terça-feira, 24 de janeiro de 2012

SAMBA NO PÉ

Vem aí o carnaval.
Esquece-se o caos na saúde pública, as estradas ruins, o ensino precário, as enchentes, a bandidagem, etc.
Tudo às mil maravilhas no país das bananas e as autoridades descansam nas instalações militares, as custas do povo, vendo a banda passar.
Limpando a área
Devagar e cuidadosamente a Presidenta Dilma vai limpando o governo dos resquicios ruins deixados pelo PT e aliados, e para isso precisa antes de mais nada ter coragem e é o que ela vem demonstando.
Talvez agora nós pobres mortais possamos ter alguma informação da maior empresa brasileira a Petrobras, sempre guardada a sete chaves.
Acredito na Presidenta e só assim o País caminhará para um futuro melhor, colocando pessoas sérias nos locais certos.

YES, ICAN ! !

CAIXA PRETA

Graça Foster, melhor que uma indicação dos Severinos Cavalcantes da vida que queriam indicar seus apadrinhados para a diretoria de "furar poço". Com 32 anos de Petrobrás e sendo funcionária de carreira, acredito que o lado partidário pode ser deixado de lado. Dizem que essa senhora é extremamente exigente e perfeccionista em tudo que faz.
Que ela faça uma bela administração à frente da Petrobrás.

PLÁSTICO

Chama atenção a forma abrupta como estão querendo retirar do mercado as sacolas plásticas.
Acredito que deva ser para acelerar o desmatamento na Amazônia.
Tem certas coisas que não fazem sentido se não são esclarecidas. O plástico tem algumas características que as alternativas oferecidas não atendem, isolamento, vedação, enfim que o papel hoje disponível não atende. Não estão ocorrendo campanhas de conscientização, oferecendo alternativas. Entendo que o problema da sacola plástica está muito mais na ignorância, noções de higiene e saúde, etc. que o povo brasileiro não tem.
Não temos interesse em educar neste sentido, por tanto pergunto: Levantando a bandeira ecológica a quais interesses vamos atender.

ENSAIO GERAL . . .

Salários da Justiça do Rio.
É até difícil acreditar que esses senhores se autoconcedem salários de 500 mil num mês. E mais ainda, que ninguém toma uma providência, fica tudo por isso mesmo. Vá lá que a turma do executivo e legislativo se locupleta sem passar recibo, mas seja como for, é um deboche, para dizer o mínimo. Está mais do que na hora de debater um novo Contrato Social para o Brasil e que possa servir de modelo para esse mundo maluco.

REFORMA MINISTERIAL

METAS IMPOSSÍVEIS DE ALCANÇAR

Por Carlos Chagas
A presidente Dilma reúne pela primeira vez o ministério, na parte da tarde. Depois de encontros setoriais preparatórios, no fim de semana, e sob a proibição de cada ministro dizer o que fez em 2011, aproposta é para todos apresentarem o que pretendem fazer, em 2012. Pelo jeito, broncas homéricas foram distribuídas em todas as direções, de acordo com o tradicional espírito da chefe do governo. Hoje seria para uma espécie de injeção de ânimo, dolorosa e ardida, mas destinada a despertar esperanças na opinião pública. Quem sabe um PAC-3, ou, pelo menos, a definição do que precisa ser completado no PAC-1 e no PAC-2.
O difícil, nessa história, é acoplar o que o governo imagina como necessário, claro que alinhando muita coisa essencial, e aquilo que a população reivindicaria, se pudesse. Metas inalcançáveis.
A primeira delas seria uma revolução completa no sistema de saúde pública, de forma ao país dispor de hospitais e postos de saúde eficientes e em número suficiente, com médicos recebendo salários dignos e pessoal auxiliar competente para atender as carências da imensa maioria incapaz de arcar com despesas de qualquer espécie. Sem esquecer a imediata intervenção nos planos de saúde, que deveriam servir à classe média mas transformaram-se em verdadeiras arapucas destinadas a enriquecer vigaristas sem prestar um mínimo de atendimento compatível com as necessidades de quantos pagam muito para receber pouco.
Refere-se aos transportes públicos outra reivindicação que 200 milhões de brasileiros apontariam, caso realizada inviável consulta a respeito. Em vez da ilusão criada pela propaganda das montadoras em torno de carros zero quilômetro, sumidouro da poupança dos ingênuos e embaraço permanente ao tráfego nas cidades, por que não direcionar recursos e obrigar as fábricas a produzir veículos coletivos de qualidade, ônibus, composições de metrô e trens? Claro que com a contrapartida de rodovias e ferrovias em número e qualidade suficientes para atender a demanda global, jamais para servir a minorias tão privilegiadas quanto iludidas. Uma passagem crítica pelos aeroportos insuficientes e os abomináveis serviços das empresas aéreas constituiria complemento obrigatório.
No rol das propostas que o povo faria e o governo não fará, inclui-se a extirpação integral da prevalência de interesses partidários escusos sobre a administração da coisa pública. Traduzindo: por que retaliar governos municipais, estaduais e federal por partidos políticos, tornados proprietários de ministérios, secretarias e empresas estatais? A solução seria desvincular votos parlamentares e ação governamental. Punir sem complacência corruptos e corruptores por práticas de tráfico de influência, superfaturamento de obras e serviços, distribuição de comissões e propinas às custas de recursos públicos e de eficiência administrativa, assim como a nomeação de incompetentes. De tabela, agilizar o Poder Judiciário, passando o rodo em suas mazelas. Cobrar do Poder Legislativo um mínimo de trabalho e de eficiência, com o automático, legítimo e legal desligamento de quantos não cumprissem suas obrigações.
Tudo dentro de um regime de liberdade e democracia sem adjetivações nem condicionantes, tendo em vista ser o totalitarismo a mais ampla e direta avenida para a desagregação das instituições. Firmeza, até rude, sempre constituiu o contraponto da licenciosidade. Vale a constatação para determinados aspectos da comunicação social, já que modernidade nada tem a ver com a dissolução dos costumes. A grande maioria do eleitorado, se consultada, repudiaria programações que ainda não deixaram de ser concessões do serviço público, hoje transformadas em chamariz para faturamento a qualquer título.
Em suma, aguarda-se hoje as propostas do governo para o ano em curso, sabendo-se que só por milagre elas se aproximarão da totalidade dos reais anseios da sociedade, na hipótese de um dia ela ser consultada.
A REFORMA NÃO PAROU.
Tomando-se como provável que não tenha caído mais nenhum ministro, de ontem para hoje, nem por isso deverá dar-se por completada a reforma do ministério. Titulares de pastas poderão ser atingidos nos próximos meses, de acordo com o grau de sua incapacidade ou de malfeitos descobertos ou por descobrir. Se algum dia imaginou, a presidente Dilma acabou optando por não balançar a canoa, que nem por isso iria virar. Mas preferiu mudanças apenas pontuais, sem aquela limpeza que muitos chegaram a prever para este começo de ano. Não estão livres de ser dispensados a conta-gotas ministros daqueles que raras vezes, ou nunca, entraram para despachos isolados no gabinete da chefe do governo. É bom aguardar, sem esquecer que os resultados das eleições municipais de outubro poderão desarrumar parte do quadro partidário.
Crise excluiu 200 milhões de empregos.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou nesta terça (24) que o mundo tem aproximadamente 200 milhões de desempregados depois de passar pela crise de 2008 nos Estados Unidos e seus desdobramentos até a crise do euro. Segundo a OIT, o número equivale a 6% da força de trabalho e a retomada do mercado de trabalho, iniciada em 2009, foi de curta duração. Ainda segundo o relatório da organização, vai ser necessário criar 600 milhões de empregos na próxima década para manter o crescimento mundial sustentável e “coesão social”. O documento destaca também que 74,8 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estavam desempregadas em 2011, um aumento de mais de 4 milhões desde 2007.
RS: bancos de Porto Alegre receberam 68 autuações em 2011
O Procon de Porto Alegre divulgou que os bancos locais receberam 68 autuações em 2011. O campeão de reclamações foi o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) que recebeu, ao todo, 27 autos-de-infração por não atender os clientes no tempo máximo estipulado pelo Decreto 16.780 — que regulamentou a Lei 8.192/98 — e o tempo máximo de espera nas filas das agências: 15 minutos em dias normais e 20 minutos em vésperas de feriados ou nas ocasiões de pagamento de servidores públicos. Segundo o Procon, as agências do Banrisul foram autuadas ainda por não fornecer senha aos clientes, além de notificadas por não divulgar o cartaz informativo da norma para os usuários. Em 2011, o Procon Porto Alegre promoveu 68 autuações e seis notificações, resultantes de 166 ações de fiscalização realizadas na capital.
Edital suspeito deve derrubar auxiliar de Bezerra.
Após a tempestade, o ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) deverá promover mudanças importantes em sua equipe, como a demissão do secretário de Infraestrutura Hídrica, Augusto Wagner Padilha, a quem é atribuído o edital de concorrência para o Trecho 5 da transposição do rio São Francisco. O edital supostamente favoreceria uma empresa do Paraná ligada a empreiteiras de Brasília.
Triunfante
Chegaram na Casa Civil do Planalto informações envolvendo a construtora paranaense Triunfo na licitação para o tal Trecho 5.
Irrigação política
As obras do Trecho 5 estão entre as mais importantes da transposição do rio São Francisco, e foram estimadas em R$ 750 milhões.
Quem é
Augusto Wagner Padilha é funcionário público e durante o ano de 2007 até foi secretário executivo do Ministério da Integração Nacional.
Elogios inesperados
Dilma e o chanceler Antonio Patriota não contavam começar o ano com a boa notícia das criticas do governo do Irã. Soaram como elogios.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dinheiro desviado pelos políticos
Se os políticos fizessem boas ações ou obras em bem do próximo com todo esse dinheiro que é desviado daria para ter um atendimento digno nos Hospitais, Educação melhor, pois sem educação não vamos parar em parte nenhuma, transporte de qualidade, estradas bem pavimentadas sem cobrança de pedágio (o IPVA foi feito com essa finalidade, tiraram na época o pedágio e agora ficaram os dois) uma segurança melhor que dessa tranqüilidade ao Povo Brasileiro, principalmente nos grandes centros.