sábado, 30 de março de 2013

PRA QUEM ? ? ?


O sambista Bezerra da Silva, apologista da droga em suas músicas. 
Em uma delas diz que para acabar com a baderna que assola o Brasil, só quando o vampiro doar sangue e o saci cruzar as pernas. 
Até parece que a letra foi endereçada a um tipo de gente que frequenta o Congresso Nacional, né não?

DIGA AÍ . . .

ESTADO DE GUERRA . . .

Chupado da Coluna do Claúdio Humberto.
Após anúncio de guerra, norte-coreanos ainda não movimentaram suas tropas.
Após anúncio da Coreia do Norte de que está em “estado de guerra”, a Coreia do Sul informou que, neste sábado (30), não foram percebidos movimentos incomuns nas tropas que a ameaçam. O regime de Kim Jong-um tem feitos muitos avisos de ataque, o que deixou as Forças Armadas sul-coreanas em estreita vigilância sobre a Coreia do Norte. O Ministério da Defesa de Seul comunicou, em nota, que a "ofensiva" retórica norte-coreana é considerada "ameaças inaceitáveis" para a Coreia do Sul e que elas "prejudicam a paz e a estabilidade na península". 
Desta forma, a pasta reitera seu compromisso de responder a altura qualquer ataque vizinho. "Nosso Exército mantém uma completa preparação para não deixar pontos cegos na proteção da vida e a integridade dos cidadãos da Coreia do Sul", informou o ministério.

EM TÃO TÁ

NA EUROPA


Os costumeiros agentes da intriga e da deturpação, insatisfeitos porque suas teorias estão indo para o beleléu, inconformados com o alto nível de emprego do pais, a alta renda do trabalhador e a inclusão social, ficam levantando questões que servem apenas para torná-los mais ridículos. 
Apagão aéreo, da saúde, da energia, inflação, exportações mais baixas tudo serve para essa gente mostrar os caninos, exercitar as suas contrariedades mal contidas, afirmando que o governo está no caminho errado, que o plano real não existe mais, que a inflação está fora de controle etc. 
Tudo bem, é verdade que o custo de vida deu uma guinada forte, do fim do fim de 2012 para este ano, porém é bom que se examine que podem ter decorrido de fatores climáticos, na maior parte. 
Os articulistas falam da seca nos USA (não sua cabeça só existe esse país) mas abstem-se de falar da cruel e longa estiagem no Nordeste, que também estimula a alta de preços. 
Em suma, em vez da racionalidade, impera o despeito com o sucesso do governo. 
Que coisa! 

sexta-feira, 29 de março de 2013

E AGORA JOSÉ . . .


DIREITOS HUMANOS

NORTE-COREANOS

Norte-coreanos querem atacar os EUA.
Milhares de militares norte-coreanos marcharam nesta sexta-feira (29) ao lado de civis para defender um eventual ataque aos Estados Unidos. O ato aconteceu no centro de Pyongyang, na praça Kim Il-Sung, e reuniu soldados, ex-combatentes, trabalhadores e estudantes. 
Segundo a mídia local, a mobilização foi organizada para apoiar a decisão do Exército norte-coreano de preparar ataque com mísseis contra as bases dos Estados Unidos no Pacífico. 
A ação será uma resposta aos voos de treinamento de bombardeiros B-2 sobre a Coreia do Sul.

SEMPRE NA FRENTE


DATA-FOLHA


PRIVATARIA TUCANA

Essa foi a grande obra do PSDB para o País, A PRIVATARIA TUCANA ! ! !
Crimes de lesa-pátria aquelas privatizações. Patrimônio brasileiro dado. Não podia permanecer impune. Os mesmos canalhas privatizadores são os primeiros a querer o Estado, o dinheiro do Estado para as suas empresinhas.
Uma das muitas coisas que não suporto é FHC fala ou escreve. Ele transpira cinismo por todos os seus poros. FHC e seus asseclas se tornaram milionários colocando o Brasil à venda. Venderam o patrimônio nacional à revelia do povo brasileiro.
Por isto, foram escorraçados do poder. Mais aí, já era tarde demais.
O FHC estava querendo que o Brasil fizesse umas “escandilices” atrás das moitas. Graças ao povo brasileiro que elegeu Lula em 2002 não deu tempo dos tucanos perpretarem mais essa patifaria. Esses tucanos gostam de praticar “escandêlos” atrás das moitas ou bebendo vinhos de 10 mil reais as garrafas. Mas tudo limpo, com luvas, camisinhas, como eles mesmos dizem são muito higiênicos. Higienópolis que o diga.
Agora, em 2014, querem retornar para completar o serviço. Petrobras e o Pré-sal, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e os Correios são as jóias da coroa.
Será que o povo brasileiro vai deixar se enganar mais uma vez?
O voto tal qual o chicote do Cristo estalou no lombo do vendilhão em tempo. Continuam na porta do templo, mas não retornarão, e sim de lá darão o salto direto para a lata de lixo da historia, ou irão de lá para a caldeira do Mefisto que dá no mesmo.

MEMORANDO DE POLÍTICA ECONÔMICA.

do conversa afiada.

FHC AO FMI: 
CAIXA, BB E PETROBRÁS ESTÃO À VENDA.

Documento histórico: quando a política econômica do FHC tirou os sapatos.
Do infatigável Stanley Burburinho (quem será ele ?):
Memorando oficial, chamado de “Ajuste Fiscal”, da equipe econômica de FHC (da qual o Padim Pade Cerra era o “Grande Planejador”), datado de 08/03/1999, para o FMI. Este memorando está até hoje no site do Ministério da Fazenda no endereço :http://www.fazenda.gov.br/portugues/fmi/fmimpe02.asp.  
Passa a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal nos cobres.(Como diz o Delfim: eles venderam as jóias da família e aumentaram a dívida … Uns jenios !)

08/03/1998.

I. Antecedentes

1. Os desenvolvimentos econômicos que levaram à formulação do programa do governo brasileiro apoiado pelo FMI Banco Mundial BID BIS e pela maioria dos países mais industrializados foram delineados no memorando de políticas econômicas anexo à carta de 13 de novembro de 1998 em que se solicita um Acordo Stand-By junto ao Fundo. O Governo brasileiro reafirma o seu compromisso com as referidas políticas que foram modificadas na forma indicada abaixo de modo a adaptá-las ao novo regime cambial.
2. O Governo logrou inicialmente implementar com sucesso os elementos do pacote fiscal que constituiam o núcleo do seu programa. Antes da aprovação do arranjo stand-by pela Diretoria Executiva do FMI em 2 de dezembro de 1998 o Governo havia promulgado ou conduzido pelos trâmites legislativos a emenda constitucional relativa à reforma da seguridade social bem como uma medida visando aumentar a alíquota da COFINS – uma contribuição vinculada calculada com base no giro das empresas. No entanto no início de dezembro a proposta que visava aumentar a contribuição dos servidores públicos em atividade ao sistema da previdência social e estender a referida contribuição aos servidores inativos não foi aprovada pela Câmara enquanto os esforços do Governo para aprovar o imposto sobre movimentações financeiras (CPMF) sofreram atrasos. Durante o mês de dezembro o Banco Central reduziu progressivamente a taxa de juros (overnight) (que havia alcançado mais do que 40% em meados de novembro de 1998) para 29 por cento ao final do ano.
3. Não obstante o pronto anúncio de que o Governo continuaria a envidar esforços para aprovar a CPMF no prazo mais rápido possível e a curto prazo submeteria novamente ao Congresso as medidas fiscais inicialmente rejeitadas e não obstante a divulgação em dezembro de um conjunto de medidas fiscais compensatórias adicionais a confiança do mercado continuou a deteriorar em janeiro de 1999 refletindo também preocupações a respeito do compromisso de alguns Estados importantes com o ajuste de suas finanças. Após fortes pressões sobre as reservas de divisas externas em 13 de janeiro de 1999 o Banco Central ampliou a banda de flutuação cambial e aumentou a frequência de suas intervenções nos mercados à vista e de futuros. No entanto as pressões não diminuiram e em 15 de janeiro o Banco Central deixou que o real flutuasse livremente. A taxa média de câmbio alcançou R$ 1 52/US$ em janeiro e R$ 1 91/US$ em fevereiro comparada a R$ 1 21/US$ antes da mudança do regime.
4. Esses percalços não impediram a aprovação do programa fiscal em janeiro. Mais especificamente as medidas referentes às contribuições dos servidores públicos ativos e inativos foram apresentadas novamente e aprovadas rapidamente pelo Congresso assim como o aumento da contribuição social sobre o lucro das empresas e o aumento do IOF proposto pelo Governo para compensar a demora na aprovação do aumento da CPMF. A CPMF foi aprovada em duas votações no Senado e foi remetida à Câmara havendo a expectativa de que ela seja votada em segundo turno até o final do mês de março. Finalmente o orçamento para 1999 foi aprovado em 25 de janeiro de 1999.

II. Perspectivas Econômicas para 1999

5. Prevê-se agora que a atividade econômica projetada em 1999 será menor do que a prevista há poucos meses com uma redução média da ordem de 3 5% a 4% do PIB para o ano. Isso reflete uma queda no último semestre de 1998 mais pronunciada do que a inicialmente projetada e uma provável redução adicional da demanda interna no primeiro semestre de 1999 que será apenas parcialmente compensada por uma recuperação de exportações líquidas. O declínio econômico deverá atingir seu ponto mais baixo em meados do ano com recuperação gradual a partir da segunda metade de 1999 e que ganhará maior ímpeto no ano 2000 na medida em se recupere a confiança diminuam as restrições impostas ao financiamento externo e a taxa de juros reais se reduza.
6. O novo regime de câmbio flutuante exigirá uma nova âncora nominal para a política econômica. A política monetária combinada com o fortalecimento do ajuste fiscal e uma política salarial firme no setor público será fundamental para impedir o retorno d espiral inflacionária e assegurar uma rápida desaceleração da taxa de inflação uma vez absorvido o impacto da desvalorização do real sobre os preços dos bens comercializáveis (“tradeables”). O índice de preços ao consumidor poderá alcançar mais de 10 por cento na primeira metade de 1999 mas a taxa de crescimento do índice deverá então reduzir-se gradativamente refletindo a firme condução da política monetária e a ausência de pressões internas de demanda. Ao final do ano a taxa mensal de inflação projetada deverá estar na faixa dos 0 5-0 7 por cento.
7. A desvalorização do real gerou um significativo incremento da competitividade brasileira. Como consequência e também em razão de um maior diferencial cíclico entre o Brasil e seus parceiros

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

”Dilma pôs um fim à capitulação diante dos sucessivos ataques aos ministros, que, muitas vezes, perderam o cargo sem qualquer razão, como no caso do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, demitido sob acusações sem provas e posteriormente inocentado em todas as investigações”
Tudo bem. Mas os outros cinco demitidos ? Inocentes é que não eram.
“O primeiro grande lance foi colocar os bancos públicos para liderarem uma queda generalizada dos juros ao consumidor e às empresas”
Isso quer dizer que Lula não quis mexer nos juros durante seu governo. Também quer dizer que ele podia e não fez.
”Anunciou redução de gastos do consumidor e das empresas com energia, começando pela energia elétrica”.
Ótima medida. Porque levou dois anos ? Medidas deste tipo são infinitamente melhores do que reduzir IPI de carros que acabam por levar as pessoas ao endividamento maior do que podem.
“Dilma concluiu a resposta que acaba de dar ao ataque de Fernando Henrique Cardoso a Lula.”
Mas como é importante esse FHC. Mereceu uma resposta em rede nacional.
A mega produção do julgamento do mensalão e a chuva de “más notícias” sobre a economia vêm dominando há meses o noticiário. A primeira atração pretende condenar criminalmente os oito anos do governo Lula e o Partido dos Trabalhadores inteiro; a segunda, pretende convencer os brasileiros de que a economia do país vai de mal a pior. Por meses a fio, a oposição ao governo federal, como ocorre há quase uma década, recebeu o apoio dos maiores meios de comunicação do pais à sua estratégia descrita no parágrafo anterior, estratégia que sucedeu a pressão oposicionista-midiática por demissão de ministros e as marchas “contra a corrupção” que vigeram no ano passado.
Em 2011, chegou a ocorrer como que uma capitulação do governo Dilma Rousseff diante de uma nova modalidade de ataque oposicionista-midiático aparentemente diferente da guerra desencadeada contra o governo Lula, mas que, em essência, era igual.
Nesse novo modelo, a presidente foi preservada de ataques diretos e os alvos foram o governo Lula (do qual ela participou em destaque) e a montagem que fez de seu próprio governo, pois cada ministro demitido no ano passado foi nomeado por ela, sendo a tese da “faxina” mera tentativa de convencer a matreira presidente da República de que um ataque a beneficiária, o que revelou desprezo por sua inteligência. 
Entre o fim do ano passado e o começo deste ano, Dilma pôs um fim à capitulação diante dos sucessivos ataques aos ministros, que, muitas vezes, perderam o cargo sem qualquer razão, como no caso do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, demitido sob acusações sem provas e posteriormente inocentado em todas as investigações.
Quando a artilharia chegou ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, possivelmente o ministro mais próximo de si, Dilma pôs o pé na porta e as pressões acabaram, ainda que tenham restado elucubrações sobre as quedas de ministros que ela teria permitido por ter desejado. 
Em 2012, porém, marcou a reação de um governo que já começava a enfraquecer de tanto ceder a pressões. Dilma iniciou o ano visivelmente decidida a mostrar que estava no controle e que seu governo tinha um plano. Ao esfriamento da economia, desde então vem atuando no sentido de aquecê-la e de aliviar a vida da população.
O primeiro grande lance foi colocar os bancos públicos para liderarem uma queda generalizada dos juros ao consumidor e às empresas. O ineditismo da medida na história recente do país pegou oposição e mídia de surpresa. Em um primeiro momento, esses agentes aliaram-se aos bancos contra a iniciativa do governo federal.
Não tardou para bancos, mídia e oposição entenderem o que se previu nesta página que ocorreria, que a presidente daria um salto em termos de popularidade, o que de fato ocorreu, fazendo com que alcançasse praticamente o mesmo patamar que Lula tinha ao deixar o governo. As críticas, diante do apoio popular, emudeceram.
A essas medidas contrárias aos interesses dos bancos – que a presidente foi à televisão anunciar assim como fez ontem – somaram-se outras de indiscutível apelo popular e, o que é melhor, à prova de acusações de “populismo”, pois não é moleza defender os setores da economia líderes de reclamações às entidades de defesa do consumidor.
Telefonia e planos de saúde também entraram na mira do governo, sendo penalizados com suspensão de captação de clientes e obrigados a apresentar planos de investimentos para resolver os problemas geradores de queixas.
Paralelamente à defesa decidida dos interesses dos consumidores, o governo apresentou um poderoso plano de investimentos em infraestrutura que chega à casa da centena de bilhões de reais, uma quantidade de recursos que pouquíssimos países têm condição de investir hoje, o que vai revelando a solidez da economia brasileira.
Na última quinta-feira, Dilma respondeu ao recrudescimento exponencial da artilharia oposicionista-midiática contra si e contra o PT, baseada, exclusivamente, em um moralismo tão hipócrita que viu lideranças de partidos envolvidos até o pescoço em escândalos de corrupção apontarem o dedo para o partido do governo.
À maior artilharia, a presidente usou uma bomba: anunciou redução de gastos do consumidor e das empresas com energia, começando pela energia elétrica. Não é brincadeira o que Dilma anunciou. 16% para residências e 28% para indústrias serão sentidos diretamente no bolso de todos.
É imprevisível o impacto que isso terá sobretudo no setor industrial, mas será grande. O consumo de energia é um dos grandes custos desse setor. A medida, inclusive, tornará os produtos brasileiros mais competitivos.
Reduzir o custo da energia nesse nível é medida ainda mais popular do que pôr bancos públicos para liderarem queda de juros. No caso dos juros, a redução é lenta e não atinge o público de forma homogênea, pois beneficia mais os menos endividados e mais ricos, que, certamente, estão tendo acesso às melhores taxas. No caso da conta de luz, o alcance é estrondoso.
E para quem, como eu, reclamou de revide político, no mesmo pronunciamento em que deu tal presente à população a presidente ainda atacou, de novo, aquele que tentou atingi-la atacando seu padrinho político. Ao criticar a “privatização” que era feita “no passado”, Dilma concluiu a resposta que acaba de dar ao ataque de Fernando Henrique Cardoso a Lula.
O lance da última quinta-feira explica a política brasileira no novo milênio. Uma oposição perdida, sem propostas, usa a mídia – ou por ela é usada – para oferecer à população moralismo de quinta, pessimismo e hipocrisia. E zero de propostas. A isso, Dilma responde com desenvolvimento e bem-estar social.
Em sua opinião, leitor, quem irá vencer esse embate?
Um pais que não revive seus momentos de glória, ensinar não pode ensinar seus jovens pelo exemplo. O dia 7 de setembro foi o dia em que o Brasil libertou-se economicamente e culturalmente do jugo português… Imagine um pais que produz as maiores riquezas e é impedido de processá-las, mas obrigado a entregá-la ao pais em que é subjugado, que vive no luxo, enquanto seu povo que trabalha amarga uma vida miserável!
O FHC sempre foi um presidente adepto do peleguismo… sua “politica liberal e entreguista” não visava fomentar a produção… mas vender o patrimônio para fazer caixa… e o povo…. que se dane! Fora FHC.

Existe uma coisa mais importante que tudo: aumentamos, a cada dia, a fé e o orgulho no nosso querido Brasil.
Somos, cada vez mais, um país que olha para o presente e para o futuro com um mesmo olhar de alegria, conforto e esperança.
Viva o Sete de Setembro!
Viva o Brasil!
Viva o povo brasileiro!
Dilma Roussef 

A diferença é abissal frente um tal ressentido Falso, Hipócrita e Calhorda.

Manifestantes realizam marcha contra corrupção na Esplanada dos Ministérios.

Um grupo de manifestantes participou de uma marcha contra a corrupção no final da manhã desta sexta-feira (7), em Brasília. A Marcha Brasil contra a Corrupção foi organizada pela internet, e ocupou a Esplanada dos Ministérios, onde ocorreu o desfile de 7 de Setembro. Várias pessoas percorreram o trajeto carregando cartazes e usando máscaras. As roupas pretas predominaram no desfile. Algumas das faixas e cartazes trazidos pelos manifestantes eram contra o contraventor Carlinhos Cachoeira, que foi preso pela Polícia Federal em fevereiro durante a Operação Monte Carlo. Os manifestantes também pediram punição aos envolvidos no susposto esquema do mensalão, que está sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

QUEM LEVA

Isenção tem custo.
Romário lembra que a CBF é passível de investigação, apesar de ser entidade privada, porque goza de isenções fiscais do governo.

CBF S/A - Cássio, goleiro do Corinthians, tem direitos econômicos ligados a gente da CBF e deve ser vendido à Roma. “Quem leva?", questiona Romário.


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

BOM MOÇO ?!?

É jovem (56 anos), viúvo, razoável pinta, arrumado, verbo solto, experimentado repórter de TV (no popularíssimo Aqui, Agora, do SBT). Já teve votações espetaculares como deputado federal, a primeira em 1994 (pelo PSDB). Depois de tucano experimentou ser corvo de Paulo Maluf, agora é uma águia macedista, alado seguidor do bispo Edir Macedo, imperador do PRB e da Igreja Universal do Reino de Deus.
Celso Russomanno lidera com folga há algumas semanas a disputa pela prefeitura paulistana onde enfrenta simultaneamente, e sem estresse, duas feras eleitorais – José Serra e Lula da Silva.
Opinionistas, politólogos, musas acadêmicas, pesquisólogos e especialistas em eleições acham que o fenômeno não se aguenta nas pernas, e talvez por isso sequer tentam interpretações mais originais para explicá-lo. Já se falou em desgaste da polarização PT-PSDB, em cara nova, neopopulismo, cacarequismo, nova classe média etc., etc. As acusações de corrupção, falsidade ideológica e outras tantas do Código Penal não colam em Russomanno.
Poucos analistas se animam a tocar na explicação fundamental: a formidável politização da religião. Não é a defesa do consumidor que dá robustez à candidatura de Russomanno. É o apoio da maior organização evangélica neopentecostal da América Latina – e talvez a maior do mundo.
Rumo ao passado.
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) é uma potência política, econômica, midiática. Edir Macedo, seu fundador, é incomparavelmente mais poderoso do que foi o reverendo coreano Sun Myung Moon, apóstolo da Igreja da Unificação, falecido há dias.
Mesmo que Mitt Romney seja eleito presidente dos EUA e convertido em líder de uma superpotência mundial, Edir Macedo continuará como papa de uma congregação global articulada pelo fanatismo e pelo fundamentalismo.
Colocar Russomanno no centro de uma guerra santa é temerário, mas talvez seja exatamente este o tríplice sonho de Edir Macedo – ser perseguido pela Santa Madre Igreja, desembaraçar-se de Lula e aniquilar a grande imprensa que tanto o incomoda. Isso explica a superficialidade das análises midiáticas sobre a arrancada de Celso Russomanno. Melhor fingir de avestruz, comer areia, do que enfrentar as manadas das seitas político-religiosas iluminadas por holofotes de neon.
Falar no poder da IURD significa trazer para a ribalta o poder recôndito do Opus Dei, hoje um dos polos do poder político brasileiro que a esquerda teima em ignorar e à direita não interessa badalar.Estamos viajando a galope em direção à Idade Média. Seu ícone, bem penteado e bem vestido, não precisa de novas mídias nem de redes sociais; sua força está contida numa mensagem de apenas 19 caracteres: votem em Russomanno.

O CAPITALISMO AMERICANO

Nos cerca de 250 anos de história independente, os EUA iniciaram - em média - uma guerra a cada três anos, exatamente como a Inglaterra. Contando com a vantagem de ser “membro por nascimento”, da pequena comunidade dos estados produtores da “ética internacional” que arbitram as “guerras justas” e o “livre comércio
“Years before the Declaration of Independence… Benjamin Franklin, George Washington and Thomas Jefferson, as well as a considerable ratio of New England´s most proeminent Congregationalist ministers already talked of America reaching the Mississippi or even the Pacific to become the next century great empire”

Kevin Phillips, “The Cousins´ Wars”, Basic Books, New York, 1999, P:116
A publicação - em 1894 - do livro do economista inglês, John A. Hobson (1858-1940) - “A Evolução do Capitalismo Moderno” - transformou-se numa referencia obrigatória para a interpretação do desenvolvimento econômico dos Estados Unidos. Depois de Hobson, vários historiadores e economistas retomaram sua tese sobre a originalidade radical do capitalismo americano, vis a vis o desenvolvimento europeu. Em particular, depois da Guerra de Secessão (1861-1865), com o surgimento das grandes corporações e do capital financeiro que teriam revolucionado a organização microeconômica, e mudado a face do capitalismo mundial. Do nosso ponto de vista, entretanto, estas transformações ajudam a entender o “milagre econômico” americano do início do século XX, mas não explicam as próprias transformações.
Os Estados Unidos foram o primeiro estado nacional que nasceu fora da Europa, mas não fora do sistema geopolítico e econômico europeu. Pode-se dizer inclusive, que a “Guerra da Independência” americana foi, em grande parte, um capítulo da disputa entre a Inglaterra e a França pela supremacia mundial. E sua conquista definitiva ocorreu entre as duas grandes guerras (“Dos 7 Anos” e “Bonapartista”) que definiram a hierarquia de poder internacional, e a supremacia inglesa, dentro e fora da Europa, a partir de 1815. 
Durante este período de guerras, os Estados Unidos sempre se sentiram “cercados” e ameaçados - simultânea ou sucessivamente - pela Inglaterra, França e Espanha, e tiveram que negociar seu reconhecimento e suas fronteiras com o “núcleo duro” das Grandes Potências europeias. 
Assim mesmo, os EUA acabaram se transformando no único estado nacional extra-europeu que nasceu de um império e de uma economia em plena expansão vitoriosa. Mais do que isto, durante a chamada “revolução industrial” que transformou os Estados Unidos – imediatamente - na primeira periferia “primário-exportadora” de sucesso da economia industrial inglesa. Situação econômica privilegiada que se consolidou e expandiu durante todo o século XIX, antes e depois da Guerra de Secessão, enquanto a Inglaterra abria espaços de expansão comercial para sua ex-colônia, e assumia a responsabilidade – em alguns momentos - por cerca de 60% do investimento direto dentro de todo o território norte-americano, que passou a fazer parte de uma espécie de “zona de co-prosperidade” anglo-saxônica , ou mesmo, num caso avant la lettre, de “desenvolvimento a convite”, da Inglaterra.
Por outro lado, desde sua independência, os Estados Unidos foram governados por uma elite coesa e com um intense commitment imperial, e mantiveram um ritmo de expansão política e territorial contínua, através da guerra, da diplomacia e do comércio. Antes da Guerra Civil, foram 37 “guerras indígenas”, e mais as Guerras do Texas e do México, em 1837 e 1846, responsáveis pela duplicação do território americano. Mais a frente, vieram a Guerra Civil e a Guerra Hispano-Americana, e uma sucessão de intervenções militares no Caribe, num movimento de expansão que se acelerou no século XX, alcançando Europa, Ásia, Oriente Médio e África. De forma que nos cerca de 250 anos de história independente, os EUA iniciaram - em média - uma guerra a cada três anos, exatamente igual como a Inglaterra. Contando com a vantagem de ser “membro por nascimento”, da pequena comunidade dos estados produtores da “ética internacional” que arbitram as “guerras justas” e o “livre comercio”.
A história segue e é extensa, mas já se pode dizer que ela fornece fortes indícios de que:
- o desenvolvimento econômico dos EUA não foi uma exceção, pelo contrário, foi uma parte essencial da expansão e das contradições do sistema inter-estatal e do capitalismo europeu;
- o sucesso do capitalismo americano não foi puramente endógeno, nem foi apenas uma obra das grandes corporações e do capital financeiro que nasceram à sombra da Guerra Civil;
- o “apoio externo” foi decisivo para o sucesso da economia americana, que foi sempre a principal “fronteira de expansão” do capital financeiro inglês;
- a “guerra contínua” teve um papel estratégico no desenho da política industrial e agrícola, e no desenvolvimento científico e tecnológico dos EUA;
- e por fim, a expansão política, territorial e bélica dos EUA foi na frente do processo de internacionalização das grandes corporações, do capital financeiro e da moeda norte-americana.
Uma história de desenvolvimento econômico como a das demais potências do sistema mundial, mas muito diferente da interpretação economicista de Hobson e seus discípulos.