Afrânio Nabuco,  quando se lembraram de jantar. O velho manifestou desejo de comer churrasco.    Como se encontrava no grupo o empresário Celso Kaufmann, veio a sugestão para fossem a uma  churrascaria de sua propriedade. Foram, mas tiveram a  surpresa de ver a casa fechada para o público, posta à disposição de mais de uma centena de funcionários do Banco do Brasil, que lá confraternizavam. A primeira reação foi de buscarem outro restaurante, mas Kaufmann tomou-se de ares de patrão e, contrariando sua natureza amena, chamou o chefe dos garçons e disse que  preparassem uma mesa extra para seus convidados. Alguém alertou que precisariam   passar pelos servidores públicos em festa, mas agastados com a negativa de alguma pretensão na Assembléia Nacional Constituinte. Seriam  bem capazes de entoar  vaias ao reconhecer o deputado paulista. Celso Furtado, Maria da Conceição Tavares e outros  estimularam Ulisses a  enfrentar a situação. Entraram pela porta principal e logo os comensais perceberam sua  presença.  Seguiu-se um segundo de espanto e de repente os funcionários todos prorromperam em monumental  aplauso que durou dez minutos. Entusiasmado, ele encontrou um microfone e pronunciou vibrante discurso, feliz da vida.
Tempos depois Afrânio Nabuco ainda comentava  o episódio quando Celso Kaufmann revelou: tivera tempo de reunir os garçons, determinando-lhes que cada um fosse para um dos cantos do salão.
Quando o dr. Ulisses entrasse,  deveriam bater vigorosas  palmas e gritar com veemência o nome dele, estimulando a platéia a fazer o mesmo...
Emenda parlamentar.
Maior gato já inventado por estes que em época de eleição dizem que nos representam. Mostra a incompetência do executivo, que propicia ao parlamentar administrar o dinheiro do contribuinte na forma que vemos.
Não passa de campanha politica renomeada de emenda.
O ministro da integração é exemplo claro.
COLUNA DO CLAÚDIO HUMBERTO.
Governo de Minas nem sabe se pediu dinheiro a Dilma.
Enquanto Minas Gerais naufraga com as enchentes que atingiram mais de cem cidades, o governo do Estado sequer sabe o total de recursos pedidos ao governo federal e recebidos para a prevenção de desastres naturais. O governador Antônio Anastasia (PSDB) alega que cabe às prefeituras pedir a verba, pois “conhecem melhor a realidade dos municípios” e receberam treinamento para apresentar projetos à União.
Levantamento

Também atingido por enchentes, o governo do Rio afirma ter recebido R$ 456 dos R$ 665 milhões pleiteados para obras de prevenção.
 Adiantou?

A maior parte dos recursos, R$ 330 milhões, foi liberada pelo Ministério das Cidades para Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis.
Nem pensar

O governo não cogita mudar o ministro da Agricultura, nem o ministro Moreira Franco deseja o cargo. Até brincou: “Tenho senso do ridículo”.
Mendes fica

O deputado Lúcio Vieira Lima (BA) avisa: “Não passa na bancada do PMDB a substituição do ministro Mendes Ribeiro”.
Como se pode perceber por aqui, o grande aliado da mídia corporativa é a sede exclusivista de alguns membros do PT.
Isolados politicamente, companheiros, restar-nos-á a santificada companhia do Psol, a contemplar, do alto das nuvens a que ascendem os puros d'alma, os fatos que ensejarão o lançamento do segundo livro de Amaury Ribeiro Junior: "A Privataria Tucana II, O Retorno".
Aliás, o ex-deputado federal pelo PPS, Augusto Carvalho, o que coordena a ONG que acusou levianamente o ministro.
Naquele tempo ele era apenas um membro do PCB e presidente do sindicato dos bancários, não o sabia ainda como o pelego que hoje se revelou.
O que eu acho interessante é que ninguém da nossa prestigiosa e isenta imprensa golpista fez a conexão entre um "careca" e o "outro careca". Ou entre os seus respectivos acessores....
Ou seja, pegaram um arrecadando os tubos de dinheiro e o outro precisando para uma campanha presidencial que se avizinhava.
O primeiro candidato a vice do último.
2012 tucano: CPI da Privataria, e agora estranha doação milionária.Mulher de empresário flagrado em vídeo pagando propina no mensalão do DEM em Brasília fez a maior doação de uma pessoa física na eleição de 2010: R$ 8,2 milhões para a direção nacional do PSDB. Escândalo custou cargo de governador do Distrito Federal a José Roberto Arruda, o outro 'careca' que o presidenciável tucano de 2010, José Serra, cogitou de vice.

O TAMANHO DA ENCRENCA

O mundo está saindo do buraco ou a crise toma fôlego para mergulhar no porão do abismo? Há números e argumentos para cada gosto. No Brasil, economistas já falam em um ciclo internacional de pelo menos dez anos: é 'A Grande Depressão', arrisca Ioshiaki Nakano. Decifrar a dominância financeira que gerou a crise e impede a sua superação é o requisito encarado por um grupo de economistas da Unicamp coordenado por Ricardo Carneiro. Eles se debruçaram sobre o coração do capitalismo nos dias que correm: o mercado de derivativos. O grupo radiografa a singularidade teórica dessa roleta e dimensiona o tamanho da encrenca: US$ 600 trilhões, dez vezes o PIB mundial; 35 vezes a massa de ações negociadas em bolsas. A característica fundamental desse poder é que ele não se funda na propriedade jurídica dos bens, mas se apropria dos direitos sobre o seu desempenho. Sem um antídoto aos fundamentos, pode-se até mitigar etapas da queda. Mas será difícil escapar do buraco negro escavado por anos de perdas e danos (Carta Maior; 4ª feira; 10/01/ 2012)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

BLOGUEIRA CUBANA YOANI SÁNCHEZ

Lula sugere que jornalista cubana envie carta a Dilma para entrar no país
O ex-presidente Lula aconselhou nesta segunda (9) que a jornalista cubana Yoani Sánchez, autora do Blog Generación Y, envie uma carta à presidente Dilma Rousseff para conseguir a permissão para visitar o Brasil. A informação é do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que visitou hoje o ex-presidente. A jornalista pretende comparecer à exibição, na Bahia, no dia 10 de fevereiro, do documentário "Conexão Cuba/Honduras", do qual participa como entrevistada. Segundo o senador, ele vai encaminhar a sugestão de Lula para Yoani. Em vídeo divulgado semana passada, a jornalista fez um apelo à presidente para que colabore no diálogo com as autoridades cubanas.
PT veio para ficar o PT- Partido dos Trabalhadores, nasceu, foi fundadado por um grupo de operários, metalurgicos, intelectuais, religiossos em 1980 e que por sua persisitencia, ousadia, coerencia principoalmente de seu lider maior, Luis Inácio Lula da Silva atraves do votos da maioria do povo brasileiro chegou ao poder em 2003, foi reeleito e ainda por cima fez sua sucessora.
É considerado um dos melhores Presidentes do Brasil, terminou seu mandato com 85% de aprovação, os acertos do partido foram bem maiores do que os erros, o povo sabe que o DEM, PSDB, PP, PTB, PR pela ordem são os campões Nacionais da roubalheira.
PT neles.

A HORA DE OS SOLDADOS VOLTAREM

Por Carlos Chagas.
Por melhores que sejam as intenções e as iniciativas internacionais, um soldado estrangeiro armado transitando em terra estrangeira será sempre considerado inimigo pelas populações locais. Esse é o obstáculo intransponível às chamadas Forças de Paz, de Guerra, Coligações ou sucedâneos espalhadas pelo planeta. Não houve paz enquanto tropas americanas continuaram no Iraque, de onde se diz que saíram, ou continuam no Afeganistão e alhures.
A propósito, é sempre lembrada como exemplo a história daquele jornalista, comunista empedernido, na Itália, que dirigia um pequeno matutino há muito proibido por fascistas e nazistas. Quando as tropas do general Mark Clark estavam nos subúrbios de Roma e os alemães já tinham fugido, os jornais da capital italiana prepararam manchetes patrióticas a respeito da entrada dos soldados: AMERICANOS, MUITO OBRIGADO!”, “BENVINDOS, SALVADORES DO UNIVERSO!”, “VAMOS APLAUDIR OS DEMOCRATAS QUE CHEGAM!” e coisas parecidas. Pois o nosso confrade vermelho preparou a primeira página do jornal há tanto tempo proibido com a manchete: “AMERICANOS, FORA DE ROMA!” Era a premonição do que viria depois.
Vale o mesmo para a presença brasileira no Haiti, ainda que por enquanto falte a exortação de “BRASILEIROS, GO HOME! Que não tarda a ser impressa. Até nossa seleção de futebol foi jogar lá, para agradar a população e demonstrar que somos amigos. Não adiantou nada. Fica indignado cada haitiano que vê passar um carro de combate cheio de soldados brasileiros, mesmo que estejam indo apaziguar uma briga interna ou distribuir água ou comida. Sem falar nos inevitáveis entreveros muitas vezes provocados por maus elementos, quando não por patriotas sequiosos de independência.
Está na hora de o governo brasileiro repensar nossa presença naquele infeliz país. Somos invasores, quaisquer que pareçam os bons propósitos de impedir o caos e tentar levar a tranquilidade a uma sociedade posta em frangalhos. E de ajudar em suas piores hora, quando do passado terremoto, da fome permanente e das inevitáveis epidemias. Nossos contingentes não são tidos como libertadores, mas como invasores e intrusos.
Há anos suportamos o ônus de cumprir determinações das Nações Unidas. Está na hora de nossos soldados voltarem. Ainda semana passada morreu um de nossos soldados, em acidente de trânsito. Precisava?
HORA E VEZ DE TANCREDO.
Silvio Tendler, cineasta empenhado em recuperar a memória nacional, já nos deu monumentais documentários sobre João Goulart e Juscelino Kubitschek. Resgatou a trajetória dos dois ex-presidentes e depois dedicou-se a um terceiro, Tancredo Neves. Ajudado pelo jornalista José Augusto Ribeiro, mandou para as telas e telinhas material de primeira qualidade, já se constituindo em contribuição fundamental para o historiador do futuro. E para todos nós, do presente, os que conheceram e os que não conheceram a saudosa raposa política mineira.
Entre mil episódios da vida de Tancredo, vale pinçar um dos que estão sendo apresentados por Silvio Tendler:
Tancredo iniciava sua campanha para a presidência da República e conversava, como quase todas as manhãs, com José Hugo Castelo Branco, Francisco Dornelles, Hélio Garcia, Mauro Salles e outros. Estava sendo um massacre, pois cada um dos interlocutores criticava o candidato, fosse por suas abordagens serenas a respeito de temas político-institucionais, fosse por sua postura amena nos palanques ou até por conta das regiões que precisava e ainda não tinha visitado.
De repente Tancredo levanta-se, dedo em riste e manda que se dirijam porta a fora. Dispensava-os todos, com rispidez. Um deles voltou-se e perguntou: “para onde nós iremos, dr. Tancredo?”
Resposta sutil, à qual seguiu-se uma malicioso toque de humor: “ora, vão para a campanha do Maluf, que é o lugar de vocês...”
UM FIO DE ESPERANÇA.
Resposta direta ou não ao horror que ainda assola os subúrbios do Rio, apesar das Polícias Pacificadoras, a verdade é que a Polícia Federal, auxiliada pelas polícias de diversos estados, vem apreendendo quantidades jamais imaginadas de cocaína, maconha, craque e outras drogas, bem como prendendo montes de traficantes.
É a melhor resposta para enfrentar o crime organizado: atingí-lo no bolso, causando-lhe prejuízos capazes de desarticular suas atividades. Permanecer no morro e às vezes levando tiros pode tornar-se necessário, mas adianta muito pouco quando se sabe que atrás de um traficante eliminado virão outros, já escolhidos à maneira dos planos de estado-maior nas batalhas. Atacar e destruir suas provisões parece mais inteligente e mais eficaz. E, se possível, invadir os gabinetes refrigerados, no asfalto, dos verdadeiros chefões do tráfico.

PEGA PRA PAGAR . . .

MAIS UM NA MARCA DO PÊNALTI

Por Carlos Chagas
De novo em Brasília, apesar de só voltar ao palácio do Planalto segunda-feira, a presidente Dilma poderá ter incluído mais um nome em sua lista de possíveis ministros substituíveis na reforma prevista para este mês. É o titular da Integração Nacional, Fernando Bezerra, que fez a emenda ficar pior do que o soneto, esta semana. Flagrado por haver destinado a Pernambuco 90% da verba liberada cujo destino era prevenir e recuperar cidades atingidas por enchentes, o ministro rebateu mas chutou contra sua própria meta e fez o gol. Declarou que não poderia discriminar seu estado natal só porque nasceu lá, quando na realidade não discriminou, mas privilegiou. Disse mais que agiu assim porque os projetos das cidades pernambucanas foram bem feitos, ao contrário das similares de outros estados. Com luvas de pelica, o governador de Minas, Antônio Anastásia, não reagiu. Nem Sérgio Cabral, do Rio. Mas deveriam, porque cidades mineiras e fluminenses sofreram muito mais e continuam à míngua, em matéria de recursos.
Ninguém sabe o que se passa na cabeça da presidente Dilma, em termos de mudanças no ministério, exceção das iniciativas óbvias que precisará tomar, como designar o novo ministro da Ciência e Tecnologia, com o deslocamento de Aloísio Mercadante para a Educação, dado o pedido de exoneração de Fernando Haddad para candidatar-se à prefeitura de São Paulo. Mais a designação do novo ministro do Trabalho, ocupado por um interino desde a queda de Carlos Lupi. Admite-se, ainda, a substituição de Mário Negromonte, das Cidades. Só para ficar na linguagem do futebol, porém, a verdade é que Fernando Bezerra encontra-se na marca do pênalti. E não como batedor.
A LEI MAIOR E A LEI MENOR.
Saiu-se o governador Agnelo Queirós, de Brasília, com outra bobagem. Sancionou lei oriunda da Câmara Distrital proibindo que o carona possa fumar no carro onde o motorista já se encontra proibido, no qual viajam crianças e gestantes. Não se discute o efeito do cigarro nos fumantes passivos, que é pernicioso. Muito menos a impossibilidade de fiscalização por parte da Polícia Militar, já que para saber se uma passageira está grávida, será preciso que o guarda meta a cabeça na janela do veículo ou peça a todas as senhoras para descerem, de preferência com atestado médico.
O ridículo nessa história é que se alguma criança ou gestante der sinais de asma, bronquite ou coisa pior, por conta da fumaça dos adultos, precisará ir ao hospital ou ao posto de saúde. Ficará a madrugada e o dia inteiro na fila, sem ser atendida, ouvindo depois que faltam médicos pneumologistas.
Em Direito, existe a hierarquia das leis: a maior prevalece sobre a menor. Que tal o governador cumprir primeiro a disposição de que todo brasileiro tem direito a tratamento gratuito de saúde, em boas condições, e depois mandar seus policiais fiscalizarem o uso do cigarro?
TELEJORNAIS OU DELEGACIAS DE POLÍCIA?
Não falamos do Datena, que tem seu espaço garantido, mas do exagero hoje vulgarizado nos telejornais, com raríssimas exceções. Da manhã às altas horas da noite, muito mais da metade das matérias apresentadas referem-se a crimes, violência e catástrofes acontecidas no dia, na véspera e até semanas antes. Com o agravante de que transformam notícias em espetáculos onde aparecem imagens chocantes, depoimentos trágicos e explorações descabidas. É claro que cabe aos meios de comunicação divulgar tudo o que se passa na sociedade. Se a criminalidade aumentou, se a violência impera, se os vícios predominam e a miséria duplicou – tudo deve ser transmitido. Mas na devida proporção, porque outro tipo de informação também existe. Em especial quando, não raro, é mostrada a dificuldade encontrada por um cabritinho, na China, para sair do precipício em que caiu.
Argumentam as redes de televisão que trabalham em função da audiência, sustentáculo da publicidade e do faturamento. Se é isso que o telespectador quer, é isso que receberá. Seria bom pôr em dúvida o círculo vicioso, porque ninguém garante que o cidadão deixará de apreciar outras matérias, se recebê-las.
FATIAMENTO SÓ MAIS TARDE.
Observadores da vida parlamentar aproveitam o recesso para tirar algumas conclusões. Uma delas é de que depois da ampla reação do eleitorado do Pará, contra a divisão do estado em três, ficam prejudicadas as propostas de retaliação do Amazonas, Maranhão, Piauí, Mato Grosso, Bahia e Minas. Na maioria dos casos, são políticos e não econômicos os projetos tramitando ou dormindo nas gavetas do Congresso. Devem-se à ambição de deputados ou senadores ávidos de garantir-se e até de concorrer aos governos dos novos estados, a prefeituras das novas capitais ou a cadeiras nos tribunais de contas a ser criados. Sem falar no sumidouro de recursos em que esses novos estados de tornariam, claro que tudo correndo por conta do governo federal. O mapa do Brasil continuará o mesmo, por muitas décadas.

BEZERRA !!!

Prêmio Fifa...
Hoje na Suíça, uma bela festa para premiar os melhores do futebol no mundo. Leia-se Europa sem nenhuma surpresa, aqueles que eram os favoritos levaram os troféus.
Apenas gostaria de acresentar alguns detalhes, que não passaram despercebidos; todos se expressaram na língua-mater.
O nosso Ronaldo brasileiro nato falou em espanhol porque? Se a festa era na Suíça, e a lingua oficial da Fifa é o inglês... O único personagem masculino de brincos, também era brasileiro ... e o Pelé? . . . esse pode. . . é cidadão do mundo . . .  elegante e polido como sempre foi.
Povo alienado e cruel
Somente com a assimilação da necessidade do exercício da cidadania, juntado a boa educação cidadã com responsabilidade, conseguiremos acabar com a influiência dos políticos calhordas e corruptos a essa massa de manobre que é grande parte da população alienada.
Queira Deus que essa gente acorde enquento é tempo.

NEPOTISMO ?!?

BOTO FÉ

Salve a Petrobrás.
O milhardário capitalista Rockfeller, o dono de quase todo o petróleo em território americano ao século passado respondeu de quando uma entrevista haver somente três maneiras de se ganhar garantidos rios de dinheiro por quanto de se administrar uma empresa. Tal empresa deveria ser do ramo petrolífero, bem administrada; ou mais ou menos administrada; ou, podia, até mal administrada (padrão Petrobrás).
Acertou.
Apesar de no ano de 2011, a Petrobrás ser uma das duas únicas empresas do ramo no mundo a dar prejuízo, no entanto continua mundialmente cobiçada pelo capitalismo internacional.
Já pensou a Petrobrás em mãos competentes, excluída dos tentáculos ?

domingo, 8 de janeiro de 2012

CHUVAS . . .

FERIADOS

O projeto de lei que muda para segunda ou sexta feira os feriados que ocorrem no meio da semana traz à tona, mais uma vez, as contradições próprias de nosso país; enquanto os parlamentares se preocupam com o descanso dos trabalhadores, nós nos preocupamos com o trabalho deles, que sempre resulta em prejuízo para a sociedade!
O Brasil tem apenas duas classes: aquela dos que trabalham país afora, e a dos desocupados que ocupam o Congresso Nacional.
Afinal, prá que manter um parlamento medíocre e prejudicial como esse?

VERBAS DA CHUVA


CÂMERAS DE SEGURANÇAS

LIQUIDAÇÕES ?!?

Mega enganação o PROCON deveria investigar mesmo a propaganda enganosa feita nas mega promoções. Basta uma rápida pesquisa na internet para descobrir que o preço dos produtos anunciados como os normais, sem os descontos, estão muito acima do mercado. Ou seja: os preços das "Mega Liquidações" são iguais ou pouco abaixo dos praticados normalmente.
Um ex.: uma lavadora Bratemp 8 kg anunciada de R$ 1.199,00 por R$ 799,00 é vendida normalmente por cerca de R$ 809,00 em outras lojas e em nenhuma delas se encontra esta máquina por mais de R$ 900,00.
O consumidor está sendo ludibriado e induzido a fazer péssimas compras.
Algemas de ouro, retransmito a notícia abaixo e constante dos principais jornais de ontem: "O Movimento 31 de Julho, responsável por diversas manifestações contra a corrupção na cidade do Rio de Janeiro realiza uma votação bem-humorada para a escolha do político mais impune do Brasil. A escolha denominada Troféu Algemas de Ouro 2011, termina no dia 15 de janeiro, e é realizada através do Facebook. Até este sábado haviam sido computados 5.556 votos. O senador José Sarney aparecia em primeiro lugar com 3.339 dos votos, seguido por José Dirceu, com 1.052 e Jaqueline Roriz, com 455. " eu ainda não votei, mas desde já declaro meu voto ao "cappo de tutti i cappi",

GREVES . . .

Comandante em Chefe
A Presidenta Dilma Vana Roussef para desespero de alguns, dos direitistas, conservadores, nostálgicos da Ditadura Militar Fascistar, é por Lei a Comandante em Chefe das Nossas Gloriosas Forças Armadas - ironia da História, ela que em um passado recente foi vítma covarde de alguns Terroristas de Estado que envergavam na época a farda do Exército do Brasil, mas isto foi em 1966. A Ditadura Militar foi derrotada; Dilma é uma Mulher do bem que enxerga para frente esta mesquinhez do passado que é cobrado pela História através da Comisssão da Verdade para que os Terroristas Estatais paguem mesmo pela sua covardia e por seus crimes hediondos.
Terrorismo praticado por políticos
Projeto de lei do deputado federal João Campos (PSDB-GO) que define o conceito de organização terrorista. Já tenho a minha definição. O pior terrorismo é político e autoridades se organizam para desviar dinheiro público. Isso gera atraso, fome, doença, analfabetismo e até mortes causadas por desabamentos que poderiam ser evitados, se os administradores fossem realmente responsáveis.
EUA ameaçam atacar Irã caso país tente bloquear estreito de Ormuz.
O chefe do Pentágono, Leon Panetta, afirmou neste domingo (8) que os Estados Unidos responderão através da força caso o Irã tente bloquear o Estreito de Ormuz - passagem estratégica para o tráfego marítimo de petróleo. "Fomos muito claros sobre o fato de que os Estados Unidos não tolerarão o fechamento do estreito de Ormuz. Esta é uma linha vermelha para nós e vamos responder", advertiu o secretário americano de Defesa durante a transmissão do programa "Face the Nation" na rede de televisão CBS. A tensão aumentou entre Teerã e Washington desde terça-feira, após a advertência iraniana sobre a presença da marinha americana no Golfo enquanto realizavam manobras militares, despertando temores sobre o eventual fechamento do estreito de Ormuz, por onde transita 35% do petróleo mundial transportado por via marítima.

A VERDADE É . . .

DEM quer que Bezerra seja investigado.
O líder do DEM no Senado, senador Demóstenes Torres (GO), afirmou neste domingo (8) que pedirá para a Procuradoria-Geral da República investigar o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional). O senador disse que vai entrar com uma representação na próxima terça-feira na procuradoria pedindo a abertura de um inquérito civil público contra o ministro. "O ministro está descumprindo sua função. Faltou compostura a ele, que tem dado privilégio no repasse de recursos", disse Demóstenes.

SERÁ ?!

DE NOVO NÃO

MINAS GERAIS

Em seis dias, volume das chuvas era o esperado para o mês de janeiro.
O boletim da Defesa Civil informou neste domingo (8) que o volume das chuvas já registrou 228,7 mm, dos 296,3 mm esperados para o mês de janeiro na capital mineira, o que representa 77% do total esperado para o mês. A previsão para este domingo é de tempo instável em quase todo o Estado, devido à atuação de um sistema frontal no oceano, nas imediações do litoral da Região Sudeste. Há tendência de grande volume de chuva, principalmente, para o Noroeste de Minas Gerais.

TCHIBUM ! ! !

CHUVAS . . .

RS: sobe o número de municípios em situação de emergência devido a seca
Subiu para 102 o número de municípios gaúchos que decretaram estado de emergência ou calamidade em decorrência da estiagem que atinge toda a Região Sul. O último boletim divulgado pela Defesa Civil do estado informa que 452 mil pessoas foram afetadas até o momento em função da seca. No total, os prejuízos causados pela estiagem na região chegam a R$ 2,797 bilhões. Os dados são da Defesa Civil dos três estados e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Só a produção de soja no Rio Grande do Sul deve sofrer 25% de perdas. No Paraná, a redução da colheira de soja chagará a 10% em relação à safra de 2011.

CALMANTE NA ENCHENTE

BURROCRACIA

Governo demora anos para reparar desastres.
Um ano e meio após enchente que matou dezenas de pessoas e tirou mais de 40 mil de suas casas, só agora Alagoas recebeu a primeira parte dos recursos prometidos pelo Ministério da Integração. Pior: do convênio de R$ 8 milhões com a pasta, Alagoas recebeu apenas R$ 1 milhão em dezembro de 2011. O valor foi liberado para “a realização de estudos e projetos” de reconstrução das bacias de Mundaú e Paraíba.

ENCHENTES

I=MPOSTOS . . .

NUM FALHA . . .

Gilson Caroni Filho
O que move o partido-imprensa
Merval Pereira, Miriam Leitão, Sardenberg, Eliane Catanhede, Dora Kramer e outros mais necessitam ser analisados pelo que são: intelectuais orgânicos do totalitarismo financeiro. O conteúdo de suas colunas representa a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro.
A ótima critica feita à ortodoxia pró-juros e torço para a esquerda tenha clareza de seu papel na defesa do nosso mercado interno e de nossa indústria. Só gostaria de fazer uma ressalva. Acredito sim que esta situação de moeda valorizada traz um competição desleal a muitos setores de nossa indústria, mas existe um setor que é claramente um oligopólio, que é o dos automóveis.
Pudemos observar que logo após a entrada dos primeiros carros populares importados chineses, vários dos carros até então mais baratos aqui produzidos tiveram seus preços reduzidos, demonstrando a natureza dos preços administrados do oligopólio do setor de automóveis, que há tempos vinha sendo denunciado. Assim sendo, me pareceu precipitada a medida protecionista que nosso governo tomou para este setor especificamente

CHUTANDO A HISTÓRIA

Ninguém sabe ao certo o que vai predominar em 2012: se a lenta recuperação norte-americana ou o mergulho sem fim do sistema econômico europeu. O certo é que a busca por chão firme fará do comércio internacional um espaço de disputa impiedoso. O mercado interno brasileiro é um dos mais cobiçados; o país que sobreviveu bem à primeira etapa da crise precisa se preparar para não morrer na praia. Sua indústria acumula um déficit comercial da ordem de U$S 80 bi nos últimos dois anos. E há quem se oponha a uma política ativa de fomento ao setor. Protecionismo, subsídios, câmbio e juros administrados foram utilizados durante séculos pela Inglaterra até erguer seu poderio no século XIX; as mesmas armas largamente acionadas pelos EUA, Japão, China e Coréia do Sul, cujos governos protestam na OMC quando os emergentes disparam igual arsenal. Ou, como diria o economista Ha-Joon Chang, 'chutam a escada' em que subiram. Faz parte. O pior são aliados internos que não hesitam em chutar a história para defender um laissez-faire que nunca teve o protagonismo que lhe atribuem na riqueza das nações (Carta Maior; Domingo; 08/01/ 2012)

sábado, 7 de janeiro de 2012

A análise é consistente, mas não esgota a complexidade do tema. A visão maniqueísta do mundo (mal & bem, vilões & heróis) é real e precisa ser exposta para desmascarar interesses e reorganizar nossos valores e prioridades... afinal, somos nós que fazemos a realidade!
A visão maniqueista não se mostra tão eficaz, por exemplo, enquanto instrumento de intervenção nessa realidade que desejamos transformar.
O quê fazer? Como fazer? Que caminho seguir ? ... ou melhor, queremos transformar essa realidade ? em que sentido ? em qual direção ? para onde queremos ir ? para onde PODEMOS ir ?
E quem bajula e dá espaço para essa ideologia do "ao sucesso!".
Publicitarios (tipo Washington Olivetto), midia PiG, Universidades e faculdades da elite (FEA, USP, FAAP, Mackenzie, medicina de Pinheiros, ESPM entre outras), pessoas ligadas ao mundo corporativo, principalmente os de recursos humanos psicologos a serviço do mundo corporativo, revistas femininas tipo Claudia, Nova, Marie Claire onde se faz a cabeça da alucinada mulherada caça-marido irem buscar homens "Alfa" (tipo Eike Batista, aquele que é tão bom que nem a Luma de Oliveira quiz), bom-moços (kaká, um qualquer alçado a condição de galã), Rodrigo Lombardi (ricardão), Alexandre Frota (cafa) e Neymar (novo rico) e "gente que tá causando" (o bobo da corte Marcelo Adnet).
Exemplos desse horror economico?
- Ciro Bottini, o muso do mercado e seu bordão "compre, compre, compre"
-Big Brother Brasil, o satyricon global.

O MUNDO DO DINHEIRO E SEUS HERÓIS.

Por Emir Sader, na Carta Maior

Até um certo momento os ricos ou escondiam sua riqueza ou tratavam de passar despercebidos, como se não ficasse bem exibir riqueza em sociedades pobres e desiguais. Ou até também para escapar da Receita.
De repente, o mundo neoliberal - esse em que tudo vale pelo preço que tem, em que tudo tem preço, em que tudo se vende, tudo se compra – passou a exibir a riqueza como atestado de competência. Nos EUA se deixou de falar de pobres, para falar de “fracassados”. Numa sociedade que se jacta de dar oportunidade para todos, numa “sociedade livre, aberta”, quem nao deu certo economicamente, é por incompetência ou por preguiça.
Ser rico é ter dado certo, é demonstrar capacidade para resolver problemas, ter criatividade, se dar bem na vida, etc., etc. Até um certo momento as biografias que se publicavam eram de grandes personagens da historia universal – governantes, lideres populares, gênios musicais, detentores de grandes saberes. A partir do neoliberalismo as biografias de maior sucesso passaram as ser as dos milhardários, que supostamente ensinam o caminho das pedras para os até ali menos afortunados.
Todos dizem que nasceram pobres, subiram na vida graças à tenacidade, à criatividade, ao trabalho duro, ao espirito de sacrifício. Tiveram tropeços, mas nao desistiram, leram algum guru de auto-ajuda que os fez aumentarem sua auto estima, acreditarem mais em si mesmos, recomeçarem do zero, até chegarem ao sucesso indiscutível.
Seus livros se transformam em best-sellers, vendem rapidamente – até que vários deles caem em desgraça, porque flagrados em algum escândalo -, eles viajam o mundo dando entrevistas e vendendo seu saber que, se fosse seguido por seus leitores, produziria um mundo de ricos e de pessoas realizadas e felizes como eles.
Quem vai publicar um livro de um “fracassado”? Só mesmo se fosse para que as pessoas soubessem quais os caminhos errados, aqueles que nao deveriam seguir, se querem ser ricos, bonitos e felizes. O mundo do trabalho, da fábrica, do sindicato, dos movimentos de bairro, das comunidades – mundo marginal e marginalizado.
Programas de televisão exaltam os ricos, os bem sucedidos, as mulheres que exibem sua elegância, sua falta de pudor de gastar milhões na Daslu e nas viagens a Nova York e a Paris. Ninguém quer ver gente feia, pobre, desamparada, que só frequenta os noticiários policiais e de calamidades naturais. As telenovelas tem como cenários os luxuosos apartamentos da zona sul do Rio e dos jardins de Sáo Paulo, com belas mulheres e homens que não trabalham, no máximo administram empresas de sucesso. Os pobres giram em torno deles – empregadas domésticas, entregadores de pizza, donos de botecos -, sempre como coadjuvantes do mundo dos ricos, que propõem o tipo de vida que as pessoas deveriam ter, se quiserem ser ricos, bonitos, felizes.
Esse mundo fictício esconde os verdadeiros mecanismos que geram a riqueza e a pobreza, os meios sociais – os bancos por um lado, as fábricas por outro – em que se geram a riqueza e a fortuna, a especulação e a expropriação do trabalho alheio. Em que estão os vilões e os heróis das nossas sociedades.
*Legado dos EUA após oito anos de ocupação do Iraque: um país às voltas com a guerra civil
**Inflação brasileira fica dentro da meta em 2011 e desautoriza jogral midiático-rentista que via 'precipitação' no corte dos juros
** Vagas: EUA criam 200 mil; Europa afunda com recorde de desempregados --16,4 milhões
** Grécia, balanço do ajuste neoliberal: queda do PIB de 6% em 2011
** desemprego de 17,5%
** déficit público de 9%; vencimento de 14 bilhões de euros em dívidas até março (sem fundos)
** preparação de um novo arrocho salarial exigido pelos credores
** salto de 40% na taxa de suicídios desde o início do 'saneamento'

TRATAMENTO ALTERNATIVO

CULPA DA SOCIEDADE

Sistema da exclusão, ou simplesmente capitalismo, que com sua implacável lógica de exclusão e alienção, joga cada vez mais um grande número de seres humanos na miséria absoluta. Destituídos de um mínimo de dignidade humana, drogam-se, pois talvez através do vício, atenuem o sofrimento de uma condição miserável, e sem sentido, imposta por uma lógica onde o mais importante é o acúmulo de dinheiro por poucos, que graças à miséria imposta a muitos, podem viver num mar de futilidade, gerando no outro extremo, um mar de miséria, que é um absurdo. Infelismente tem políticos que olham para esta situação, e simplesmente dizem que é "culpa da sociedade".

SOLUÇÃO TUCANA PARA O CRACK

TROCAR O ENDEREÇO DO INFERNO. - "Você prefere tratar um câncer localizado? Ou com ele espalhado por todo o corpo? É isso o que estamos fazendo: espalhando o câncer". (frase de um policial mobilizado pela dupla Kassab/Alckmin em mais uma 'operação definitiva' contra a Cracolândia, em SP; repressão a usuários da droga concentrados na região da Luz gera fuga para outros bairros e ruas adjacentes da capital. Folha de SP;05-01. Em 2009, Carta Maior publicou um ensaio fotográfico sobre o desafio da Cracolândia, abordando os dois lados do problema --o dos moradores e o dos usuários; a dupla Serra & Kassab então, prometia resolver 'de vez' o assunto. Aki (Carta Maior; Sábado; 07/01/ 2012)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

QUE MORAL ?!?

E pensar que Rede Globo torce para a Copa do Mundo e as Olimpíadas não acontecerem? Que a Rede Globo têm execrado as ONG's e os governos do PT?
Imagina nos governos tucanos, quanto ganhavam com verbas publicitárias?
Deveríamos encomendar ao Amauri Ribeiro um livro documentário sobre Globataria Tucana…
Dinheiro do povo brasileiro que deveria ir para a saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento social indo para o bolso dos Marinhos!
Que vergonha hein Rede Globo?
Não terão moral para falar de corrupção daqui para a frente, principalmente porque escondem a corrupção tucana relatada no livro Privataria Tucana!
Saiu no Vermelho, com informações do Blog Amigos do Presidente Lula:
Fundação Roberto Marinho é investigada pela Polícia Federal
A batata da ONG da Rede Globo está assando. Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério do Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.

A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONGs.
O blog Amigos do Presidente Lula mostrou na época que uma das maiores ONGs que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. E houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a “faxina” no Ministério do Turismo varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.
Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.
Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).



O número de alunos ativos corresponde a apenas 25% da meta.
E aponta para um possível superfaturamento de 75% embolsado indevidamente pela ONG da Globo.
Em valores financeiros, esse superfaturamento corresponde a um rombo de R$ 13,86 milhões nos cofres públicos, já que o custo por aluno era de R$ 176,65.
Essas caixas-pretas devem ser minuciosamente averiguadas e a rainha do PiG questionada, inclusive o tal ‘Criança esperança’…
Petrobras quer aumento nos preços... dos combustíveis através da CIDE para recompor seu caixa debilitado por tantas falcatruas e patrocínios sem fundamento. A estatal deverá apresentar nova proposta ao Governo, na próxima reunião do Conselho de Administração prevista pra hoje, com o objetivo de conseguir um desconto no CIDE para evitar o impacto na inflação.
Se a Petrobras continuar a financiar filme, shows, eventos  etc. . . não haverá aumentos capazes de preencher os buracos em suas contas.
É nisso que dá colocar-se um sindicalista na presidência de uma estatal do porte da Petrobras em lugar de um verdadeiro administrador de empresas competente.

PRÊMIO ANGELO AGOSTINI

Campanha "Anule seu voto"
"Segundo a legislação brasileira, se a eleição tiver 51% de votos nulos, o pleito é anulado e novas eleições têm que ser convocadas imediatamente; e os candidatos concorrentes são impossibilitados de concorrer nesta nova eleição!
É disso que o Brasil precisa: um susto nessa gente!
Esta campanha vale a pena! NULO neles! Basta digitar 000 e em seguida confirmar.
Acha que é mentira?
Ligue para o Superior Tribunal Eleitoral....
Ligue para OAB"...
Vamos tomar atitude contra essa corrupção desenfreada que está acontecendo no Brasil. Fora com os calhordas e corruptos,  já !!!
BBB do Haddad.
BBB-12, Fernanda Sapatão, Mayara produtora de filme pornô, essas são as personagens do filme do Haddad para as escolas públicas de ensino fundamental e ensino médio?
Pois economize nosso dinheiro e coloque as crianças na sala, vai começar o modelo de educação.

VERBAS DA CHUVA

Favorecimento ilícito ao estado do ministro Bezerra.
O Ministro Fernando Bezerra continua com suas justificativas injustificáveis com relação ao envio de 90% das verbas federais destinadas a conter enchentes enviadas para seu Estado de Pernambuco.
Fala sério Ministro Bezerra!
O povo não é facilmente enganado como antigamente, os brasileiros exigem respeito e honestidade.

É DURO . . .

Reformas e guaridas.
"Cada vez que preencho um cargo vago, faço 100 descontentes e 1 ingrato". Luiz XIV.
A facanha da Dilma, se acontecer, de trocar nomes e unir alguns Ministérios, são hoje assuntos expoentes.  Ela já sabe de "berros" e insolências nos Partidos, entrave constante, faz parte, com ganâncias endemicas, fisiologistas e penduricalhos oportunistas.
Terminará com as "gambiarras" de sempre, uma "catranca" pra lá, um "estrupiço" ali, nova alcunha para o que afagou 2 ou 3 abortados e pronto. Então com a "base" arriada e encilhada e só arribar.
Claro, o bem-estar não será total.
Ela ouviu e questionou, logo as recomendações para exonerações foram reduzidas, e governar assim é "espeto".
Veremos se aguenta resoluta ou passará 2012 como 2011, ocupada com os paus de bostas.