quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Hoje no Bom dia Brasil Renata, Zileide e a Miram representaram uma peça denominada “O Governo não sabe o que faz!” Ficaram trocando aquelas palavras ensaiadas no texto que alguem lhes deu, mostrando que o BC não é livre e que o governo errou drásticamente.
Fico com pena desses profissionais da Globo, não pelas suas convicções, que devemos respeitar, mas pela imposição a que tem que se submeter como “empregados”. Porque é inconcebível que não consigam entender as decisões acertadas do governos com a sua capacitação educacional (certamente todos tem nível universitário)
Até quando esses “veículos” de comunicação permanecerão dando bola fora? Nem o mercado dá mais crédito ao que esses pseudo-economistas falam.
Ainda não se tocaram que estamos em uma nova era?
Que as pessoas que lá estão, dirigindo este país, são dignas, honradas e, acima de tudo, brasileiros de corpo e alma?
Na minha modesta opinião, o que nos resta agora é estirpar de uma vez por todas essa “cultura” da corrupção.
Criar mecanismos de defesa do patrimônio público.
Impedir que esses “representantes” ególatras se livrem das garras da lei.

BARBA DE MOLHO


Sabe, quando vejo o tsunami que vem assolando grandes economias mundiais como EUA, Itália, Espanha e outras menores como Grecia e Portugal, lembro do adágio popular:" quando a gente vê a barba do vizinho arder,devemos colocar a nossa de molho". O Brasil grande e preparado para qualquer "deslize financeiro", e uma verdadeira herança maldita.
A crise pode demorar um pouquinho, que vai chegar, ninguém duvida.
Essa mágica de fabricar dinheiro e empresar para grandes empresas através do BNDEs, tem nome: irresponsabilidade.
É preciso salvar o país
Do jeito que as coisas estão indo, só vejo duas maneiras de salvar o país: a) processo de longo prazo investir nas crianças e transformá-las em cidadãs responsáveis e probas; e b) processo imediato: fechar o Congresso Nacional e demais apêndices legislativo brasileiro; convocar novas eleições sem a participação de politicos que têm ou já tiveram mandatos ou que respondem a processo e, por fim, prender juiz que absolver ou libertar bandido da cadeia.
Tô casado do deboche desses políticos safados.

CINTA-LIGA

HORA DE MUDAR O MODELO

Por Carlos Chagas.
A ortodoxia econômica neoliberal ainda vai nos estrangular. Iniciada por Roberto Campos quando ministro do Planejamento do primeiro general-presidente, Castelo Branco, esse modelo  alcançou o  ponto alto no período de  Fernando Henrique.  Foi mantido  pelo Lula e agora por Dilma Rousseff. A palavra de ordem é cortar gastos, mas onde? Decidiu o governo derrotar a PEC-300,  que estabelecia  piso salarial para policiais militares e bombeiros. Também vetou reajustes para os aposentados que recebem mais do que o salário mínimo. Nem quer ouvir falar de vencimentos mais dignos para professores e médicos do serviço público. Além de engavetar a emenda 29, que regulamenta os  recursos para a saúde.
Não seria mais fácil aumentar a taxação do lucro dos bancos? Ou cobrar imposto de renda do capital-motel que chega do exterior de tarde, passa a noite e vai embora de manhã? Que tal obrigar os investidores de fora a permancerem um ano no Brasil, aqui reinvestindo seus lucros? E o Imposto Sobre Grandes Fortunas, que foi para a gaveta? Taxar terras improdutivas seria boa solução, assim como a importação de produtos estrangeiros, em especial os supérfluos que vem da China.  Pelo menos, acabar com os subsídios dados por diversos estados a esses produtos, via concessão de créditos do ICMS. Estabelecer mecanismos para o retorno ao país de centenas de bilhões de dólares mandados ao exterior por especuladores e bandidos.
Adianta muito pouco o ministro Guido Mantega tirar paliativos da cartola.  O que se esgotou foi a estratégia responsável por mais uma crise mundial. O governo já reduz investimentos sociais. Logo estará criando novos impostos para o cidadão comum, reduzindo salários  e aumentando o desemprego. Melhor seria mudar o modelo.
A CUT, ONDE ESTÁ A CUT?No meio de perplexidades produzidas pela equipe econômica, indaga-se onde esgtá a Central Única dos Trabalhadores, um dia constituída  para defender os que vivem de salário. O Paulo Pereira da Silva ainda  movimenta  sua organização, a Força Sindical, mesmo  cedendo sempre às exigências do palácio do Planalto, mas a CUT, pelo jeito, o gato comeu. Nenhuma campanha reivindicatória, nenhum protesto. Seria porque os trabalhadores estão felizes com a política restritiva do governo? Ou porque a liderança sindical esgotou-se, à maneira da pelegada que saiu sem deixar saudade, quando os militares entraram? A coisa nova, naqueles idos, foi a CUT. Agora, ficou velha.MISTÉRIOS MINEIROS.Fosse hoje a eleição para governador de Minas e,  com o impedimento para Antônio Anastasia concorrer a um segundo mandato, só mesmo Aécio Neves barraria o caminho até agora aberto pelo ministro  Fernando Pimentel. Como o ex-governador e  hoje senador é candidato à presidência da República, eis  uma forma de o PT renascer, porque possíveis, mesmo, só as vitórias no Rio Grande do Sul,  na Bahia e no Acre,  com as reeleições de Tarso Genro,  Jacques Wagner  e Tião Viana.   No Distrito Federal, continuando as coisas como vão, Agnelo Queirós não emplaca.
Minas sempre foi um mistério político, pautado por duas paralelas: o senso grave da ordem e o anseio irresistivel da liberdade. Resta saber para onde elas apontam.
TENENTES E COMPANHEIROS.Logo depois da vitória da Revolução de 30, instalado na chefia do governo provisório, Getúlio Vargas foi indagado sobre o que faria com os tenentes. Afinal, eles haviam sido a mola mestra da rebelião contra a República Velha, aderindo aos gaúchos depois de haverem perdido suas duas maiores opções de dominar o país: Luiz Carlos Prestes,  que virou comunista, e Siqueira Campos, morto num desastre de avião.
Getúlio, com aquela fleugma conciliatória, dividiu a resposta em duas partes: primeiro, promoveria os tenentes  a capitães; depois, nomearia boa parte deles para interventores  nos estados.  Deu certo, os tenentes desapareceram como categoria, ainda que os sobreviventes renascessem em 1964, como generais.
O episódio é lembrado  porque, não demora muito,  algum estudante de História perguntará para onde foram os companheiros e a conclusão será de que sumiram, sobrando apenas o Getúlio Vargas dos tempos atuais.  Quem? Ora...
Camila é uma lutadora social das mais bravas e merece nosso irrestrito apoio às justas lutas dos estudantes e do povo chileno.
E não é só salários, é o ensino mesmo como bem comum que está sendo vitima de rápida erosão, com o patrocínio despudorado do governo de "coalizão" .
No Brasil, ainda temos formações acadêmicas voltadas para a sociedade, humana; no entanto, observa-se um surgimento também de formações meramente mercadológicas principalmente em instituições particulares que visam apenas o lucro deixando de lado a educação.
O triste e ver que esse tipo de trabalho, o do mercado, tem apoio no país, afinal, o capital é o mandante.
 
Uma das principais líderes do movimento estudantil chileno,Camila Vallejo, participa da Marcha dos Estudantes, organizada pela União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasília.
Foto: Wilson Dias - ABr
'Brasil é exemplo e tem governo progressista bem visto'
Líder estudantil chilena participa em Brasília de marcha brasileira por mais dinheiro na educação. Ameaçada de morte em seu país, ela reúne-se com presidenta Dilma Rousseff antes de ser recebida pelo presidente de seu próprio país, Sebastian Piñera. “Há união de lutas de todo povo latino-americano", diz Camila Vallejo à Carta Maior.
A estudante de geografia Camilla Vallejo desembarcou no Brasil, vinda do Chile, na madrugada de terça (30/08) para quarta-feira (31/08), deixando para trás, mesmo que só por poucas horas, ameaças de morte que nem seus olhos verdes e o ar angelical foram capazes de desestimular.
Principal líder de manifestações que, nos últimos dias, levaram centenas de milhares de estudantes às ruas de Santiago, a presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh) anda tranquila pela Esplanada dos Ministérios. Exceto pelo calor e o sol inclemente, dos quais tenta se proteger com um boné vermelho do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).
Na manhã de quarta, ela participa de – e ajuda a atrair atenção para - uma mobilização de jovens brasileiros que exige mais verba à educação. “Me sinto muito mais segura aqui do que no Chile, não há repressão policial”, diz Camila à Carta Maior, em frente ao Congresso Nacional, onde um carro de som anima, com palavras de ordem e músicas, milhares de estudantes brasileiros.
“Há uma união das lutas de todo povo latino-americano. Há uma causa comum e demandas muitas vezes parecidas, principalmente no tema econômico”, afirma Camila, ao explicar a presença no ato, uma espécie de retribuição à ida a Santiago, dias atrás, de seu equivalente brasileiro, Daniel Iliescu, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).
“O que você acha do Brasil e do governo brasileiro?”, pergunta a reportagem, em espanhol precário.
“O Brasil é um bom exemplo para o Chile, tem um governo progressista muito bem visto”.
“E da presidenta Dilma?”
“Sou militante comunista e conheço o passado militante dela, vejo ela com simpatia.”
“Qual o saldo das manifestações no Chile até agora?”
“Logramos despertar a consciência política, o assunto passou a ser discutido dentro das casas, como não se fazia há décadas.”
Horas depois, com mais calma, Camila dará um depoimento mais completo, em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Presidida por uma ex-líder estudantil, Manuela Dávila (PCdoB-RS), a comissão realiza a audência em solidariedade aos chilenos.
“A legislação chilena regulamenta o direito de manifestação pacífica nas ruas, sem necessidade de autorização prévia, e mesmo assim a polícia, completamente militarizada, tem combatido os estudantes e trabalhadores com violência, usando gás lacrimogêneo, que, no nosso país, é considerado arma de guerra”, conta Camila.
“Já são quatro vítimas fatais desde o início dos protestos e pelo menos 500 pessoas presas de forma ilegal. Temos relatos também que indicam a prática de tortura, inclusive com choque elétrico e abuso sexual de menores.”
A criminalização dos movimentos sociais, tratados como os causadores da violência que assola o país, também incomoda a militante. “Todo o movimento organizado chileno sofre com a violência psicológica provocada pelo discurso político do governo, que nos acusa de sermos culpados pelas mortes e ferimentos dos nossos próprios companheiros”, relata.
Para Camila, a rápida adesão do Chile ao neoliberalismo, na ditadura Pinochet (1973-1990), liquidou com o sistema de proteção social do país e colocou em risco o acesso dos cidadãos a direitos considerados fundamentais nas sociedades democráticas. “Hoje, no Chile, a educação é tratada como um bem de consumo qualquer, e não como um direito social”, diz.
“A situação dos estudantes brasileiros é melhor do que a dos chilenos porque eles conseguiram uma interlocução real com a sociedade e com o governo. E, com isso, obtiveram conquistas, mesmo que pequenas. No Chile, só agora conseguimos construir uma pauta conjunta com a sociedade. Nosso modelo educacional está falido, obsoleto e isso incomoda a maioria das famílias chilenas. Só uma parcela muito pequena da população tem acesso à educação gratuita”, afirma a estudante de geografia. 
Segundo ela, das cerca de 3,5 milhões de matrículas na educação básica, metade está atrelada ao sistema de subvenção estatal, por meio de créditos educacionais. “Só as famílias muito pobres têm direito à educação pública. A classe média, que é a maioria, recebe bolsas do governo.  Com isso, o governo investe o pouco dinheiro que destina à área no setor privado. E há, aí, um claro conflito de interesses, porque muitos políticos são também os proprietários do sistema privado de educação”, esclarece.
A estudante afirma que a situação é ainda pior nos demais níveis. No ensino médio, as instituições privadas abarcam metade dos alunos. No superior, o índice chega a 80%. “Apenas 20% dos estudantes universitários estão nas instituições públicas, mas mesmo assim têm que pagar pelo ensino. Não existe mais educação superior gratuita no Chile. E os custos são altíssimos. Um curso em uma instituição pública chega a custar US$ 5 mil por mês”, afirma Camila.
Para garantir que uma pequena parte das famílias de classe média e baixa tenha acesso à educação, o governo oferece subvenção, por meio de um complicado sistema de crédito, que os alunos têm que pagar posteriormente. Os juros são altos e inviabilizam a quitação para recém-formados que disputam a tapas uma vaga no mercado de trabalho do país: estudantes das universidades públicas pagam 2% de juros ao ano e, das particulares, 5,8%. “Com esse sistema, os alunos pagam de três a quatro vezes o preço do curso”
Para ela, o problema principal, entretanto, é a concepção de educação que prevalece no atual governo. “As instituições públicas têm que se autofinanciar e, para isso, não apenas cobram mensalidades, como entram no jogo de oferecer o ensino que o mercado quer. Não há uma formação humanística, crítica, que estimule a prática democrática, mas apenas uma formação tecnicista, mercadológica. Por isso, necessitamos de reformas profundas, e não apenas de mais recursos para a área”.
Na noite de quarta (31/08), Camila encerra a visita ao Brasil. Tem de voltar logo ao Chile, para um encontro com o presidente Sebastian Piñera.
*Matéria alterada para correção de informação. Em função do atraso na reunião da UNE com a presidenta, Camila não participou do encontro, por estar em audiência pública na Câmara.

TARSILA DO AMARAL

Para celebrar o 125° aniversário de nascimento da artista, companhia alterou seu logotipo, que traz elementos característicos de suas obras.

Tarsila do Amaral participou do movimento modernista no Brasil na década de 1920.Foto: Google/ReproduçãoTarsila do Amaral, por conta do 125º aniversário de seu nascimento. A página inicial da empresa – tanto a dedicada ao público brasileiro quanto a destinada aos usuários norte-americanos – teve seu tradicional logotipo alterado para um "doodle" comemorativo: suas letras fazem referência a quadros da pintora. Tarsila foi uma das figuras centrais do movimento artístico modernista brasileiro, tendo sido a pintura "O Abaporu" de 1928 considerada como o marco que inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas do Brasil.
Nesta quinta-feira (1º) a Google resolveu homenagear a artista plástica
O cenário lembra a obra “Sol Poente”, as casas remetem a “Morro da Favela”, e há também uma alusão à tela “A Lua”. Ao selecionar a imagem, uma pesquisa pela artista é feita automaticamente. O primeiro e o segundo resultados exibidos levam o usuário ao portal oficial da mesma; o terceiro direciona ao verbete da Wikipédia.
Tarsila
Colorido Doodle da Google lembra quadros de Tarsila
Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, em Capivari, interior de São Paulo. De família rica, passou sua infância junto a seus sete irmãos na fazenda herdada pelo pai. Completou seus estudos em Barcelona, na Espanha, e retornou ao Brasil em 1906.
Participou da célebre Semana de 22, onde as ideias e obras modernistas foram repercutidas. Sua perspectiva era semelhante a de Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Anita Malfatti e Menotti Del Picchia; formavam o Grupo dos Cinco, e tentavam renovar a cena artística brasileira, redescobrindo o País e unindo suas características às influências de fora.
Faleceu em 1973, com 87 anos, e foi enterrada no Cemitério da Consolação, na cidade de São Paulo. Lembrada até hoje como uma das principais artistas do Brasil, é a autora de telas que permanecem no imaginário da nação, como “Abaporu” e “Operários”.
O Banco Central surpreendeu e cortou a taxa básica de juros da economia de 12,5% para 12% ao ano, um dia após a presidente Dilma Rousseff dizer que o país estava pronto para a possibilidade de redução. A queda anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a primeira em dois anos, não foi unânime. Cinco diretores do BC votaram a favor da redução e dois, pela manutenção.

AS MANCHETES DO DIA . . .

Veja as manchetes dos principais jornais desta quinta-feira
* Jornais nacionais
O Estado de S.Paulo
Pressionado, BC alega crise externa e baixa juros para 12%
O Globo
BC surpreende e reduz a taxa de juros após apelo de Dilma
Valor Econômico
BC surpreende o mercado e corta taxa básica de juro em 0,5 ponto
Correio Braziliense
Serviço público vai abrir 141 mil vagas
Estado de Minas
Salário mínimo em 2012 - R$ 619,21
Zero Hora
Juro cai pela primeira vez no governo Dilma
Brasil Econômico
Orçamento de 2012 reduz gastos, mas preserva investimento social
* Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
EUA se movimentam para bloquear fusão entre AT&T e T-Mobile
El País (Espanha)
Cospedal inicia com duros cortes a política de austeridade do PP
Clarín (Argentina)
Final macabro para Candela: apareceu nua e machucada

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A aberração, o abuso de poder no adiamento do jogo Santos x Botafogo passarão impune ?

BOTAFOGO E PALMEIRAS

Fazem o primeiro duelo direto do 2º turno.

Embalados por vitórias nos clássicos, cariocas e paulistas buscam a confirmação da luta pelo título.

Por GLOBOESPORTE.COM
Botafogo e Palmeiras fazem o confronto de duas equipes que caminham lado a lado dentro do Campeonato Brasileiro. Em quinto lugar com 34 pontos, o Botafogo enfrenta o Palmeiras, sexto, com 32. Com trajetórias semelhantes na competição, os times se caracterizam pela força defensiva, (o Palmeiras é a zaga menos vazada com 14 gols e o Botafogo a terceira com 19) o bom retrospecto dentro de casa (o alvinegro tem um aproveitamento de 81% e o alviverde de 80%) e a má campanha fora (40% dos cariocas contra 29,6% dos paulistas).
Para manter o bom retrospecto no Engenhão, o alvinegro confia na ótima fase do apoiador Elkeson, artilheiro do time com oito gols, e no entrosamento da dupla de ataque Herrera-Loco Abreu. Já o Verdão, que terá na área técnica Flavio Murtosa (Felipão está suspenso) e importantes desfalques, vai ao Rio querendo mudar as estatísticas fora de seus domínios e para isso conta com o 'gladiador' Kleber.
A partida será arbitrada pelo alagoano Francisco Carlos Nascimento, auxiliado por Alessandro Rocha de Matos da Bahia e por Erich Bandeira de Pernambuco.
header o que esta em jogo
Botafogo: na quinta posição do Brasileirão, três pontos atrás do líder Corinthians e com melhor percentual de aproveitamento como mandante do campeonato, o Botafogo quer uma vitória em cima de um rival direto na briga pelo título, pois sonha em terminar a rodada no topo da tabela, caso aconteça uma improvável combinação de resultados. Por isso, a partida contra o Palmeiras é vista como mais uma decisão, até porque, com a competição chegando ao segundo turno, não há mais oportunidade de recuperação de pontos perdidos contra os concorrentes diretos.
Palmeiras: a volta ao grupo dos classificados para a Libertadores. Há quatro rodadas fora, o Verdão vinha tropeçando, mas reagiu depois da virada no clássico contra o Corinthians. Moral acumulada para o time de Felipão entrar forte no confronto direto.
header as escalações 2
Botafogo: sem poder contar com zagueiro Antônio Carlos por três semanas, o técnico Caio Júnior irá com Gustavo como companheiro de zaga de Fábio Ferreira. De resto, o Botafogo vai com que tem de melhor. Salvo problema médico, a formação alvinegra será: Jefferson, Lucas, Gustavo, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel e Elkeson; Herrera e Loco Abreu.
Palmeiras: o time terá sérias mudanças no setor ofensivo, já que Luan e Valdivia não jogam. Felipão testou uma formação com Tinga armando as jogadas, mas Patrik ainda corre por fora, apesar de não ter agradado no clássico contra o Corinthians. Fernandão ganha vaga no ataque, e Deola substitui Marcos no gol. O time: Deola, Cicinho, Thiago Heleno, Henrique e Gabriel Silva; Chico, Márcio Araújo, Marcos Assunção e Patrik (Tinga); Kleber e Fernandão.
quem esta fora
Botafogo: Zagueiro Antônio Carlos com um estiramento, grau dois, na parte posterior da coxa esquerda e meia Everton, que se recupera de uma cirurgia no ombro esquerdo.
Palmeiras: Luan, suspenso, Valdivia, convocado para amistosos da seleção chilena, e Maikon Leite, com uma lesão na coxa esquerda. Dinei também não joga, em recuperação de um problema na coxa.
header pendurados
Botafogo: Cortês, Marcelo Mattos, Thiago Galhardo e Somália.
Palmeiras: Chico, Henrique, João Vítor, Kleber, Maurício Ramos e Patrik.
header fique de olho 2
Botafogo: artilheiro do alvinegro no campeonato com oito gols, Elkeson vive grande fase e vem sendo o destaque ofensivo do Fogão.
Palmeiras: autor do golaço que deu a vitória no clássico com o Corinthians, Fernandão deve fazer seu primeiro jogo como titular. O centroavante chegou do Guarani há uma semana, fez dois treinos e já participou do Dérbi com personalidade. Início animador para Felipão, que há muito tempo pedia uma referência na área para armar seu time
header o que eles disseram
Caio Júnior, técnico do Botafogo: "O Palmeiras tem uma característica bem especifica, bom poder de marcação e a bola parada do Marcos Assunção. Essa é uma situação que me preocupa e também a todos os adversários do Palmeiras. Se não me engano a maioria dos gols do Palmeiras saíram dos pés dele".
Luiz Felipe Scolari, técnico do Palmeiras – “Se vencermos o Botafogo, entramos de vez na briga pelo título. Mas temos de lutar primeiro para estar entre os quatro, e depois dar um passo mais à frente. Assim vamos fazer até o fim do ano”.
header números e curiosidades
* Botafogo e Palmeiras tiveram campanhas semelhantes no 1º turno deste Campeonato Brasileiro. A equipe carioca somou 34 pontos (10v/4e/5d) e virou o turno em 5º lugar. Já o Verdão tem 32 pontos (8v/8e/3d) e iniciou esta rodada em 6º lugar.
* Botafogo e Palmeiras se enfrentaram 14 vezes no Rio pelo Campeonato Brasileiro da Série A, com seis vitórias alvinegras, seis empates e apenas duas vitórias do Verdão, foram 18 gols do Bota e 13 do Palmeiras.
* No 1º turno deste Brasileiro, o Botafogo teve aproveitamento de 50% enfrentando times paulistas. O Bota venceu Santos e São Paulo, mas foi derrotado por Palmeiras e Corinthians. Já o Palmeiras venceu apenas uma das quatro partidas que realizou diante de equipes cariocas no Brasileiro 2011, derrotando justamente o Botafogo, na 1ª rodada (1x0). Nas demais partidas, o Verdão empatou sem gols com o Flamengo no Pacaembu e perdeu para Vasco e Fluminense por 1x0 no Rio de Janeiro.
header último confronto v2

O CUIDADO ESPECIAL DO GLORIOSO

O Botafogo entra completo e só não repetirá a formação que iniciou o jogo com o Fluminense porque o zagueiro Antonio Carlos sofreu estiramento muscular na coxa e será substituído por Gustavo, que atuará ao lado de Fabio Ferreira.
O Palmeiras não terá quatro titulares: o goleiro Marcos, poupado depois de atuar em 15 dos últimos 19 jogos; o meio-campo Valdívia, liberado para os amistosos da Espanha, e os atacantes Maikon Leite, com estiramento na coxa, e Luan, suspenso.
Caio Júnior está animado e sente o time motivado para subir posições logo na abertura do returno. O técnico, no entanto, diz que o jogo de hoje exige cuidados especiais: “O Palmeiras tem o melhor aproveitamento nas bolas paradas. O Marcos Assunção é o melhor cobrador de faltas do Brasil e até gol olímpico já fez. O nosso time está alertado para evitar as faltas perto da área”.
Time - Jeferson, Lucas, Gustavo, Fabio Ferreira e Cortês; Marcelo Matos, Renato, Elkeson e Maicosuel; Herrera e Loco Abreu. Palmeiras - Deola, Cicinho, Maurício Ramos, Henrique e Gabriel Silva; Chico, Marcio Araújo, Marcos Assunção e Tinga; Kleber e Fernandão, que pela primeira vez é escalado desde o início. Árbitro: Francisco Carlos Nascimento, de Alagoas e aspirante à Fifa.
André Silva, vice-presidente de futebol do Botafogo, recebeu com estranheza o adiamento do jogo de domingo com o Santos: “Estávamos com todo o planejamento pronto, mas a CBF decidiu pela mudança de data e vamos respeitar, embora sem entender. Só esperamos que o Botafogo não seja o único prejudicado com a medida porque mais à frente teremos que voltar à Copa Sul-Americana”.